Informação é coisa séria!

Não deixe de visitar…

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…a nova edição da Revista Döhler, que recém entrou no ar, em sua versão virtual. Você vai ler ali reportagens mostrando como e por que as pequenas e micro empresas estão derrubando as taxas de mortalidade que assombravam esse segmento econômico, refletindo sobre por que razão o joinvilense vai pouco ao cinema, dissecando o projeto de reativação de uma orquestra para Joinville e discutindo a eterna falta de tempo do cidadão moderno. Além disso, um bate-papo bacana com os técnicos Alberto Bial e Giovani Gávio. Clique aqui e leia a edição virtual da revista. 

Seria “cool” entrar no Cuil

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O início de semana foi agitado no Vale do Silício, no Estados Unidos, com o lançamento daquela que é a maior novidade dos últimos tempos: o Cuil (a pronúncia é igual a “cool”, legal em inglês), novo portal de busca por sites indexados. O Google, dizem, indexa mais ou menos umas 40 bilhões de páginas na internet. O novo Cuil, segundo os criadores, indexa (pasme!) mais de 120 bilhões de páginas. Nós, por aqui, ficamos curiosos para conhecer o novo sistema, que também tem uma nova dinâmica de organização dos resultados (por relevância, e não por número de referências). Mas não conseguimos. Como todo novo sistema alardeado por aí, no primeiro dia o Cuil está operando acima da capacidade, o que faz com que não seja possível nem entrar… vamos esperar a boa vontade do site, né?

Um parque de tecnologia

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No primeiro debate de prefeituráveis joinvilenses, o colega Cláudio Loetz, d´A Notícia, notou que ninguém falou sobre o projeto de instituir um parque tecnológico na cidade. Talvez, como disse o Cláudio, o assunto não tenha apelo político, mas o fato é que a idéia em questão tende a avançar. Ao menos foi o que garantiu a professora Therezinha de Oliveira, da Fundação Softville, em entrevista à Revista Döhler para tratar do papel que a entidade desempenha no incentivo ao empreendedorismo. (Clique aqui e leia a reportagem na versão virtual da revista.) Therezinha lembrou que a proposta do parque tecnológico nasceu há cerca de três anos, por ocasião dos trabalhos que desembocaram no Planejamento Estratégico de Joinville. Era, na oportunidade, apontada como uma das cinco prioridades para o desenvolvimento futuro do município. Espelhado em referências como o Tecno-PUC (do Rio Grande do Sul) e o Celta (de Florianópolis), o parque joinvilense abrigará (se for mesmo adiante) empresas “limpas”, de base tecnológica, voltadas à inovação, após o período habitual de incubação em entidades afins (como a Softville). “Estamos trabalhando para que, dentro de um ano, no máximo, já tenhamos um projeto efetivo de parque, e que a idéia saia do papel”, revelou Therezinha. “Nós já esperamos demais.” Na opinião da professora, não faria sentido “esperar mais uns 10 anos” para que se possa dar forma a um “parque gigante”. O negócio, segundo ela, é “começar pequeno e virar gigante no futuro”. A presidente da Softville adiantou que, no que depender da Univille (onde é pró-reitora), o espaço físico do antigo Complexo do Sesi, nos fundos do campus, comprado recentemente pela universidade, vai abrigar o parque a médio prazo. “Queremos parceiros para isso, claro. Mas o projeto vai acontecer.”

Uma mordida para a fama

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Essa é retirada do Blog do Camasão, do colega Leonel, repórter de política do A Notícia. A máxima jornalística diz que um cachorro que morde um homem não é notícia, mas um homem que morde um cachorro o é. No fundo da sua inocência, um garoto chamado Gabriel, de Sabará/MG, comprovou que a máxima é verdadeira. Um pit bull o atacou no braço, e ele não pensou duas vezes: tascou-lhe uma mordida. Segundo o portal Terra, o garoto levou quatro pontos no braço e perdeu um dente. O fim da matéria é magistral: “O cachorro foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses e está em observação”.

Foto de Ney Rubens, para o Terra, retirada do Blog do Camasão.

No bar, a mulher-objeto

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Em tempos de Lei Seca, os donos de bares fazem das tripas coração para segurar seus clientes. Alguns, de forma inteligente, oferecem alternativas para que as pessoas possam se divertir à vontade e não tenham de dirigir na volta à casa – oferecem táxis, vans, caronas em geral.  Outros, porém, além de incentivar a bebedeira ampla, geral e irrestrita, ainda afrontam cruelmente a dignidade feminina ao oferecer entrada e bebida grátis às mulheres. “Fico facinha, facinha, ao primeiro copo de cerveja”, dizia uma amiga minha, que não costumava beber.

Que triste exemplo dá um bar da cidade que, para atrair o público de bailarinos e bailarinas do Festival de Dança, oferece um litro de vodca a cada grupo de mulheres que pagarem os 10 reais para participar de suas festas. Aliás, é extremamente ofensiva esta prática de “facilitar” a entrada das moças, oferecer drinques e quetais, para que elas fiquem à mercê da “caça” dos marmanjos. Sobretudo, porque falamos de um público extremamente jovem e inexperiente. Muitas dessas meninas, mal-saídas da adolescência, sequer têm consciência das reais intenções desses “promotores” e acham o máximo ter entrada e bebida grátis.

Houve um caso, recentemente, neste mesmo bar que teve a brilhante idéia de oferecer bebida às meninas, no Festival de Dança, em que uma moça foi literalmente “agarrada” e beijada por um desconhecido, quando saía do sanitário. Ao reclamar para a gerência, ficou frustradíssima ao perceber que nenhuma providência seria tomada porque o indecente que a agredira integrava um grupo de “habitués” da casa.

Um bar é um local de democrática e saudável convivência. Cabe a seus proprietários e empreendedores garantir  aos freqüentadores o respeito, sossego e privacidade que merecem. Sobretudo às mulheres, que ainda são obrigadas a conviver em uma sociedade cruel, machista e absurdamente desigual. Quem tiver dúvidas sobre isso, pesquise junto à Delegacia da Mulher os números da violência masculina. (Ana Ribas Diefenthaeler)

Olhares sobre o Festival

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Como nós não nascemos para ficar parados, também estamos de olho no 26º Festival de Dança de Joinville. Aliás, é impossível passar incólume por ele, que todos os anos oxigena a cidade com hordas de bailarinos, normalmente jovens, barulhentos e animados. Shoppings ficam mais cheios que o normal, isso para não falar do Expocentro Edmundo Doubrawa, que fica, como se diz por aí, “coalhado” de gente de todos os tipos, todas as cores e todos os sotaques. Afinados com o maior festival de dança do mundo, o blog da Mercado publica abaixo fotos do nosso companheiro Marcos Bohn, que ganhou passe livre no Centreventos para registrar momentos do evento com seus parceiros do Núcleo Joinvilense de Fotografia. Vale dar uma olhada!

Studio de Dança Luciana Junqueira

Dans-la-danse

Ballet Aracy de Almeida

Cia. do Conservatório

Revista Döhler sai nesta semana

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Nesta semana, a Döhler e a Mercado de Comunicação começam a distribuir a edição número 18 da Revista Döhler. A versão virtual entra no ar até sexta, no link www.dohler.com.br/revistadohler18, e a versão impressa sai encartada no jornal A Notícia de domingo, 27 (não 26, como saiu aqui no blog). Projeto especial da Döhler, a revista já foi contemplada com o Prêmio Aberje como melhor publicação empresarial da Região Sul. A reportagem de capa desta edição é “Tempo pra Tudo”.

O esporte é uma vitrine

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O suporte de empresas e instituições em geral permite o desenvolvimento de equipes desportivas cada vez mais profissionais em modalidades como vôlei e basquete. O momento favorável vivenciado pelos times da Tigre/Unisul (vôlei) e da Ciser/Araldite/Univille (nova denominação da equipe de basquete) deve muito à consciência dos gestores dessas organizações que, nos últimos tempos, decidiram investir na projeção que o marketing esportivo oferece. Associadas a práticas saudáveis e a valores positivos, as marcas em questão contribuíram, por tabela, para resgatar a vibração de uma torcida que, desde a derrocada do time local no futebol, carecia de equipes efetivamente competitivas. Não é por acaso que a empresa Brascola aderiu ao basquete, por meio da marca Araldite, a partir desta próxima temporada. Dia 31 de julho, aliás, Joinville vai conhecer os novos uniformes que serão vestidos por seus cestinhas favoritos. É esperar para ver.

Pequenos gestos sustentáveis

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O movimento é recente e sutil. Cada vez mais, o cidadão toma atitudes sustentáveis no dia-a-dia, com a consciência (lenta e gradual) de que, sim, esses pequenos gestos podem influenciar, lá adiante, em uma sociedade mais equilibrada, em um ambiente melhor (nem que seja para as próximas gerações). Tem gente que deixa o carro na garagem, uma, duas vezes por semana, e vai caminhando para o trabalho. Tem gente que oferece carona solidária a colegas, na empresa ou na escola do filho. Menos automóveis na rua = incentivo ao transporte coletivo = menos gases poluentes etc. etc. Há pouco, outro pequeno gesto começou a tomar corpo: recusar a sacolinha plástica na farmácia, no balcão da padaria, na videolocadora. Uma embalagem daquelas, absolutamente inútil do ponto-de-vista prático (para guardar um DVD ou um comprimido?!?!), vai direto para o lixo (não-reciclável) e – as pessoas vão-se dando conta – acabará superlotando aterros sanitários, com a assustadora perspectiva de que, feita de material plástico, demore uns bons anos para se decompor. Ou seja, é desnecessária e maléfica para o meio ambiente. Ao mesmo tempo, já há uma boa oferta de sacolinhas de pano para vender em supermercados, a preços módicos (coisa de R$ 3 a R$ 6), e estas sim adequadas para portar pequenos objetos, pãezinhos e filmes, por exemplo, facilitando seu transporte, quando se volta pra casa a pé. É isso aí.

Encontre uma “boa causa”

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Uma “boa causa”, que mexa com as pessoas, desperte a sensibilidade humana, é o ponto forte de organizações sociais exitosas, com imagem elevada diante do público. Naturalmente que essas organizações (ONGs ou Oscips, conforme o modelo adotado) devem mostrar serviço, atingir resultados positivos nas áreas em que atuam, gerir adequadamente os recursos amealhados, manter uma administração transparente etc. etc. Mas, no que diz respeito aos meios ideais para se legitimar socialmente, um trabalho eficaz de comunicação institucional precisa identificar, nas realizações da entidade, a tal “boa causa”, com apelo ao mesmo tempo racional (“é preciso oferecer alternativas de inclusão para menores de rua”, por exemplo) e emocional diante da comunidade. Um caso bacana que aposta na “boa causa” para conseguir espaço representativo na mídia é o do Abrigo Animal, ONG que faz um trabalho exemplar em Joinville, promovendo a posse responsável de animais de estimação (cães e gatos). Sem uma assessoria de imprensa formal, o Abrigo freqüenta as páginas de jornais, as rádios, revistas, internet, televisão, quase toda semana, e já conquistou o reconhecimento que merece perante a população. Dá para imaginar se houvesse um trabalho mais sistemático e organizado de comunicação…

Mercado de Comunicação

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