Informação é coisa séria!

Comunicação empresarial não é coisa só de gente grande

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Artigo publicado em 19/10/2011 no portal Noticenter

Por Marília Cardoso – Jornalista, especialista em Comunicação Empresarial

Um dos maiores equívocos cometidos pelos pequenos e médios empresários é o de achar que comunicação é algo apenas para grandes empresas. Ledo engano. Ter uma sólida estrutura de comunicação empresarial é algo tão vital quanto a qualidade dos produtos ou serviços que a empresa oferece.

São muitos os motivos pelos quais a comunicação tem se tornado tão estratégica e fundamental para as empresas. Talvez os mais significantes sejam a revolução causada pelos avanços em tecnologia e em telecomunicações.

Primeiramente, a disseminação da tecnologia tem feito com que produtos e serviços tenham se tornado praticamente commodities. Ter maquinários de última geração capazes de criar produtos inovadores e que não sejam facilmente copiáveis deixou de ser uma exclusividade das grandes corporações. Eis uma das vertentes da globalização.

Paralelamente, as transformações originadas pela internet fizeram com que o poder mudasse de lado. Se antes estava com as empresas, agora está com o consumidor, que em questão de alguns cliques consegue compartilhar suas experiências positivas ou negativas com as marcas para milhões de usuários da rede em todas as partes do mundo.

Então, como sobreviver neste cenário? Investindo em comunicação empresarial! Não há outra saída. As chamadas empresas low profile – ou adeptas da política do “nada a declarar” –, se ainda não morreram, devem estar agonizando. Na era da informação não haverá espaços para quem não estiver disposto a ser comunicar (e muito bem).

Assim, jornalistas, relações públicas e demais profissionais de comunicação estão cativando uma cadeira ao lado dos CEOs, ajudando-os a enxergar e agir neste novo contexto, onde o que vale não é a qualidade ou o preço, e sim a credibilidade conquistada por meio de um relacionamento sólido e transparente.

Cabe a estes profissionais desenvolver um complexo conjunto de ações e processos capazes de reforçar a imagem de uma empresa ou entidade diante de seus públicos, indo de colaboradores a clientes, passando por fornecedores, representantes comerciais, imprensa, associações, ONGs, formadores de opinião, órgãos governamentais, universidades, acionistas.

Por tratar-se de tantos e tão diversos públicos, a comunicação empresarial vai se desdobrando em “sub” áreas, a fim de se focar estrategicamente nas melhores práticas para o diálogo com cada um dos interlocutores de uma organização. A importância dada a cada público depende do ponto de vista de cada uma.

Independentemente do tamanho da empresa, o primordial é cuidar do público interno. Se os colaboradores da companhia não se sentem motivados e valorizados, certamente apresentarão pouco rendimento e estarão atentos às oportunidades que surgirem no mercado. Para garantir um clima organizacional favorável, a comunicação interna ou o endomarketing assumem características fundamentais.

Também não se pode esquecer a importância de um projeto de branding. Toda empresa deve ter um nome, logomarca, materiais institucionais, catálogos de produtos ou serviços e, logicamente, um bom site, que deve ser de fácil navegação, bonito e informativo.

Com a “casa” em ordem é hora de começar a se posicionar perante os meios de comunicação em massa – seja para lançar campanhas publicitárias ou fornecer conteúdos relevantes para o editorial dos veículos por meio de uma boa assessoria de imprensa. Mesmo com linguagens e estratégias bastante diferentes, ambas terão como missão central o aumento da visibilidade da marca.

Dados estes três importantes passos, cabe a cada empresa definir que caminho seguir. As ferramentas são muitas e variadas, cabe apenas saber onde se quer chegar – pois para quem não sabe isso exatamente, qualquer lugar serve. E lembre-se sempre que esta é uma estrada sem volta. Percorrê-la é essencial para o bom desempenho de sua empresa. Boa caminhada!

Confiança é pressuposto, por Guilherme Diefenthaeler

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*Artigo de Guilherme Diefenthaeler publicado no jornal A Notícia em 11 de julho.

No casamento, na educação dos filhos ou na gestão da empresa, confiança é pressuposto fundamental – e não permite meios-termos. Ou a gente confia ou não confia, que a mulher (vale pro marido, claro!) aposta tanto quanto nós no sucesso do casamento, sem precisar de detetive pra provar a fidelidade dela (ou dele) quando surge alguma pulga atrás da orelha. Se há pulga, não há confiança, a relação não vai longe. Com os filhos, também. É preciso construir com eles um laço sólido e transparente, ao ponto de que jamais hesitem em dizer a verdade, seja lá sobre o que for. Enfim, que confiem nos pais como parceiros na vida.

E no mundo dos negócios? Dá para ter confiança no outro – funcionário, fornecedor, cliente? Não só dá como é o único jeito de erguer um empreendimento duradouro, à medida que você se cerca de pessoas a quem entrega seu espaço de trabalho, seus projetos profissionais, suas expectativas de crescimento. Formar uma equipe qualificada de colaboradores vai além de examinar o número de estrelas no currículo de cada um. A confiança nos atributos do “time” e a convicção de que se empenharão ao máximo para cumprir com suas responsabilidades são aspectos que garantem a consistência de qualquer empresa. O princípio cabe, também, para fornecedores e clientes, guardadas as distinções de cada um desses segmentos.

A comunicação tem tudo a ver com isso. Quanto mais aberta ela for, quanto mais amplas as frentes de interação ela produzir, mais “confiável” será a empresa diante dos públicos que a rodeiam. Entre outros efeitos, as pesquisas já demonstram que o consumidor, lá na ponta do processo, tende a preferir a marca na qual confia. Zelar pela confiabilidade da empresa e transmitir essa percepção por meio dos instrumentos disponíveis são, assim, desafios para jornalistas, RPs, publicitários, profissionais de marketing e muitos outros que abraçam o instigante universo da comunicação corporativa. Pode ocorrer, naturalmente, de a confiança ser rompida ou colocada à prova. De novo, caberá à comunicação promover esforços para que o equilíbrio (vital) seja restituído.

Presença em seminário de pós-graduação

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Guilherme Diefenthaeler esteve em Florianópolis no sábado, a convite do professor Aldo Schmitz, para participar de seminário profissional que integra a grade da pós-graduação em Gestão da Comunicação Pública e Empresarial, uma realização da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) em convênio com o Instituto Superior de Comunicação (Iscom). Guilherme foi falar sobre a prática do jornalismo corporativo, a partir dos estudos que resultaram no livro “Jornalismo Empresarial: Isso é Possível?”, lançado no ano passado pela Mercado de Comunicação.

Jornalistas apresentam experiências em pós-graduação

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O jornalista Guilherme Diefenthaeler, diretor da agência Mercado de Comunicação, de Joinville, é um dos palestrantes do primeiro seminário avançado de 2011 na pós-graduação em Gestão da Comunicação Pública e Empresarial, uma realização da Universidade Tuiuti, em convênio com o Instituto Superior de Comunicação (ISCOM) e com apoio da Associação Catarinense de Imprensa (ACI). Neste sábado, a partir das 10h30, Diefenthaeler fala sobre a prática do jornalismo no meio corporativo, apresentando uma síntese das conclusões do estudo que deu origem ao livro “Jornalismo Empresarial: Isso É Possível?” (editora Mercado de Comunicação, 2010). Outros três profissionais compartilham experiências ao longo do seminário, que se inicia nesta sexta-feira à noite, no campus da UFSC, em Florianópolis: Carlos Stegemann, diretor da PalavraCom, que trata de assessoria de imprensa; Déborah Almada, da AllPress, com uma apresentação sobre agências de comunicação; e Geraldo Lion, da ExpecTV, sobre mídia training. O curso tem a coordenação do professor Aldo Schmitz.

Assessoria de Imprensa Mercado de Comunicação

Do outro lado do balcão

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*Artigo escrito por Guilherme Diefenthaeler. Publicado em 26 de maio no Jornal A Notícia.

Estruturas montadas com o propósito de aproximar instituições que “são notícia” – como empresas, ONGs e órgãos públicos – da mídia, conscientizando-as da importância de se estabelecer aí uma via de duas mãos, as chamadas assessorias de imprensa nem sempre dizem a que vieram. Ao menos na visão dos profissionais que atuam em veículos, e estão no alvo desse trabalho, só “às vezes” as assessorias colaboram com o processo de apuração jornalística, viabilizam as entrevistas solicitadas e dominam os assuntos em pauta, além de comumente enviar informações desnecessárias e tentar “vender o peixe” do assessorado a qualquer preço. O retrato, apresentado em pesquisa do professor Aldo Antonio Schmitz, no competente estudo sobre “Fontes de Notícias” para o mestrado em jornalismo da UFSC, sugere, entre outros aspectos, o distanciamento de muitas assessorias de imprensa do real objeto de seus clientes. Várias delas fazem uma divulgação superficial e sem foco – sintoma frequente do desconhecimento da realidade mais ampla das organizações abordadas.

Na tentativa de suprir essa lacuna, sensibilizadas por agências, algumas empresas abrem portas e janelas para o mergulho dos assessores, em processos de integração que vão permitir, adiante, uma precisão maior das atividades de difusão jornalística. Para tanto, “conhecer” o cliente por dentro é fundamental, e tal esforço já pode ser visto como tendência, que no futuro irá resultar em uma melhor avaliação dos assessores pelos colegas de veículo.

Em alguns momentos, o assessor experimenta a rica oportunidade de sentir isso na pele, saltando para o outro lado do balcão e, sem querer, colocando-se na posição de cliente do seu próprio cliente. Foi o que ocorreu comigo há três semanas, quando me internei no Hospital Dona Helena para uma cirurgia de extração da vesícula. Deitado na cama e na maca, pela primeira vez, pude enxergar o Dona Helena de uma nova perspectiva – no caso, horizontal – e me sentir, de fato, como um paciente comum. A experiência veio a fortalecer ainda mais o meu conceito sobre o hospital, no que diz respeito à qualificação de suas equipes e instalações. E irá, sem dúvida, aprimorar o serviço que presto na assessoria.

Marketing Digital, Merchandising e Criação marcaram a segunda noite do Eppa 2011

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*Texto recebido da Assessoria de Imprensa do Eppa 2011.

Dando continuidade à programação do 7º Encontro de Publicidade e Propaganda Acadêmico, os participantes acompanharam três palestras nesta quinta-feira (05/05). A noite começou com Olimpio Araujo Junior, diretor da OAJ Gestão de Marketing e Fundador da rede social “GestordeMarketing.com”. O palestrante apresentou o tema “O papel dos Publicitários no Marketing Digital”, que demonstrou a importância de as empresas se adequarem a este novo canal de relacionamento com o consumidor, sobretudo por seu baixo custo. “É possível reduzir em até 80% os custos com comunicação e marketing utilizando a web”, revelou Olimpio.

Em seguida, foi a vez de Regina Blessa, consultora especializada em merchandising. A palestrante fez uma elogiada apresentação sobre as técnicas e estratégias de merchandising no ponto de venda e mostrou uma série de cases de sucesso, além do que não deve ser feito no PDV. Segundo Regina, “é preciso dar aquilo que o cliente quer, de uma maneira gostosa e bonita.” Para encerrar a noite, os sócios Marcelo Fausto e Marcos Moreira apresentaram as estratégias de criação do Estúdio Nagô, o primeiro estúdio de fotografia e ilustração a se consolidar com foco no mercado da moda em Santa Catarina.

Nesta sexta-feira, o Eppa receberá dois profissionais de peso para fechar a semana de palestras. Ana Iwancow, publicitária com experiência de 29 anos em agências de publicidade e veículos de comunicação, abordará o tema “Mídia”. Para discutir sobre TV Digital, o evento receberá Romeiro Vieira da Rosa, diretor de operações da TV Digital da RBS/SC, que vai mostrar na prática a nova tecnologia digital. Os organizadores do Eppa 2011 informam que a palestra ”Estratégias Digitais”, que seria ministrada por Fabiano Goldoni, foi cancelada por motivos alheios ao controle e à organização do evento. A organização lamenta e pede desculpas aos participantes pelo ocorrido.

Na noite de hoje, entre as duas palestras, também serão revelados os ganhadores do Prêmio Exit/IELUSC, concurso que premiará as melhores peças publicitárias produzidas por acadêmicos sobre o tema “Maltratar é irracional”, referente aos maus tratos aos animais. Os participantes terão uma boa surpresa na apresentação do prêmio, que será comandada por um personagem especial. Para quem não puder comparecer, o conteúdo pode ser acompanhado pelos tweets do Eppaminondas, o mascote do Eppa, em @eppa2011.

No sábado pela manhã, o evento inicia com os diversos workshops, no BOM JESUS/IELUSC. Para os interessados em participar, há vagas disponíveis por R$15. O Eppa encerra suas atividades em 2011 com um almoço comemorativo durante a tarde, reunindo acadêmicos e profissionais nas Cabanas do Oásis (Rua Agrolândia – bairro Glória). Mais informações no site  www.eppa.ppg.br.

Eppa 2011 começa com tudo. Palestras continuam hoje em Joinville

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*Texto recebido da Assessoria de Imprensa do Eppa 2011

Muito conteúdo, troca de ideias e diversão ontem na abertura da 7º Encontro de Publicidade e Propaganda Acadêmico. Uma noite de grandes palestras abriu a edição de 2011 e surpreendeu muitos participantes. A repercussão foi grande no Twitter de Eppaminondas, o mascote do Eppa 2011, e evidenciou a satisfação do público.

A responsabilidade de dar o pontapé inicial ficou a cargo de Karlan Muniz, consultor nas áreas de Marketing, Branding e Comunicação, com o tema “O consumidor e as marcas: a lógica por trás do sucesso”. Com um tema instigante e muito carisma, Karlan empolgou a galera ao dar boas dicas como “quanto maior e mais rico o imaginário em torno da marca, menor a capacidade da concorrência igualar.”

Em seguida, foi a vez do diretor de Planejamento da agência F.Biz (São Paulo), Luiz Felipe Barros, falar sobre “Planejamento Estratégico”. O palestrante apresentou uma série de cases em que o planejamento fez a diferença e demonstrou a importância em se planejar as ações de comunicação. “O bom planejamento é o camisa 10. Precisa ter visão de jogo, precisa dar suporte para fazer a coisa acontecer, armar o gol”, afirmou Luiz Felipe.

Com duas grandes palestras, a responsabilidade cresce. Os organizadores estão concentrados para continuar realizado um evento de qualidade. Logo mais, o Eppa receberá  mais três palestras com grandes profissionais. Olimpio Araujo Junior, diretor da OAJ Gestão de Marketing e Fundador da rede social “GestordeMarketing.com”, a apresentará a palestra “O papel dos Publicitários no Marketing Digital”; Regina Blessa, autora dos livros “Merchandising no Ponto-de-Venda” e “Merchandising Farma”, vai falar sobre Merchandising; e, para encerrar, os profissionais do Estúdio Nagô, o fotógrafo Marcelo Fausto e o ilustrador Marcos Moreira, falarão sobre Criação. Para quem não puder comparecer, as palestras podem ser acompanhadas pelos tweets do Eppaminondas, em@eppa2011.

A 7ª edição do Eppa acontece até o próximo sábado (07/05) na Mitra Diocesana, em Joinville. O evento é organizado pelos acadêmicos do 7º período de Publicidade e Propaganda do BOM JESUS/IELUSC e tem como principal objetivo a interação entre acadêmicos e profissionais para discutir assuntos ligados à comunicação. Ainda dá tempo de se inscrever para participar das palestras e workshops. Mais informações no site  www.eppa.ppg.br.

Serviço:

O quê: Eppa 2011
Quando: 4 a 7 de maio
Onde: Mitra Diocesana
Rua Jaguaruna, 147 – Centro – Joinville/SC
Quanto: De R$15 a R$55
Informações: (47) 8801-8238 / 8847-0007 / contato@eppa.ppg.br

Foto de Leonardo Vicente

Como as pequenas empresas podem usar as redes sociais?

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Aqui na Mercado de Comunicação começamos a utilizar as redes sociais recentemente. Além do twitter (@mercado_com), temos perfis no orkut criados para divulgação do Prêmio Joinville de Expressão Literária. O desafio diário é saber o que divulgar e como tirar proveito das ferramentas das redes sociais para melhor apresentar a empresa para clientes, parceiros e comunidade em geral. Para quem também está se aventurando nessa área, segue um artigo publicado no site da Revista Exame PME, com algumas dicas para melhor utilizar as redes sociais.
Como as pequenas empresas podem usar as redes sociais?

Respondido por Daniela Khauaja, especialista em marketing*

São Paulo – Muitas companhias utilizam as redes sociais ainda de modo passivo, ou seja, só monitoram o que se fala da marca. Esse monitoramento é imprescindível para grandes organizações e existem até empresas especializadas em prestar esse serviço.

As PMEs podem utilizar as redes sociais para gerar idéias. Sugiro começar convidando sua comunidade pessoal (seus contatos) a conhecer sua empresa. Depois incentive as pessoas a colaborarem na criação de novos produtos, serviços ou idéias.

Essa não é mais uma maneira de anunciar seus produtos. Sua empresa deve ser convidada a participar das comunidades pelos seus integrantes. O primeiro mandamento é descobrir como ser interessante a ponto de ser convidado. Depois, a interação deve ser contínua. Como em toda ação de marketing, para investir nas redes sociais, as empresas devem determinar objetivos, dedicar recursos e mensurar os resultados.

Atenção: só será possível engajar as pessoas a participar se for algo interessante para elas, afinal as comunidades são formadas com base em critérios de interesse.

Procure oferecer serviços e informações relevantes, como as últimas novidades ou as tendências de seu setor de atuação. Assim, sua empresa pode se tornar conhecida como especialista em determinado assunto. A partir desse ponto, as redes sociais podem ajudar a construir sua marca.

As vendas também podem ser impulsionadas pelas ferramentas de redes sociais já que muitos consumidores tomam decisões de compra baseadas nas recomendações de suas comunidades.

Além disso, é possível construir e manter relacionamento com clientes. Com o crescimento da sua empresa, será preciso orientar seus colaboradores a falar sobre sua marca ou ainda contratar uma agência para fazer sua comunicação nas redes sociais. Tenha muito cuidado pois um único comentário infeliz pode causar danos para a imagem da marca.

*Daniela Khauaja é especialista em marketing pela Western International University de Londres e coordenadora da área de marketing de pós-graduação da ESPM

Muito além da comunicação

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O papel das agências de comunicação vai além… da comunicação. É o que se aponta no anuário da Mega Brasil. “Chega-se a um novo ciclo, em que, mais do que comunicação, as organizações querem de seus parceiros estratégias, diagnósticos, pesquisas, aconselhamentos, críticas, olhares, muito know-how, e, claro, junto com tudo isso, inteligência e ações planejadas para melhorar a imagem e os negócios”, afirma o texto do guia. A publicação traz alguns exemplos de agências que estão se alinhando ao novo perfil descrito. Uma delas é a CDN, destacada como pioneira no “alargamento de suas fronteiras” de atuação e, hoje, com nada menos que 18 núcleos de negócios. “Seguimos, de um lado, as demandas do mercado e dos clientes, e, de outro, usamos nossa capacidade empreendedora e nossos talentos para fazer o caminho inverso e chegar ao mercado com produtos, serviços e ideias novas. O resultado é essa estratégica diversificação que atingimos, o que nos torna uma agência completa, que oferece praticamente tudo o que os cliente precisam em termos de comunicação, com a óbvia sinergia que isso gera em termos de ação e resultados”, raciocina o presidente da CDN, João Rodarte. No entendimento de Cláudia Rondon, da RP1, também entrevistada pelo anuário, o trabalho das agências vai-se tornando cada vez mais estratégico e próximo do poder decisório dos clientes. Segundo ela, já faz parte do rol de atividades das agências a orientação para clientes em momentos de expansão, quanto à natureza dos mercados em que pretendem atuar, em busca de sinalizadores para um diagnóstico adequado e para planejar a comunicação dessa operação. “Estratégicos, somos mais requisitados; mais requisitados, somos mais estratégicos. E, nesse círculo virtuoso, além de ampliar os negócios, fidelizamos mais os clientes.”

(Segunda-feira tem mais.)

O perfil do profissional ideal

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São intermináveis, e por vezes estéreis, as discussões sobre a identidade do profissional que atenderá aos enormes desafios da comunicação corporativa nestes novos tempos. Quem é o mais talhado para a função, que extrapola a formação de origem de cada uma das especialidades conhecidas? Para Ciro Dias Reis, da Abracom, é o de menos. “Se faremos isso com jornalistas, relações públicas, publicitários ou outro tipo de profissional, não tem a menor importância. Não importa a cor do gato, desde que ele pegue o rato. O cliente quer solução e nós temos de oferecê-la. E cada vez mais o cliente quer o pacote completo, em vez de ter que comprar soluções parciais de inúmeros fornecedores”, alerta Reis, no Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação e da Comunicação Corporativa. “Nesse novo contexto, precisaremos ainda mais de pessoas e equipes ecléticas, muito bem informadas, com pleno domínio do inglês, que tenham um olhar internacional, formação múltipla e visão ampla de mercado.” Espera-se que a academia esteja atenta para repensar em parte os currículos dos cursos de comunicação, levando em conta o perfil apresentado pelo dirigente da Abracom. Aí é que estarão as oportunidades de trabalho no futuro.

(Amanhã tem mais.)

Mercado de Comunicação

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