Informação é coisa séria!

Lá vem o Sol…

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São Pedro parece estar, outra vez, de bom-humor. Aleluia, temos um dia de Sol em Joinville. Sim, faz Sol na Terra da Chuva! A onda de solidariedade que se ergueu, em todo o país, vai contribuir em muito para suavizar as conseqüências da tragédia catarinense, mas tomara que o céu azul não reduza o ímpeto das autoridades em ir direto ao ponto e, além de reconstruir o que o temporal derrubou, efetivamente trabalhar em ações de contenção de cheias, retirada de áreas residenciais de locais potencialmente perigosos e outras providências voltadas à prevenção de novos desastres, amanhã ou depois…

Enquanto isso, em Chuville…

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Chove canivetes lá fora. Há uns 50 dias, chove praticamente um dia sim, o outro também. Pra ser mais exato, nas últimas sete semanas, só não caiu água do céu no sábado passado, quando um sol de rachar recebeu os músicos do Festival de Jazz. A “precipitação pluviométrica” chega a níveis assombrosos e faz a gente pensar no papel do homem sobre o avanço desse tipo de fenômeno - ou é impressão que há alguns anos chovia com menos intensidade, e que coisas como efeito estufa e desmatamento vêm contribuindo para enviesar as estações do ano, com um descontrole que assusta? Assusta, também, o panorama de Joinville neste sábado: o centro da cidade debaixo da água, pessoas desabrigadas, ruas importantes alagadas… Desafios pela frente pro novo prefeito.

Desliguem o ventilador!

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Por definição, o segundo turno de uma campanha eleitoral deveria servir para aprofundar a discussão das propostas entre os dois candidatos que dividiram a ponta, no ranking da primeira fase. Deveria… Alinhados os apoios dos derrotados, em um lado ou no outro, interessa ao cidadão que votou nos líderes (e ao que não votou) conhecer melhor suas plataformas, para reafirmar convicções, decidir quem merece sua confiança, quem, a seu juízo, tem (mesmo) condições de fazer alguma coisa, na gestão seguinte, em benefício efetivo da comunidade (jamais em benefício próprio). O problema é que raras vezes a campanha rumo ao turno decisivo de uma eleição, mais ainda no caso das municipais, restringe-se ao saudável terreno das idéias. Os candidatos ficam a trocar farpas, buscando podres no opositor, fuçam na vida pessoal de cada um, e perdem tempo precioso que deveria ser usado para clarear a mente do eleitor indeciso. Um dia, quem sabe, vai-se cumprir o pacto usual de se promover campanhas limpas! Ao internauta que nos visita, o conselho: se o seu candidato costuma jogar sujeira no ventilador, talvez ele não seja digno do seu voto…

Grifes amigas dos bichos

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O debate é candente: faz algum sentido, ainda, utilizar animais para testar produtos de higiene e limpeza voltados ao consumo humano? Intensifica-se uma corrente científica que se opõe a essa prática, partindo do princípio de que, primeiro, não haveria comprovação quanto à eficácia de tais testes e, também, porque a própria evolução da ciência já ofereceria alternativas mais adequadas em laboratório sem causar danos a animais de qualquer espécie. Uma ONG que estuda o assunto e divulga conclusões precisas, sem ranços, é o Instituto Nina Rosa - clique para conhecer o site da entidade. O instituto propagandeia nomes de fabricantes amigos dos bichos, que não realizam testes com animais. Algumas delas: Avon, Davene, Farmaervas, Gilllette, Revlon, Weleda, Wella, Embelleze, Natura, O Boticário e Ypê. Lembre-se delas nas suas próximas compras de cosméticos ou material de limpeza/higiene.

Diga não aos poluidores da cidade

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Um passeio pelas ruas centrais de Joinville impressiona pelo volume de placas e cartazes propagandeando candidatos que poluem a área urbana nesta temporada pré-eleitoral. Infelizmente, os políticos não repetiram o acordo de pleitos anteriores que propunha uma “campanha limpa”, partindo do princípio de que essa profusão de placas não rende um voto sequer, deixa a cidade mais feia, irrita o eleitorado e permanece por aí mesmo depois da eleição. O ideal, nessa circunstância, seria um pacto coletivo para rejeitar terminantemente o candidato que compactuasse com a estratégia das placas-por-tudo-quanto-é-canto. Problema: se o eleitor fizer assim, não vai sobrar ninguém para votar…

Novos hábitos sustentáveis

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Mais dados da pesquisa feita pela Aberje com assessores de políticos e de empresas sobre comunicação & sustentabilidade, referida no post anterior. Impulsionados, acredite-se, pelo grave noticiário dando conta de que é preciso “fazer alguma coisa” no dia-a-dia de cada cidadão para evitar que o futuro se torne insustentável, os entrevistados afirmaram que seus hábitos mudaram (ou “mudaram muito”) nos últimos quatro anos - 85,5% dos assessores de empresas e 70,5% dos colegas que trabalham ao lado de políticos deram esse depoimento. Apenas 3,5% e 7,5%, respectivamente, confessaram que os hábitos “não mudaram”. Quanto às novas atitudes incorporadas, as mais citadas foram, pela ordem: economizar água, separar o lixo, reduzir o consumo de energia elétrica, e em seguida, com percentuais menores, boas práticas como diminuir o consumo de produtos descartáveis, privilegiar produtos “amigos do meio ambiente” e dar preferência a empresas socialmente responsáveis.

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