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 20mai 

Móveis planejados: modismos tornam o ambiente cansativo

 

Responsáveis pela franquia da Florense, parceira da Plaenge em Joinville,
falam de tendências no segmento e afirmam que a pandemia não reduziu as vendas

 

O apartamento decorado que o cliente pode conhecer na central de vendas da Plaenge em Joinville recebeu a visita de alunos do curso de Design de Interiores do Senac. A ação é mais uma iniciativa da parceria entre a construtora e a franquia local da Florense. Marca de móveis planejados com design internacional e tecnologia de ponta, a Florense compõe o ambiente que simula um apartamento do Vitra, primeiro lançamento da Plaenge na cidade.

 

“Ficamos muito satisfeitos de apresentar aos estudantes um pouco da excelência e do refinamento que imprimimos em nossos imóveis, contribuindo para sua qualificação”, resume o gerente geral da Plaenge em Santa Catarina, Maurício Dallagrana.

 

À frente da franquia da Florense, o arquiteto Mateus Novelli e a administradora Ieda Isoton afirmam, nesta entrevista, que a pandemia não impactou os negócios em seu segmento, trazendo até um aumento nas vendas.
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Qual a tendência atual em móveis planejados? E como evitar que se opte por alguma “moda” passageira, em cores e padrões, por exemplo? Que tipo de aconselhamento vocês oferecem, na hora da compra?

Mateus – Evolução é palavra-chave em todos os tipos de atividades, o que pressupõe se manter sempre na vanguarda em todas as interfaces de seu segmento de atuação. Isso exige total sintonia com as tendências que surgem a cada dia, no mundo todo. Nesse aspecto, a Florense sempre esteve na ponta, marcando presença nas principais feiras mundiais de móveis, design e tecnologia moveleira, e com equipes próprias de pesquisa e desenvolvimento de novos materiais, processos e design de produtos. Por conta disso, tudo o que o setor de mobiliário high end apresenta de melhor pode ser visto na rede de lojas da marca.
Ieda – Sim, e os modismos, especialmente em termos de cores, podem acontecer, na área de móveis, e tornar o ambiente “cansativo” ao longo do tempo. Algumas pessoas até aceitam essa possiblidade conscientemente por ter o hábito de trocar o mobiliário, em parte ou todo, periodicamente, mas são casos isolados. A receita ideal é optar por acabamentos nobres e cores agradáveis, criando ambientes aconchegantes, nos quais você se sinta totalmente acolhido e confortável.

 

Com o “fique em casa”, onda que se desdobrou por vários meses, no auge da pandemia, vocês perceberam alguma mudança na demanda dos clientes? Em que aspectos?

Ieda – Percebemos, mas nos causou até alguma surpresa, porque houve aumento da demanda, e não retração, como se temia. Como nossos produtos são comercializados, em sua maioria, a partir de arquitetos e designers de interiores, e estes se mantiveram trabalhando normalmente em home office, os projetos continuaram surgindo e as trocas de informações e negociações ocorriam por meio virtual.
Mateus – O inconveniente maior foi a questão da instalação do mobiliário na casa do cliente, devido às limitações impostas pelos cuidados a serem adotados. Além disso, os prazos de entrega tiveram que ser alongados, pois a fábrica não conseguia dar conta da demanda, já que trabalhava com menos colaboradores, por conta do distanciamento social, e pela falta de matéria-prima, à medida que nossos fornecedores enfrentavam problemas de redução de pessoal nas fábricas.

 

Marcas como a Florense oferecem móveis planejados para praticamente todos os ambientes de uma residência. Qual a vantagem de se optar por uma única marca para compor um projeto?

Mateus – A principal vantagem é a segurança que a marca oferece em termos de qualidade, tanto em relação aos produtos quanto aos serviços prestados, incluindo a garantia de entrega e de assistência. Então, quando você encontra uma loja que proporciona tudo isso, o ideal é adquirir tudo ali, reduzindo os riscos de fazer um mau negócio ao dividir as compras entre várias lojas. E, claro, há ainda a vantagem de poder negociar mais descontos pelo volume de compra.

 

Que inovações vocês destacariam em funcionalidades e na qualidade de móveis planejados, hoje?

Ieda – Em termos de funcionalidades, as inovações são basicamente duas: a enorme evolução da tecnologia e os novos materiais. Se observarmos simplesmente as funções, os antigos móveis feitos, às vezes, de forma até um pouco rudimentar, cumpriam as mesmas funções dos móveis de hoje. A diferença está na tecnologia construtiva, com ferragens e sistemas afinadíssimos e de grande durabilidade, e na enorme variedade de materiais e padrões de acabamentos disponíveis hoje.

Mateus – E a Florense, por exemplo, oferece mais de 220 padrões, entre materiais e cores. Isso nos permite fabricar cada componente do móvel com a matéria-prima mais adequada – o que responde à eterna pergunta de “qual a melhor matéria-prima, madeira maciça, MDF ou MDP?”. Depende do componente que você quer fabricar. Cada uma delas se aplica melhor a um determinado processo industrial ou padrão de acabamento, no sentido de obter o melhor resultado em termos de qualidade, estética, funcionalidade e durabilidade, e até de custo para o cliente.

 

Como tem sido a parceria da Florense com a Plaenge, e que expectativas tem para

novos projetos?

Ieda – A Plaenge dispensa comentários, por ser uma empresa focada em construir empreendimentos de alto padrão e com maior valor agregado, o que já define o nível de clientes que ela atende. Esse também é o objetivo da Florense: produzir mobiliário com altíssimo padrão de acabamento para clientes que sabem reconhecer e valorizar produtos bem concebidos e bem fabricados. Por conta disso e do excelente relacionamento pessoal, nossa parceria tem sido de alto nível. E trabalharemos cada vez mais fortemente para que se perpetue e continue sendo cada vez melhor.

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