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12ago 

Agosto Branco: especialista alerta para prevenção do câncer de pulmão

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pulmão é o segundo mais comum no Brasil, sendo também o primeiro em todo o mundo desde 1985, tanto em incidência quanto em mortalidade. Cerca de 13% de todos os casos novos de câncer são de pulmão. Em aproximadamente 90% dos casos diagnosticados, a doença está associada ao consumo de derivados de tabaco. Com o objetivo de diminuir esses índices, neste mês, ocorre a campanha “Agosto Branco”, que visa a prevenção e conscientização para este tipo de câncer.

O tabagismo e a exposição passiva ao tabaco são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão. “A maioria dos pacientes com câncer de pulmão têm histórico de tabagismo. Outros fatores de risco menos comuns são: exposição à radiação, residir em local com elevado índice de poluição do ar e histórico familiar de câncer de pulmão”, aponta Lucas Sant’Ana, médico oncologista que integra o corpo clínico do Hospital Dona Helena, de Joinville (SC).

Nos homens, o câncer de pulmão ocupa a 3ª posição em incidência e, entre as mulheres, o 4º lugar. A média de idade de diagnóstico se situa em torno dos 65 anos. O câncer de pulmão possui comportamento agressivo e os sintomas decorrentes dessa doença se agravam conforme ela avança. Entre eles, estão tosse persistente, falta de ar, dor ao respirar e perda de peso inexplicada. “Tradicionalmente, de acordo com a histologia, o câncer de pulmão sempre foi dividido em duas categorias: pequenas células e não pequenas células, sendo o primeiro grupo de comportamento mais agressivo. No entanto, as pesquisas em câncer de pulmão têm avançado muito nos últimos anos e atualmente temos identificado diversas alterações moleculares específicas que subclassificam os tumores em vários outros grupos”, explica o médico oncologista.

Segundo o especialista, o tipo de tratamento depende principalmente do estágio em que a doença se encontra. “Nas fases mais iniciais a cirurgia é a principal ferramenta. Já nas mais avançadas, pode-se lançar mão da radioterapia e medicações específicas (quimioterapia, terapia alvo ou imunoterapia)”, aponta. “Caso o paciente seja elegível para uma cirurgia, pode ser necessário retirar parte ou mesmo todo o pulmão acometido, procedimento que carrega risco cirúrgico inerente. Além disso, pode ainda haver diminuição permanente do fôlego do paciente, devido à retirada do pulmão. Caso ele não seja elegível para a cirurgia, utiliza-se medicação venosa ou comprimidos, que podem trazer uma série de efeitos colaterais, a depender da terapia escolhida”, detalha o médico.

A possibilidade de cura relaciona-se diretamente com o estágio em que o câncer se encontra, por isso a importância do diagnóstico precoce. “Em fases mais precoces, há elevadas chances de cura mas, à medida em que doença avança, essas chances diminuem”, alerta Lucas. Atualmente, é preciso atentar-se ainda mais para a prevenção, pois pacientes com câncer de pulmão geralmente têm limitações pulmonares e possuem outras comorbidades, como hipertensão arterial, todos fatores de risco caso se infectem com a Covid-19. A cessação do tabagismo é crucial para reduzir as chances de desenvolvimento deste tipo de câncer. “Para pacientes tabagistas e com risco mais elevado de desenvolver câncer de pulmão, recomenda-se realização de tomografia de tórax anuais a partir dos 55 anos”, aconselha o especialista.

10ago 

Revista Francisca celebra um ano com edição que traz 12 olhares sobre Joinville

Lançada em agosto de 2019, comprometida em oferecer “uma nova maneira de ler Joinville”, embasada no bom jornalismo, a Revista Francisca completa o primeiro ano com 370 páginas já publicadas nas 11 edições mensais produzidas até aqui. O número 12 deve circular até o final do mês em cerca de 30 pontos de distribuição, como postos de gasolina, supermercados, padarias e cafés, por onde os exemplares da revista chegam aos leitores – além das plataformas digitais, site, Facebook e Instagram. A edição de aniversário terá conteúdo especial, com análises de convidados sobre os rumos de Joinville, suas carências e pontos fortes, em áreas como negócios, empreendedorismo, direitos humanos, lazer, cultura e educação. Um ensaio assinado por fotógrafos que colaboraram com o projeto ao longo do ano, reunindo olhares distintos sobre a cidade, e um texto do escritor Donald Malschitzky, sobre a Serra Dona Francisca, que chama de “estrada com alma”, são outros destaques da edição.

Idealizada por sete jornalistas com vivência em veículos e na comunicação corporativa, a Revista Francisca buscou o horizonte da diversidade para nortear suas pautas. Dentre outros temas, em reportagens, artigos e entrevistas, as edições trataram de questões sociais palpitantes, como abuso sexual contra crianças e ressocialização de detentos, mas também de desenvolvimento urbano, infraestrutura, turismo e esporte. Nos últimos meses, Francisca abordou facetas da pandemia, como os impactos na produção cultural, na economia e na educação, além da situação dos idosos ante o isolamento. “A revista fecha seu primeiro ciclo anual deixando a marca registrada da melhor tradição do jornalismo: qualidade de apuração e texto, compromisso com temas relevantes à sociedade, sintonia com seu público”, analisa o jornalista Samuel Lima, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), um dos coordenadores de pesquisa sobre sustentabilidade em jornalismo local realizada entre 2016 e 2019, que foi um dos fundamentos para o Projeto Francisca.

A advogada Cynthia Pinto da Luz, do Centro dos Direitos Humanos de Joinville (CDH), chama atenção para a “proposta de jornalismo inclusivo, instigante, conectada com os problemas sociais da cidade” que enxerga na revista, “uma opção jornalística de alta qualidade a nos referenciar em busca de dias melhores”. Já o artista visual Edson Busch Machado, diretor artístico do Instituto Juarez Machado, enaltece as “reportagens investigativas, comentários sobre a vida cultural da cidade, crônicas e histórias criativas” que encontra nas páginas da Francisca, “um marco de inovação e resistência da imprensa em nossa Joinville”.

A revista vem se posicionando no mercado como mídia qualificada. Órgãos públicos e empresas da região enxergam na revista “a idoneidade e a transparência que todo anunciante busca para sua marca, com conteúdo de qualidade e relevância”, sublinha o publicitário André Almeida de Souza, da agência Magica. (A edição de agosto da revista terá o fechamento comercial no dia 14; informações pelo whats 47-98403-2745.)

A equipe
Hoje, a gestão da Revista Francisca está a cargo dos jornalistas Guilherme Diefenthaeler, Ana Ribas Diefenthaeler e Jociane Nascimento. O projeto gráfico e a diagramação são do designer Fábio Abreu. Ana Carolina Diefenthaeler é a analista de redes sociais, responsável pelo Instagram. Também fazem parte da equipe, como colaboradores, os jornalistas Rubens Herbst, Carolina Mar, Jean Balbinotti e Cristiane Schmitz. O site da revista está hospedado na parceira Joinvix e a impressão é da Gráfica Volpato.

10ago 

Hospital Dona Helena implanta Serviço de Otorrinolaringologia junto ao Centro Clínico

Área da medicina que trata das doenças ligadas ao ouvido, ao nariz e à garganta, como também às estruturas relacionadas com eles, como cabeça e pescoço, a otorrinolaringologia ganha um serviço especializado no Hospital Dona Helena. Coordenado pela médica Daniela Boeira da Silva, o serviço vai funcionar no 10º andar do Centro Clínico da instituição. De acordo com Daniela, esse é justamente o principal diferencial, à medida que poderá trazer “um diálogo mais coerente, pela proximidade com áreas tão afins quanto fonoaudiologia, pediatria, neurologia, clínica médica, infectologia, cirurgia buco-maxilo facial, e todas que podem fazer parte da sua multidisciplinaridade”.

O ambulatório, diz ela, traz a possibilidade de centralizar toda a informação do paciente em um só local, otimizando o atendimento. “A equipe foi construída pensando em contemplar o máximo das áreas de interesse da otorrinolaringologia, no âmbito clínico e cirúrgico, com a identidade do Dona Helena”, resume Daniela. Os profissionais atuarão tanto no ambulatório quanto nas cirurgias da especialidade, nos pareceres de pacientes internados e urgências, unificando as condutas do serviço. “Dessa forma, poderão ser elaboradas condutas baseadas em evidências científicas, individualizadas e personalizadas para as necessidades de cada paciente”, garante a coordenadora, frisando a importância de se contar com a segurança de um centro hospitalar, para os cuidados com o paciente, o que minimiza o risco biológico dos procedimentos.

 

O novo serviço vai atuar com consultas agendadas, para pacientes particulares ou via convênios de saúde.

 

Agendamento on-line: hospitaldonahelena.centraldemarcacao.com.br. Telefone: (47) 3451-3322.

10ago 

Agosto Dourado: campanha alerta para a importância do aleitamento materno

A luta pelo incentivo à amamentação é tema de campanha do chamado Agosto Dourado, cuja cor está relacionada ao padrão ouro da qualidade do leite materno: estudos comprovam que ele é capaz de salvar vidas de cerca de 13% das crianças, menores de cinco anos, em todo o mundo. No mês, também se realiza a Semana Mundial do Aleitamento Materno, trazendo o tema “Apoie a amamentação para um planeta mais saudável”, eleito pela Aliança Mundial para a Amamentação (WABA, na sigla em inglês). O tema busca enfocar o impacto da alimentação infantil no meio ambiente/mudanças climáticas e a necessidade de se proteger, promover e apoiar a amamentação para a saúde do planeta e de sua população.

Além de possuir os nutrientes básicos essenciais, como hidratos de carbono, proteínas e gorduras, bem como água, o leite materno possui milhões de células vivas, incluindo os glóbulos brancos, que reforçam o sistema imunitário, e células estaminais, que auxiliam no desenvolvimento e regeneração dos órgãos. “O leite materno é e sempre vai ser o alimento ideal para iniciar a dieta de um bebê. É o alimento mais completo, vivo e ativo. Começa como colostro, que é uma pequena quantidade, rica em anticorpos (o que o bebê inicialmente precisa), e evolui para um leite mais maduro, mais rico em gordura e proteína, acompanhando, assim, o crescimento normal do ser humano”, detalha Renata Gonçalves Ribeiro, pediatra, neonatologista e coordenadora médica da UTI neonatal do Hospital Dona Helena, de Joinville (SC). 

Os anticorpos estão presentes somente no leite materno, garantindo a proteção inicial do bebê, ainda indefeso e imaturo, que nasce com uma pequena quantidade fornecida pela mãe via placenta. “O bebê só começa a produzir uma quantidade maior de anticorpos a partir do sexto mês, então é muito importante que esse bebê seja amamentado”, frisa Renata. Além do benefício relacionado ao sistema imune, sabe-se que o bebê que é amamentado no seio materno tem melhores índices de desenvolvimentos cognitivo, psicomotor, auditivo e visual. Também tem menos chance de desenvolver outras doenças. “As crianças têm oito vezes menos chances de desenvolver tumores na infância, principalmente as leucemias e os linfomas.”

Segundo a médica, um bebê deve receber leite materno exclusivo até o sexto mês. A partir de então, a alimentação complementar deve ser introduzida. “Mas se estimula que o leite materno seja mantido até dois anos ou mais, depende de cada caso”, aponta. A profissional reitera a importância da qualidade do leite materno, cuja composição independe da alimentação da mãe: “É um alimento perfeito para a criança.” No entanto, orienta que as mães mantenham uma alimentação saudável e regrada. “A preocupação maior é com a quantidade. Alguns alimentos ricos em ômega, como peixe, podem fazer com que a mãe tenha mais facilidade para produzir o leite”, justifica. 

 

É preciso empoderamento

Para Renata, as mães precisam se empoderar na função da maternagem. “Normalmente o leite seca na cabeça antes de secar no peito. A mãe precisa ter muita vontade, ver que aquela criança tem necessidades para enfrentar essa transição do período fetal para o meio extrauterino. Muitas vezes, as mães não estão preparadas para isso, pois não é uma tarefa fácil, exige muito esforço, físico inclusive, para atender prontamente ao bebê sempre que ele precisar. É a principal dificuldade”, conta, citando que, por vezes, também existem obstáculos com a própria mama, em relação ao tipo de bico e fissuras, que podem provocar dores na hora de amamentar.

O aleitamento materno é indicado para todas as mães, com poucas exceções. “Há contraindicação para as mães HIV positivo. Algumas doenças neonatais, como galactosemia [incapacidade do organismo de metabolizar a galactose em glicose] e a intolerância congênita à lactose são também contraindicações à amamentação. Mas é um diagnóstico feito pelo acompanhamento ao pediatra e são condições extremamente raras. Alguns medicamentos também podem contra indicar a amamentação, mas é necessário sempre discutir com o obstetra e o pediatra para ver se realmente é preciso suspender a amamentação”, explica a pediatra e neonatologista.

O incentivo à amamentação também é necessário para o abastecimento dos bancos de leite. “Eles coletam o leite de doadoras, processam e pasteurizam o leite para que possa ser fornecido para crianças com diagnósticos de maior gravidade, como, por exemplo, prematuros internados em UTI neonatal. Os profissionais que atuam nos bancos de leite estão preparados também para ajudar as mães com as questões de amamentação, dando as melhores orientações, como a pega correta do bebê ao seio, por exemplo”, informa.

Preocupado em auxiliar as mães no momento após o nascimento dos bebês, o Hospital Dona Helena desenvolveu um programa de acompanhamento sistêmico das crianças, denominado “Nascer e Crescer no Dona Helena”. O propósito é ajudar as mães em todos os cuidados necessários no período inicial, com atenção especial à amamentação do bebê. O hospital compreende a importância deste processo para mães e filhos, viabilizando um acompanhamento contínuo, integral e humanizado com seus profissionais pediatras, o que possibilita um trabalho preventivo que garante o crescimento saudável da criança.

10ago 

Covid-19: saiba por que é importante a separação do atendimento de pacientes

Desde o primeiro momento da crise provocada pela Covid-19, o Hospital Dona Helena, de Joinville (SC), instituiu um comitê especial de enfrentamento, acompanhando as mudanças de cenários e promovendo ações estratégicas, para garantir o melhor atendimento e proporcionar a maior segurança possível aos funcionários e pacientes. Atento às diretrizes científicas e às recomendações de organismos do setor da saúde, vem implementando diversas medidas para qualificar a assistência ao fluxo crescente de pacientes com sintomas respiratórios.

O comitê realiza reuniões semanais e, dependendo da situação, até diárias. “Temos uma expectativa, otimista, de que vamos nos manter nesta mesma condição estável”, informa o diretor geral José Tadeu Chechi. “Nossa estrutura física permite a ampliação dos leitos de UTI exclusivos para casos de Covid-19, mas temos preocupações relacionadas ao remanejamento de funcionários e ao desabastecimento de anestésicos no Brasil”, ressalta. A estimativa é de que o abastecimento de anestésicos se normalize a partir da queda de uso nos grandes centros do país. “O hospital mantém a situação sob controle, monitorando diariamente o consumo de seus materiais e medicamentos”, assegura o diretor geral.

Triagem e separação de emergências

“Uma das primeiras medidas que tomamos, em março, foi realizar a triagem dos pacientes e a separação da emergência. Antes, tínhamos as emergências adulta e pediátrica. Desde o começo da pandemia, separamos em respiratória e não respiratória, para que o os pacientes não se misturassem”, relata Tadeu. “Todo paciente com sintoma respiratório é suspeito de ter Covid-19, sendo orientado para se dirigir à emergência respiratória”, detalha Danilo Abreu, superintendente médico do Dona Helena. Dentro da emergência respiratória, realiza-se o exame RT-PCR para pacientes que apresentem sintomas respiratórios com indicação de internação, respeitando os critérios estabelecidos pela Vigilância Epidemiológica.  O exame RT-PCR é considerado “padrão-ouro” no diagnóstico da fase inicial da doença. “Se o resultado for positivo, o paciente é direcionado para uma área de isolamento dentro do hospital, onde só circulam pacientes suspeitos ou confirmados, seja unidade de internação ou UTI. Não há contato com os demais pacientes”, frisa Danilo.

Segurança no atendimento eletivo (serviços de ambulatórios e exames)

O Dona Helena está controlando o número de atendimentos por hora, dia, especialidade e serviço, com o objetivo de respeitar o distanciamento entre as pessoas e evitar aglomeração de pacientes. O número de pessoas por ambiente é limitado, inclusive dentro de elevadores e salas de espera. Os lugares na sala de espera foram demarcados, respeitando o distanciamento, e todos os profissionais que atendem os pacientes seguem regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso de equipamentos de segurança. O uso de máscaras é obrigatório para todos os pacientes e acompanhantes. O hospital mantém as consultas realizando a devida higienização dos consultórios, conforme estabelecido pela Anvisa.

“Nos serviços de ambulatório, se o paciente tiver sintoma respiratório, reagendamos a consulta para não misturarmos o atendimento ambulatorial de quem não tem sintoma com quem tem. O mesmo procedimento se aplica a exames de imagem em pacientes com suspeita de Covid-19”, informa o superintendente médico. “Não agendamos consultas e exames se o paciente estiver gripado, só fazemos em caráter de urgência e emergência, adotando um fluxo exclusivo. Checamos se existem sintomas nos momentos de agendamento, na confirmação, via site do hospital e pessoalmente, quando o paciente chega à instituição.”

Sala exclusiva em centro cirúrgico

“No centro cirúrgico, se for uma cirurgia de urgência ou emergência de um paciente que tenha sintoma respiratório, também temos uma sala exclusiva para esse procedimento. É uma sala distinta das outras de atendimentos eletivos, com fluxos totalmente diferentes”, informa Danilo. Para os demais atendimentos cirúrgicos, o hospital ainda trabalha com número reduzido de salas. “Os pacientes costumam ter uma curta permanência na instituição. Há casos em que não são realizadas internações. O paciente tem a operação feita pela manhã e vai embora à tarde. Temos feitos procedimentos de baixa complexidade neste primeiro momento, tomando todas as medidas de segurança que precisam ser tomadas”, esclarece Tadeu.

Exames para detecção da Covid-19 em sala exclusiva e privativa

No laboratório, os exames para detecção da Covid-19 são realizados com horário agendado, em sala privativa e exclusiva. Além do RT-PCR, a instituição também oferece o teste rápido (imunocromatográfico), cujo resultado é informado durante o atendimento e sorologia.

Os demais exames estão sendo realizados normalmente, com limitação de pessoas na recepção e nas poltronas, respeitando as medidas de distanciamento.