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	<title>Mercado de Comunicação</title>
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	<description>Comunicação Empresarial</description>
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		<title>Borboletas de asas azuis</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 20:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Patrícia Schmauch, estudante de Jornalismo do Ielusc, inspirada pelo filme &#8220;O Escafandro e a Borboleta&#8221;
“Agarre o mais rápido possível o humano dentro de você. Palavras de “O Escafandro e a Borboleta”. Jean Dominique Bauby sente-se preso ao fundo do mar, desesperado, incapaz de voltar a viver de aparências. Editor de uma das mais famosas revistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Patrícia Schmauch, estudante de Jornalismo do Ielusc, inspirada pelo filme &#8220;O Escafandro e a Borboleta&#8221;</p>
<p>“Agarre o mais rápido possível o humano dentro de você. Palavras de “O Escafandro e a Borboleta”. Jean Dominique Bauby sente-se preso ao fundo do mar, desesperado, incapaz de voltar a viver de aparências. Editor de uma das mais famosas revistas francesas, marcava forte presença no mundo internacional da moda e em eventos sociais. Sofre um súbito derrame cerebral e acorda três semanas depois, lúcido, porém com uma rara paralisia: consegue apenas movimentar o olho esquerdo. Isso significa algo para nós?</p>
<p>Bauby conseguia raciocinar, mas não podia se locomover; comunicava-se com o mundo de forma restrita: piscava letras do alfabeto, formando palavras, frases e ideias. Apenas com o passar do tempo e depois de decidir não se entregar, cria seu mundo próprio, apenas com o que não perdeu: sua memória e imaginação. É disso que vive o jornalista. Com dedicação e força de quem sabe o que quer, ele escreve e dá emoção aos seus textos. Talento e admiração são consequências. É necessário observar, analisar, olhar lá do alto. Olhares valem mais que palavras. É o olhar que instiga, atrai certezas, distancia medos e oportuniza experiências. Oferece amplitude, clareza de pensamento e superação. </p>
<p>Há forte semelhança entre Bauby e o mundo da comunicação. Presente em todos os lugares, compreendida e acessível a todas as pessoas, a comunicação precisa de estímulo, novidade, detalhes. Precisa de uma pitadinha de tempero, de boas histórias, criatividade, de um “contar as coisas de um jeito diferente”. Quando se começa a enxergar as coisas com outros olhos, as pessoas aprendem, evoluem e todos só tem a ganhar. O triste é que isso acontece geralmente em situações extremas. </p>
<p>É preciso achar novas formas de se comunicar para fugir do banal, da comodidade, do social. Deve-se acreditar em si e seguir objetivos e ideias do próprio ponto de vista. Bem como no filme, em que a história é contada do ponto de vista da personagem. Tudo muda a partir de você, sua análise e observação. Ideias, atitudes e ações não podem ficar no inconsciente, digeridas; devem ser gritadas ao mundo, expelidas. </p>
<p>Há ideias que Bauby não defende nem inconscientemente. É o erro da maioria das pessoas. O comodismo não pode deixar o trabalho jornalístico tornar-se algo rotineiro, livre de verdade e especulação. Deve-se defender o que se acredita para depois passar a informação à sociedade. Primeiramente, é preciso acreditar em si mesmo, sem medo do depois. Os melhores momentos de Bauby acontecem dentro da cabeça dele. E não passa disso. Na vida real não pode ser assim. O melhor momento é o agora. Aproveitar o presente, fazer, realizar, defender, aprender. Amadurecer uma ideia é o suficiente para torná-la boa. Não se pode viver do passado, do comum. E muito menos do desinteresse.</p>
<p>Há grandes paralelos entre o trabalho desenvolvido pelas fisioterapeutas do filme a profissão do jornalista. Ambos decodificam informações, formam conexões e viabilizam conhecimento.</p>
<p>Decidir por si mesmo é importante. Não apenas jornalistas, mas todos os profissionais deveriam ter a virtude. O repórter não deve se deixar influenciar por suborno, status ou dinheiro. Quando pessoas alheias tomam decisões, elas não sabem da vontade, das ideias e do interesse dos outros. Muitas vezes, não aceitam, não escutam. Para o domínio também há solução: deve-se soltar, interagir, participar, impor. Não há outra forma de sair do casulo, do comum, do desinteressante, para transformarmo-nos em borboletas de asas azuis. A não ser pela metamorfose, libertação. </p>
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		<title>Vazio de um dia</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 18:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Edemilson Camilo, estudante de Jornalismo do Ielusc
Um dia nublado, sem cor de amor. Um dia pálido, sem sabor de amor. Um dia escuro de um futuro incerto. Uma cidade eufórica, mas deserta! Um movimento contido repentinamente, e tudo parou&#8230; Alguém pisaria em alguém espalhado na calçada com um salto agulha. Ninguém queria ceder &#8211; que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Edemilson Camilo, estudante de Jornalismo do Ielusc</p>
<p>Um dia nublado, sem cor de amor. Um dia pálido, sem sabor de amor. Um dia escuro de um futuro incerto. Uma cidade eufórica, mas deserta! Um movimento contido repentinamente, e tudo parou&#8230; Alguém pisaria em alguém espalhado na calçada com um salto agulha. Ninguém queria ceder &#8211; que desvie você! Olhava pro chão, encarava e se voltava para trás. Olhava o rebolado da morena, da loira ou da ruiva, olhava todas, tarado por bundas. Ela também olha, e vê o corpo sarado, já suado. Tinha outros aspectos, alguém estuda as vitrinas, um gracejo rompe o limite da etiqueta, ou alguém que viaja num beijo, param, começam, trocam tapinhas, beijo pequeno, prolongado, pensa que ninguém vê, e a mão faz uma carícia abaixo da bunda. Num frenesi, alguém ali tinha a percepção de tudo o que acontecia. Agora tinha o controle, mas se conteve. Alguém ali pensou no isolamento, e já congelava com falta do calor humano. Explorar a face das pessoas com gestos angustiantes, de uma rotina que mal começou. Tinha o ar de preocupado, cansado, irônico, felicidade, de dor, denotava tristeza, não via nada a não ser beleza e um belo vazio. Olhos arregalados, puxados, esbulhados, quentes, solitários e alguns tinham o mesmo vazio. Belos, mas vazios! Um vazio de um dia! Sentiu-se culpado e apertou o botão e tudo começou de volta, de volta, de volta&#8230; Ninguém se ateve nem se deteve a detalhes. Se as horas passassem, ninguém teria percebido, apenas diria que o tempo voa. </p>
<p>Quem gosta dos dramas, melodramas da vida? Os carros aguardavam o sinal. Abriu o sinal e se foi, ficou o vento que se passava por onde passava, era o único vento que cortava, mas predominava o ar pesado. O zunido faz parte da sonoridade, mas alguém harmoniza com fones de ouvido. Um aparelho que fica escondido entre as calças, pele, desfila na mão. Ainda livre dos arrastões! Levam tudo! Alguém precavido tarde leva a mão ao bolso e nada encontra. Dois guardas, que sejam policias, encostam uns no muro enquanto outros esmurram um. Adiante, distante do interesse, alguém grita pega ladrão. Em vez de conter da passagem e pensa &#8211; que tenho a ver com isso. </p>
<p>E alguém é incompreendido quando tenta compreender. Ama as pessoas, mas os gestos o incomodam! Que guarda pra si seus anseios, que vive pra si seus sonhos. Idealiza um mundo faz um convite e ninguém aceita. Busca a natureza, cavalgar em campos, passeios noturnos, vagas manhãs e tardes litorâneas, longe do afago da presença frenética, que vêm e vão ao mesmo ritmo, que confortam tantos, mas que transportam em nada ser. Ser mais um! Mais um&#8230; Vidas que vêm e que vão! Vidas que vêm e que vão! Vidas que vêm e que vão&#8230; em vão&#8230; (cantando) também nada fará, apenas dirá.</p>
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		<title>Informação: das empresas para o público</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na academia]]></category>
		<category><![CDATA[O papel do assessor]]></category>

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		<description><![CDATA[Tatiana Sabatke, estudante de Jornalismo do Ielusc
Já passou a época em que as empresas se fechavam para proteger informações e evitar que determinados fatos se tornassem notícia. Cada vez mais, elas buscam desenvolver projetos comunicacionais visando informar a mídia, o público em geral e os funcionários, por exemplo. Esse tipo de informação também ganhou uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tatiana Sabatke, estudante de Jornalismo do Ielusc</p>
<p>Já passou a época em que as empresas se fechavam para proteger informações e evitar que determinados fatos se tornassem notícia. Cada vez mais, elas buscam desenvolver projetos comunicacionais visando informar a mídia, o público em geral e os funcionários, por exemplo. Esse tipo de informação também ganhou uma nova configuração. Não cabe mais a divulgação de informação pela metade ou confusa.</p>
<p>Com essa mudança, o mercado das assessorias de comunicação, que já era habitado por jornalistas, publicitários e relações públicas, passou a crescer entre essas profissões. E no jornalismo já é um dos ramos que mais emprega. A assessoria conquistou espaço dentro das empresas desenvolvendo muito mais do que antes era considerado função do jornalista. O assessor de imprensa já se torna, como cita Francisco Viana no texto “O cidadão em primeiro lugar”, um consultor dentro das corporações.</p>
<p>É ao jornalista que muitos empresários recorrem para sanar dúvidas com relação ao processo comunicacional e aos problemas que porventura venham a afetar de alguma forma a boa imagem que a empresa cultiva perante a sociedade.</p>
<p>Falando de sociedade, é esse o principal ponto discutido pelo autor. Hoje, o cidadão influencia e está consciente da “obrigação” que a empresa tem de informá-lo. Viana diz que “o impasse é cultural: as empresas terão de se adaptar a uma sociedade em que o consumidor opina, influi e decide” (VIANA, p.36). Chegamos a um ponto em que a concorrência é muito grande e não é apenas o preço que influencia o consumidor na hora de decidir por determinado produto ou empresa, mas a “postura social” da organização, digamos assim. </p>
<p>Questões como responsabilidade social, clareza para com o consumidor e respeito perante a sociedade fazem toda a diferença no momento da escolha. É o consumidor respondendo a todo o processo que a empresa instalou para nutrir com informação de qualidade a comunidade em que opera.</p>
<p>Com o desenvolvimento desses projetos comunicacionais, a empresa fica mais próxima da comunidade e garante um canal de comunicação entre ambas as partes. Isso fica visível nos informativos internos produzidos pelas empresas. Nesse material é preciso falar e saber como falar para esclarecer problemas por que o grupo esteja passando ou informar sobre questões que os patrões não gostariam que chegassem ao funcionário de forma distorcida.</p>
<p>Observando dessa forma, é muito melhor que o trabalhador e sua família fiquem sabendo e divulguem a informação que partiu da empresa do que multipliquem o que escutam pelos corredores do local de trabalho. Outra questão que precisa ser discutida é o fato de que qualquer tipo de informação passada pelo assessor precisa ser verdadeira. Mentir ou distorcer os fatos causa problemas futuros como falta de credibilidade, fator importantíssimo nessa lógica de mercado.</p>
<p>Com a velocidade em que as informações chegam ao público e com a intensidade com que os veículos de informação trabalham é quase impossível omitir ou mentir sobre determinados acontecimentos. Uma hora ou outra o fato vai aparecer e será divulgado, seja pela “rádio peão”, seja por um segurança ou vigia da empresa (funcionário que circula pelos diversos setores) ou até mesmo pela agilidade dos jornalistas que buscam coletar informações de todas as formas durante o dia a dia.</p>
<p>Essa informação não passou a ser difundida pela empresa por simples vontade, é que com a agilidade no processo comunicacional o cidadão passou a exigir explicações e informações que lhe dizem respeito. Agora, basta que as empresas se acostumem com essa lógica e implantem uma assessoria de comunicação cada vez mais eficaz. </p>
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		<title>As coisas acontecem</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 17:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Na academia]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Do estudante Edinei Knop, inspirado pelo filme &#8220;O Escafandro e a Borboleta&#8221;.
Vivemos&#8230; e as coisas acontecem! Destino? Azar? Sorte? Castigo? A vida é feita de acontecimentos; alguns positivos e outros negativos. E as coisas acontecem mesmo! No lugar mais inoportuno, na hora menos esperada, na situação mais acanhada e nos momentos mais escandalosos! E não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Do estudante Edinei Knop, inspirado pelo filme &#8220;O Escafandro e a Borboleta&#8221;.</em></p>
<p>Vivemos&#8230; e as coisas acontecem! Destino? Azar? Sorte? Castigo? A vida é feita de acontecimentos; alguns positivos e outros negativos. E as coisas acontecem mesmo! No lugar mais inoportuno, na hora menos esperada, na situação mais acanhada e nos momentos mais escandalosos! E não venha me dizer que não. As coisas acontecem mesmo, e com todo mundo! Menos com os mortos! Porque morrer é antônimo de viver&#8230; e viver é sinônimo de acontecer. E as coisas acontecem mesmo, e com todo mundo, e várias vezes durante sua vida! Persistir, lutar e vencer! Não adianta fugir, não adianta se esconder, flutuar, mergulhar em seu escafandro mental. A vida é assim! E as coisas acontecem mesmo, e com todo mundo, e várias vezes durante sua vida, e assim será!</p>
<p>É de acontecimentos da vida que vivem os jornalistas. É da vida que as notícias surgem! E do olhar (e um olhar diferente). Porque as coisas acontecem. Sim, elas acontecem! E, na hora de transcrever para um pedaço insignificante de papel ou para uma tela LCD, muita coisa acontece. Afinal, por que escrever? Uma caneta? Algumas teclas? Sim, as coisas acontecem mesmo, e com todo mundo, e várias vezes durante sua vida, e assim será, e nunca você poderá escapar.</p>
<p>Um piscar pode dizer tudo, mas não pode responder tudo! Porque eu acho que você já sabe que as coisas acontecem, comigo e contigo. E as dúvidas sobrevivem, mesmo que muita coisa aconteça.</p>
<p>Por que cantar? Por que falar? Por que pensar e se movimentar? Por que viver? Viver para se encantar; encantar-se com o voo das borboletas. Se você puder enxergar; e se houver borboletas!</p>
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		<title>As empresas acordaram!</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 13:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na academia]]></category>
		<category><![CDATA[O papel do assessor]]></category>

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		<description><![CDATA[Marjorie Caturani, aluna de Jornalismo do Ielusc
Analisando o capítulo “O cidadão em primeiro lugar”, do livro &#8220;De cara com a mídia&#8221;, de Francisco Viana, é possível perceber que o autor mostra um lado positivo da comunicação corporativa no país. Viana cita a comunicação interna, um tema que me chama atenção. Além de “falar” para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marjorie Caturani, aluna de Jornalismo do Ielusc</p>
<p>Analisando o capítulo “O cidadão em primeiro lugar”, do livro &#8220;De cara com a mídia&#8221;, de Francisco Viana, é possível perceber que o autor mostra um lado positivo da comunicação corporativa no país. Viana cita a comunicação interna, um tema que me chama atenção. Além de “falar” para os jornais, revistas, enfim, para os meios de comunicação, não se pode esquecer da comunicação interna. Ou seja, fazer-se claro para os funcionários de uma determinada empresa deixa evidente a preocupação com o conjunto, com a massa. Parece que as empresas acordaram e viram que seus colaboradores também fazem parte da população, também leem jornais, revistas etc. </p>
<p>Viana fala sobre a opinião pública, que hoje orienta o rumo das ações de comunicação institucional. O que antes era ignorado, agora é analisado. Isso ocorre quando a assessoria de uma empresa escreve um release sobre determinado problema ou explicação que tenha que dar aos cidadãos. As palavras têm que ser muito bem escolhidas. O público se tornou mais crítico, o que justifica essa mudança de postura nas respostas à imprensa que vemos estampados nos jornais, por exemplo.<br />
A questão da credibilidade é outro fator importante. Viana disse: “Credibilidade é um predicado radical. Ou a empresa tem, ou não tem. Credibilidade é confiança”. Ele acerta ao declarar isso. E é exatamente por isso que as assessorias de comunicação se desdobram para explicar o que for necessário e propor soluções adequadas, sem que o público ou clientes percam a confiança na empresa atendida. Na minha opinião, a credibilidade sempre foi e sempre será “a bola de cristal” das empresas. Basta uma rachadura para perder todo o encanto.  </p>
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		<title>Consultoria de Joinville vai montar escritório nos EUA</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/03/11/consultoria-de-joinville-vai-montar-escritorio-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 12:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mondo Strategies]]></category>

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		<description><![CDATA[A Mondo Strategies, consultoria especializada em processos e desenvolvimento de software, com sede em Joinville (SC), prepara a instalação de escritório nos Estados Unidos. A nova base deve ser aberta em abril deste ano, na cidade de Boston. “Recebemos 150 visitas diárias de fora do Brasil em nosso site, a maioria dos EUA. Já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Mondo Strategies, consultoria especializada em processos e desenvolvimento de software, com sede em Joinville (SC), prepara a instalação de escritório nos Estados Unidos. A nova base deve ser aberta em abril deste ano, na cidade de Boston. “Recebemos 150 visitas diárias de fora do Brasil em nosso site, a maioria dos EUA. Já que o Brasil não é reconhecido como fonte de know-how em software, nossa melhor alternativa é nos estabelecer fisicamente naquele país”, explica o consultor-chefe Ernani Ferrari. A Mondo Strategies está próxima de completar cinco anos de mercado e, na carteira de clientes atendidos, tem nomes de expressão, como Microsoft, Sonda-Procwork, Benner e Datasul/Totvs.</p>
<p>Assessoria de Imprensa Mondo Strategies. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Tel. (47) 3025-5999.</p>
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		<title>Evento marca entrada do Grupo Thá no mercado residencial de Joinville</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 20:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Thá]]></category>

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		<description><![CDATA[Com direito até a voo de balão, Joinville será surpreendida nesta quinta-feira por uma grande movimentação que vai marcar a abertura do estande do Belvedere Joinville, lançamento residencial do Grupo Thá na cidade. O grupo, que também é responsável pela construção do Joinville Garten Shopping, recebe com festa os visitantes do Belvedere Joinville, na Rua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com direito até a voo de balão, Joinville será surpreendida nesta quinta-feira por uma grande movimentação que vai marcar a abertura do estande do Belvedere Joinville, lançamento residencial do Grupo Thá na cidade. O grupo, que também é responsável pela construção do Joinville Garten Shopping, recebe com festa os visitantes do Belvedere Joinville, na Rua Tijucas, 339, Centro. As ações prosseguem das 16h às 22h. Entre as atrações, além do voo de balão, banda ao vivo, coquetel e apresentação do apartamento decorado.         </p>
<p>A partir do evento, uma série de ações promocionais começa a ser realizada em Joinville. Até 11 de abril, promotores serão figuras constantes em bares, boates, restaurantes e eventos culturais, tudo para reforçar a identificação do empreendimento com a temática do lazer e do entretenimento. Com o conceito “Quando a diversão mora com você, a vida tem mais brilho”, o Belvedere Joinville se diferencia pelos espaços voltados à diversão, como quadra esportiva, brinquedoteca, cancha de bocha, entre outros locais temáticos.      </p>
<p>Os apartamentos, de três quartos e uma suíte, têm áreas totais que variam de 112 a 180 metros quadrados. </p>
<p>Também a partir do dia 11, um hot site, no endereço www.belvederejoinville.com.br, vai trazer dicas de formadores de opinião sobre suas opções de lazer e diversão. Os moradores da cidade participarão da construção do conteúdo e concorrerão a brindes toda semana.        </p>
<p>Sobre o Grupo THÁ</p>
<p>Fundado há 114 anos, o grupo paranaense é composto pelas seguintes empresas: Thá Engenharia, com atuação em todo Brasil; Thá Incorporadora, com atuação em Santa Catarina e no Paraná; e a Imobiliária Thá, com sede em Curitiba. Em 2009, a corporação chegou à marca de 5 milhões de metros quadrados de obras entregues.         </p>
<p>Em Santa Catarina, a Thá é responsável por cinco empreendimentos: Terraços da Rainha, em Balneário Camboriú, entregue em outubro; Farol de Sagres e Essence, em construção em Itajaí; além dos futuros lançamentos em Praia Brava, também em Itajaí e em Joinville. Especificamente na área de Engenharia é responsável pelas obras do Joinville Garten Shopping e o Maxxi Atacado, do grupo Walmart. Para mais informações, visite: www.tha.com.br</p>
<p>Assessoria de Imprensa Thá em SC. Mercado de Comunicação. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Tel. (47) 3025-5999</p>
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		<item>
		<title>Hospital promove palestras informativas na Semana da Mulher</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 20:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Helena]]></category>

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		<description><![CDATA[O Hospital Dona Helena promove atividades voltadas às funcionárias para marcar a Semana da Mulher. Nesta quinta-feira, 11, em três horários distintos, a equipe feminina da instituição vai assistir a palestras informativas 
A programação se inicia às 11 horas, por conta da fisioterapeuta Ady Anize Piske. Às 17 horas, quem comanda o encontro é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Hospital Dona Helena promove atividades voltadas às funcionárias para marcar a Semana da Mulher. Nesta quinta-feira, 11, em três horários distintos, a equipe feminina da instituição vai assistir a palestras informativas </p>
<p>A programação se inicia às 11 horas, por conta da fisioterapeuta Ady Anize Piske. Às 17 horas, quem comanda o encontro é a coordenadora do Serviço de Ação Ergonômica, Osmarina Borgmann. As funcionárias da noite poderão assistir à palestra às 19 horas, com a fisioterapeuta Luciana Gilli.  </p>
<p>As participantes poderão se informar sobre a história do Dia Internacional da Mulher, como e por quê a data foi instituída; entender melhor a fisiologia e os aspectos biomecânicos de seu corpo; saber detalhes sobre o trabalho feminino e as diferenças fisiológicas com o sexo masculino; além de receber uma série de dicas sobre qualidade de vida, alimentação e atividades físicas e estética. </p>
<p>Assessoria de Imprensa Hospital Dona Helena. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Letícia Caroline. Tel. (47) 3025-5999</p>
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		<title>A comunicação é o elo</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 20:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[O papel do assessor]]></category>

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		<description><![CDATA[[Ariele Cardoso, estudante de jornalismo do Ielusc, sobre "O Cidadão em Primeiro Lugar", do Francisco Viana]
O texto enfoca as principais atividades da comunicação institucional, aponta contextos históricos e apresenta análises da comunicação atual. Como a empresa deve lidar com seus clientes, que importância deve dar à opinião deles, de que forma deve trabalhar para conquistar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[Ariele Cardoso, estudante de jornalismo do Ielusc, sobre "O Cidadão em Primeiro Lugar", do Francisco Viana]</p>
<p>O texto enfoca as principais atividades da comunicação institucional, aponta contextos históricos e apresenta análises da comunicação atual. Como a empresa deve lidar com seus clientes, que importância deve dar à opinião deles, de que forma deve trabalhar para conquistar sua confiança. Enfim, um resumo prático e sucinto que conclui: “Certamente, mais do que o dinheiro, é a comunicação, e a comunicação que inspire credibilidade, o elo de todos os elos nos vínculos da empresa com o cidadão, o mercado e a sociedade”.</p>
<p>Essa frase, escolhida não por acaso, resume o texto. Comunicação é tudo! A empresa que não valoriza a comunicação perde espaço para outras mais preocupadas com o ponto de vista do consumidor. Afinal, é para ele (o consumidor) que ela (a empresa) trabalha, sob pena de perder espaço no mercado. “Para ser vitoriosa, a empresa, hoje, precisa levar a comunicação para o centro das atenções.” Justamente porque é a comunicação que vai levar a empresa para o centro das atenções&#8230;</p>
<p>A comunicação estruturou-se de tal forma que, dentro da empresa, ganha posição de destaque. No organograma de muitas organizações, abaixo do presidente, está o comunicador. A alta administração precisa contar com uma pessoa de confiança, credibilidade e competência extremas para dar esse tipo de contribuição ao futuro da empresa. Ele é quem vai transmitir aos diretores a relevância da atenção plena à opinião pública (ou do público) quanto às ações da instituição. </p>
<p>Para uma boa comunicação acontecer, é preciso muito mais do que uma cadeira nas reuniões do conselho. É preciso que esse mesmo conselho confie na tarefa do comunicador e aceite suas “verdades”. O comunicador não pode transmitir uma imagem que a empresa não tem. O autor cita que “a comunicação passa a exigir coerência entre o que a empresa diz e o que ela faz”. Não adianta dizer que é responsável socialmente, por exemplo. Os resultados dessa responsabilidade social devem estar expostos e muito claros para a população. As pessoas precisam acreditar naquelas ações. Se a empresa diz que faz uma coisa que não faz, perde credibilidade. </p>
<p>“Credibilidade é um predicado radical. Ou a empresa tem, ou não tem. Credibilidade é confiança.” É importante ressaltar, aqui, que essa credibilidade tem que vir não somente da empresa, mas do comunicador também. Em um momento de crise, por exemplo, o comunicador será o porta-voz da instituição. Nesse caso, se ele for mau caráter ou tiver fama de mentiroso (mais exemplos), não passará credibilidade nem confiança à imprensa e à comunidade. Sendo assim, infelizmente, a empresa estará jogando dinheiro no lixo, pagando um funcionário que não cumprirá sua missão principal: cuidar da imagem da empresa. Talvez até, eu diria, a ação de um mau comunicador se reflita negativamente para o consumidor. O público daquela organização poderá vincular uma imagem ruim da empresa por conta de um porta-voz mal informado ou mal intencionado. Aí, todo o trabalho será jogado fora, pois “é a credibilidade que sustenta os negócios e amplia os mercados”.</p>
<p>Estamos entrando em uma nova era, em que boa parte das relações (inclusive as de compra e venda – de bens ou serviços) será estruturada basicamente na comunicação. Hoje, a empresa que não dá o direito de voz ao seu cliente perde dinheiro. A ponte entre a empresa e o cliente é a comunicação. O elo de tudo, que abre portas e tem a capacidade de influenciar em todas as outras atividades da empresa. As empresas que quiserem melhorar seu relacionamento com os clientes e o público a que destinam suas atividades terão que valorizar a comunicação. </p>
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		<title>Uma visão que vá além&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 13:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Na academia]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

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		<description><![CDATA[[Comentário da estudante de jornalismo Vivian Carolini Braz]
No filme o “Escafandro e a Borboleta”, percebemos a importância da comunicação. O jornalista precisou aprender uma nova forma de se comunicar com as pessoas.
Em nosso trabalho, algumas vezes, precisaremos readaptar nossa forma de nos comunicar, dependendo do público para quem escrevemos ou falamos.
Outro ponto importante é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[Comentário da estudante de jornalismo Vivian Carolini Braz]</p>
<p>No filme o “Escafandro e a Borboleta”, percebemos a importância da comunicação. O jornalista precisou aprender uma nova forma de se comunicar com as pessoas.<br />
Em nosso trabalho, algumas vezes, precisaremos readaptar nossa forma de nos comunicar, dependendo do público para quem escrevemos ou falamos.</p>
<p>Outro ponto importante é que o personagem perdeu todos os sentidos, menos a visão. Nós precisamos ter uma visão que vá além do que vivemos diariamente. Ele estava dentro do hospital, mas sua visão não se limitava ao seu quarto. O personagem não deixou que seu estado físico o impedisse de &#8220;ver além&#8221; daquelas quatro paredes.</p>
<p>Nós precisamos ir atrás da informação, temos que estar atentos aos acontecimentos, mas não podemos nos limitar ao que se passa somente ao nosso redor. </p>
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