Informação é coisa séria!

Bem-vindo, 2009

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Que este seja um ano de plantar e de colher, com empenho e dedicação irrestritos, confiando (cada vez mais) na abertura de portas que a comunicação pode promover nas organizações sociais. A Mercado dá as boas-vindas ao Ano Novo. Estamos aí, enfim, pro que der e vier.

O trio do jazz

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Quem tem medo de jazz? A julgar pelo balanço dos seis anos em que se realiza o Joinville Jazz Festival, não é o caso do joinvilense. Mais de 45 mil pessoas na platéia, 48 shows despontando no palco principal, 16 apresentações gratuitas em locais alternativos, 31 oficinas para músicos e para crianças. A oportunidade de se deliciar com espetáculos de ponta a preços camaradas - entre outras, já passaram por aqui estrelas como Egberto Gismonti, Hermeto Paschoal, Stanley Jordan, Marcel Powell, Wagner Tiso e, neste ano, Daniel Piazzola, neto do lendário Astor Piazzola. O espaço para artistas locais mostrarem seu trabalho, dividindo os holofotes com seus próprios ídolos, e o incentivo à formação de platéia para apreciar música instrumental de altíssimo nível. “Muitos músicos joinvilenses tiveram o festival como um trampolim em suas carreiras”, orgulha-se o violonista Luiz Bueno, diretor artístico do evento. Integrante do renomado Duofel, ao lado de Fernando Melo, Bueno acalentou por anos o sonho de realizar um evento nesses moldes, dedicado à música instrumental, sem conotações comerciais. Até que encontrou o arquiteto e jazzófilo Norberto Sganzerla, à época presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Joinville (IPPUJ), que pensava em algo parecido. Projeto no papel, em 2003 veio o apoio de outro fã de jazz, o advogado Carlos Adauto Virmond Vieira, que ocupava a presidência da Fundação Cultural, e viabilizou-se a primeira edição do festival. Desde 2005, um instituto sem fins lucrativos que tem esses três mosqueteiros na linha de frente duela em busca de verbas para bancar o evento, realizado sempre no mês de novembro. Os patrocínios da Petrobras, em 2007, e da TIM, em 2008, sugerem que o Joinville Jazz Festival está amadurecendo rápido. É o tema de entrevista com Bueno, Vieira e Sganzerla publicada na Revista Döhler 19. Clique aqui para conhecer a revista, que é um projeto editorial da Mercado de Comunicação para a Döhler.

O caminho que leva ao Sul

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Dono da ExpecTV, empresa de serviços especializada em monitorar o noticiário da imprensa, o jornalista Geraldo Lion pensou três vezes antes de trocar um endereço “nobre”, na Rua Blumenau, colado no Centro de Joinville, pelo início do bairro Itaum, para abrigar sua agência, em dezembro de 2007. “Por miopia, temíamos que o cliente empinaria o nariz quando precisasse se dirigir à Zona Sul. E que o funcionário chiaria”, revela. Deu-se o inverso: “Todos elogiaram a transferência, a produtividade aumentou, a empresa cresceu com a mudança”, comemora o jornalista, nada arrependido com a decisão de abandonar o aluguel de uma “caixa mal ventilada” para se instalar em um imóvel próprio, cercado de verde. A migração da ExpecTV é apenas um exemplo de que, aos poucos, a Zona Sul perde o estigma de “patinho feio”, pedaço remoto da cidade, e passa a chamar atenção da iniciativa privada e, por tabela, do poder público. (Trecho de reportagem publicada na Revista Döhler 19. Clique aqui e leia a edição virtual da revista.)

Revista Döhler está no ar

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Entrou no ar, agora de manhã, a versão virtual da Revista Döhler número 19. Clique aqui para ler. A publicação é um projeto da Mercado de Comunicação para a Döhler. Circula duas vezes por ano, encartada no jornal A Notícia. Esta edição, que será distribuída no domingo, 21, traz reportagens sobre as mudanças em curso no perfil da família moderna, o redimensionamento do ensino superior joinvilense a partir da chegada de novas instituições e o despertar da Zona Sul de Joinville para o desenvolvimento econômico, entre outros temas. Dê uma boa lida e diga pra gente o que achou!

CDH promove Ciclo de Debates de Direitos Humanos

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Informação da Emanuelle Carvalho, assessora de imprensa do CDH:

O Centro dos Direitos Humanos “Maria da Graça Braz” lança o “Ciclo de Debates de Direitos Humanos”. O evento será realizado nos dias 10 e 11 de dezembro, no salão da Paróquia da Paz, junto ao Bom Jesus/Ielusc, e contará com a participação do juiz titular da 2ª Vara Criminal João Marcos Buch, de Luiz Assad Rupp, coordenador do CDH, de Wilson de Oliveira Neto, mestrando e professor de História, entre outros convidados. O debate lembrará o aniversário de 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, os 20 anos da Constituição Federal e os 40 anos da promulgação do AI-5. Entre os participantes do painel, o ex-membro do PCB (Partido Comunista Brasileiro) e ex-preso político Edgar Schatzmann.

O livro do prêmio tá na praça

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Lançado na sexta-feira, durante o concorridíssimo encerramento do Prêmio Joinville de Expressão Literária/2008, o livro com a coletânea dos trabalhos classificados em 2006 e 2007 já está sendo distribuído pela empresa patrocinadora, a Döhler. Autores que não compareceram ao evento podem entrar em contato com a Editora Mercado de Comunicação para apanhar seus exemplares. Nos próximos dias, o livro vai ser enviado para um mailing de clientes, fornecedores, jornalistas, entidades culturais, escolas e órgãos públicos. Multiplicar o eco da palavra escrita, essa é a idéia!

Fermento pras letras

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Mais um ciclo se encerra do Prêmio Joinville de Expressão Literária, iniciativa da Döhler e realização, aqui, da Mercado. Na noite de hoje, vai ser feita a entrega das premiações aos classificados, nas categorias adulta e infanto-juvenil (subdivididas em conto/crônica e poesia). A solenidade, no Hotel Tannenhof, serve também para o lançamento da segunda coletânea com textos classificados em edições anteriores - de 2006 e 2007. Aliás, trata-se da primeira publicação com o selo da Mercado. A gente, claro, está supercontente e orgulhoso em ver que a idéia do prêmio frutificou, provocou mais gente a escrever e a tirar seus textos dos escaninhos, lançar-se ao desafio de se aprimorar na arte de lidar com as letras. Que o prêmio sirva, sempre, como fermento pra emergente literatura joinvilense!

Enquanto isso, em Chuville…

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Chove canivetes lá fora. Há uns 50 dias, chove praticamente um dia sim, o outro também. Pra ser mais exato, nas últimas sete semanas, só não caiu água do céu no sábado passado, quando um sol de rachar recebeu os músicos do Festival de Jazz. A “precipitação pluviométrica” chega a níveis assombrosos e faz a gente pensar no papel do homem sobre o avanço desse tipo de fenômeno - ou é impressão que há alguns anos chovia com menos intensidade, e que coisas como efeito estufa e desmatamento vêm contribuindo para enviesar as estações do ano, com um descontrole que assusta? Assusta, também, o panorama de Joinville neste sábado: o centro da cidade debaixo da água, pessoas desabrigadas, ruas importantes alagadas… Desafios pela frente pro novo prefeito.

Música “molda emoções humanas”

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A Revista Época deu reportagem enganchada em uma tese interessante assinada (a tese) pelo neurocientista americano Daniel Levitin. No livro “O Mundo em Seis Canções”, ainda sem edição brasileira, o especialista afirma que seis tipos de música influenciaram a evolução humana. As categorias que ele lista são: canções de amizade, de alegria, de conforto, de amor, de conhecimento e, finalmente, canções religiosas. “O poder da música foi capaz de mudar culturas”, disse Levitin, à Época. Na reportagem (clique aqui e leia trecho), personalidades brasileiras listam as músicas que lhes despertam sentimentos. O senador Eduardo Suplicy, por exemplo, aponta “Jesus Alegria dos Homens”, “Blowin´In The Wind”, “Manhã de Carnaval” e “A Felicidade”. Aqui na agência a gente ouve muito, de Astor Piazzola a Djavan, de Jane Duboc a Sarah Vaughan, de Luís Melodia a músicas gaudérias. E você, o que gosta de ouvir para se inspirar?

Casa cheia está virando rotina…

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…em bons espetáculos de música e teatro na Joinvilândia. E isso é muito bom, claro. Duas semanas atrás, foi o “Tangos e Tragédias” dos gaúchos Nico Nicolayewski e Hique Gomes que lotou o Harmonya-Lira. Semana passada, o humorista Danilo Gentili. Ontem, a excelente Cia Filarmônica de São Paulo abarrotou o Teatro Juarez Machado com um show fantástico, que mesclou intervenções bem-humoradas de uma dupla chamada Jika & Turcão a um repertório só de clássicos dos Beatles. O público, meio acanhado no princípio, não resistiu e atendeu aos apelos dos músicos para um final de primeira, sacudindo as cadeiras ao som de “Twist And Shout” e “Can´t Buy Me Love”, já no bis. Só pelo desfile de hits dos fab-four já teria valido o ingresso (barato!). O público teve mais: baixista, guitarrista, vocalista, baterista e tecladista sintonizadíssimos dominaram o palco, com a participação mais que especial de um quarteto de cordas em arranjos superbacanas para canções que todo mundo conhece. Hoje, Jaraguá do Sul vai prestigiar a Filarmônica, no Teatro da Scar. Pra Joinville, soa muito bem a percepção de que música de qualidade atrai platéias numerosas. Que venham outros shows do gênero!

Mercado de Comunicação

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