Informação é coisa séria!

Projeto Hospirrisos

Cidadania, Variedades Seja o primeiro a comentar »

O projeto Hospirrisos – Agentes da Alegria abre as portas para o público. Se você tem interesse em fazer parte da trupe, participe da primeira reunião de 2010, que acontece na sexta-feira (19/02), às 19 horas, no auditório do Hospital Dona Helena, no quarto andar.

Secretaria de Saúde organiza vacinação contra gripe A

Cidadania, Variedades Seja o primeiro a comentar »

Texto divulgado pela Secretaria de Comunicação no site da Prefeitura de Joinville

Os profissionais da Secretaria da Saúde de Joinville responsáveis pela vacinação contra o vírus H1N1 se preparam para o início da imunização contra a gripe A, que deve iniciar no mês de março. Em fevereiro, a secretaria promoverá capacitação com o objetivo de treinar e atualizar médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares para a aplicação da nova vacina.

Seguindo o cronograma elaborado pelo Ministério da Saúde, na primeira etapa, de 8 a 19 de março, serão imunizados os trabalhadores que atuam na área da saúde e os indígenas. De 22 de março a 2 de abril, é a vez das gestantes, pessoas com problemas crônicos e crianças de seis meses a dois anos. Na terceira etapa, de 5 a 23 de abril, serão imunizados adultos de 20 a 29 anos, e por último, de 24 abril a 7 de maio, idosos com doenças crônicas.

A vacinação será realizada nos postos de saúde da Atenção Básica da cidade, com o objetivo de diminuir os riscos de contaminação e intensificar o cuidado, principalmente nos grupos mais vulneráveis.

O jornalismo, ensino e regulamentação profissional

Cidadania, Idéias, Jornalismo, Na academia Seja o primeiro a comentar »

Por Samuel Lima, jornalista e professor universitário. Doutor em “Mídia e Teoria do Conhecimento” (UFSC, 2005).

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, pondo fim à obrigatoriedade da formação superior para o exercício do jornalismo, abre uma profunda crise na profissão e no ensino do jornalismo no País. Ganham os “barões” da mídia, a dúzia de famílias que controla as comunicações no Brasil. Perdem os jornalistas e a sociedade, num risco iminente à democracia. A primeira demonstração veio, ato contínuo à decisão: montados numa cobertura parcial e rasteira, os donos da mídia se autotransformaram em paladinos da “democracia” e da “liberdade de expressão”.

Tal crise abre uma raríssima oportunidade de se promover uma discussão à altura dos impasses que o jornalismo enfrenta no limiar da chamada convergência digital. Proponho uma reflexão em duas dimensões indissociáveis: (1) a necessidade de qualificação do ensino superior em jornalismo, com sensível redução do número de cursos, e (2) a instituição de uma regulamentação profissional que impeça um massacre trabalhista da categoria. Parto da compreensão de que o jornalismo é forma de conhecimento social, de altíssima relevância pública, e que por isso mesmo não pode ficar refém de fórmulas rasas como “talento”, “moral”, “vocação” e “técnica”.

O jornalismo do Gilmar

O voto do presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, deve entrar para o museu das relações entre o Judiciário e os donos da mídia. Sem disfarce, Mendes assumiu integralmente as teses que os empresários da comunicação defendem há pelo menos duas décadas. O voto é marcado pela confusão intencional entre o exercício da profissão e a suposta defesa da “liberdade de expressão”. Ao fim, desemboca no acolhimento de algo que é muito mais precioso aos patrões: “São os próprios meios de comunicação que devem estabelecer os mecanismos de controle quanto à contratação, avaliação, desempenho, conduta ética dos profissionais do jornalismo. Poderão as empresas de comunicação estipular critérios de contratação, como a especialidade em determinado campo do conhecimento, o que, inclusive, parece ser mais consentâneo com a crescente especialização do jornalismo no mundo contemporâneo”.

O STF tenta transformar a regulamentação profissional num monopólio patronal. Trata-se de uma irresponsabilidade histórica, no momento em que o mundo civilizado busca saídas para uma crise econômica gerada pela mesma lógica: a sanha desregulamentadora, o mito neoliberal de que o mercado seria o fim da caminhada humana e o nirvana da justiça social. No entanto, o argumento é até natural, se considerarmos o que Mendes entende por jornalismo: “O jornalismo é a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada. Os jornalistas são aquelas pessoas que se dedicam profissionalmente ao exercício pleno da liberdade de expressão”.

Ora, o exercício cotidiano da profissão tem como produto principal a notícia. E isso nada tem a ver com liberdade de pensamento ou de expressão da sociedade, coisas que estão garantidas pelo amplo acesso à mídia de especialistas, colunistas, colaboradores de outras áreas de conhecimento que escrevem regularmente para os diferentes meios de comunicação. Qualquer levantamento empírico derruba esse argumento.

Como produtor social de sentidos, no plano simbólico, mediador entre os acontecimentos e o público, o jornalismo se consolidou como forma de conhecimento social que precisa ser valorizada como tal nos dois sentidos: o profissional, com alto grau de responsabilidade social, e o da área de conhecimento, sobre a qual há muito a apreender e compreender.

Faltou perguntar aos “doutos” do STF o que de fato impede a liberdade de expressão e de manifestação da cidadania: o monopólio da comunicação ou a exigência da formação superior em jornalismo?

A qualificação do ensino superior

A mercantilização do ensino superior, a partir de 1994, com a expansão sem critérios da oferta de cursos privados, configurou um modelo hoje, ao que tudo indica, esgotado e que começa a definhar. É crescente a taxa de ociosidade nas matrículas, assim como a saturação do mercado de trabalho, em diversas áreas e profissões.

A formação de jornalistas está imersa nessa crise do modelo do ensino superior privado. Após o inchaço chegou o movimento de retração, marcado por fechamento de instituições e cursos, fusões, compras e vendas, abertura de capital (caso da Estácio de Sá e Anhanguera). É o momento adequado para que todos os envolvidos (Estado e seus entes reguladores, Fenaj, sindicatos, docentes e alunos/as) discutam a questão e apontem saídas. Não é possível deixar como está. Afinal, que tipo de interesse público poderia justificar a oferta de oito cursos de jornalismo em cidades como Curitiba e Brasília? Ou ainda que o sul do País tenha 54 cursos, número superior ao total das escolas de jornalismo, por exemplo, na Itália?

Um novo critério de avaliação e renovação das autorizações de funcionamento deve ser adotado, imediatamente. Algo conectado a três questões fundamentais: qualificação do corpo docente (titulação e experiência), projeto pedagógico de curso e infraestrutura disponível (compatível com o projeto pedagógico e as necessidades da formação superior). Um último critério deve ainda ser observado, que é o mercado de trabalho na cidade e/ou região do curso.

A urgente regulamentação profissional

No mesmo grau de importância, a crise gerada pela decisão do STF descortina a oportunidade de a categoria profissional aprimorar uma regulamentação, via Congresso Nacional.

Uma proposta de regulamentação da profissão precisa, além de contemplar salvaguardas para o exercício diário do jornalismo, do ponto de vista das relações capital-trabalho, instituir uma forma de acesso à profissão, como um Comitê Tripartite (jornalistas, empresários, Estado) ou Conselho Federal dos Jornalistas. As alternativas já estão sendo discutidas pela Fenaj, sindicatos, ABI e demais entidades da área.

O mercado não demonstra o menor interesse em investir na formação adequada e, quando o faz, se restringe a cursos que se limitam a reforçar o conteúdo desenvolvido nas escolas de jornalismo. Não por acaso, as Organizações Globo, não obstante defender a decisão do STF, divulgou nota oficial na qual assume uma posição clara em defesa das escolas.

Os defensores da profissão como simples “ofício” ou “vocação” prestam um desserviço ao jornalismo e ao interesse público. Nos últimos trinta anos, algumas gerações de pesquisadores se dedicaram a estudar o jornalismo como forma de conhecimento fundamental à formação da opinião cidadã e à democracia, propondo o aprofundamento do aporte epistemológico e do domínio técnico. Tal conhecimento acumulado indica o caminho de valorização e qualificação do ensino, e por consequência dessa profissão que encerra alta relevância social.

“É preciso agir!”

Cidadania, Coisas da vida Seja o primeiro a comentar »

[Nosso parceiro, e agora colaborador do blog, César Döhler, escreve um post a partir de notícia sobre acidente de trânsito envolvendo um garoto de 19 anos, publicada recentemente nos jornais catarinenses.]

O jovem André nos faz chorar, nesta segunda-feira. É apenas um garoto, que estava começando a sua vida, no frescor de seus 19 anos. O que faz um menino e seu amigo, pilotarem um carro como se fosse um bólido, vivendo as últimas emoções? Amanhã podem ser nossos filhos, parentes ou amigos que pegarão o volante rumo a última viagem. É preciso agir diante de uma tragédia como essa. Muito diálogo, companhias educativas e persistência para ajudar a garotada na difícil tarefa de sobreviver.

Lá vem o Sol…

Cidadania Seja o primeiro a comentar »

São Pedro parece estar, outra vez, de bom-humor. Aleluia, temos um dia de Sol em Joinville. Sim, faz Sol na Terra da Chuva! A onda de solidariedade que se ergueu, em todo o país, vai contribuir em muito para suavizar as conseqüências da tragédia catarinense, mas tomara que o céu azul não reduza o ímpeto das autoridades em ir direto ao ponto e, além de reconstruir o que o temporal derrubou, efetivamente trabalhar em ações de contenção de cheias, retirada de áreas residenciais de locais potencialmente perigosos e outras providências voltadas à prevenção de novos desastres, amanhã ou depois…

Enquanto isso, em Chuville…

Cidadania, Outros Seja o primeiro a comentar »

Chove canivetes lá fora. Há uns 50 dias, chove praticamente um dia sim, o outro também. Pra ser mais exato, nas últimas sete semanas, só não caiu água do céu no sábado passado, quando um sol de rachar recebeu os músicos do Festival de Jazz. A “precipitação pluviométrica” chega a níveis assombrosos e faz a gente pensar no papel do homem sobre o avanço desse tipo de fenômeno – ou é impressão que há alguns anos chovia com menos intensidade, e que coisas como efeito estufa e desmatamento vêm contribuindo para enviesar as estações do ano, com um descontrole que assusta? Assusta, também, o panorama de Joinville neste sábado: o centro da cidade debaixo da água, pessoas desabrigadas, ruas importantes alagadas… Desafios pela frente pro novo prefeito.

Desliguem o ventilador!

Cidadania, Outros Seja o primeiro a comentar »

Por definição, o segundo turno de uma campanha eleitoral deveria servir para aprofundar a discussão das propostas entre os dois candidatos que dividiram a ponta, no ranking da primeira fase. Deveria… Alinhados os apoios dos derrotados, em um lado ou no outro, interessa ao cidadão que votou nos líderes (e ao que não votou) conhecer melhor suas plataformas, para reafirmar convicções, decidir quem merece sua confiança, quem, a seu juízo, tem (mesmo) condições de fazer alguma coisa, na gestão seguinte, em benefício efetivo da comunidade (jamais em benefício próprio). O problema é que raras vezes a campanha rumo ao turno decisivo de uma eleição, mais ainda no caso das municipais, restringe-se ao saudável terreno das idéias. Os candidatos ficam a trocar farpas, buscando podres no opositor, fuçam na vida pessoal de cada um, e perdem tempo precioso que deveria ser usado para clarear a mente do eleitor indeciso. Um dia, quem sabe, vai-se cumprir o pacto usual de se promover campanhas limpas! Ao internauta que nos visita, o conselho: se o seu candidato costuma jogar sujeira no ventilador, talvez ele não seja digno do seu voto…

Grifes amigas dos bichos

Cidadania 1 Comentário »

O debate é candente: faz algum sentido, ainda, utilizar animais para testar produtos de higiene e limpeza voltados ao consumo humano? Intensifica-se uma corrente científica que se opõe a essa prática, partindo do princípio de que, primeiro, não haveria comprovação quanto à eficácia de tais testes e, também, porque a própria evolução da ciência já ofereceria alternativas mais adequadas em laboratório sem causar danos a animais de qualquer espécie. Uma ONG que estuda o assunto e divulga conclusões precisas, sem ranços, é o Instituto Nina Rosa – clique para conhecer o site da entidade. O instituto propagandeia nomes de fabricantes amigos dos bichos, que não realizam testes com animais. Algumas delas: Avon, Davene, Farmaervas, Gilllette, Revlon, Weleda, Wella, Embelleze, Natura, O Boticário e Ypê. Lembre-se delas nas suas próximas compras de cosméticos ou material de limpeza/higiene.

Diga não aos poluidores da cidade

Cidadania Seja o primeiro a comentar »

Um passeio pelas ruas centrais de Joinville impressiona pelo volume de placas e cartazes propagandeando candidatos que poluem a área urbana nesta temporada pré-eleitoral. Infelizmente, os políticos não repetiram o acordo de pleitos anteriores que propunha uma “campanha limpa”, partindo do princípio de que essa profusão de placas não rende um voto sequer, deixa a cidade mais feia, irrita o eleitorado e permanece por aí mesmo depois da eleição. O ideal, nessa circunstância, seria um pacto coletivo para rejeitar terminantemente o candidato que compactuasse com a estratégia das placas-por-tudo-quanto-é-canto. Problema: se o eleitor fizer assim, não vai sobrar ninguém para votar…

Novos hábitos sustentáveis

Cidadania, Publicações institucionais Seja o primeiro a comentar »

Mais dados da pesquisa feita pela Aberje com assessores de políticos e de empresas sobre comunicação & sustentabilidade, referida no post anterior. Impulsionados, acredite-se, pelo grave noticiário dando conta de que é preciso “fazer alguma coisa” no dia-a-dia de cada cidadão para evitar que o futuro se torne insustentável, os entrevistados afirmaram que seus hábitos mudaram (ou “mudaram muito”) nos últimos quatro anos – 85,5% dos assessores de empresas e 70,5% dos colegas que trabalham ao lado de políticos deram esse depoimento. Apenas 3,5% e 7,5%, respectivamente, confessaram que os hábitos “não mudaram”. Quanto às novas atitudes incorporadas, as mais citadas foram, pela ordem: economizar água, separar o lixo, reduzir o consumo de energia elétrica, e em seguida, com percentuais menores, boas práticas como diminuir o consumo de produtos descartáveis, privilegiar produtos “amigos do meio ambiente” e dar preferência a empresas socialmente responsáveis.

Mercado de Comunicação

Mercado de Comunicação
Rua Uruguai, 253 - Floresta
Joinville / SC - CEP 89210-070
Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798