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Solidão

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*Artigo do economista César Döhler, publicado no jornal A Notícia

Será que o dito popular “antes só do que mal acompanhado” funciona? Vivemos em um mundo cada vez mais solitário ou não? A solidão tem vantagens e desvantagens. O lado positivo pode ser a necessidade de estar só, para escutar nossa voz interior e decidir qual o melhor caminho a seguir. Ficar em silêncio e refletir, fazer o exercício de colocar os pensamentos em ordem, reabastecer para continuar a viagem pelo trabalho e pela vida. O lado negativo pode ser a tristeza que a solidão provoca: problemas de relacionamento, perda de equipes valiosas que poderiam desvendar equações para melhorar a qualidade de vida, falta de coletividade e sinergia.

O mundo se debate com temas relevantes como a crise na Europa, que pode piorar muito e prejudicar a economia mundial, os conflitos no mundo árabe, o terremoto no Japão, a tragédia das águas no Brasil, a sustentabilidade do planeta que passa por momentos alarmantes e o aumento da violência. Será que os governantes, as organizações e as pessoas estão comprometidos em reduzir os efeitos dessa pauta, ou cada um insiste em permanecer no seu quadrado? A solidão do poder movida pela ganância, o capitalismo selvagem e a ânsia de sair na frente de todos a qualquer preço são fatores que podem nos levar a um retrocesso global. Para melhorar esse cenário, é preciso haver uma união de forças.

Nos dias de hoje, em que o tempo é escasso e todos vivem às voltas com seus afazeres e negócios inadiáveis, não é tão fácil encontrar oportunidades para a convivência. Mas não é impossível. O desafio é usar a solidão na hora certa e mover todas as forças para driblá-la, quando o momento for de dar as mãos. A solidão é um problema sério para os mais idosos; ninguém tem paciência para escutá-los. Nos anos dourados, eles estavam no centro do palco. E agora? Será que somos descartáveis? Vamos mudar esse cenário começando hoje, dando um abraço em um ser humano que tem as cicatrizes da existência. Com a onda de individualismo que se verifica na sociedade atual, muita gente acaba se isolando e vivendo como se fosse em uma ilha. Talvez não percebam que, de ilha em ilha, acabarão criando o triste e melancólico arquipélago da solidão.

Música, teatro e curso de fotografia estão na programação cultural de março

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Clique na imagem e confira a programação cultural da cidade.

Exposição e livro retratam as obras de Schwanke

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Texto recebido da Fundação Cultural de Joinville

A Galeria Municipal de Arte Victor Kursancew recebe as obras do artista joinvilense Luiz Henrique Schwanke, referência das artes plásticas de Santa Catarina nesta quinta-feira (10/02). O evento, que ocorre a partir das 20 horas, marca o lançamento do livro “Percurso do Círculo: Schwanke – séries, múltiplos e reflexões” e da exposição “Perfis e perfis: Entre Apolo e Dionísio”.

A mostra, com curadoria de Charles Narloch, tem a proposta de aproximar dois momentos distintos e marcantes da trajetória do artista. O público vai apreciar pinturas produzidas durante a década de 1980 - sendo alguns exemplares inéditos da fase mais conhecida de Schwanke, quando produziu mais de 5 mil peças retratando rostos em perfil; e a série de perfis plásticos, produzidos entre 1990 e 91, não figurativos. A exposição fica aberta para visitação até 25 de março. O horário de visitação é de segunda a sexta-feira das 08h às 12h e das 14h às 20 horas. A entrada é aberta à comunidade e gratuita.

A publicação “Percurso do Círculo: Schwanke – séries, múltiplos e reflexões” expõe e evidencia os processos de transformação da produção do artista. A edição bilíngue (português/inglês) registra textos deixados por Schwanke em cadernos e diários, e traz ensaios e artigos atuais e de época, escritos por críticos de arte e estudiosos como Agnaldo Farias, Frederico Morais, Fabio Magalhães, Harry Laus e Néri Pedroso. A publicação, já lançada em Florianópolis e São Paulo, tem a organização de Kátia Klock, Ivi Brasil e Vanessa Schultz e foi editado pela Contraponto. O livro apresenta também um DVD com o documentário “À luz de Schwanke”, produzido pela Contraponto. O projeto foi realizado com recursos do Edital de Cultura Elisabete Anderle, do Governo do Estado. Durante o evento serão distribuídos gratuitamente exemplares do livro. A exposição e o lançamento do livro são realizações do Instituto Luiz Henrique Schwanke, Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e a Galeria Municipal de Arte Victor Kursancew.

Joinville é referência de ensino em jornal estrangeiro

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A escola municipal Hermann Müller apareceu nas páginas do jornal espanhol “El País”, como referência em educação ecológica. A matéria foi publicada ontem. Confira na integra.

Imagem feita pelo jornal El País

Brasil ensaya la alfabetización con flores y poesía

Una experiencia piloto se convierte en modelo de educación ecológica

JUAN ARIAS – Río de Janeiro – 25/01/2011

La escuela municipal Hermann Müller, situada en un área rural de Joinville, en el Estado brasileño de Santa Catarina, se ha convertido en modelo de educación ecológica, con una experiencia piloto para alfabetizar a través de la naturaleza. En el centro se utilizan métodos revolucionarios que nadie se atreve a criticar, porque los alumnos obtienen altas puntuaciones en los índices de comprensión de lectura y escritura.La joven directora de la escuela, Silvane Aparecida da Silva, ha sabido conjugar con éxito educación infantil y medio ambiente con un método para alfabetizar a los niños, de procedencia campesina, con flores y poesía. En un jardín plantado y cultivado por los alumnos bajo la dirección profesional de expertos jardineros, cada letra corresponde a una flor. Y en cada macizo de flores, los profesores cuelgan una poesía. Este Jardín Encantado está construido con materiales procedentes de demoliciones. El alfabeto de las flores es un camino de piedra que desemboca en una miniatura de la casa de Monet.Los niños aprenden matemáticas con la construcción de una zona para cultivar orquídeas, que devuelven a la naturaleza cuando llegan a su estado adulto.También cultivan flores y cuidan de la huerta, cuyos frutos van directamente a la cocina de la escuela. Cuando Aparecida ocupó el cargo de directora de la escuela rural, en 2003, el centro estaba desprestigiado, con apenas 20 alumnos desmotivados que no conseguían aprender a escribir ni su propio nombre. Hoy, la escuela está abarrotada y los alumnos estudian todas las asignaturas a través de la naturaleza, que aprenden a amar, respetar y disfrutar. Este proyecto innovador, que ha recibido el apoyo de la Secretaría de Educación, tiene el objetivo, como ha confirmado la directora de la escuela a EL PAÍS, de alfabetizar “en un clima de educación ambiental, conduciendo a los alumnos a la observación, la contemplación y el respeto a la naturaleza, experimentando e interiorizando su preservación”.Para los profesores, la finalidad de esta escuela piloto es “promover proyectos y vivencias a través de un aprendizaje dirigido a la ecología, la cultura y la afectividad”.

Transformación

Da Silva se emociona cuando cuenta la transformación de los niños pobres, llegados del campo, ante la unión de naturaleza y poesía. “Es increíble cómo los niños entienden la poesía y consiguen transformar sus vidas con ella. Mejor que los adultos. A ellos no les dan miedo las imágenes y metáforas más osadas. Cuando leen, por ejemplo, el verso “aquí plantaremos árboles y sombras”: para ellos plantar también sombras es algo normal. Su fantasía trabaja mejor que la de los adultos, a quienes la poesía suele crearles miedo porque desbarata sus seguridades. A los niños, no. Ellos están siempre abiertos a la paradoja y a lo inesperado”.Una particularidad y genialidad de la escuela de Joinville es la complicidad de los alumnos con sus padres y familiares, gente del campo. Da Silva cuenta cómo los niños, con su amor por los pájaros como símbolos de libertad, consiguen convencer a sus padres de que abran las jaulas para dejar libres a lo pájaros y de que abandonen la caza, entregando las escopetas y trampas a la escuela.”Los niños, cuando entienden y aman el lugar en que nacen, al crecer se vuelven ciudadanos comprometidos con el lugar de sus raíces”, afirman los maestros.Entre jardines, huertas y pájaros en libertad, los alumnos reflejan una alegría difícil de advertir en las severas escuelas formales. Una experiencia digna de reflexión en la compleja búsqueda de nuevas formas de enseñar.

Boa leitura para o verão

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O Caderno de Verão, da Drogaria Catarinense, já chegou às lojas da rede.  A edição, distribuída gratuitamente, traz assuntos sobre beleza, alimentação, saúde, moda e bem-estar, além de uma entrevista exclusiva com Gloria Kalil. Todos os textos do Caderno foram desenvolvidos pela Mercado de Comunicação.

Viradinha Cultural conta com a participação da comunidade

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*Texto divulgado pela Fundação Cultural de Joinville

A Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e a Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior promovem a 2ª edição da Viradinha Cultural. O evento, repleto de atrações culturais e artísticas, será realizado no dia 11/09 das 10h às 19 horas na Casa da Cultura. A novidade desta edição fica por conta da participação da comunidade nas apresentações.

Os interessados em participar do evento devem se inscrever até o dia 03/09 na Casa da Cultura ou pelo e-mail ea.escola@gmail.com. Os participantes terão espaço para apresentar trabalhos autorais envolvendo música, teatro, dança, literatura e artes visuais. A inscrição é gratuita e aberta ao público em geral. Além disso, a programação inclui exibição de documentários, oficinas de artes, gincanas, brincadeiras, ateliê, entre outras atividades. Mais informações pelo (47) 3433.2266 com a equipe Arte na Escola.

Serviço
O quê: Inscrições para a 2ª Viradinha Cultural
Inscrições: até dia 03/09
Horário de atendimento: segunda a sexta-feiras das 08h às 12h e das 14h às 18h
Onde: Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior
Rua Dona Francisca, 800 – Saguaçú
Quanto: Gratuito
Informações: (47) 3433.2266 com Equipe Arte na Escola

Festival do Fondue do Holz Hotel

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Prosegue, até o final de agosto, o Festival do Fondue no Holz Hotel, de Joinville. Todas as quintas, sextas e sábados, é possível degustar as três variações do prato: carne, com pedaços de mignon e peito de frango, acompanhado de cinco tipos de molho e também palmito, azeitonas, pepino e torradas; queijo, preparado com vinho branco seco, conhaque, noz moscada e os queijos Emmental e Gruyere, e que vem acompanhado de pão, torradas e mini batatas; e, para fechar a noite, chocolate, com morangos, tangerina, banana, uva, waffles, amendoim e coco ralado. A degustação do fondue e de um bom vinho é um programa para casais e amigos. O estabelecimento dispõe de bebidas oriundas da Argentina, França, Chile e Itália.
O Holz Hotel, único em Joinville afiliado à rede Recantos e Requintes, fica na Rua 15 de novembro, ao lado da Expoville. Mais informações no site www.holzhotel.com.br ou pelo telefone (47) 3453-0735

Assessoria de Imprensa Holz Hotel. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Keila Tyler. Tel. (47) 3025-5999.

Tangos e Tragédias

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Dança como arte inclusiva

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Texto recebido da Assessoria de Imprensa do Festival de Dança de Joinville

A arte do Festival de Dança se estende também às regiões em que os passos das coreografias além de entreter e educar, são ferramentas de inclusão e intercâmbio cultural. Hoje (28) e amanhã (29) acontece, pelo oitavo ano consecutivo, o projeto Dança Comunidade, que pretende reunir uma plateia de duzentas pessoas, na participação de dois fóruns gratuitos no SESC Joinville.
O evento que integra a programação do 28° Festival de Dança de Joinville dá aos educadores que trabalham com projetos sociais a oportunidade de trocar idéias e experiências. Este ano, o mediador destes encontros será Flávio Sampaio – bailarino, professor e coreógrafo de dança, natural do Paracuru (CE). A intenção é que estes fóruns contribuam para reflexões e vivências dos arte-educadores nas respectivas comunidades que atuam.
Nesta quarta-feira, o módulo Dança em Projetos Sociais terá como tema “Um lugar especial”, das 15h às 18horas; Já amanhã, o módulo Dança e Educação vai abordar “A concepção de aprendizagens das ações complementares à escola”, das 14h às 17horas. O Dança Comunidade é o projeto de Responsabilidade Social do Instituto Festival de Dança e reforça a importância da inclusão cultural.

Flávio Sampaio

Bailarino e coreógrafo, natural de Paracuru (CE), iniciou na dança na Escola de Danças Clássicas do Sesi, em Fortaleza. Profissionalmente dançou no Balé do Teatro Guaíra de Curitiba e no Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde permaneceu vinte anos. Sampaio foi professor de várias escolas de dança do País, fez trinta e quatro direções cênicas em diversas cidades brasileiras e tem textos publicados nos livros: “Ceará de Corpo e Alma”, Editora Relume Dumará, “Lições de Dança 2”, Editora da Cidade, e é autor do livro “Ballet Essencial”, Editora Sprint, 3ª edição. Atualmente dedica-se totalmente ao Projeto DançaR Paracuru. Trabalho social que reúne em sua cidade natal uma Escola de Dança, com cerca de 200 crianças e adolescentes, a Paracuru Companhia de Dança e a Mostra de Dança de Paracuru, promovido anualmente e reunindo grupos e companhias de dança de todo o País.

Confiança de Serviços se mantém elevada, mas cai em junho

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[Matéria divulgada pela Fundação Getulio Vargas. A gente participa mensalmente da sondagem que resulta nesse índice]

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, reduziu-se em 1,4% entre maio e junho de 2010, ao passar de 133,4 para 131,5 pontos. Apesar de registrar a terceira queda consecutiva, o índice mantém-se em patamar elevado, não muito distante do nível pré-crise financeira internacional (média de 134,8 pontos entre junho e agosto de 2008). Nos 25 meses da pesquisa, a média do índice é de 121,1 pontos. O mínimo observado foi de 98,0 pontos, em janeiro de 2009, e o máximo de 138,4 pontos, em agosto de 2008.

O Índice da Situação Atual (ISA-S) ficou praticamente estável no mês, ao passar de 119,4 pontos, em maio, para 119,7 pontos. Este é o melhor resultado desde outubro de 2008 (120,9 pontos). O ISA-S está agora 12,8 pontos acima da média histórica e apenas 2,6 pontos abaixo do período pré-crise. Já o Índice de Expectativas (IE-S) recuou 2,8% em junho, de 147,4 para 143,3 pontos. Foi a quarta queda consecutiva deste indicador, que havia atingido seu ponto máximo em fevereiro passado (153,7 pontos).

No segundo trimestre de 2010, a redução do ICS resultou de uma trajetória ascendente do ISA-S e declinante do IE-S. Na média, o ISA-S ficou em 119,5 pontos no trimestre, superando os 113,0 pontos do trimestre anterior e atingindo o segundo maior nível da série, inferior apenas ao terceiro trimestre de 2008 (121,1 pontos). O IE-S médio do segundo trimestre ficou em 146,4 pontos, nível inferior aos 152,1 pontos do primeiro trimestre deste ano (recorde histórico) e muito parecido com o do terceiro trimestre de 2008 (146,3 pontos).

O nível de demanda no momento atual foi avaliado da melhor forma desde outubro de 2008: das 2.097 empresas consultadas, 23,2% o avaliaram como forte, e 12,5% o consideraram fraco. Em maio, estas proporções haviam sido de 21,0% e 11,5%, respectivamente.

O quesito que mais contribuiu para a queda do IE-S no mês foi o que mede a expectativa com a evolução dos negócios no horizonte de seis meses: a parcela de empresas que preveem melhora diminuiu de 53,0% para 49,0% do total; enquanto a proporção das que projetam piora passou de 4,2% para 4,9%.

Mercado de Comunicação

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