<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Mercado de Comunicação &#187; Crônicas</title>
	<atom:link href="http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/category/ideias/cronicas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog</link>
	<description>Comunicação Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 12:36:50 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Economista lança livro de crônicas</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2011/11/17/cesar-dohler-apresenta-hoje-ao-publico-joinvilense-o-seu-primeiro-livro/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2011/11/17/cesar-dohler-apresenta-hoje-ao-publico-joinvilense-o-seu-primeiro-livro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 18:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=3702</guid>
		<description><![CDATA[Economista lança livro de crônicas
Volume reúne textos publicados na imprensa desde 2007
Coletânea de crônicas sobre vivências cotidianas e corporativas, com um olhar voltado também ao dia a dia de Joinville, o livro “Primeira Página”, do economista César Döhler, está sendo lançado pela editora Mercado de Comunicação. A noite de autógrafos será na Livraria Midas, quinta-feira, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Economista lança livro de crônicas<br />
Volume reúne textos publicados na imprensa desde 2007</p>
<p>Coletânea de crônicas sobre vivências cotidianas e corporativas, com um olhar voltado também ao dia a dia de Joinville, o livro “Primeira Página”, do economista César Döhler, está sendo lançado pela editora Mercado de Comunicação. A noite de autógrafos será na Livraria Midas, quinta-feira, 17, a partir das 19 horas.</p>
<p>Com 78 páginas, o volume reúne 53 textos compilados pela editora, dividos em três capítulos: “Vida”, “Hora do expediente” e “Minha Terra”. O autor, com longa carreira na área corporativa, é visto como um “cronista de mãos sempre cheias, generoso nos temas e caprichoso ao burilá-los, em busca da melhor forma”, nas palavras do escritor Deonísio da Silva, que assina o prefácio da obra. </p>
<p>César Döhler, segundo Deonísio, “concebe [nas crônicas] metáforas muito significativas, como a de considerar a consciência a caixa preta do existir. Depois de interrompido o voo é que descobrimos o que houve. E na vida da pessoa ocorre algo semelhante“.</p>
<p>À frente da área financeira, em uma empresa industrial, o autor escreve sistematicamente na imprensa de Joinville desde 2007. Entende o ofício como um espaço para partilhar ideias e reflexões sobre a importância de se construir relacionamentos sociais consistentes, estar aberto ao novo, enfrentar os próprios medos e cultivar a alegria de viver. </p>
<p>A Mercado de Comunicação lançou, recentemente, outro livro de crônicas, “Reticências. Sobre o Dito. E o Não Dito”, e um volume sobre comunicação corporativa, intitulado “Jornalismo Empresarial: Isso é Possível”. Os títulos estão disponíveis na editora. Informações: (47) 3025-5999.</p>
<p>Assessoria de Imprensa/Mercado de Comunicação. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2011/11/17/cesar-dohler-apresenta-hoje-ao-publico-joinvilense-o-seu-primeiro-livro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jovens reflexões</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2011/11/14/jovens-reflexoes/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2011/11/14/jovens-reflexoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 23:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=3687</guid>
		<description><![CDATA[(Depois de uma visita ao Lar Bethesda, a jovem Ana Carolina Diefenthaeler escreveu as reflexões que seguem. E os orgulhosos avós reproduzem o texto sem esconder a corujice!)

Memória do passado, lembrança do presente
Uma vida vivida, aproveitada. Lida e relida. Uma experiência atrás da outra. Um amor passou, outro ficou. Uma história escrita. Páginas de amor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Depois de uma visita ao Lar Bethesda, a jovem Ana Carolina Diefenthaeler escreveu as reflexões que seguem. E os orgulhosos avós reproduzem o texto sem esconder a corujice!)<br />
</em></p>
<p>Memória do passado, lembrança do presente</p>
<p>Uma vida vivida, aproveitada. Lida e relida. Uma experiência atrás da outra. Um amor passou, outro ficou. Uma história escrita. Páginas de amor, ilusão, mentira, omissão. Ódio e raiva, despercebidos com o poder da ironia. Risadas alheias, sou um idoso apaixonado pela vida. Conto minhas próprias risadas a mim mesmo. Confusão na cabeça de um velho, amigo! Algumas vezes, lembro-me dos sentimentos que vivi à flor da pele. Quando mais novo, radicalmente vivi o amor. Quando mais velho, a saudade. Hoje, vivo a memória. Memória do passado, lembrança do presente. O que restará ao futuro? História.</p>
<p>Gosto das histórias, posso recontá-las e criá-las. Posso modificá-las, afinal, não são fatos. Posso revivê-las também. Quem disse que tudo passa? Quando encontro alguém, converso, convivo. Simpatia? talvez. Minha vida pode acabar, pois é essa nossa certeza. Não enlouqueça com essa nossa certeza. Aproveite, coragem não se esqueça. Relatos sobre a minha vida estarão disponíveis em algum lugar. E essa carta, que aqui deixei, só me leva a um lugar. Adeus, não sei onde fui parar…</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2011/11/14/jovens-reflexoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Joinvilense por adoção</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2011/02/01/joinvilense-por-adocao/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2011/02/01/joinvilense-por-adocao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 17:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ideias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=2590</guid>
		<description><![CDATA[(Um comentariozinho básico que postei no site d´A Notícia, que tá recolhendo depoimentos de joinvilenses por adoção, para o aniversário da cidade. Guilherme)
Quando me vi recorrendo a interjeições como &#8220;meu senhor! e &#8220;coisarada&#8221;, isso há uns bons anos, dei-me conta de que tinha me &#8220;joinvilizado&#8221;. Sou gaúcho de Porto Alegre &#8211; e sou joinvilense, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Um comentariozinho básico que postei no site d´A Notícia, que tá recolhendo depoimentos de joinvilenses por adoção, para o aniversário da cidade. Guilherme)</em></p>
<p>Quando me vi recorrendo a interjeições como &#8220;meu senhor! e &#8220;coisarada&#8221;, isso há uns bons anos, dei-me conta de que tinha me &#8220;joinvilizado&#8221;. Sou gaúcho de Porto Alegre &#8211; e sou joinvilense, com o maior orgulho. Gosto daqui. Preocupa-me o Cachoeira eternamente (?) poluído, sinto falta de mais espetáculos musicais, mas vejo satisfeito um incremento nas opções culturais, bons restaurantes e bares abrindo as portas, livrarias adequadas (três ou quatro, já!). Enfim, Joinville cresce sem perder a alma de cidade do interior. Aqui, nasceu uma de minhas duas filhas, dois netos lindos (um neto e uma neta, aliás), mantenho minha empresa há 15 anos, dou aulas e modestamente tento contribuir para que a cidade melhore sempre. Ainda me impressiono com a localização geográfica privilegiada (40 km da praia e da Serra) e não me incomodo mais com a fama de &#8220;Chuville&#8221; que Joinville merece, sim. Minha homenagem aos 160 anos deste lugar tão bacana. Duas destas 16 décadas eu passei aqui!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2011/02/01/joinvilense-por-adocao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sem título (Carta pra ti)</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/12/15/sem-titulo-carta-pra-ti/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/12/15/sem-titulo-carta-pra-ti/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 19:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Literário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=2440</guid>
		<description><![CDATA[Texto de Eduardo Silveira, terceiro lugar na categoria Conto/Crônica do 7º Prêmio Joinville de Expressão Literária
Carta pra ti é uma coisa engraçada, porque o cotidiano, nossos pequenos safáris diários, reservamos pra fala, esse intervalo entre respiração e beijo que tanto gostamos de curtir e assim na hora da carta me vêm à mente coisas esdrúxulas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto de Eduardo Silveira, terceiro lugar na categoria Conto/Crônica do 7º Prêmio Joinville de Expressão Literária</em></p>
<p>Carta pra ti é uma coisa engraçada, porque o cotidiano, nossos pequenos safáris diários, reservamos pra fala, esse intervalo entre respiração e beijo que tanto gostamos de curtir e assim na hora da carta me vêm à mente coisas esdrúxulas, que porsissó não explicariam remeter uma carta que nada mais é do que meter e meter de novo palavras no papel, e aguardar cheio de ansiedade pra ver se as palavras não se perderam ou trocaram de lugar enquanto transitavam entre as agências. mas onde eu estava? Ah, sim, eu dizia que por reservar assuntos pra isso, esses pros e-mails, esses pra quando se está bêbada ou sem fôlego, ou aquele pra quando o assunto faltar, me senti sem base pra escrever, sem um mote, e foi bom porque desmotevada a cabeça fica limpa de tudo (repare que os assuntos da vida são sujos) e assim deixar o inconsciente dizer alguma coisa, e meu inconsciente tem um jeito de criança doida, por isso eu pensei em abrir essa carta já te dizendo &#8220;beijo na boca&#8221;, &#8220;viva la revolución!&#8221; ou com um verso d&#8217;uma cantiga popular qualquer só pra tentar imaginar o que vc iria pensar, o teu consciente e o teu inconsciente que, diferente da minha criança doida, deve ser um velho lógico e safado mas não vou longe nisso, que é capaz de vc escrever duas cartas, uma pra responder essa aqui toda, e outra só pra responder aquela frase, pois sei bem que você gosta de colher uns narcisos no campo das nossas savanas. Mas onde eu estava mesmo? Ah, sim, na tua casa, até semana passada, pois agora mudamos a geografia &#8211; algo que não mudará a paisagem (Este será nosso primeiro paradoxo, dará até pra se orgulhar e inclusive botar no nosso álbum de divórcio.). E como eu dizia, por dúvida de assunto e espaço para o inconsciente, acabei pensando muito e o que saiu foi só-mente esta carta metalinguística (repare como uma carta óbvia diria mais coisas, ou seja, a sinceridade/originalidade monta na burrice e sai num gostoso trote) E eu acho que vai ficar por isso mesmo, até segunda ordem da criança doida. aguardo tua resposta e essa carta vai sem assinatura pois sinto que meti e remeti meu nome várias vezes ao longo dela. creio ser desnecessário dizer (e por isso que vou dizer) que essa epístola está carregada da minha sinceridade; se nada disse de jornalístico é porque de bula não tenho nada mesmo, e você sabe que não minto, porque a mentira tem a perninha curta e magra, e bem sabe que isso não faz o meu tipo, acho que bunda firme e perna grossa é fundamental. Espero, ainda, que vc tenha cumprido o pedido que fiz na parte exterior do envelope para agitar bem antes de abrir a carta. E se, por acaso ou descaso, não o fez, não tem problema. Não seria a primeira vez.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/12/15/sem-titulo-carta-pra-ti/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fuga</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/12/15/fuga/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/12/15/fuga/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 19:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Literário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=2433</guid>
		<description><![CDATA[Texto de Melanie Peter, segundo lugar na categoria Conto/Crônica do 7º Prêmio Joinville de Expressão Literária.
Fico parada ouvindo as gotas escorrendo pela calçada. Ouço alguém arrastando os tênis na superfície áspera e misteriosa. Faz uma semana que chove dia e noite. O barulho inesperado se aproxima. O centro da cidade enche de água, lixo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto de Melanie Peter, segundo lugar na categoria Conto/Crônica do 7º Prêmio Joinville de Expressão Literária.</em></p>
<p>Fico parada ouvindo as gotas escorrendo pela calçada. Ouço alguém arrastando os tênis na superfície áspera e misteriosa. Faz uma semana que chove dia e noite. O barulho inesperado se aproxima. O centro da cidade enche de água, lixo e desespero. Os passos se aproximam. Eu absorvo toda a força da correnteza, vejo a água escorrer sanguínea pelo paralelepípedo, começo a saltitar por entre os desenhos do meio fio. Sei que no fim, sobrará o melancólico limo das calçadas, um cheiro estranho invadindo a mente e me fazendo perceber que o espaço onde o processo se desenrola é um caderno de esboços para uma performance. Jogo xadrez com a morte. O guarda-chuva rabiscado não é mais o mesmo. Meus pensamentos fluem mudamente ancorados nas emoções, fantasias, memórias e pressentimentos. Ajeito a haste quebrada. A chuva aumenta. Como fugir do desgaste, do que não fica, do que se esquece?</p>
<p>Essa mania de contemplação deseja sempre mais do que me é dado ver.  Sorvo o musgo do asfalto e deslizo a sola do pensamento voyeurístico na superfície confusa das interrogações. O descarte, as coisas que não duram, são uma ameaça. Quando meus olhos atravessam a esquina, vejo um homem, encharcado de sujeira, ajoelhado no chão. Esta cavando o lixo e minha súbita aparição o perturba. Por um momento pensa que eu sou uma ameaça. Sacolas brancas e pretas estão rasgadas. Na calçada se espalham porções de nojo. Papéis manchados de café, copos de plástico, casca de banana, caroço de maçã, um cd ROM aranhado, pequenos objetos não identificados, coisas que o tempo deletou da vida, coisas que se tornaram obsoletas rápido demais. Eu sou o lixo. E o sujeito com ar de mendigo está imerso em luxuosos descartes. Tem feridas na mão, um ar animalesco. Sinto o cheiro daquele lixo, da sujeira impregnada no cobertor cinza que recobre a sua vergonha. A minha vergonha porque ele existe.</p>
<p>Há uma boneca sem cabeça, uma cabeça de boneca sem corpo me fazendo lembrar dos manequins sem cabeça, dos manequins com cabeça encarando os vidros. Atrás do mendigo, uma vitrine cerrada por grades nos confunde. No fundo da cena, no fundo da vida, pessoas comprando e vendendo.<em> </em>Mais no fundo ainda, como o crepitar de sombras no rosto, a figura humana esboça um sorriso. Embarco, vacilante, no perigoso jogo dos olhares que suspende o tempo e me submete à vontade de seu código. Um código exaltante e aniquilador. Um código do qual somos simultaneamente donos e escravos.</p>
<p>Não temos tempo.</p>
<p>O homem foge.</p>
<p>Eu também.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/12/15/fuga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Encontros e despedidas</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/12/14/encontros-e-despedidas/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/12/14/encontros-e-despedidas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 18:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas da vida]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=2388</guid>
		<description><![CDATA[[Artigo-crônica do Guilherme, que saiu n´A Notícia]
Genial criação da dupla Milton Nascimento &#038; Fernando Brant, “Encontros e Despedidas” escolhe a rica metáfora de uma estação ferroviária para falar da vida, na qual “o trem que chega é o mesmo trem da partida”. Harmonizar-se entre esses polos diametralmente opostos – de inícios e desfechos, aproximações e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[Artigo-crônica do Guilherme, que saiu n´A Notícia]</p>
<p>Genial criação da dupla Milton Nascimento &#038; Fernando Brant, “Encontros e Despedidas” escolhe a rica metáfora de uma estação ferroviária para falar da vida, na qual “o trem que chega é o mesmo trem da partida”. Harmonizar-se entre esses polos diametralmente opostos – de inícios e desfechos, aproximações e rompimentos, sucessos e fracassos, pessoas que vêm e outras que se vão – é, talvez, a lição mais desafiadora da existência. A gente até queria só os encontros, sem o choro das despedidas, e estar sempre com o entusiasmo das chegadas, aquele friozinho na barriga pra saber o que vem por aí, mas essa face da moeda perde o sentido se não houver o recolhimento, a parada pra reflexão, o momento áspero em que parece não ter luz no fim do túnel.</p>
<p>Pois saiba que tem, sim. Justamente quando tropeçamos, quando os problemas se avolumam e o baixo astral toma conta, na hora da despedida, enfim, é que aprendemos a dar valor ao encontro. E pegamos o trem outra vez, ansiosos pela próxima estação, com a convicção de que, antes, precisamos fazer a travessia. Como sugere a canção de Milton &#038; Brant, muito do sentido de existir reside neste eterno movimento, neste vaivém, nesta sucessão infinita de ciclos. Ainda que, se o ciclo da vez for negativo, a gente prefira passar rápido por ele, virar logo o disco. Não. Melhor não apressar as coisas e entender que há um tempo certo para cada ciclo – há o tempo de plantar e o tempo de colher, como diz a Bíblia.</p>
<p>Claro que isso não justifica qualquer tipo de conformismo, de esperar sentados que se acabe a tempestade. Embora os ciclos sejam naturais, é preciso descobrir a razão que nos levou pro buraco e mudar, na gente mesmo, aquilo que possa estar fora do lugar, antes de desfrutar do ciclo seguinte (que esperamos virtuoso). “Sair dessa”, romper o ciclo vicioso, depende de estar com a mente em ordem e o coração aberto, tranquilo. Então, aprenda a se despedir, encare suas perdas, acene de longe para o que ficou lá atrás. Parta sem ter planos, volte quando quiser. E esteja certo de que sua viagem vai ser muito prazerosa, apesar dos pesares. “Me dê um abraço, venha me apertar, tô chegando&#8230;”</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/12/14/encontros-e-despedidas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A arte de ser jornalista</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/a-arte-de-ser-jornalista/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/a-arte-de-ser-jornalista/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 17:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Na academia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=1650</guid>
		<description><![CDATA[Ana Luiza Abdala José, estudante de Jornalismo do Ielusc, em relato a partir do filme &#8220;O Escafandro e a Borboleta&#8221;
Um jornalista pode ter talento, mas ele não exerce bem sua função se não for um bom observador e não souber usar a memória. Para escrever, não basta ter mãos. É preciso muito mais que isso. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Luiza Abdala José, estudante de Jornalismo do Ielusc, em relato a partir do filme &#8220;O Escafandro e a Borboleta&#8221;</p>
<p>Um jornalista pode ter talento, mas ele não exerce bem sua função se não for um bom observador e não souber usar a memória. Para escrever, não basta ter mãos. É preciso muito mais que isso. Primeiramente, é preciso observar o mundo com outros olhos, observar um mundo que os outros não conseguem ver.</p>
<p>Para escrever, são necessários dedicação e inspiração. Inspiração essa que alguns têm ao ouvir música, ao ler um livro ou um jornal, ao ver um filme. Para alguns, é preciso passar por uma situação difícil para querer colocar as emoções no papel.</p>
<p>Como no filme, algumas pessoas só passam a enxergar um mundo diferente quando não podem mais fazer parte de seu próprio mundo. É a partir daí que podem surgir muitas novas ideias. Mas, como dito no filme, “um texto não existe até que seja lido”. Não adianta escrever ótimos textos e mantê-los em segredo. A magia da escrita está justamente nessa conexão com o leitor.</p>
<p>Emoções podem ser transformadas em palavras, fatos do cotidiano podem virar textos, mas se não forem lidos será como se não existissem, como se fossem relatos seus para você mesmo. Seria o mesmo que escrever uma música e não ter ninguém para ouvi-la, produzir um filme e não ter ninguém para vê-lo.</p>
<p>Um jornalista quer escrever tudo o que vê, sempre que puder. E, para ser um jornalista completo, precisa de alguém para ler o que escreve. E o jornalista tem que fazer o possível para se conectar com o leitor. Até porque, o que seriam dos jornalistas sem os leitores?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/a-arte-de-ser-jornalista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mammas &amp; tomates</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/mammaes-tomates/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/mammaes-tomates/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 12:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas da vida]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=1623</guid>
		<description><![CDATA[César Döhler
Uma festa em São Paulo envolve um grande grupo de voluntárias, as &#8220;Mammas da São Vita&#8221;, que fazem pratos servidos ao público. A renda é revertida para uma creche que atende 100 crianças. A fotografia publicada pela imprensa mostrando as mammas em ação nos leva à reflexão. Em um ambiente dos mais descontraídos, os tomates &#8220;voam&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>César Döhler</em></p>
<p>Uma festa em São Paulo envolve um grande grupo de voluntárias, as &#8220;Mammas da São Vita&#8221;, que fazem pratos servidos ao público. A renda é revertida para uma creche que atende 100 crianças. A fotografia publicada pela imprensa mostrando as <em>mammas </em>em ação nos leva à reflexão. Em um ambiente dos mais descontraídos, os tomates &#8220;voam&#8221; antes de ser transformados em comidinhas gostosas, que vão fazer as crianças felizes. O show de malabarismo e irreverência das <em>mammas </em>é contagiante. Elas têm uma energia e grandeza que nos orgulha de ser brasileiros. Esse país não é mole, não. É uma pena que está faltando ética, e a corrupção é uma vergonha para a pátria. Vamos seguir o exemplo das <em>mammas </em>que fazem de tudo para ver uma criança feliz, alegre a cantar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/mammaes-tomates/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Maravilha da tecnologia&#8230;</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/maravilha-da-tecnologia/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/maravilha-da-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 12:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas da vida]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=1621</guid>
		<description><![CDATA[César Döhler
Uma revolucionária tecnologia, sem cabos nem chips, dispensa bateria e não há sequer necessidade de conexão. Compacto e portátil, cabe e pode ser usado em qualquer lugar. Fica em funcionamento durante o tempo que quisermos, mesmo sem haver tomada elétrica. Não precisa ser reiniciado. As páginas são escaneadas opticamente, levando a informação até o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>César Döhler</em></p>
<p>Uma revolucionária tecnologia, sem cabos nem chips, dispensa bateria e não há sequer necessidade de conexão. Compacto e portátil, cabe e pode ser usado em qualquer lugar. Fica em funcionamento durante o tempo que quisermos, mesmo sem haver tomada elétrica. Não precisa ser reiniciado. As páginas são escaneadas opticamente, levando a informação até o cérebro. Alguém sabe o nome dessa maravilha? É o livro. Esse cara é um companheiro de todas as horas. Não reclama, não enche o saco e vive nos ajudando nas nossas dúvidas e dificuldades. Viva o livro nosso de cada dia.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/maravilha-da-tecnologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Corre vida nos rios</title>
		<link>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/corre-vida-nos-rios/</link>
		<comments>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/corre-vida-nos-rios/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 12:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas da vida]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/?p=1619</guid>
		<description><![CDATA[[O parceiro César Döhler produziu o comentário que segue a partir de uma fotografia publicada pelo jornal A Notícia]
As cidades precisam cuidar melhor dos seus rios. É o que se faz com o Rio Glomma, que fica na fronteira entre a Noruega e a Suécia. O lugar é uma atração onde as pessoas vão para ler, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>[O parceiro César Döhler produziu o comentário que segue a partir de uma fotografia publicada pelo jornal A Notícia]</em></p>
<p>As cidades precisam cuidar melhor dos seus rios. É o que se faz com o Rio Glomma, que fica na fronteira entre a Noruega e a Suécia. O lugar é uma atração onde as pessoas vão para ler, descansar, fazer uma refeição ou ficar de papo pro ar. Os barcos navegam tranquilamente, o rio é límpido e a água, relaxante. O poder público instalou bancos onde as pessoas podem sentar e viver a vida. Enquanto isso, o Cachoeira segue triste pelo seu curso. Salvemos o Cachoeira!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadodecomunicacao.com.br/blog/2010/06/04/corre-vida-nos-rios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

