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Cirurgiões plásticos se reúnem em congresso brasileiro

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O 46º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica se realiza em São Paulo, de 14 a 17 de novembro. O cirurgião plástico Iberê Condeixa, de Joinville, participará do evento como ouvinte. No dia 13, ocorre um curso pré-congresso, com o tema “Rejuvenescimento Facial: cirurgias e procedimentos ancilares”, tendo por objetivo mostrar aos participantes as novidades nas técnicas cirúrgicas para rejuvenescimento facial. No total, serão 29 cursos paralelos ao evento.

O congresso vai trazer 13 convidados internacionais de países como França, Itália, Alemanha e Estados Unidos. De acordo com Iberê Condeixa, o aspecto mais importante nesses congressos é a troca de experiências, tanto com profissionais brasileiros quanto com os internacionais. “Além do rejuvenescimento facial, devem ser tratados temas como lipoaspiração e implantes de silicone em geral, ou seja, procedimentos que são tendência atualmente”, destaca.

Assessoria de Imprensa Iberê Condeixa. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Letícia Caroline. Tel. (47) 3025-5999.

Jornada de Cirurgia Plástica de SC homenageia joinvilense

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Nesta quinta-feira, 30 de abril, inicia-se em Florianópolis a 25ª Jornada Sul Brasileira de Cirurgia Plástica. O evento é organizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em conjunto com a regional de Santa Catarina. No ano de jubileu da jornada, o tema central será “Face, nariz e pálpebras”. A sessão solene de abertura está marcada para as 20 horas, no Hotel Il Campanário, em Jurerê Internacional.

Em todas as edições, são selecionados profissionais de destaque na atividade para homenagens especiais. Neste ano, o cirurgião plástico joinvilense Iberê Pires Condeixa é o homenageado local, dividindo as honras com Pedro Djacir Escobar Martins, o homenageado nacional, e Rodrigo d’Eça Neves, o presidente de honra. “Mais uma vez, teremos a reunião de grandes nomes da cirurgia brasileira e mundial, que discutirão temas relacionados às cirurgias faciais, desde as novas táticas de rejuvenescimento até os procedimentos de apoio, como os preenchimentos”, explica, o cirurgião.

No evento, Iberê Condeixa pretende abordar uma questão relativa ao ensino da medicina. A ideia é propor a mudança nos currículos, para que o profissional saia da faculdade habilitado à especialidade em que deseja atuar. Além disso, sugerirá a criação de uma comenda, para homenagear os profissionais de destaque, e que, segundo o médico, poderá se chamar Ivo Pitanguy, patrono da área de cirurgia plástica. 

Além das apresentações de trabalhos científicos e grupos de discussão, o evento será marcado pela conferência de três cirurgiões plásticos internacionais.  Nesta quinta-feira pela manhã, o primeiro convidado, Mathias Aust, da Alemanha, fala sobre cirurgia plástica reconstrutiva, com ênfase na sua especialidade: regeneração e rejuvenescimento da pele por indução percutânea de colágeno. Na sexta-feira, 1º de maio, o convidado é Ramesh Kumar, da Índia, que vai tratar de cirurgia estética facial. Para finalizar, no sábado, 2 de maio, a conferencista é Darina Krastinova, da França, que também deve abordar a cirurgia estética facial, enfatizando a questão do “look cirúrgico”, ou seja, o trabalho do cirurgião em deixar a pessoa com uma expressão natural depois da intervenção. 

Ainda durante o evento, os médicos associados, que pretendem ser membros titulares da SBCP, apresentarão trabalhos científicos, defenderão o artigo e serão julgados por uma banca, que garantirá o ingresso na entidade ou não. Depois da jornada, a diretoria se reunirá para discutir os resultados e divulgará uma avaliação dentro de 15 dias.   

Assessoria de Imprensa Iberê Condeixa. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Letícia Caroline da Silva. Tel. (47) 3025-5999.

Médico adota cânulas descartáveis para lipoaspiração

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Joinville já dispõe da mais nova tecnologia em cirurgia plástica: as cânulas descartáveis para lipoaspiração. A novidade é resultado da participação do cirurgião plástico Iberê Condeixa no 10º Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, realizado em São Paulo.

As cânulas descartáveis devem diminuir os problemas nas cirurgias de lipoaspiração. Serão mais uma garantia de segurança para os pacientes e para os médicos. “Já estou utilizando os novos instrumentos em minhas cirurgias. Devem diminuir os problemas com infecção e dar maior segurança ao paciente, uma vez que as cânulas são descartadas logo depois do uso”, justifica Condeixa.

Entre os dias 30 de abril e 2 de maio, o cirurgião plástico participa da 25ª Jornada Sul Brasileira de Cirurgia Plástica, em Florianópolis. No evento, ele será o homenageado regional da SBPC e deve levantar uma discussão sobre o ensino na área médica. De acordo com Iberê Condeixa, a ideia é discutir a especialização no curso de medicina. “Uma das soluções é que o curso se assemelhe com as engenharias, formando diretamente especialistas. Assim, cada médico ficaria responsável por uma área específica e não estaria apto a realizar qualquer procedimento”, explica.  

Assessoria de Imprensa Iberê Condeixa. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Letícia Caroline da Silva. Tel. (47) 3025-5999.

A César o que é de César

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Iberê Pires Condeixa, cirurgião plástico atuante em Joinville/SC 

Os veículos de comunicação exibem, com frequência perturbadora, notícias sobre complicações e mortes em cirurgias plásticas. Os números são mesmo altos. Mas ainda mais aterradora é a constatação da pesquisa realizada pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) de São Paulo: apenas em 6% das complicações ocorridas em cirurgias realizadas naquele Estado os profissionais envolvidos eram cirurgiões plásticos especializados. Se vivemos uma era em que os reclames estéticos dos modismos balizam o comportamento social, especialmente das mulheres, há que se prestar mais atenção à saúde. 

Como em todos os campos do conhecimento, também a Medicina se aperfeiçoa e proporciona às pessoas maiores recursos para ser mais saudáveis – física e emocionalmente. A decisão pela cirurgia plástica deve ser acompanhada de perto por um profissional plenamente capacitado – já que envolve uma série de fatores físicos, psicológicos e sociais que, muitas vezes, não são analisados pelo paciente, à primeira vista. O ser humano é um complexo conjunto, que necessita ser visto como tal – e não apenas como um pneuzinho no quadril ou um nariz maior que o desejado. 

Para ajudar a melhorar o quadro da cirurgia plástica no Brasil é necessária uma legislação compatível a essa nova realidade: hoje, um médico pode exercer qualquer especialidade, ainda que não seja especialista naquela área. Uma situação que precisa mudar. 

O desenvolvimento da pesquisa ocorre em uma velocidade tal que é praticamente impossível ao profissional acompanhar todas as áreas médicas e, principalmente, as praticar com a perícia necessária. A formação em cirurgia plástica exige pelo menos cinco anos de estudos- além dos outros seis do curso de Medicina. Mais que isso: um bom cirurgião é aquele que se mantém em permanente especialização, aperfeiçoando sua técnica e ampliando seus conhecimentos. Para isso, é necessária exclusiva dedicação. Antes de fazer plástica, não deixe de procurar saber se seu médico é especializado e em que condições a cirurgia será realizada. Afinal, estética ou restauradora, esse tipo de cirurgia é uma intervenção que exige profissionais altamente especializados e completa infraestrutura hospitalar. 

Profissional especializado diminui riscos pós-operatórios

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Pesquisa realizada pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) e divulgada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) revela que a maior parte das complicações pós-operatórias em cirurgias plásticas ocorre em procedimentos não realizados por especialistas. Pela legislação brasileira, qualquer médico pode realizar o ato médico. Com isso, profissionais não capacitados realizam o procedimento, colocando em risco a saúde dos pacientes. 

De acordo com a pesquisa, baseada em dados do Estado de São Paulo, apenas em 6% dos processos ocorridos por complicações na cirurgia os médicos eram especialistas. Para o cirurgião plástico Iberê Condeixa, de Santa Catarina, o elevado número de complicações envolvendo não-especialistas é reflexo de uma falha na legislação. “O volume de informações técnicas é tão vasto na medicina e ocorre de maneira tão rápida que é humanamente impossível estar atualizado em todas as áreas e praticá-las com a perícia necessária”, afirma. A SBCP trabalha junto ao Congresso Nacional para aprovar uma lei que restrinja a atuação de cada profissional da medicina à sua área específica. 

Iberê Condeixa lembra que a formação do cirurgião plástico deve ser ampla. Além dos seis anos do curso de medicina, é preciso mais cinco de especialização. Aos pacientes, recomenda-se verificar sempre se o cirurgião plástico escolhido é associado à SBCP. “Esse cuidado garante que o médico está habilitado a realizar a operação”, reforça Condeixa. A consulta pode ser feita no site da sociedade (www.cirurgiaplastica.org.br). 

A cirurgia plástica foi umas das especialidades que mais se desenvolveram nas últimas décadas. Para Condeixa, uma junção de fatores proporcionou esse crescimento, principalmente a livre concorrência e o incremento da própria técnica. “A formação de uma grande quantidade de profissionais oportunizou escolhas mais seguras e preços mais baratos”, explica o cirurgião plástico. “Além disso, a evolução da técnica, tanto da anestesia quanto da cirurgia plástica, resultou na diminuição de complicações, combatendo o medo dos pacientes de se submeterem a uma cirurgia.” 

Assessoria de Imprensa Iberê Condeixa. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Felipe Silveira. Tel. (47) 3025-5999.

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