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06fev 

Viqua completa 25 anos e lança produtos em convenção nacional de vendas

 

Empresa catarinense também anunciou nova marca e ações para a comunidade previstas para 2020

Líder e pioneira na fabricação de torneiras em plástico ABS no Brasil, respondendo por quase 50% desse mercado, a Viqua completa 25 anos em fevereiro. Em comemoração à data, realizou uma convenção nacional de vendas nos dias 2 e 3 de fevereiro. Cerca de 150 vendedores de todo o Brasil compareceram ao evento em Joinville (SC), onde fica a fábrica da empresa. Na ocasião, a Viqua anunciou sua nova logomarca, as estratégias de atuação para este ano e os lançamentos para o mercado no primeiro semestre de 2020.

“Chegar aos 25 anos é alcançar um nível de perenidade que toda empresa almeja”, sublinhou o presidente Daniel Cardozo Júnior, destacando a importância dos vendedores para o crescimento e evolução da Viqua. “O vendedor está lá na ponta, oferecendo nosso produto, mas costuma ter pouco contato conosco. Participar da convenção e visitar a empresa, nos ajudando a planejar o que virá, é sempre um momento muito especial para todos.”

Reinaldo Reiche faz parte de quase toda a trajetória da empresa: é vendedor há 24 anos e meio. “A Viqua é dinâmica, todo ano tem novidades. É muito jovem, sempre traz muitas ideias para nossa atuação”, aponta Reinaldo, que atua em São Paulo, no setor de materiais de construção, e está com boas expectativas para 2020: “Acredito em um crescimento muito grande”, afirmou.

Willian Cabanha é um dos novos vendedores da Viqua na região Centro-Oeste. O profissional se sentiu motivado após a convenção, com a apresentação dos novos produtos. “A empresa é muito forte, o nome é bem conhecido, e fiquei surpreso com todos esses lançamentos”, elogiou. Ele está confiante para as vendas, já tendo observado melhora do mercado desde o ano passado, assim como Eduardo Mendonça, vendedor da Viqua há 14 anos, que atua no setor de irrigação. “O mercado da irrigação está otimista. O país começou a andar. Viemos de anos de recesso e estamos sentindo uma melhora. A tendência é cada vez mais avançar”, disse o profissional, que trabalha nos Estados da Bahia e Sergipe. “A Viqua é uma empresa excelente. Hoje eu faturo dez vezes mais do que quando iniciei. É uma empresa que apoia o vendedor, uma excelente parceira.”

Na convenção, esteve presente um grupo com os 5 maiores clientes internacionais da Viqua, vindos de cinco países da América Central e do Sul (Paraguai, Uruguai, Bolívia, Argentina e República Dominicana). “Eles ficaram muito impressionados, positivamente”, frisou Elaine Setti, gerente de exportação da Viqua. “Estão muito animados, esperam um ano excelente em 2020.” Yaskada Susana é cliente da Viqua na República Dominicana há cinco anos. No país, antes da marca chegar, não havia torneiras em plástico ABS para comercialização. Ela lembrou que o começo foi difícil, por conta da cultura: “Demonstrei que não se trata de um plástico simples, detalhando as vantagens do ABS, e a receptividade foi aumentando”, explicou. Atualmente, a Viqua mantém clientes em mais de 10 países e mais de 12 mil ativos no Brasil.

Nova marca

Na convenção, a Viqua divulgou sua nova marca e sua nova missão: “criar soluções acessíveis para o uso da água”. Identificada com o desafio da inovação e reafirmando sua “paixão pela água”, como preconiza seu DNA, a companhia formalizou sua nova identidade visual, após amplo trabalho realizado com seus executivos em 2019. A mudança se alinhou à visão de futuro da Viqua que, segundo a diretoria, é ser admirada pela modernidade e relevância social. “Simbolizando a nossa evolução e amadurecimento, promovemos esta atualização da marca, procurando traduzir nosso novo ciclo, esta nova forma de se comunicar, mais fluida, leve e próxima, com um propósito mais claro e motivador: inspirar um futuro mais consciente, valorizando a água para a vida”, destacou o presidente. A nova marca foi desenvolvida em parceria com o escritório Design Inverso.

Lançamentos para o primeiro semestre de 2020

Neste ano, durante a convenção, a empresa anunciou as principais estratégias de atuação, com cinco lançamentos para os mercados de materiais de construção e de irrigação, abertura de novos clientes em várias regiões do país e ganhos de market-share no segmento de irrigação.

Em fevereiro, a Viqua lança a linha de torneira Lagune, adicionando 10 novos itens em seu portfólio. A linha, que alia beleza com seu design e praticidade, vem com arejador, para evitar o respingo e o desperdício de água, proporcionando jato suave; mecanismo ¼ de volta para garantir o fechamento perfeito; e um sistema de alavanca, prático e funcional, para o consumidor ter controle de saída de água com um único movimento. Neste mês, também estão previstos os lançamentos de registros de união dentada, como complemento de linha, e conexões galvanizadas para irrigação – produzidas em parceria com a Tupy, referência no ramo de metalurgia. Em abril e maio, estão previstos outros lançamentos, incluindo uma nova linha de torneiras.

No final de 2019, a companhia investiu R$ 1 milhão em ajustes na operação da fábrica, para melhorar a produtividade. A companhia terminou 2019 com taxas de crescimento de 8% em faturamento, quase três pontos acima do mercado (dados da Associação Brasileira de Materiais de Construção – Anamaco), e 13% em vendas. Para 2020, a expectativa é de alcançar 18% de aumento nas vendas.

Ações na comunidade

Ao longo de todo o “ano 25”, a empresa realiza ações voltadas à comunidade, começando pelo apoio ao Joinville Esporte Clube (JEC). “O JEC é muito querido pelo joinvilense e é um momento em que precisa de ajuda. A nova diretoria está engajada em fazer um bom trabalho. O time pode ser grande novamente, e queremos fazer parte deste momento”, destacou Daniel. Durante 2020, a empresa receberá a visita de alunos de 25 escolas de Joinville, tanto da rede pública quanto da rede privada, para conhecer a empresa e seu processo produtivo. A Viqua também pretende entregar hortas comunitárias para a população, com instalação de seus produtos de irrigação.

06fev 

Fevereiro Laranja: especialista alerta sobre a importância da detecção precoce de leucemia

Conscientizar é o principal caminho para um diagnóstico precoce, fator essencial quando se trata de um câncer. A campanha Fevereiro Laranja dedica-se, neste mês, a alertar a população sobre a leucemia, câncer que ataca os glóbulos brancos e que se inicia na medula óssea. A doença se caracteriza pela quebra do equilíbrio da produção dos elementos do sangue, causada pela proliferação descontrolada de células. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de quase 11 mil novos casos por ano.

Segundo Ana Carolina Moreira de Carvalho Cardoso, médica especialista em hematologia e transplante de medula óssea, que chega a Joinville (SC) para integrar a equipe de oncologistas do Hospital Dona Helena, as leucemias podem ser classificadas de acordo com a evolução e o tipo de efeito nos glóbulos brancos. Quanto à evolução, existe a leucemia aguda e a crônica. Na aguda, mais comum na infância, as células malignas se encontram numa fase muito imatura e se multiplicam rapidamente, causando uma enfermidade agressiva. Já nas leucemias crônicas, rara na infância, a transformação maligna ocorre em células-tronco mais maduras. Nesse caso, a doença costuma evoluir lentamente, com complicações que podem levar meses ou anos para ocorrer.

Os primeiros sintomas, de acordo com a profissional, geralmente são inespecíficos e, na maioria das vezes, os pacientes não apresentam fatores de risco identificáveis. Pela redução de glóbulos vermelhos, pode ocorrer a anemia e, com ela, vem o cansaço, aumento dos batimentos cardíacos, entre outros sintomas associados. A redução das plaquetas ocasiona sangramentos, principalmente pela gengiva e pelo nariz (epistaxe), além de equimoses. Já a redução do glóbulos brancos aumenta a taxa de infecções. Também pode haver um aumento dos gânglios linfáticos, fígado ou baço, perda de peso, febre e sudorese noturna. “Nas leucemias agudas, a doença progride rapidamente e o tratamento deverá ser iniciado o mais breve possível. Nas crônicas, os sintomas podem ser mais brandos e, por vezes, o paciente poderá ser assintomático”, ressalta a especialista.

A leucemia também é classificada de acordo com o efeito que causa nos glóbulos brancos: a leucemia linfoide, linfocítica ou linfoblástica afeta as células linfoides, sendo mais frequente em crianças; e a leucemia mieloide ou mieloblástica afeta as células mieloides e é mais comum em adultos. Ainda há subtipos que requerem prognóstico e tratamentos diferenciados. A origem da leucemia aguda ainda é desconhecida, porém, existem alguns fatores de risco que estão comprovadamente associados. “No caso das leucemias agudas mieloides temos alguns fatores, como tabagismo, benzeno, radiação ionizante, alguns quimioterápicos, Síndrome de Down, história familiar e idade. No caso das leucemias agudas linfoides, uso de alguns quimioterápicos, radiação ionizante, entre outras”, esclarece Ana.

Diagnóstico e tratamento

A médica, especialista em hematologia e transplante de medula óssea, frisa a importância da avaliação de um hematologista diante da suspeita de leucemia. Para realizar o diagnóstico, é preciso fazer um exame chamado hemograma e uma análise do sangue periférico. Depois, o paciente realiza o mielograma (exame da medula óssea), para avaliação da citologia, citogenética, avaliação molecular (mutações) e imunofenotipagem (avaliação do fenótipo das células).

O tratamento difere de acordo com o subtipo da leucemia, passando por procedimentos como uso de quimioterápicos, observação do paciente, uso de anticorpos monoclonais e uso de inibidores de tirosino quinase. No caso das leucemias agudas, o transplante alogênico de medula óssea poderá ser indicado nos casos refratários ou de subtipos mais agressivos. “Nas leucemias crônicas o objetivo é que o paciente entre em remissão, porém sabemos que, por ser uma doença crônica, pode ocorrer períodos de surtos e remissões. Já nas leucemias agudas o objetivo é a cura do paciente.”

28jan 

Ciser incrementa programa de inovação e estimula startups a desenvolver soluções

A maior fabricante de fixadores da América Latina quer ampliar as conexões com startups e outras empresas de tecnologia. Primeira indústria do setor a incorporar a inovação em sua cultura como estratégia de crescimento, em 2007, e com área dedicada ao tema desde 2008, a Ciser planeja consolidar, neste ano, a plataforma de inovação aberta Ciser + Inovação. É um passo além do prêmio de inovação tecnológica que a companhia lançou em 2008, com o objetivo de reconhecer os melhores projetos apresentados por estudantes universitários e de escolas técnicas. “O prêmio evoluiu, e agora faz parte de algo ainda maior, que vem a ser a nossa jornada de inovação”, resume Karoll Correia, supervisora de Inovação.

A iniciativa, que nasceu em 2019, promete ganhar corpo nos próximos meses. Um primeiro evento de relacionamento, no modelo conhecido por “demoday”, chegou a reunir dez startups, selecionadas pela aceleradora Spin para se apresentar aos gestores da companhia. Está nos planos ao menos um segundo encontro do gênero, além de intensificar o relacionamento com aceleradoras, outras grandes empresas, órgãos de fomento e universidades, compartilhando desafios voltados à inovação. “O objetivo é gerar ideias e resultados de forma ágil”, sublinha Karoll. A equipe já enumerou 11 frentes em que deseja estimular startups a propor soluções, como a implementação de “robôs colaborativos” para embalagem e paletização e o reaproveitamento de energias dissipadas nos processos de produção.

A Ciser aderiu ao Programa Nacional Conexão Startup Indústria, ligado à Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), do Ministério da Economia. O propósito é alavancar soluções e experimentar novas metodologias e processos, como também sensibilizar e capacitar empreendedores sobre a importância das conexões e aperfeiçoar o ecossistema de inovação. O edital Startup Indústria 4.0 premia com até R$ 80 mil cada startup que firmar conexão com uma grande empresa. Ao mesmo tempo, a startup tem oportunidade de validar sua solução no ambiente da grande indústria e receber mentoria. Recentemente, a Ciser formalizou duas conexões, uma com a catarinense Cheap2Ship, que atua com soluções logísticas, e a segunda com a mineira InspEasy, que entrega uma solução alinhada aos conceitos de indústria 4.0 para gestão preditiva da manutenção de máquinas.

Sobre a Ciser

Marca de excelência, a Ciser tem capacidade produtiva de 6 mil toneladas/mês e portfólio de 27 mil produtos agrupados em 436 linhas, para atender a 20 mil clientes em mais de 20 países. Aproximadamente 1.400 colaboradores estão divididos entre as unidades de Araquari/SC e Sarzedo/MG. As instalações se completam com o centro de distribuição e o centro administrativo, situados em Joinville.

A companhia, que completou 60 anos em 2019, investe em inovação tecnológica e conduz ações de responsabilidade socioambiental. Ao longo de seis décadas de investimentos, aquisições e ampliação dos segmentos em que atua, a Ciser se tornou uma das maiores empresas de Santa Catarina. Seus produtos cobrem diversos segmentos, como metalmecânico, construção civil, estruturas metálicas, eletroferragens, agronegócio, automotivo, linhas branca e marrom, petróleo e gás, eletrônica, ferroviário, moveleiro, varejo e atacado.

19nov 

Automatize: cooperatividade e tecnologia norteiam evento em Joinville (SC)

A Sensus, consolidada no mercado por oferecer soluções para gestão empresarial, promove a primeira edição do Automatize, evento gratuito que ocorre no dia 19 de novembro, a partir das 14h, no Ágora Tech Park (Rua Dona Francisca, 8300, Zona Industrial Norte). O objetivo é unir instituições, pessoas e negócios para colocar em prática um novo conceito no setor: o da cooperatividade. O público-alvo são empresas de base tecnológica para automação e as que desejam aperfeiçoar seus processos.

Segundo Leonardo Orth, diretor comercial da Sensus, a ideia é evidenciar que a simbiose entre players (de tecnologia, equipamentos, software, negócios e automação) está trazendo cada vez mais resultados (como a otimização de tempo e de processos industriais), culminando em mais produtividade e lucratividade em um ecossistema cooperativo. No período matutino, ocorrerá um encontro  fechado com os participantes do movimento cooperativo da Sensus. À tarde, os temas serão compartilhados aos convidados e à comunidade.

O tema “Criatividade nunca será automatizada” norteará a palestra de abertura, ministrada por Eduardo Borba. Autor dos livros “Inovação Natural”, “Empreinovador” e “Homo Sensus”, Borba montou a primeira empresa aos 20 anos. Viveu a cultura do Vale do Silício e retornou transformando empresas e construindo novos conceitos de negócio. É fundador do Instituto MOBI, que cria e fomenta o empreendedorismo do século 21, sendo detentor da tecnologia da “causa”, que é o conceito base de negócios inovadores como a Heroyz (marca dos Bombeiros Voluntários de Joinville), além de atuar como conselheiro de empresas, com educação empreinovadora, mentoria e investimento anjo.

Outro convidado em destaque é Beny Fard, CEO  e fundador da Spin, aceleradora que integra startups, organizações e investidores. Também é head de operações da SRI International, um centro de pesquisa independente, sem fins lucrativos, que atende governo e indústrias. O palestrante abordará o tema “Inovação: as verdades que não contam”. Na programação ainda constam as apresentações de dois cases, das empresas Guararapes Painéis (“Organizando a casa: o inviável se tornando possível”) e Malwee Malhas (“Assertividade operacional como diferencial competitivo”), com painéis de perguntas. Para finalizar a tarde, o stand up comedy de Danilo Radke que, além de comediante, é escritor e redator publicitário.

O evento propõe aliar bom conteúdo a profissionais experientes. “É um evento que vai gerar muito networking, debate e ótimas oportunidades para usar a tecnologia a favor de melhorias operacionais, liberando mais tempo para as pessoas e empresas”, assegura Leonardo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas via Sympla.

De competição para cooperação

Depois de quase uma década no mercado, a Sensus sentiu a necessidade de se adaptar à nova economia, fugindo das fórmulas tradicionais. Em fevereiro, iniciou um processo de mudança radical, transformando-se gradativamente: migrou de empresa para “causa”, um conceito criado pelo Eduardo Borba para designar e construir organizações que são mais atrativas e desejadas para os stakeholders e façam mais sentido para a sociedade. “Em poucos meses, os resultados são nítidos. Nesse processo evolucionário estão acontecendo diversos e inovadores desdobramentos, sendo um dos principais a cooperatividade”, evidencia o diretor comercial Leonardo Orth.

O conceito da nova Sensus é centrado no tempo. Por isso, a marca e toda comunicação foram reestruturadas para representar o novo ciclo: o símbolo passou a ser uma ampulheta estilizada remetendo ao ícone do infinito. “Como o conceito central da nova Sensus é valorizar o tempo do ser humano, automatizando ao máximo atividades que barrem a fluidez do potencial humano dentro das organizações, tomamos uma decisão ousada de ir na contramão do mercado de deixar a competição para abraçar a cooperação mercadológica”, detalha. “Acreditamos que o ser humano e as organizações têm um potencial inimaginável se dispuserem de mais tempo para a criatividade e inovação. Acreditamos que tudo isso é possível por meio da tecnologia.”

Da migração, surgiu o movimento “Cooperatividade”. “Estamos reunindo empresas de tecnologia de automação que têm soluções somatórias e complementares para se fortalecer, atendendo ao mercado nacional de forma mais completa, produtiva e assertiva”, explica. “Assim, estamos construindo um player cooperativo, uma grande plataforma de soluções de tecnologia para automatizar o máximo as empresas, deslocando o tempo humano para funções que tenham mais valor”, conclui. O primeiro manifesto desse movimento cooperativo puxado pela Sensus é o evento Automatize. Com a nova aposta, a empresa projeta finalizar o ano com aumentos de clientes (40%) e de faturamento (25%) substanciais em relação ao ano anterior.

 

Programação completa do Automatize

 

• 13h – Credenciamento

• 13h30 – Abertura do evento – Cooperatividade

• 14h – Palestra de abertura “Criatividade nunca será automatizada”, com Eduardo Borba

• 15h – “Organizando a casa: o inviável se tornando possível” – Case Guararapes Painéis SA + Painel de perguntas

• 16h – Coffee + networking

• 16h15 – “Assertividade operacional como diferencial competitivo” – Case Malwee Malhas Ltda + Painel de perguntas

• 17h15 – Palestra “Inovação: as verdades que não contam”, com Beny Fard, da Spin Aceleradora

• 18h – Agradecimento e chamada para o próximo evento

• 18h10 às 19h30 – Stand up comedy com Danilo Radke + happy hour

19nov 

Ciser está entre as 100 maiores empresas do Sul

A Ciser, maior fabricante de elementos de fixação da América Latina, recebeu mais um reconhecimento por sua atuação no setor. A empresa foi destaque na premiação “500 Maiores do Sul”, promovida há cerca de 30 anos pelo grupo Amanhã, em parceria com a PWC. A empresa conquistou a primeira posição no segmento de metalurgia por maior rentabilidade e ficou na 20ª posição entre maiores empresas de Santa Catarina. No Sul do país, a Ciser se destacou entre as 100 maiores do Sul, na 88ª posição.

A 29ª edição do ranking é realizada com o apoio técnico da PWC, utiliza os balanços das empresas avaliados segundo o índice VPG – Valor Ponderado de Grandeza – média ponderada entre a Receita Líquida, Patrimônio Líquido e Resultado. O evento de premiação aconteceu em Curitiba (PR), na última quinta-feira, dia 7.