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Osteopatia: tratamento holístico no Hospital Dona Helena

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Técnica, herdeira da quiropraxia, é nova especialidade da Ação Ergonômica

Visão holística e atenção dirigida às causas das doenças. Essa é a tática da osteopatia, nova especialidade de tratamento manual oferecida pela Ação Ergonômica, serviço do Hospital Dona Helena, para tratar de doenças em todas as partes do corpo. Segundo a sustentação teórica da técnica, os órgãos e articulações do organismo estão conectados por metâmeros, um tipo de ligação nervosa. A debilidade de um órgão ligado a uma articulação ou região do corpo faz com que essa região não funcione bem. Em vez de atacar a dor, a osteopatia combate a causa da doença, auxiliando na melhora da biomecânica dos movimentos fisiológicos do organismo. 

Todo o sistema neuro-músculo-esquelético é levado em conta. “Essa especialidade da fisioterapia costuma ser procurada depois que o paciente já passou, sem sucesso, por outros tratamentos”, explica o fisioterapeuta Marlon Nobre, da Ação Ergonômica, pós-graduado em osteopatia. A técnica trabalha o corpo nos aspectos músculo-esquelético, visceral e crânio sacral. Os movimentos rápidos, curtos e precisos, que provocam no paciente a sensação de “estalo”, são herança da quiropraxia. “A osteopatia não cura doenças. É uma terapia auxiliar, que trabalha o bem-estar do paciente e dá condições ao corpo para ele se curar. O trabalho holístico, que leva o corpo inteiro em conta, é uma vantagem da especialidade, que busca e trata a origem da alteração biomecânica do corpo”, conceitua o fisioterapeuta. 

A Ação Ergonômica funciona no quarto andar do Hospital Dona Helena, Rua Blumenau, 123. Mais informações pelos telefones (47) 3451-3410 e (47) 3451-3468, pelo site www.donahelena.com.br/acaoergonomica ou pelo e-mail adm@acaoergonomica.com.br

Assessoria de Imprensa Hospital Dona Helena. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Tel. (47) 3025-5999.

 

Médico do Hospital Dona Helena lança livro para ajudar gestantes

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“O Caminho da Cegonha é a segunda publicação do obstetra Jean Carl Silva e sua equipe

Num país em que o número de adolescentes grávidas preocupa a saúde pública e, em outro extremo, a mulher adulta adia, quase até o limite, a decisão de ser mãe, o caminho da cegonha exige cada vez mais atenção. É essa a inspiração da equipe multidisciplinar do Departamento de Saúde da Mulher do Hospital Dona Helena, de Joinville, que, sob coordenação do ginecologista e obstetra Jean Carl Silva, lança, nesta quinta-feira, 4, às 18h, na Livraria Midas, o segundo livro de uma série dirigida a gestantes e famílias.  

“O Caminho da Cegonha” dá continuidade ao trabalho realizado no primeiro livro, “Gerando um Adulto Saudável”. Abordando as diversas facetas do cuidado em saúde que a gestação exige, a obra traz orientações completas sobre o tema, chamando a atenção para o fato de que o cuidado com a gestação deve começar antes mesmo de a mulher engravidar.   

É, como diz o coordenador do compêndio, um círculo virtuoso: hábitos saudáveis geram saúde. Em situações especiais, como a de gestantes muito jovens ou em idade considerada avançada para a gravidez, a atenção precisa ser redobrada e os cuidados, ainda mais intensos.  

Reunindo informações, pesquisando e se dedicando a materializar esses dados em orientações fundamentais para que as pacientes passem por esse período da forma mais saudável e prazerosa possível, a equipe de profissionais do Hospital Dona Helena se uniu no desafio colaborar com a saúde bio-psico-social desses novos cidadãos. O livro é uma publicação da Editora da Univille. 

Assessoria de Imprensa do Hospital Dona Helena. Mercado de Comunicação. Ana Ribas Diefenthaeler. (47) 3025-5999.

  

Simpósio de Cardiologia Intervencionista traz especialistas para debater avanços no tratamento

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A partir desta sexta-feira, 21/11, Joinville recebe, pela primeira vez, alguns dos mais prestigiados profissionais de cardiologia e cardiologia intervencionista, para dividir experiências e aprofundar conhecimentos sobre o tratamento minimamente invasivo das obstruções coronárias - o que os especialistas chamam de intervenção coronária percutânea. O presidente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, Luiz Alberto Piva Mattos, é um dos convidados do evento, que reúne também Marinella Centemero e José Ribamar Costa, todos eles profissionais do Instituto Dante Pazzanese, de São Paulo, além de Gilberto Nunes, vice-presidente da Sociedade de Cadiologia do Rio Grande do Sul, e Afonso Shiozaki, da Unidade de Coronariopatias Agudas do Incor-SP e médico dos serviços de Tomografia e Ressonância Cardiovascular do Hospital Sírio-Libanês, da capital paulista.

“A idéia é proporcionar aos profissionais de Santa Catarina uma maior interação técnico-científica com esses colegas, vindos de instituições de maior prestígio na cardiologia brasileira e que estão na vanguarda da pesquisa científica nesta área no mundo”, diz o coordenador científico e organizador do simpósio, Dimitri Mikaelis Zappi, cardiologista intervencionista. O evento é realizado em conjunto com o Centro de Estudos, Pesquisa, Extensão e Desenvolvimento, Ceped, do Hospital Dona Helena, e acontece no Hotel Bourbon. Mais informações pelo telefone (47) 3451-3344 ou no site do Hospital Dona Helena www.donahelena.com.br.

Nesta entrevista, o coordenador fala sobre o evento e sobre a necessidade de atenção aos problemas de origem cardiológica. 

Qual a importância deste evento para a comunidade médico-científica catarinense e para o cidadão, em especial o que já é cardiopata?
A importância do evento reside no fato de gerar a possibilidade de atualização e interação para troca de experiências entre os cardiologistas de toda a região e alguns dos mais renomados especialistas das maiores e melhores instituições de ensino e assitência cardiovascular do país, como os institutos Dante Pazzanese e do Coração, hospitais do Coração e Sírio Libanês, de São Paulo, sem haver a necessidade de deslocamento dos profissionais até centros maiores, o que na verdade em última análise irá beneficiar a comunidade.

O sr. tem idéia do tamanho do problema de coronariopatias no Brasil? Somos, em termos culturais e de saúde pública, mais suscetíveis a esse tipo de doença?
As doenças cardiovasculares, em especial aquelas causadas pelas obstruções coronárias, que são as artérias que irrigam o coração, lideram de maneira geral o ranking como maior causa de mortalidade da população no Brasil. Na verdade, isso não é um privilégio do Brasil ou de determinada região do país. O cenário se repete em todo o mundo.

Que temas o senhor destacaria na programação do simpósio?
Serão abordados temas extremamente atuais relacionados ao diagnóstico e tratamento das obstruções através de técnicas minimamente invasivas, como a realização do cateterismo e angioplastia através do punho, o uso dos stents (que são próteses utilizadas para a desobstrução dos vasos) mais modernos, os chamados stents “farmacológicos” e a possibilidade de fazer o diagnóstico da obstruções através do uso da tomografia, tecnologia disponivel neste momento em pouquísisimas cidades do país, dentre elas Joinville.

Quais as principais novidades no tratamento intervencionista de doenças cardiovasculares?
A principal novidade é que com a evolução tecnológica e maior habilidade dos médicos cardiologistas intervencionistas. Tem sido possível tratar a maioria dos pacientes com obstruções coronárias e que não conseguem controle adequado com o uso apenas de medicamentos através da utilização de catéteres e stents. E o melhor, com cada vez menor incidência de complicações, tendo esta técnica suplantado a cirurgia cardíaca com pontes de safena/mamária como a modalidade mais comumente usada para este tipo de tratamento há alguns anos.
A tecnologia brasileira está avançando na medida da expectativa dos cardiologistas - ou ainda estamos muito atrás dos avanços no chamado “Primeiro Mundo”?
Na verdade, nesta área em especial, o Brasil sempre esteve na vanguarda, com o trabalho do dr. José Eduardo de Souza, do Instituto Dante Pazzanese e Hospital do Coração em São Paulo. As pesquisas originais e o primeiro implante de stent em um paciente foram implantados por ele em 1987, bem como também o primeiro  implante do stent “farmacológico” em 1999, ajudando na disseminação dessas técnicas pelo mundo afora.

Esses tratamentos mais sofisticados poderão, algum dia, beneficiar parcela importante da população?
Na verdade, já beneficiam, pois muitos dos pacientes que tinham como única alternativa para seu tratamento a cirurgia de ponte de safena atualmente podem ser tratados com uma angioplastia, procedimento minimamente invasivo, com alta hospitalar, na grande maioria das vezes, em dois dias, sem o risco de anestesia geral e mínimo risco de infecção e que propicia um retorno as suas atividades habituais muito mais precocemente, sem falar do aspecto psico-emocional de uma grande cirurgia como a cirurgia de ponte de safena.

Todos sabem - embora muitos não dêem a devida atenção - como deve ser a vida para evitar doenças cardíacas. Há muito mais a fazer em relação a isso, no quesito informação-educação?
Acredito que o principal está numa palavra que atualmente, com o ritmo de vida que levamos, tem sido cada vez mais difícil de atingir: equilíbrio, isto é, tentar manter uma alimentação equilibrada com baixos níveis de gordura especialmente de gordura animal, algum grau de exercício físico associado a equilíbrio emocional, além de controlar os tão repetidos fatores de risco clássicos evitando hábito de fumar, controlando a pressão arterial e o diabetes, além de ser avaliado frequentemente pelo seu cardiologista.

Assessoria de Imprensa do Hospital Dona Helena. Mercado de Comunicação. Ana Ribas Diefenthaeler. Tel (47) 3025-5999

Hospital Dona Helena promove 10º Simpósio de Bioética

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Pela 10ª vez, o Hospital Dona Helena promove o Simpósio Catarinense de Bioética. Organizado pelo Centro de Estudos, Pesquisa, Extensão e Desenvolvimento (Ceped) da instituição, o evento será no dia 29 de novembro, no Hotel Bourbon. O fórum anual de profissionais da saúde que tem por objetivo discutir e encontrar rumos para a ética da vida reuniu 120 profissionais e estudantes na edição de 2007. Na ocasião, predominaram as discussões sobre o papel de cada indivíduo na preservação do meio ambiente para a sustentabilidade do planeta.
A edição de 2008 será aberta às 9 horas com a conferência “A Bioética: Dez Simpósios Depois”, com a presença do cardiologista Roberto D´Ávila, primeiro vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM).
A programação segue às 10h30, com o colóquio “A Ética e as Cidades Grandes”, que terá coordenação do mestre em Direito da Cidade e procurador do Estado do Rio de Janeiro Pedro Slawinski. Depois do almoço, às 14 horas, é a vez da conferência “Ética: um Chamado ao (Re)descobrir-se”, com a professora Leda Lísia Franciosi Portal. Logo após o final da conferência, o advogado Paulo Morinigo, do Conselho de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Norte, coordena uma mesa-redonda sobre “Ética, governo e sociedade”.
Mais informações sobre o simpósio estão disponíveis no site do Hospital Dona Helena (www.donahelena.com.br) ou no Ceped, telefone (47) 3451-3344. 

Assessoria de Imprensa Hospital Dona Helena. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Tel. (47) 3025-5999.

Hospital Dona Helena promove simpósio de Cardiologia Intervencionista

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Joinville recebe, pela primeira vez, nos dias 21 e 22 de novembro, alguns dos mais prestigiados profissionais de cardiologia e cardiologia intervencionista, para discutir, dividir experiências e aprofundar conhecimentos sobre o tratamento minimamente invasivo das obstruções coronárias - o que os especialistas chamam de intervenção coronária percutânea. Presidente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, Luiz Alberto Piva Mattos é um dos convidados do evento, que reúne também Marinella Centemero e José Ribamar Costa, todos eles profissionais do Instituto Dante Pazzanese, de São Paulo, além de Gilberto Nunes, vice-presidente da Sociedade de Cadiologia do Rio Grande do Sul, e Afonso Shiozaki, da Unidade de Coronariopatias Agudas do Incor-SP e médico dos serviços de Tomografia e Ressonância Cardiovascular do Hospital Sírio-Libanês, da capital paulista.

“A idéia é, de forma pioneira, proporcionar aos profissionais de Joinville e de Santa Catarina, uma maior interação técnico-científica com esses colegas, vindos de instituições de maior prestígio na cardiologia brasileira e que estão na vanguarda da pesquisa científica nesta área no mundo. No evento serão discutidos os mais recentes avanços no tratamento do infarto e dos pacientes que apresentam angina (dor no peito), além da utilização das mais modernas técnicas para realização de cateterismo e para o diagnóstico desta que é a doença que lidera a lista das principais causas de mortalidade da população. É o caso da técnica radial (cateterismo realizado pelo punho) e também da tomografia coronária, que como nos grandes centros, já são oferecidas desde o início deste ano pelo Hospital Dona Helena à comunidade joinvilense”, diz o coordenador científico e organizador do Simpósio, Dimitri Mikaelis Zappi, cardiologista intervencionista. O evento é realizado em conjunto com o Centro de Estudos, Pesquisa, Extensão e Desenvolvimento, Ceped, do Hospital Dona Helena, e acontece no Hotel Bourbon. Mais informações pelo telefone (47) 3451-3344 ou no site do Hospital Dona Helena www.donahelena.com.br

(Assessoria de Imprensa do Hospital Dona Helena. Mercado de Comunicação. Ana Ribas Diefenthaeler. Tel 47 3025 5999)

 

Dona Helena realiza procedimento inédito

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O Serviço de Endoscopia do Hospital Dona Helena, de Joinville realizou, com sucesso, um procedimento inédito no Brasil. Os endoscopistas Paulo Mafra e Antônio Baptista colocaram, via endoscopia, um stent revestido por silicone na passagem do esôfago para o estômago de uma paciente de 27 anos, grávida de sete meses e portadora de uma doença chamada acalásia idiopática da cárdia (deficiência de esvaziamento do esôfago por mau funcionamento do esfíncter inferior, válvula que regula a entrada do alimento no estômago). 

O caso da paciente seria resolvido, normalmente, com uma cirurgia, mas a gestação impedia o procedimento. “A colocação da prótese auto-expansiva foi uma solução temporária, mas moderna e criativa”, considera Antônio. Antes da prótese, a equipe tentou resolver o problema dilatando o esôfago e injetando toxina botulínica (conhecido com “botox”) no esfíncter inferior, mas ambas as tentativas não tiveram sucesso. Foi nesse momento que surgiu a idéia de utilizar a prótese, criada para casos de tumores no esôfago, para permitir que a paciente se alimentasse até o fim da gravidez, já que o acúmulo de alimento no esôfago não permitia nem a passagem de líquidos.

Segundo a empresa fornecedora do material, no Brasil a prótese - que custa R$ 6 mil - só foi utilizada em cerca de dez casos. Numa gestante, é a primeira vez. Ela já deu à luz, e 15 dias depois foi submetida a uma cirurgia de Heller-Toupet (esofagocardiotomia).

Assessoria de Imprensa do Hospital Dona Helena. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Tel. (47) 3025-5999.

 

Abej participa do Dia Mundial do Idoso

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Idosos do Centro de Convivência farão apresentações culturais 

O Centro de Convivência do Idoso e Integração Familiar participa, no dia 1º de outubro, das comemorações do Dia Mundial do Idoso. O Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (Comdi) prepara um evento que vai durar o dia inteiro, das 8h30 às 18h, no Expocentro Edmundo Doubrawa. Desde 2006, a comemoração do dia do idoso no Brasil coincide com a data utilizada internacionalmente. Estarão presentes no Expocentro todas as instituições de serviço ao idoso que atuam em Joinville, apresentando serviços e facilidades oferecidas. 

Na programação, um seminário sobre envelhecimento e oficinas especializadas, das quais qualquer interessado poderá participar. A fisioterapeuta Gislaine de Souza, da Abej, foi convidada a falar sobre a importância da atividade física para o bom envelhecimento. O envolvimento da Abej será arrematado por apresentações de teatro e de dança aeróbica adaptada, que prometem agitar o público de qualquer idade. 

O Centro de Convivência do Idoso e Integração Familiar foi inaugurado em 2007. Seu objetivo é contribuir para que os idosos se sintam úteis, ativos e participantes do processo social. Vinculado à Associação Beneficente de Joinville (Abej), entidade que também mantém o Hospital Dona Helena, o Centro de Convivência é um serviço que compõe a rede sócio-assistencial de Joinville, é supervisionado pela Secretaria de Assistência Social do município e balizado nas políticas públicas de assistência social. 

Assessoria de Imprensa Associação Beneficente Evangélica de Joinville (Abej). Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS).Texto: Jouber Castro. Tel. (47) 3025-5999.

Metalurgia 2008 tem presença do Hospital Dona Helena

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Dando seguimento à agenda de feiras técnicas e encontros empresariais, o Hospital Dona Helena está presente na Metalurgia 2008 (Feira e Congresso Internacional de Tecnologia para Fundição, Siderurgia, Forjaria, Alumínio e Serviços), que ocorre na Expoville até 12 de setembro. A feira recebe a reedição do estande Espaço Saúde, onde profissionais do hospital divulgam serviços da instituição e oferecem serviços como medição de flexibilidade e Quick Massage.
 
A Ação Ergonômica, serviço do hospital, visitando os estandes dos expositores e fornece orientações sobre cuidados com a coluna e a saúde laboral. Essa iniciativa, chamada de Blitz Postural, foi muito bem-sucedida na Interplast 2008, realizada há duas semanas. Materiais do Serviço de Reabilitação, Saúde Ocupacional (Ergonomia e Ginástica Laboral) e Check-up Executivo também estão disponíveis no estande.
 
Em 2009 o hospital também estará na Intercon e na Intermach. Caberá ao HDH, assim como na Metalurgia, os serviços de ambulância (com enfermagem e socorrista). As participações foram proporcionadas por uma parceria com a empresa de eventos Messe Brasil Feiras e Promoções.
 
Assessoria de Imprensa Hospital Dona Helena. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Tel. (47) 3455-1395.

Palestra aborda biossegurança

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“Noções gerais de biossegurança” será o foco da Reunião de Bioética do Hospital Dona Helena, nesta segunda-feira, 1º de setembro. Co-diretora do Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos (IDDH), professora de Direito da Univille, Fernanda Lampa apresenta palestra sobre o tema a partir das 19h30, no 4º andar do hospital. Mais informações: (47) 3451-3333.

Assessoria de imprensa do Hospital Dona Helena. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. Prof. 6207/RS). Tel. (47) 3455-1395.

Hospital Dona Helena marca presença na Interplast

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Espaço Saúde oferecerá informações sobre saúde e boa postura 

O Hospital Dona Helena participa, de 25 a 29 de agosto, da Interplast 2008 (Feira e Congresso Nacional de Integração da Tecnologia do Plástico), que será realizada no Megacentro Expoville. O hospital terá um estande chamado Espaço Saúde, no qual os participantes do congresso e os visitantes da feira poderão desfrutar de serviços como Quick Massage e medição de flexibilidade. A equipe da Ação Ergonômica, também do HDH, realizará a Blitz Postural, visitando os estandes do evento. A instituição disponibilizará material de divulgação do Serviço de Reabilitação, Saúde Ocupacional (Ergonomia e Ginástica Laboral) e Check-up Executivo. 

A participação na Interplast é fruto de uma parceria do Dona Helena com a empresa de eventos Messe Brasil Feiras e Promoções. Após a feira, o HDH montará novamente o Espaço Saúde na Metalurgia (de 9 a 12 de setembro). O convênio inclui presença da instituição na Intercon e na Intermach, ambas em 2009. Em todas as feiras, o hospital irá se encarregar dos serviços de ambulância (com socorrista e enfermagem). 

Assessoria de Imprensa Hospital Dona Helena. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Tel. (47) 3455-1395.

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