Informação é coisa séria!

Hotel Vale das Pedras é assunto na Gazeta do Povo

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O Hotel Vale das Pedras, cliente aqui da Mercado de Comunicação, foi notícia hoje no jornal Gazeta do Povo, veículo de maior circulação no Paraná. A matéria aborda o feriado prolongado da cidade de Curitiba (7 e 8 de setembro) e sugere alguns locais para aproveitar os dias de folga. Leia na íntegra:   www.gazetadopovo.com.br/turismo/conteudo.phtml?tl=1&id=1164481&tit=ltima-chamada-para-viajar

Mercado de Comunicação é notícia

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A informação das duas novas contas que a Mercado de Comunicação assumiu – Hotel Piçarras e Ícaro Express – foi notícia em portais da internet. A matéria foi publicada no site da Revista Making Of e Acontecendo Aqui.

Ana Ribas Diefenthaeler lança livro em Santa Maria

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Nesta quinta-feira, 12 de maio, Ana Ribas volta a terra natal e lança seu livro “Reticências. Sobre o dito e o não dito” na Feira do Livro, em Santa Maria, RS. A escritora e jornalista fará uma sessão de autógrafos das 17h às 18h30. Ana tem 30 anos de experiência na área de comunicação, já passou por vários veículos, entre eles o jornal A Notícia, do grupo RBS, onde hoje é colaboradora, publicando crônicas quinzenalmente. Faz parte da equipe Mercado de Comunicação, onde é sócia-proprietária. Também coordena o Prêmio Joinville de Expressão Literária.

Uma breve parada

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A Mercado de Comunicação vai fazer uma breve parada para recuperar o fôlego e voltar com tudo em 2011. Hoje, 20 de dezembro, é nosso último dia de atividades em 2010. Mas dia 5 de janeiro estaremos de volta para encarar todos os desafios do novo ano. Desejamos um Natal repleto de coisas boas e um 2011 de prosperidade, sucesso, saúde e alegria.

Nas redes sociais

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Nesta semana, nossa colega de trabalho Fernanda Lange incluiu o Prêmio Joinville de Expressão Literária e a Mercado de Comunicação no universo do Orkut. Dê uma espiada e nos adicione para ficar sabendo das novidades e das últimas notícias sobre a sétima edição do Prêmio Joinville de Expressão Literária.

Seguem lá os links para nos adicionar:

Perfil Mercado de Comunicação: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=2270829533327804387

Perfil Prêmio Joinville de Expressão Literária: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16173879946220763359

Comunidade Prêmio Joinville de Expressão Literária: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=107063179

O ofício de escrever crônicas

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Escrever crônicas parece uma tarefa fácil, no entanto, é comum ficar com aquela dúvida: será que o texto que escrevi é crônica?

Fabrício Carpinejar que contabiliza 19 livros publicados e um prêmio Jabuti por “Canalha”, falou um pouco sobre as características da crônica.

A entrevista completa pode ser encontrada no site do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, no link: www.gazetadopovo.com.br/m/conteudo.phtml?tl=1&id=1017520&tit=Meu-raciocinio-e-torto

Uma boa crônica parece sempre ser íntima na medida certa. O cronista se expõe o suficiente para deixar o leitor entrever o homem além do escritor. Essa é uma das coisas mais marcantes nas suas crônicas: a intimidade que consegue criar. Ela é calculada?

CARPINEJAR – Sem intimidade, não é crônica. Quem quiser esconder suas manias e gostos e ser impessoal, deve escolher o ensaio. Todo escritor começa escrevendo para se proteger, depois seu maior trabalho é escrever para destruir suas defesas.

Crônica é fraqueza, conversa, essas miudezas que decidem nosso temperamento. Não há medida certa, sei que posso desagradar meus pais, namorada, filhos, que não vão tolerar que conte certas indiscrições. Mas não escrevo para ter medo, escrevo porque o medo não é maior do que a minha vontade de me aceitar. Existe uma censura familiar que não permite a simplicidade. Meus amigos sabem que serão difamados – só faço biografia não-autorizada.

Há um limite para o que está disposto a escancarar nas suas crônicas ou qualquer experiência pode servir de ponto de partida para um texto?

CARPINEJAR - O limite é literário: não aceitar o clichê, desconfiar das aparências, despertar sutilezas, dar uma segunda chance para a rotina.

Pode ser um furinho na camisa de uma mulher. Pode ser meu hábito de largar a xícara de café no parapeito da varanda, como balde para a chuva. É compreender que um olhar é futuramente nostálgico, estou comparando o que fui com o que sou. Meu passado pode ser modificado em qualquer instante. O cronista não recebe visitas, ele visita sua própria vida.

Quais são as principais qualidades de uma crônica?

CARPINEJAR - Autocrítica e humor. O humor derruba a desconfiança para a poesia entrar. O drama faz com que as pessoas se fechem e sejam avarentas com suas emoções. A piada humaniza. O riso é tão-somente um vento chorando.

Para ler mais de Carpinejar:

www.carpinejar.blogspot.com

twitter.com/CARPINEJAR

Uma semana sem Saramago

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Hoje faz uma semana que o mundo perdeu o escritor português José Saramago. Em 1997, o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura esteve no programa Roda Viva, da TV Cultura. Acesse o link e assista ao programa na íntegra:

http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/PGM0584

Dica da redação

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Um bom passeio pra esses dias de inverno é o Parque Malwee, em Jaraguá do Sul. Inaugurado em 1978, o parque tem um milhão e meio de metros quadrados de área preservada. O local é aberto ao público e, hoje, já é considerado um dos principais pontos turísticos do norte de Santa Catarina.

São 35 mil espécies de árvores, brasileiras e estrangeiras. Há espécies raras como o Jambo, existente em apenas algumas regiões do país, o Pinus Japonês e árvores e palmeiras originárias da Polinésia.

É possível passar o dia do parque, que conta com quiosques com churrasqueiras, salão de festas, sanitários e estacionamento. Além disso, o paque conta com pista de bicicross, área de esportes náuticos e aquáticos, calçada para caminhada, labirinto de plantas, quadra de areia, playground e o Museu Wolfgang Weege.

Para mais informações, acesse: http://www.malwee.com.br/parque/index.php

Dica da Redação

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Ontem tive mais uma surpresa, dessas que só a internet pode proporcionar. Descobri a banda francesa Phoenix. Estava assistindo o trailer do novo filme de Sofia Coppola, Somewhere – que deve estrear no final do ano no Brasil, e a música me chamou atenção. Com os créditos, consegui o nome da banda e fui em busca de mais informações.

Phoenix surgiu na França, no final dos anos 90,formada por Thomas Mars, Deck D’Arcy, Christian Mazzalai e Laurent Brancowitz.Em 2010, conquistaram o Grammy de “Melhor disco de música alternativa” pelo disco “Wolfgang Amadeus Phoenix”. Atualmente contabilizam seis discos lançados. “Live & Unplugged” é o último, lançado este ano.

Tudo fez sentido quando descobri que Thomas Mars, vocalista da banda, é marido de Sofia Coppola.

Vale a pena conferir. Assista ao trailer e ouça uma música da Phoenix abaixo:

Postado por Letícia Caroline

A mestre Alegria

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Não foi à toa  que ela foi batizada pelo nome de Letícia, do latim laetitia, que significa alegria. Pois, a menina, que é a primogênita de uma feliz e desconcertante família, também dá o que falar. Defendeu sua dissertação de Mestrado em Patrimônio Cultural pela Univille como gente grande. E com a mesma paixão que emoldurou seus muitos meses de pesquisa sobre a Ilha da Rita, um canto lindo e quase desconhecido, mesmo em São Francisco do Sul, município a que pertence. Do texto ao documentário, das visitas à ilha às tardes e noites de acadêmicos – ou, nem tanto – devaneios, surge um trabalho sério e inovador, que muito nos orgulha e nos faz melhores. Letícia, a autora nos instiga a mergulhar em patrimônios, identidades e memórias, para nos dizer do amor, as tantas e distintas verdades. Letícia Ribas Diefenthaeler Bohn é a mais nova Mestre da família – em verdade, a primeira de nossa linhagem direta. O mais bacana, no entanto é que, embora atenda, em sua própria medida, às recomendações acadêmicas, é no mágico toque deste pulsar da vida em que sustenta todas as suas argumentações, que nos identificamos, nos reencontramos, nos permitimos ser mais… Parece que, finalmente, começam a se desatar os nós que separavam o que se chama de conhecimento científico do conhecimento “pé-no-chão”.  Diretamente das lembranças de pescadores, a revisão de uma trajetória histórica – mas, sobretudo, a reconstrução de nós mesmos… O teu olhar, filha, realmente melhora o nosso. Obrigada por este presente de vida. (E obrigada à professora Silvia Pilotto, às professoras Taiza,  Elisabeth e Mirian…Obrigada, à professora Berenice, professor Tarcisio, à Ivy, ao Marcus, ao Tirotti,  à Tati, Flavinha, Cleberson,  … Tantos amigos tem, esta danadinha, hein…)  Parabéns, Mestre Lê! Para ti, nossa reverência, reconhecimento e amor eterno, junto com os beijinhos especiais dos pacientes e amados Carol e Lucas. Recebe também os abraços tantos e o amor do Vô Ribas, da Vó Myzia, dos tios Mano, Hélen, Myzia, Bô, Mauren, Ina, Guga, de todos os teus primos, além da amorosa presença, também, do Vô Theobaldo, que deve, sim, estar mais que orgulhoso, como nós, teus pais – e também, fazemos questão, parceiros desta linda caminhada de teimosa luta em busca de um pouco mais de humanidade. Humana idade. Ana

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