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30jul 

Novo convênio de saúde: Dona Helena agora atende via rede Pladisa

O Hospital Dona Helena, de Joinville (SC), formalizou parceria com mais uma operadora de plano de saúde. A Pladisa, rede existente desde 1996 e que atende grande parte de Santa Catarina e a região de Curitiba (PR), chega, agora, à maior cidade catarinense. Com origem em Videira (SC), a rede Pladisa conta com uma ampla rede de médicos, clínicas, laboratórios e hospitais.

 A Pladisa possui planos empresariais, individuais e familiares. Seu aplicativo conta com acesso à carteirinha virtual, que pode ser usada para facilitar o atendimento. Registrada na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS: 41.948-6), a operadora possui unidades de atendimento nas cidades de Blumenau, Caçador, Curitiba, Fraiburgo, Itajaí, Lages, São Bento do Sul, Tubarão e Videira.

 

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29jul 

Reportagem de capa da Francisca 11 retrata os idosos em isolamento social

Faixa etária mais vulnerável ao novo coronavírus, os brasileiros maiores de 65 anos enfrentam tempos particularmente difíceis em decorrência da pandemia, que amplia o isolamento social dessa camada da população. Sem poder ver seus familiares, e precisando de apoio para atividades elementares, os idosos dependem de seu entorno – filhos, netos, amigos –, mas com mínimo contato. Como driblar a solidão inerente a esse contexto? É disso que trata a reportagem de capa da edição 11 da Revista Francisca, assinada pela jornalista Jociane Nascimento.

De acordo com a prefeitura, Joinville tem aproximadamente 53 mil idosos e há, na cidade, 45 instituições de longa permanência regularizadas que, desde março, início da pandemia no país, são monitoradas pela Secretaria da Saúde. O monitoramento tem como foco a limitação de visitas, a higienização e isolamentos em casos confirmados. A reportagem mostra um pouco desse trabalho de organismos públicos e instituições, como também algumas histórias de pessoas que vêm encarando o momento com resiliência, sabendo o quanto o resguardo é importante para a saúde de todos. “Vejo esse período como uma redenção e um resgate da nossa humanidade”, sustenta, na matéria, o geriatra João Roberto Maia, para quem a situação atual não trouxe, ainda bem, um maior descompromisso das famílias.

Francisca # 11 também mostra o crescimento das adoções de animais de estimação, como antídoto contra a pandemia, e fala do impacto da arte na vida das pessoas, com o trabalho de inclusão realizado pelo Instituto de Pesquisa da Arte pelo Movimento, o IMPAR, e um apanhado dos 50 anos de atuação da Escolinha de Artes Infantis da Casa da Cultura de Joinville. Ainda neste número, artigos de convidados discorrem sobre o “novo normal” nos segmentos de turismo e de eventos e o juiz eleitoral de Joinville, Márcio Fontes, explica como serão as eleições municipais deste ano, adiadas para novembro.

23jul 

Construtora Daxo amplia Conselho de Administração

Pouco depois de renovar sua identidade visual e dar início às obras do maior e mais luxuoso empreendimento na história da construção civil de Joinville, a Construtora Daxo anuncia o ingresso do executivo Alfredo Zattar em seu Conselho de Administração.

Médico oftalmologista, Zattar atuou por quase duas décadas no Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem. Há alguns anos, dedica-se exclusivamente aos seus negócios, nos setores de tecnologia, seguros, shopping-centers e desenvolvimento imobiliário de condomínios e loteamentos.

“Na Daxo, acreditamos que a excelência se faz com profissionais experientes e altamente engajados a um propósito”, sublinha o CEO Geraldo Bandoch Junior, ressaltando que Zattar será o primeiro integrante externo do Conselho de Administração. “Sua visão de mercado certamente contribuirá com o forte crescimento projetado pela Daxo para um futuro próximo.”

Alfredo Zattar destaca que o empreendedorismo dos sócios da Daxo foi o motivador para aceitar o novo desafio. “Espero poder agregar, reforçando ainda mais um time já vencedor, em uma equipe focada na excelência dos produtos e no respeito ao cliente”, ressalta.

Em março, a Daxo iniciou as obras do Residencial San Thiago, com unidades de 545 metros quadrados, consolidando sua vocação para o segmento.

 

23jul 

Indústria 4.0: Ciser passa a digitalizar a manufatura com o sistema MES

 

Com o objetivo de digitalizar seus processos e aumentar a eficiência de gestão, dando mais um passo para a indústria 4.0, a Ciser, maior fabricante de fixadores da América Latina, atuante no fornecimento de soluções industriais para diversos segmentos, implantou a tecnologia MES (“Manufacturing Execution System”, ou seja, “Sistema de Execução de Manufatura”). Trata-se de uma das ações estratégicas da Ciser para caminhar junto à economia digital, aplicando novas tecnologias em seus processos industriais.

Atualmente, o projeto piloto do MES está implantado em cinco máquinas. A previsão é que, em 2020, o sistema seja instalado, ao todo, em 35 equipamentos. A ideia é que os processos de manufatura se tornem paperless, ou seja, com fluxos de informações digitalizados.

Mais agilidade e assertividade

Entre as principais vantagens da implantação do MES, estão o fornecimento de informações de caráter produtivo em tempo real, originando uma fonte única de dados (Big Data), proporcionando maior confiabilidade e rastreabilidade mediante a eliminação da coleta manual de dados. Isso garante mais assertividade e agilidade na tomada de decisão, além de impactar diretamente no aumento da eficiência dos equipamentos (OEE).

Com um tablet, o operador pode controlar todas as máquinas que possuem o MES. E, por meio de qualquer dispositivo com acesso à rede da Ciser, os gestores podem consultar diversas informações, tais como ordem de produção, item, quantidade produzida, quantidade faltante, paradas de máquinas, resultados de inspeções de qualidade, etc.

“Em máquinas que não têm esse sistema, o acompanhamento do dia a dia da manufatura é feito por meio de cartas de inspeção, ou seja, o colaborador anota tudo o que aconteceu no turno dele para que depois as informações sejam lançadas manualmente no ERP (sistema integrado de gestão empresarial), o que acaba gerando demora no processo”, frisa Rafael Gomes König, gerente de manufatura da Ciser. “Com o MES, os gestores param de olhar pelo retrovisor (para o que aconteceu antes) e passam a ter as informações em tempo real.”

Sobre a Ciser

Marca de excelência, a Ciser tem capacidade produtiva de 6 mil toneladas/mês e portfólio de 27 mil produtos divididos em 500 linhas, para atender clientes em mais de 20 países. Mais de 1.500 colaboradores estão divididos entre as unidades de Araquari/SC e Sarzedo/MG. As instalações se completam com o centro de distribuição e o centro administrativo, situados em Joinville/SC.

A companhia, que completou 60 anos em 2019, investe em inovação tecnológica e conduz ações de responsabilidade socioambiental. Ao longo de seis décadas de investimentos, aquisições e ampliação dos segmentos em que atua, a Ciser se tornou uma das maiores empresas de Santa Catarina. Seus produtos cobrem diversos segmentos, como agronegócio, energia solar, moveleiro, metalmecânico, construção civil, estruturas metálicas, automotivo, linhas branca e marrom, petróleo e gás, eletrônica e varejo da construção civil.

20jul 

#JulhoVerde alerta para prevenção do câncer de cabeça e pescoço

Mais de 37 mil novos casos de câncer de cabeça e pescoço estão estimados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) para 2020. É o quarto tipo de câncer com maior incidência (exceto os de pele). Com o objetivo de conscientizar e alertar a população sobre os sintomas da doença, fatores de risco e a importância da detecção precoce, existe o #JulhoVerde, campanha nacional de prevenção ao câncer de cabeça e pescoço promovida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP).

Os tumores de cabeça e pescoço são uma denominação genérica do câncer que se localiza em regiões como boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe (onde é formada a voz), tireóide e seios paranasais. Segundo a Associação de Câncer de Boca e de Garganta (ACBG), esse tipo de câncer é o quinto mais frequente entre os homens. Nas mulheres, prepondera o câncer da tireoide.

Segundo Kauê Milanez Lopes, cirurgião de cabeça e pescoço que integra o corpo clínico do Hospital Dona Helena, de Joinville (SC), um dos principais fatores que desencadeiam este tipo de câncer é o tabagismo. “Fumantes têm 100 vezes mais chances de desenvolver câncer de laringe. Não à toa, o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)”, informa o profissional. Só no Brasil, são 156.216 mortes anuais e 428 mortes por dia. Além do tabagismo, a ingestão de bebidas alcoólicas também é um agente relacionado a este tipo de câncer. Ambos correspondem pela maior parte dos novos casos de câncer de cabeça e pescoço diagnosticados no país.  De acordo com especialista, existe prevenção: “Cessar tabagismo e ingestão de bebidas alcoólicas, realizar avaliação periódica e manter em dia a higiene oral”, elenca.

Em geral, a idade média ao diagnóstico de câncer de cabeça e pescoço é entre 60 e 65 anos. Porém, segundo a SBCCP, a infecção pelo papilomavírus (HPV) tem contribuído, nos últimos anos, com o aumento na incidência desta doença em pessoas mais jovens (com menos de 45 anos). A transmissão deste vírus se dá principalmente pela via sexual. “No caso dos tumores de cabeça e pescoço, através do sexo oral. A melhor maneira de se prevenir é pela utilização de preservativo durante relação”, reforça Lucas Sant’Ana, médico oncologista do corpo clínico da mesma instituição, lembrando que existe vacina contra HPV, disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Além do HPV, vírus como EBV e o HIV também estão associados ao câncer de cabeça e pescoço. “A exposição excessiva à radiação solar ultravioleta também pode representar fator de risco para câncer de lábio”, aponta o especialista.

“O câncer está na cara, mas às vezes você não vê”

Segundo Lucas Sant’Ana, nas fases iniciais, os tumores de cabeça e pescoço podem ser assintomáticos. “À medida que progridem, podem levar a alguns sintomas que devem servir de alerta: manchas na boca, dor em região oral ou para deglutir, feridas com cicatrização demorada, mudança na voz como rouquidão persistente e dificuldade para engolir. Nas fases mais avançadas da doença, podem ainda surgir nódulos na região cervical”, detalha o médico oncologista. Por isso, a quarta edição da campanha do #JulhoVerde, promovida pela SBCCP, traz o lema “O câncer está na cara, mas às vezes você não vê”.

O diagnóstico precoce e o rápido início do tratamento são fundamentais para a cura do câncer de cabeça e pescoço. O diagnóstico tardio, que ocorre em 60% dos casos, deixa sequelas no paciente. “Não existem exames de rotina para identificação deste tipo de tumor como ocorre, por exemplo, com a mamografia para câncer de mama ou colonoscopia para câncer de cólon. Profissionais de saúde da família, assim como dentistas, são fundamentais para o diagnóstico das lesões iniciais, fase em que os índices de cura são mais elevados”, informa o médico.

Para realizar o diagnóstico, inicialmente é feito um exame para detecção da lesão através da inspeção da cavidade oral. “Para tumores mais profundos é necessário o emprego do nasofibrolaringoscópio. Após a visualização da lesão, realiza-se a biópsia da mesma”, informa Sant’Anna. O tipo do tratamento e as chances de cura dependem do estágio em que a doença se encontra. “Para tumores em fases mais iniciais, a cirurgia isolada pode ser curativa em grande parte dos casos. Para estágios mais avançados, outras abordagens terapêuticas podem ser necessárias.”