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Arquivo da Categoria  Ideias

20jul

As cores no local de trabalho

Na hora de montar a estrutura física de uma empresa, existe uma grande preocupação com ergonomia, iluminação e outros detalhes. Porém, um ponto importante e quase sempre esquecido, são as cores de cada ambiente. A cor de uma sala ou escritório influencia o desempenho e produtividade dos colaboradores. E como decidir qual o melhor tom para o seu local de trabalho? Alguns aspectos devem ser considerados: por exemplo, cores quentes acabam aproximando os objetos e dando a impressão de que o espaço é menor, enquanto as cores frias ampliam o espaço aparente.

Confira algumas sensações que as cores provocam nos ambientes:

Verde: utilizado muitas vezes em hospitais e consultórios médicos, o verde em tons claros é escolhido justamente por trazer calma e tranquilidade.

Amarelo: por ser uma cor quente e alegre, o amarelo traz vida e luminosidade. É aconselhada para escritórios que precisam de muita concentração.

Azul: é uma cor que consegue trazer energia, mas ainda assim sugerir calma e seriedade. Dessa forma, uma boa utilização dessa cor seria em salas de reunião.

Branco: sua função principal é multiplicar a luz do espaço, por isso, ele passa a ideia de que o ambiente é mais amplo do que realmente é.

Vermelho: se utilizado com cuidado, pode deixar o local mais dinâmico e animado. Por ser uma cor forte, transmite alegria e proximidade.

Roxo: É uma cor que estimula a criatividade e faz com que as pessoas fiquem mais calmas.

07jul

Manchester Investimentos arrecada agasalhos para doação

A Manchester Investimentos está realizando, em Joinville, uma Campanha do Agasalho. A coleta vai até dia 30 de junho, na sede da empresa, na Rua Alexandre Schlemm, 300, Bairro Bucarein.

A equipe selecionou três entidades para recebes as peças: Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro Pop), Lar de Idosos Vila Vicentina e Associação Casa do Adalto. “Acreditamos que com pequenos gestos fazemos a diferença na vida de pessoas mais necessitadas. A campanha de agasalho é um exemplo de que podemos envolver os clientes e colaboradores e despertar a importância de ações solidárias. Além de incentivar a solidariedade com o próximo, ajudamos diretamente algumas pessoas da nossa região que precisam muito”, afirma Dayan Angelo, um dos sócios da empresa.

A Manchester Investimentos está há 40 anos no mercado joinvilense. Recentemente, abriu um escritório em Florianópolis. Com uma equipe qualificada de consultores financeiros, está preparada para atender e direcionar investimentos em diversas áreas.

 

05jul

O hóspede decide quanto paga: ASID Brasil é beneficiada por programa da CHA Hotéis

Em programa da rede hoteleira, o cliente decide o preço da diária no check-out e parte do valor será revertido para a ONG ASID Brasil, a fim de auxiliar pessoas com deficiência

 

A Cadeia de Hotéis Associados (CHA), rede de gestão hoteleira que objetiva fortalecer a administração de hotéis independentes e familiares, promove um serviço inovador no segmento hoteleiro, o Programa “Quanto vale o conforto?”. Neste Programa, o hóspede decide o preço da diária no check-out, após avaliar o serviço. Parte do valor arrecadado (5%) beneficia a ONG ASID Brasil (Ação Social para Igualdade das Diferenças).

A ASID oferece uma metodologia de desenvolvimento de gestão para instituições filantrópicas com foco no desenvolvimento da pessoa com deficiência, representadas por escolas e centros de atendimento. Todos os projetos são gratuitos para as instituições beneficiadas, que através dos projetos, acompanhamentos e da Rede ASID, se desenvolvem de maneira contínua. Desde sua fundação, em 2010, a ASID já atendeu cerca de 70 instituições e beneficiou mais de 12 mil pessoas, contando com mais de 1,5 mil voluntários.

“Passamos ao cliente o poder de decidir o quanto valeu a sua hospedagem e esta decisão será no momento do check-out. Ele vai decidir o valor a ser pago pelo pernoite em função da sua concepção de conforto. É também uma forma de valorizar o cliente. O objetivo da parceria com a ASID será melhorar a qualidade de vida da pessoa com deficiência (PcD). A instituição beneficiada será definida após o término do programa. A ideia é contemplar ações em Joinville (SC), onde fica a sede da CHA Hotéis”, explica Roseli Capudi, diretora de desenvolvimento e marketing da rede, que conta com onze estabelecimentos hoteleiros espalhados pelo Sul do país e em Minas Gerais.

O diretor de Marketing da ASID Brasil, Luiz Hamilton, falou sobre a importância da parceria. “O Check-out Solidário é uma inovação muito bem pensada pela CHA Hotéis e a ASID, pois gera resultado para todos os envolvidos. O cliente que desfruta do conforto oferecido durante a estadia, a própria CHA Hotéis, que tem o seu cliente satisfeito e ciente de que a rede participa de uma ação de responsabilidade social, e a ASID, que pode aumentar o impacto social gerado em prol das pessoas com deficiência”, afirma Hamilton.

O programa é valido para todos os estabelecimentos da CHA Hotéis, de domingo para segunda-feira (uma diária), no período de inverno, até o dia 22 de setembro. O cliente que chegar na recepção ou que fizer a reserva por e-mail ou telefone, deve informar uma palavra-chave e o meio de comunicação em que conheceu o programa. Para acessar a palavra-chave, é necessário curtir a página da CHA Hotéis no Facebook (www.facebook.com/chahoteis), curtir e compartilhar a postagem sobre o tema e solicitá-la em mensagem privada. O programa não contempla o setor corporativo; o café da manhã é pago à parte.

Sobre a CHA Hotéis

A Cadeia de Hotéis Associados (CHA) é uma rede de gestão hoteleira consolidada no final de 2013. Tem como objetivo fortalecer a operação administrativa de hotéis independentes e familiares. “Viemos para acolher e incentivar a diversidade dos vários meios de hospedagens que não tem como competir de igual para igual com as grandes redes estrangeiras que dominam nosso mercado”, explica o presidente da rede, Geraldo Linzmeyer.

 

Atualmente, a rede é constituída pelo Uberaba Apart Hotel (Uberaba – MG), Pampulha Design Hotel (Belo Horizonte – MG), Hotel Trocadero e Holz Hotel (Joinville – SC), Hotel Piçarras (Balneário Piçarras – SC), Pousada Dom Capudi, (Bombinhas – SC), Hotel Bandeirantes (Balneário Barra do Sul – SC), Hotel Porto de Paz, (São Francisco do Sul – SC), Itapoá Marina Hotel (Itapoá – SC), Pousada Água Marinha (Guaratuba – PR) e Bela Vista Parque Hotel (Caxias do Sul – RS).

Visite o site: www.chahoteis.com.br.

Sobre a ASID Brasil

 

A Ação Social para Igualdade das Diferenças, ASID Brasil, é uma organização sem fins lucrativos que oferece uma metodologia de desenvolvimento de gestão para instituições – escolas e centros de atendimento – com foco no desenvolvimento da pessoa com deficiência. Desde sua fundação, em 2010, a ASID já atendeu cerca de 70 instituições e beneficiou mais de 12 mil pessoas, contando com mais de 1,5 mil voluntários.

Assessoria de Imprensa CHA Hotéis. Mercado de Comunicação. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Marcela Güther

12abr

Sobre intolerância

Texto: Ana Ribas Diefenthaeler

Fonte: A Notícia

Outro dia, estava lidando com um assunto polêmico – mas que eu gosto de abordar, pelo simples fato de que esse tipo de tema mobiliza as pessoas, faz ao menos uma ou duas delas pararem para pensar, quem sabe outras duas se posicionem melhor, ou, pelo menos, se sintam curiosas sobre as abordagens e opiniões. Sim, todo mundo tem uma opinião e boa parte das pessoas adora explicitá-las nas redes sociais.

Intolerância é o tema que me consome, por esses tempos. E não apenas a mim, por dever de ofício, mas também a mim, por dever de ser. Fiquei chocada com as imagens de uma mulher sendo barbaramente humilhada e agredida fisicamente por funcionárias de um supermercado aqui de nossa Joinville. Não apenas pelo ato em si, mas pelo fato de grande parte das pessoas acharem aquilo… normal! Ao que parece, a moça seria um desses seres que se perderam na esteira das pedras. Nos descaminhos do pó. Em nuvens negras de fumaça e desespero. E centenas de juízes sem toga se aliaram às justiceiras, condenando a pobre criatura à fogueira do escárnio público.

Essa louca “sede de justiça” parece entorpecer gente que, até há bem pouco tempo, eu supunha ser pessoas de bem, solidárias e afetivas. E a questão da histeria coletiva que assombra este país é apenas pano de fundo de uma grande doença social. Leio ofensas contra empresas, empresários e artistas, contra setores inteiros, contra inocentes jovens, cujo maior crime foi passear pelas ruas de mãos dadas, usando camiseta do partido com que se identificam.

O mais estranho é que temos sido absolutamente intolerantes com tudo o que nos incomoda. Seja o lado político diverso do meu ou o gênero musical que não aprecio. Somos intolerantes com quem nos pede uma ajuda, na rua, e com quem não consegue se vestir com roupas de grife e acessórios caros. Somos intolerantes com nossos pais e avós, velhinhos de vida, a quem negamos, constantemente, o direito ao convívio e ao amor da família – não temos tempo para eles, que coisa, não? Eles, no entanto, tiveram todo tempo do mundo para nos trazer à vida, amparar nossos passos trôpegos e nos apoiar nas incertezas e desvãos.

Mas não somos intolerantes conosco. Ao contrário, há sempre uma boa desculpa, uma boa explicação, um fechar de olhos estratégico diante do sangue vermelho das feridas que provocamos no outro. Não sou religiosa, não vivo em nenhuma igreja ou culto, não frequento terreiro algum. Mas nesses momentos em que fico indignada com esses ritos sumários de gente ferindo gente, não consigo deixar de me lembrar de que, há pouco mais de dois mil anos, xingamos, agredimos e crucificamos o herói maior do mundo judaico-cristão. Assim como matamos, prendemos e violentamos muitos outros heróis da tolerância e da paz, anônimos atores e atrizes da nossa insanidade.

29mar

O homem nu

Texto: Ana Ribas Diefenthaeler

Fonte: A Notícia

Um sargento do exército foi levar a filha a uma creche, em Brasília, e percebeu que as crianças olhavam para um homem que estava nu, à janela de seu apartamento. O militar, então, após uma breve discussão com o exibido, sacou sua arma e atirou contra o cidadão – que não se feriu. Ao ler a notícia, fiquei refletindo sobre o fato, claro, imaginando que o rapaz peladão fosse apenas mais um desses rebeldes sem causa – ao que constava, ele tinha pouco mais de 20 anos. Mas me entristeci, ao ler os vários comentários de pessoas lamentando que o sargento houvesse errado o tiro e chamando o rapaz de pedófilo, tarado e coisas do tipo. Além da carga imensa de explícito ódio daquelas pessoas, o que mais me incomodou foi o julgamento sumário a que foi submetido o tal nudista.

Penso que lidamos muito mal com nosso próprio corpo e, especialmente, com nossa sexualidade. Honesta e felizmente, nunca tive nenhum contato com alguém diagnosticado oficialmente como portador da doença da pedofilia. Porque, sim, trata-se de uma doença psíquica, identificada e descrita pela Organização Mundial da Saúde. Não saberia dizer se o rapaz nu à janela de sua casa estava ali para se exibir às crianças da creche, se foi morar ali na intenção de estar mais perto das garotinhas e garotinhos, se ele sai à rua à procura de menores de idade para molestar – mas acredito que não, já que a matéria que li não cita qualquer antecedente do rapaz. Quero pensar que ele apenas saíra do banho e chegara à janela.

O mais grave desta situação foi a imensa quantidade de “paladinos da justiça” que se manifestaram de maneira grotesca, para ser sutil. Não faço, evidentemente, a defesa do sujeito peladão – pode ser que ele tenha feito tudo de caso pensado. Mas nossa sociedade hipócrita e doente tem pressa, sempre, de eliminar provas de suas próprias mazelas. Não me surpreenderei se, em função do incidente, o rapaz receber um selo de pedófilo na testa – e passar a ser hostilizado e desrespeitado pela vizinhança.E o que mais me deixa incomodada é a certeza absoluta de que, dentre esses justiceiros tantos – nessa e nas várias polêmicas que habitam as redes sociais –, certamente há muitos, mas muitos homens que ofendem as mulheres nas ruas, ainda que em disfarçados elogios. Há muitos, ainda, que agridem e matam suas esposas e namoradas, que desrespeitam seus próprios filhos. Antes de consertar o mundo, deveríamos olhar um pouco mais para o próprio umbigo – esteja ele exposto ou zelosamente escondido sob as roupas e as cores do preconceito e do ódio.