Informação é coisa séria!

As coisas acontecem

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Do estudante Edinei Knop, inspirado pelo filme “O Escafandro e a Borboleta”.

Vivemos… e as coisas acontecem! Destino? Azar? Sorte? Castigo? A vida é feita de acontecimentos; alguns positivos e outros negativos. E as coisas acontecem mesmo! No lugar mais inoportuno, na hora menos esperada, na situação mais acanhada e nos momentos mais escandalosos! E não venha me dizer que não. As coisas acontecem mesmo, e com todo mundo! Menos com os mortos! Porque morrer é antônimo de viver… e viver é sinônimo de acontecer. E as coisas acontecem mesmo, e com todo mundo, e várias vezes durante sua vida! Persistir, lutar e vencer! Não adianta fugir, não adianta se esconder, flutuar, mergulhar em seu escafandro mental. A vida é assim! E as coisas acontecem mesmo, e com todo mundo, e várias vezes durante sua vida, e assim será!

É de acontecimentos da vida que vivem os jornalistas. É da vida que as notícias surgem! E do olhar (e um olhar diferente). Porque as coisas acontecem. Sim, elas acontecem! E, na hora de transcrever para um pedaço insignificante de papel ou para uma tela LCD, muita coisa acontece. Afinal, por que escrever? Uma caneta? Algumas teclas? Sim, as coisas acontecem mesmo, e com todo mundo, e várias vezes durante sua vida, e assim será, e nunca você poderá escapar.

Um piscar pode dizer tudo, mas não pode responder tudo! Porque eu acho que você já sabe que as coisas acontecem, comigo e contigo. E as dúvidas sobrevivem, mesmo que muita coisa aconteça.

Por que cantar? Por que falar? Por que pensar e se movimentar? Por que viver? Viver para se encantar; encantar-se com o voo das borboletas. Se você puder enxergar; e se houver borboletas!

DSTs, ainda um desafio à saúde pública

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Há cerca de 20 agentes infecciosos que podem ser responsáveis pelo aparecimento das Doenças Sexualmente Transmissíveis, as DSTs. Mas as mais comuns são causadas por bactérias e podem ser completa e facilmente curadas, como a gonorreia, sífilis, cancro mole, infecção por clamídia e uretrites. À exceção da sífilis, essas doenças afetam, de um modo geral, os aparelhos genitais masculino e feminino. As causadas por vírus como herpes, condiloma, hepatite B e Aids são facilmente transmitidas e não podem ser eliminadas por medicamentos. Assim como a sífilis, podem afetar, além do aparelho genital, outras partes do corpo como fígado, olhos, boca, sistema nervoso, o reto, aparelho urinário e outros.

Pesquisas realizadas no Brasil mostram que, das mulheres com infecções não tratadas por gonorréia/clamídia, 10 a 40% desenvolvem doença inflamatória pélvica (DIP). Dessas, mais de 25% se tornarão inférteis – a estimativa da taxa de infertilidade por causas não infecciosas varia de 3 a 7 %. Entre homens, a clamídia tem-se tornado importante causa de infertilidade, quando não tratada adequadamente. Embora sejam, em sua maioria, de fácil prevenção e curáveis, as DSTs continuam, em todo o mundo, a causar sérios problemas de saúde pública, apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento. Devido aos danos físicos e complicações irreversíveis, em muitos casos são acompanhadas de sofrimento e danos psicológicos. Uma DST não tratada pode acarretar deficiência física e mental, disfunção sexual, esterilidade, aborto, malformações congênitas e câncer, entre outros problemas sérios.

Estudo comparativo dos níveis e tendências das DSTs bacterianas­ sífilis, gonorréia e clamídia­, realizado durante a última década em 16 países desenvolvidos, revelou que a incidência das três doenças é geralmente mais alta entre as mulheres adolescentes do que entre os homens da mesma idade. Isso se aplica principalmente à clamídia, que é extremamente alta entre adolescentes. No Brasil, estima-se que a cada ano, quatro milhões de jovens tornam-se sexualmente ativos e que ocorram cerca de 12 milhões de DSTs ao ano, das quais, um terço em indivíduos com menos de 25 anos. Considerando o longo período de latência da infecção pelo HIV/Aids, esses dados sugerem que a infecção ocorra, provavelmente, na adolescência. É, portanto, de fundamental importância que seja oferecida a detecção de DST/HIV a todas as mulheres com menos de trinta anos que procuram serviços de planejamento familiar ou de assistência pré-natal na rede pública de saúde.

Uma estratégia que também poderia ajudar bastante está ligada ao fato de que, em todo o mundo, a farmácia comunitária é um importante local de busca por atendimento primário de saúde. Os farmacêuticos são numerosos e são os profissionais de saúde mais acessíveis para o público em geral. A dificuldade de atendimento nos serviços de saúde, a falta de orientação para o uso racional de medicamentos ao usuário e a automedicação são uma realidade no Brasil. As farmácias devem, portanto, cada vez mais ser consideradas locais de intervenção para o estabelecimento de parcerias, no sentido de disseminar práticas educativas de prevenção de doenças como as DSTs.

Elisabeth Grubba Richter
Ginecologista e obstetra do Hospital Dona Helena

Cenas urbanas e outros olhares

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[Mais um depoimento de estudante de jornalismo, com relato de uma cena urbana vista sob outro olhar. O texto é da Francine Ribeiro]

Diariamente, caminho pelas mesmas ruas e, muitas vezes, encontro as mesmas pessoas. Umas com pressa, outras distraídas, e outras apenas caminhando. Muitas vezes, estou com pressa, distraída e caminhando. E não é que, de tão distraída, não percebi que uma construção iniciada há meses está praticamente concluída. Que uma loja com vitrines belíssimas tem um telhado caindo aos pedaços. Percebi que reparo pouco o outro lado das ruas por que caminho. Ao atravessá-las, vi pessoas diferentes. As que eu sempre encontro estavam lá, do outro lado. O lado por que sempre passo, com pressa e distraída.

Um dia, sob outro olhar

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Vai agora o relato da Emanoele Girardi de uma cena cotidiana vista com outros “óculos”:

Não se precisa mudar de paisagem, de roteiro, ou de ângulo para enxergar adiante, só é preciso abrir os olho e, principalmente, a mente. Por exemplo, sem olhar para ângulos diferentes, simplesmente colocando um óculos de sol pode-se notar que as cores se ressaltam, o céu fica mais azul, as roupas mais coloridas, as placas chamam mais a atenção… Num desses dias ensolarados, com meus óculos de sol, andando pela Rua 15 de Novembro e olhando para cima, observei que na antiga e tão conhecida loja Reino dos Brinquedos, na parte superior, existem dois dragões (ou talvez, águias) de ferro, como ponteiras de um castelo. Um pouco mais para frente, no edifício do Teatro Harmonia Lyra, rostos estão estampados no concreto antigo. Os passarinhos no fio elétrico, as árvores florescendo e muitos outros detalhes podem ser notados liberando o olhar.

Imagens do Quiriri registradas pelo fotógrafo Marcus Bohn

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O fotógrafo Marcus Bohn, parceiro da Mercado de Comunicação, produziu imagens da região do Quiriri, em Joinville, e está oferecendo as fotos. Elas serão comercializadas no tamanho 75cm x 50cm. O email para contato é marcusbohn2001@yahoo.com.br.

Mais sobre a arte da escrita

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Outros depoimentos colhidos com a turma de Redação Jornalística do Ielusc, convidados a resp0nder “por que escrever”:

“Escrever, pra mim, é verbo! Transmitir, alegrar, dramatizar, noticiar, ganhar, perder, aborrecer, enfurecer, interiorizar, repetir, avançar, dialogar, conhecer, aprender, ensinar, magoar, perdoar, desejar, acabar, lembrar, sobreviver… viver. Escrever é tudo. E tudo não é verbo.” (Edinei Knop)

“A escrita faz parte de nossas vidas, mas não escrevo só porque isso faz parte de minha rotina. Escrevo porque gosto, e por esse motivo escolhi uma profissão em que tenho que trabalhar  com o ato de escrever profissionalmente. Imginar uma vida sem escrita é como imaginar uma vida sem energia elétrica. Não há como nos imaginarmos exercendo nossas rotinas diárias sem o ato de escrever.” (Carolini Braz)

“Ao assinar um pensamento transcrito para o meio físico, o autor deixa de ser um simples reprodutor do que fala. Sua assinatura é prova concreta, e irrepreensível, de que expressou aquilo. Na escrita, há a possibilidade de passar impressões e sentimentos que, algumas vezes, ficam ocultos em uma locução. A construção de uma frase, parágrafo ou texto pode ser elaborada de forma a direcionar a maneira que a informação vai chegar ao leitor. Em outros casos, a escrita pode ser uma forma de conversar com alguém, mas esse alguém é somente uma folha em branco, pronta para receber qualquer opinião, sem criticá-la ou julgá-la.” (Eduardo Schmitz)

“Nas palavras cruzadas, minha história. Um homem que trilha as palavras estudadas, agrupadas, somadas, ritmadas, com nexo e sem eira e nem beira. Qualquer história é uma grande estória, desde que bem contada. Um amontoado de estratégias para suprir uma carência que a vida nos dá. Confidências de um bom falador mudo a um ouvido surdo. Basta que os olhos vejam e o coração sinta. Uma folha de papel na qual imortalizo os segredos, medos, temores, projetos e ambições. Aqui sou eu, digno de me conhecer. Provocador de neurônios, a um estado de emoção contagiante ou perto de uma neurose. Que as receitas que não servem para mim, eu as sirvo. São frutos de experiências, de pressupostos ou de qualquer, qualquer. Onde acertei foi onde errei, onde errei foi onde aprendi. Um combatente em pé de guerra das coisas que fogem de seus conceitos. Um crítico da sociedade que o educa, alínea, e faz ser parte da engrenagem de um sistema. Que, de passagem, digo ‘malditos seus ditos’! Um romântico declarado, apaixonado pelos detalhes da vida.” (Edemilson Camilo)

O ofício da escrita

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Vão mais alguns depoimentos de estudantes de Jornalismo do Ielusc, disciplina de Redação Jornalística, respondendo “por que escrevo”.

“Escrevo porque as palavras fazem parte da minha vida, do meu dia. Não tenho por que não escrever se, consciente do que faço (e penso), tenho de mostrar ao mundo o que há no meu íntimo, seja um desabafo ou algo para abrir os olhos dos outros. Escrevo porque tenho alma e tenho mãos (e, bem, talvez se não as tivesse, escreveria de outro jeito), já que posso e gosto de escrever. Escrevo porque me faz bem e porque espero que também meu leitor se sinta bem. O meu mundo das letras conquista e transforma. Escrevo porque sinto que posso transformar. Escrevo porque sei que, assim como tenho sede de escrita, alguém precisa do que escrevo para ler, e por que não pensar que esse leitor precisa ser transformado. Escrevo porque gosto, porque sinto, porque posso, e até porque é necessário… Já busquei muitas pessoas para ‘escrever para mim’, romancistas, poetas ou jornalistas que sempre me fizeram bem, de alguma forma. Quero eu também fazer bem a alguém que me busque ler.” (Emanoele Girardi)

“Escrevo porque não sei medir o que falo. Sou destrambelhada. O conjunto de orações me auxilia a organizar o que tenho a dizaer. E, mesmo assim às vezes não sou bem-sucedida. Escrevo porque tenho muito a dizer, e uma folha limita e resume o que tenho a transmitir. Escrevo porque gosto do leve balanço que a caneta faz, e me contento quando sua tinta já começa a desaparecer. É sinal de que viveu intensamente, a minha caneta, ou as minhas palavras souberam se entender e logo trataram de sair do útero. Como eu. Escrevo porque nunca lembro o que minha mão pediu para comprar no mercado.” (Juliana Gonçalves)

“Escrevo para descrever os detalhes, defender minhas ideias, mostrar ao mundo o que está acontecendo e a forma como acontece. Escrevo quando sinto anseio, necessidade de desabafo, complexidade de emoções. Quando faço descobertas, quando miro em novo objetivo e também quando tenho necessidade de pensar, renovar ideias, alertar e dividir com as pessoas conhecimento. Quando escrevo, sinto-me aliviada. O papel amassado e a caneta vazia são sinais de que eu consegui passar uma parte de mim para um outro lado, capaz de compreender sem questionar. E, mesmo com tudo isso, deparo-me com o pequeno tamanho de um papel em meio à imensidão de tantas e tantas palavras.” (Patrícia Schmauch)

“Escrevo sempre que quero informar alguém, até mesmo informar a mim mesma. Muitas vezes, não tenho vontade de falar nada, nem falar com ninguém, mas sinto vontade de escrever. Organizo minhas ideias e pensamentos e, a partir daí, sinto-me melhor. Profissionalmente, sei o quanto é importante o que escrevo, e o cuidado que devo ter para fazê-lo. Palavras ditas, muitas vezes, são esquecidas. E as escritas permanecerão ali. Devo ter consciência e responsabilidade sobre tudo isso. Mas considero a escrita como uma terapia.” (Francine Tainá Ribeiro)

Afinal, por que você escreve?

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(Entender o que nos move, nós, os escribas, é ponto de partida para crescermos na arte de escrever melhor, com mais foco e fundamento, Por que você escreve?, perguntamos aos alunos recém-entrados na disciplina de Redação Jornalística 3. As respostas vão ser publicadas neste blog. Abaixo, a da Mayara Francine Silva.)

Posso simplesmente dizer que, quando escrevo, minha alma se encontra na ponta dos dedos. Muitas vezes não parece ter saído de mim aquilo que transcrevo. É como se minhas mãos tomassem vida própria e saíssem em busca de um papel, um teclado, um lápis, uma caneta, qualquer lugar mais perto para transmitir o que penso naquele exato momento. Minha inspiração vem a qualquer hora, em qualquer lugar, de qualquer jeito. A cada linha nova que escrevo, me conheço um pouco mais. A palavra escrita é minha forma de dizer ao mundo que estou aqui, estou vendo, estou sentindo, estou presenciando, estou viva!

Com vontade extrema de contar histórias, e alma observadora de futura jornalista, alego que a escrita é o meu mal e o meu bem. Meu mal, porque se fosse possível contava tudo aquilo que vejo, seja bom ou ruim, sem medir palavras nem medo de magoar ou ferir alguém. E meu bem, porque além da paixão que devoto a ela, alego que se não existisse a escrita em minha vida eu não estaria mais respirando.

Praça da Bandeira recebe encontro de bateristas

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Nesse sábado, dia 19 de dezembro, a Praça da Bandeira, no centro da cidade, será tomada por um exército empunhando baquetas, pratos e tambores. Mais de cinquenta músicos participam do 1º Encontro de Bateristas de Joinville, a partir das 15 horas.

O encontro, pioneiro na cidade, é realizado pelo músico joinvilense André Steuernagel. Ele resolveu retribuir com um grande evento para a cidade a homenagem que recebeu da Ordem dos Músicos do Brasil, em julho. O objetivo do encontro, além de promover o estudo do instrumento na cidade, é destacar a importância da disciplina e do trabalho em grupo.

Todos os participantes tocarão ao mesmo tempo, acompanhados de baixo e guitarras. “É um evento que privilegia a música como um todo e não o individualismo. Por isso, todos tocarão em sincronia e ninguém vai aparecer mais do que o outro”, afirma André.

Os ensaios, com grupos de cinco bateristas, iniciaram há um mês e já deram mostras do poder sonoro que será gerado pelas dezenas de bateras juntas. A partir das 13 horas, os músicos começarão a chegar e montar seus kits, compostos por caixa-clara, bumbo, surdo, chimbal e prato de ataque.

O evento é aberto à comunidade e haverá sorteio de brindes para os participantes e para o público em geral.

O quê: 1º Encontro de Bateristas de Joinville
Quando: sábado, 19 de dezembro
Onde: Praça da Bandeira
Horário: 15h
Valor: aberto ao público

Tiago Luis Pereira
Assessoria de Imprensa
(47) 9946-2853/3422-0938
Espaço Contemporâneo de Música

Bom balanço

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Estamos, cá na agência, empenhados em avaliar o “ano da crise” e traçar metas, como zilhões de empresas mundo afora fazem nesta época do ano. O primeiro registro desse balanço é azul: nosso resultado deve ser positivo, com algum avanço até sobre o do exercício anterior, apesar de uns cortes decorrentes da crise no conjunto dos trabalhos que executamos. O fato é que, pra nós e pra muitas empresas de serviços como a nossa, a crise acabou servindo de impulso pra prospectar mais, “ir mais ao mercado” em busca de oportunidades, e com isso fechamos jobs interessantes e clientes novos que devem nos acompanhar no ano que vem. Então, que venha 1010! E quem quiser uma força nas ações de comunicação institucional, procure a gente…

Mercado de Comunicação

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