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O ofício de escrever crônicas

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Escrever crônicas parece uma tarefa fácil, no entanto, é comum ficar com aquela dúvida: será que o texto que escrevi é crônica?

Fabrício Carpinejar que contabiliza 19 livros publicados e um prêmio Jabuti por “Canalha”, falou um pouco sobre as características da crônica.

A entrevista completa pode ser encontrada no site do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, no link: www.gazetadopovo.com.br/m/conteudo.phtml?tl=1&id=1017520&tit=Meu-raciocinio-e-torto

Uma boa crônica parece sempre ser íntima na medida certa. O cronista se expõe o suficiente para deixar o leitor entrever o homem além do escritor. Essa é uma das coisas mais marcantes nas suas crônicas: a intimidade que consegue criar. Ela é calculada?

CARPINEJAR – Sem intimidade, não é crônica. Quem quiser esconder suas manias e gostos e ser impessoal, deve escolher o ensaio. Todo escritor começa escrevendo para se proteger, depois seu maior trabalho é escrever para destruir suas defesas.

Crônica é fraqueza, conversa, essas miudezas que decidem nosso temperamento. Não há medida certa, sei que posso desagradar meus pais, namorada, filhos, que não vão tolerar que conte certas indiscrições. Mas não escrevo para ter medo, escrevo porque o medo não é maior do que a minha vontade de me aceitar. Existe uma censura familiar que não permite a simplicidade. Meus amigos sabem que serão difamados – só faço biografia não-autorizada.

Há um limite para o que está disposto a escancarar nas suas crônicas ou qualquer experiência pode servir de ponto de partida para um texto?

CARPINEJAR - O limite é literário: não aceitar o clichê, desconfiar das aparências, despertar sutilezas, dar uma segunda chance para a rotina.

Pode ser um furinho na camisa de uma mulher. Pode ser meu hábito de largar a xícara de café no parapeito da varanda, como balde para a chuva. É compreender que um olhar é futuramente nostálgico, estou comparando o que fui com o que sou. Meu passado pode ser modificado em qualquer instante. O cronista não recebe visitas, ele visita sua própria vida.

Quais são as principais qualidades de uma crônica?

CARPINEJAR - Autocrítica e humor. O humor derruba a desconfiança para a poesia entrar. O drama faz com que as pessoas se fechem e sejam avarentas com suas emoções. A piada humaniza. O riso é tão-somente um vento chorando.

Para ler mais de Carpinejar:

www.carpinejar.blogspot.com

twitter.com/CARPINEJAR

Uma semana sem Saramago

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Hoje faz uma semana que o mundo perdeu o escritor português José Saramago. Em 1997, o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura esteve no programa Roda Viva, da TV Cultura. Acesse o link e assista ao programa na íntegra:

http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/PGM0584

Dica da redação

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Um bom passeio pra esses dias de inverno é o Parque Malwee, em Jaraguá do Sul. Inaugurado em 1978, o parque tem um milhão e meio de metros quadrados de área preservada. O local é aberto ao público e, hoje, já é considerado um dos principais pontos turísticos do norte de Santa Catarina.

São 35 mil espécies de árvores, brasileiras e estrangeiras. Há espécies raras como o Jambo, existente em apenas algumas regiões do país, o Pinus Japonês e árvores e palmeiras originárias da Polinésia.

É possível passar o dia do parque, que conta com quiosques com churrasqueiras, salão de festas, sanitários e estacionamento. Além disso, o paque conta com pista de bicicross, área de esportes náuticos e aquáticos, calçada para caminhada, labirinto de plantas, quadra de areia, playground e o Museu Wolfgang Weege.

Para mais informações, acesse: http://www.malwee.com.br/parque/index.php

Dica da Redação

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Ontem tive mais uma surpresa, dessas que só a internet pode proporcionar. Descobri a banda francesa Phoenix. Estava assistindo o trailer do novo filme de Sofia Coppola, Somewhere – que deve estrear no final do ano no Brasil, e a música me chamou atenção. Com os créditos, consegui o nome da banda e fui em busca de mais informações.

Phoenix surgiu na França, no final dos anos 90,formada por Thomas Mars, Deck D’Arcy, Christian Mazzalai e Laurent Brancowitz.Em 2010, conquistaram o Grammy de “Melhor disco de música alternativa” pelo disco “Wolfgang Amadeus Phoenix”. Atualmente contabilizam seis discos lançados. “Live & Unplugged” é o último, lançado este ano.

Tudo fez sentido quando descobri que Thomas Mars, vocalista da banda, é marido de Sofia Coppola.

Vale a pena conferir. Assista ao trailer e ouça uma música da Phoenix abaixo:

Postado por Letícia Caroline

A mestre Alegria

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Não foi à toa  que ela foi batizada pelo nome de Letícia, do latim laetitia, que significa alegria. Pois, a menina, que é a primogênita de uma feliz e desconcertante família, também dá o que falar. Defendeu sua dissertação de Mestrado em Patrimônio Cultural pela Univille como gente grande. E com a mesma paixão que emoldurou seus muitos meses de pesquisa sobre a Ilha da Rita, um canto lindo e quase desconhecido, mesmo em São Francisco do Sul, município a que pertence. Do texto ao documentário, das visitas à ilha às tardes e noites de acadêmicos – ou, nem tanto – devaneios, surge um trabalho sério e inovador, que muito nos orgulha e nos faz melhores. Letícia, a autora nos instiga a mergulhar em patrimônios, identidades e memórias, para nos dizer do amor, as tantas e distintas verdades. Letícia Ribas Diefenthaeler Bohn é a mais nova Mestre da família – em verdade, a primeira de nossa linhagem direta. O mais bacana, no entanto é que, embora atenda, em sua própria medida, às recomendações acadêmicas, é no mágico toque deste pulsar da vida em que sustenta todas as suas argumentações, que nos identificamos, nos reencontramos, nos permitimos ser mais… Parece que, finalmente, começam a se desatar os nós que separavam o que se chama de conhecimento científico do conhecimento “pé-no-chão”.  Diretamente das lembranças de pescadores, a revisão de uma trajetória histórica – mas, sobretudo, a reconstrução de nós mesmos… O teu olhar, filha, realmente melhora o nosso. Obrigada por este presente de vida. (E obrigada à professora Silvia Pilotto, às professoras Taiza,  Elisabeth e Mirian…Obrigada, à professora Berenice, professor Tarcisio, à Ivy, ao Marcus, ao Tirotti,  à Tati, Flavinha, Cleberson,  … Tantos amigos tem, esta danadinha, hein…)  Parabéns, Mestre Lê! Para ti, nossa reverência, reconhecimento e amor eterno, junto com os beijinhos especiais dos pacientes e amados Carol e Lucas. Recebe também os abraços tantos e o amor do Vô Ribas, da Vó Myzia, dos tios Mano, Hélen, Myzia, Bô, Mauren, Ina, Guga, de todos os teus primos, além da amorosa presença, também, do Vô Theobaldo, que deve, sim, estar mais que orgulhoso, como nós, teus pais – e também, fazemos questão, parceiros desta linda caminhada de teimosa luta em busca de um pouco mais de humanidade. Humana idade. Ana

Dica da redação

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Nesta semana, na redação da Mercado de Comunicação relembramos a música que foi tema da microssérie Capitu, exibida pela Rede Globo em 2008, baseada na obra de Machado de Assis “Dom Casmurro”. A canção chama-se “Elephant Gun”, do grupo Beirut. A banda é dos Estados Unidos, mas mistura elementos musicais do Leste Europeu e do folk. Além da musicalidade, o clipe chama atenção pela coreografia que envolve dança contemporânea e diversos elementos artísticos. Feche os olhos e se delicie.

O clipe

A microssérie

Postado por Letícia Caroline

As notícias vão longe…

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Recebemos, no fim da semana passada – e anunciamos no Twitter – uma correspondência da Assembleia (sem acento) Legislativa. Era um ofício endereçado ao “diretor-presidente” da Mercado de Comunicação, Guilherme Diefenthaeler, parabenizando “todos os diretores e funcionários” pela nossa citação no Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação, editado há alguns meses pela MegaBrasil. O ofício que nos congratulou foi também assinado pelo deputado Nilson Gonçalves, responsável pelo requerimento, pelo presidente da Assembleia, Gelson Merísio, e pelo primeiro secretário, Moacir Sopelsa.

Tudo começou com um questionário que recebemos por e-mail, e respondemos. O resto, aconteceu sozinho.

Então, parabéns para nós!

P.S.: uma outra notícia boa que tivemos é que a Soluções, empresa genuinamente joinvilense de comunicação e marketing, é a nossa nova cliente. O trabalho já começou! Mãos à obra!

Como prometemos…

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… cá estamos de volta, nesse promissor ano de 2010. A Mercado de Comunicação já está novamente na ativa, com a sua equipe de sustentação aos clientes, redação e atendimento.

Claro que um ano novo sempre é um tempo de recomeçar. Para nós, é ainda mais do que isso: de hoje em diante, passamos a atender também a Ciser e a Hacasa, ambas empresas joinvilenses, que fazem parte de um dos mais tradicionais grupos empresariais da cidade, o H. Carlos Schneider. Passamos a ser os reponsáveis por todo o atendimento de imprensa relacionado às empresas, também pela multiplicação de informações por meio de press-releases e sugestões de pauta. Nos cabe também a produção de uma publicação trimestral, voltada para os clientes da maior fabricante de fixadores da América Latina.

Que seja assim o ano inteiro: um tempo de boas notícias.

Notícia fresquinha

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O martelo acabou de ser batido na sala de reuniões da Mercado de Comunicação. A partir da próxima segunda-feira, Letícia Caroline da Silva começa a trabalhar conosco. Ela acabou de concluir o curso de Jornalismo no Bom Jesus/Ielusc (com uma nota 10 no trabalho de conclusão). Letícia fez estágio na Revista Eletrônica do Bom Jesus/ielusc em 2006, e também encarou uma temporada na Secretaria de Dsenvolvimento Regional no ano seguinte.

Boa sorte para ela, e toquemos o barco!

Festança para o novo shopping

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A Almeida Junior, dona do Balneário Camboriú Shopping e do Shopping Neumarkt, de Blumenau, lançou oficialmente ontem, numa grande festança no Centreventos Cau Hansen, o Joinville Garten Shopping. O evento contou a presença do governador Luiz Henrique, do prefeito Carlito Merss, de Jaimes Almeida Junior, presidente da empresa e dos representantes do Bradesco, agente financeiro responsável pelo aporte de R$ 150 milhões. O Centreventos não parecia o Centreventos: teto rebaixado, espaço climatizado, uma réplica da Rua das Palmeiras na entrada (o aluguel e colocação das plantas no espaço custou R$ 30 mil), uma maquete gigante do empreendimento, ornamentações que remetiam a jardins por todos os cantos do salão, além da trilha sonora do pianista Davi Costa e da apresentação da global Fernanda Lima. Num canto escuro do salão, lojistas e agentes de vendas da Almeida Junior empreendiam conversas longas, que deram origem a alguns contatos para ocupação dos espaços de lojas. O prefeito Carlito Merss falou ao blog da Mercado sobre o novo centro de compras: “Empresários como o Jaimes estão percebendo o potencial que Joinville tem. Nunca tinha visto um projeto com um estudo de impacto de vizinhança tão bem elaborado. Acredito que, numa época como a nossa, um empreendimento que proporciona tantos empregos diretos e indiretos, principalmente para mulheres, é bastante bem-vindo”. A inauguração está prevista para 2010. 

Mercado de Comunicação

Mercado de Comunicação
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