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Economista lança livro de crônicas

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Economista lança livro de crônicas
Volume reúne textos publicados na imprensa desde 2007

Coletânea de crônicas sobre vivências cotidianas e corporativas, com um olhar voltado também ao dia a dia de Joinville, o livro “Primeira Página”, do economista César Döhler, está sendo lançado pela editora Mercado de Comunicação. A noite de autógrafos será na Livraria Midas, quinta-feira, 17, a partir das 19 horas.

Com 78 páginas, o volume reúne 53 textos compilados pela editora, dividos em três capítulos: “Vida”, “Hora do expediente” e “Minha Terra”. O autor, com longa carreira na área corporativa, é visto como um “cronista de mãos sempre cheias, generoso nos temas e caprichoso ao burilá-los, em busca da melhor forma”, nas palavras do escritor Deonísio da Silva, que assina o prefácio da obra.

César Döhler, segundo Deonísio, “concebe [nas crônicas] metáforas muito significativas, como a de considerar a consciência a caixa preta do existir. Depois de interrompido o voo é que descobrimos o que houve. E na vida da pessoa ocorre algo semelhante“.

À frente da área financeira, em uma empresa industrial, o autor escreve sistematicamente na imprensa de Joinville desde 2007. Entende o ofício como um espaço para partilhar ideias e reflexões sobre a importância de se construir relacionamentos sociais consistentes, estar aberto ao novo, enfrentar os próprios medos e cultivar a alegria de viver.

A Mercado de Comunicação lançou, recentemente, outro livro de crônicas, “Reticências. Sobre o Dito. E o Não Dito”, e um volume sobre comunicação corporativa, intitulado “Jornalismo Empresarial: Isso é Possível”. Os títulos estão disponíveis na editora. Informações: (47) 3025-5999.

Assessoria de Imprensa/Mercado de Comunicação. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS).

Estamos debutando…

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Hoje é dia de comemoração aqui na casa: completamos 15 anos suando a camisa. Abaixo, mensagem sobre o assunto que compartilhamos com os clientes.

Há 15 anos ajudando as organizações a abrir as portas
Porque a comunicação aproxima, promove elos, firma relacionamentos

Desde 1996, a Mercado de Comunicação trabalha para que empresas e organizações em geral estabeleçam relacionamentos sólidos e consistentes com os públicos que as rodeiam. Eis aí o desafio da comunicação: dar voz, firmar laços, iluminar caminhos.

Instituições que se comunicam passam a entender melhor seu papel social, prestam contas, interagem de maneira eficaz com a comunidade. Enfim, abrem portas que jamais se fecharão outra vez.

Ao completar 15 anos, reafirmamos nossa profissão de fé na comunicação feita com seriedade e comprometimento.

Agradecemos a confiança dos clientes e a todos os parceiros de trabalho que já estiveram conosco. É, esse, um trabalho feito a muitas mãos – que tem mais graça e sentido por ser coletivo.

Mercado de Comunicação. Porque comunicação institucional é coisa séria.

De olho na geração Y

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Ultimamente, virou “modinha” fazer o raio-X das visões e do comportamento da chamada “geração Y”. Um pouco disso procede: a tendência é que os profissionais dessa geração façam a roda da economia girar, com um modo de trabalho mais flexível, uma grande criatividade e, principalmente, a exigência de feedback. Para esses profissionais – que nasceram nas décadas de 80 e 90 -, é extremamente necessário receber, dos seus chefes, algum tipo de retorno a respeito do trabalho, do desempenho e dos resultados. Para os “Y’s”, as relações de trabalho e as regras corporativas são bem subjetivas, o que exige que os chefes e gestores respeitem suas opiniões e procurem valorizá-lo como profissional.

A reportagem abaixo, publicada no site Administradores (com informações do site Infomoney), explica melhor essa relação.

Profissionais da Geração Y só “vestem camisa” de empresas que dão feedbacks
Estudo mostra que jovens dessa geração só permanecem em empresas ligadas à capacidade de inovação

Os profissionais da Geração Y vestem a própria camisa e só permanecem em empresas ligadas à capacidade de inovação e que dão feedbacks constantes. As constatações são de estudo realizado pela Bridge Research sobre os profissionais que nasceram nas décadas de 80 e 90.

De acordo com a pesquisa, esses jovens profissionais, diferente dos jovens das gerações anteriores, têm uma relação diferente com a hierarquia, horários e produtividade. Para a Geração Y, o mais importante é o retorno da liderança.

“Ao mesmo tempo que pede esse constante retorno do chefe, o jovem profissional se esquiva das responsabilidades formais do mundo corporativo”, afirmou em nota o presidente da Bridge, Renato Trindade.
Além disso, os jovens dessa geração trocam de emprego com muita facilidade. “O Y de uma classe social mais abastada, quando enxerga uma oportunidade de ir morar no exterior, não tem problema em abandonar uma carreira promissora. O que possui menos dinheiro pode migrar de um emprego para outro somente motivado por uma remuneração maior”, completou o executivo.

Crescimento financeiro rápido

Embora acreditem que é possível aliar felicidade e satisfação com a vida profissional, os jovens da Geração Y também se atentam à questão financeira e, assim como o crescimento profissional, eles também almejam crescimento financeiro rápido.

“Ter dinheiro é sinônimo de status e reconhecimento. Essa é a mola propulsora dessa geração”, avalia Trindade. Para esses jovens profissionais, o dinheiro é resultado do sucesso profissional.

Plano de carreira e família

O estudo aponta que os profissionais dessa geração ainda não são assertivos na definição do plano de carreira. E para eles, essa é uma das principais angústias profissionais: a de saber qual será o próximo passo a ser dado.

Se eles ainda têm dúvidas sobre exatamente o que devem fazer profissionalmente no futuro, ao menos é certo que, ainda que a carreira seja importante, constituir uma família é ponto certo. O estudo aponta que para criar uma carreira estável, a Geração Y não abre mão do desejo de constituir uma família.

Busca na internet

Na hora de buscar oportunidades no mercado de trabalho, os jovens profissionais das classes A e B fazem suas buscas pela internet e redes sociais, além de tentarem indicações de amigos. Já os Y da classe C aliam os meios tradicionais, como agências e envios de currículos, com a internet.

Yes, nós temos inovação!

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A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios divulgou uma pesquisa realizada em parceria com o Instituto Inovação, o Sebrae, o IBGE e um grupo de consultores que revela que Joinville está entre as 45 cidades mais inovadoras do Brasil. A pesquisa classificou as regiões do Brasil em bolsões, o que faz com que o Sul seja considerado um polo de inovação em tecnologia da informação, softwares, games e energia. Como se diz por aí, “é bom para o currículo!”.

Clique no link e leia a reportagem.

Voltando ao anuário, para falar de gestão

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Depois de um intervalo para mudar de assunto, e falar em Feira do Livro, o blog volta a radiografar o Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação e da Comunicação Corporativa, que traz um panorama dos mais interessantes sobre o atual momento e as perspectivas do setor. No corpo da publicação, um assunto destacado é a relutância dos empresários de agência em lidar com números e outras manhas ligadas à gestão. Se pudessem tratar apenas de buscar soluções para os problemas de comunicação de seus clientes, esses empresários viveriam em uma espécie de paraíso terrestre, diz o guia. “Mas, como não podem, têm que dividir o lado poético com a dura prosa da administração.” Já que o equilíbrio entre as duas vertentes é inevitável, o que se percebe é um movimento decisivo da parte das agências em direção ao aprimoramento da gestão empresarial, seja por exigência natural do próprio negócio, seja pela demanda dos clientes, desejosos de “ver suas boas práticas replicadas nos fornecedores”. O resultado é um mercado cada vez mais organizado, com grandes agências bastante estáveis e, entre outras virtudes, om baixo turnover. “Interagimos muito com os clientes e acabamos absorvendo algumas das boas práticas de administração e gestão que eles adotam”, sublinha Francisco Carvalho, da Burson. “Para se ter um negócio sustentável, é preciso ter controle total dos custos, definir o quanto se quer ganhar, valorar de forma conveniente os vários serviços oferecidos, embutir o percentual a que a qualificação da agência faz jus…”, enumera Maristela Mafei, da Máquina, para ressaltar alguns dos impactos positivos da gestão qualificada.

(Seguimos no raio-X do guia. Logo, outros comentários.)

Bola de cristal das agências

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Mais alguns depoimentos extraídos do anuário da Mega Brasil, com executivos de agências de agências de comunicação traçando cenários para o setor:

“O mundo passa por transformações intensas e o Brasil é hoje uma das principais vitrines. A comunicação, nesse sentido, mostra cada vez mais sua importância estratégica. Ora, quem entende de diálogo e de relacionamento somos nós, portanto é natural que nossa jornada se fortaleça. Tudo faz crer que as verbas de comunicação irão crescer. O mercado que se prepare, porque muito mais empresas vão se ligar, querendo beliscar parte desse quinhão. Poderão vir da publicidade, da área digital, do marketing e da própria comunicação corporativa. E quem for mais competente e estiver melhor estruturado, mais chances terá de fazer sucesso.” Cristina Iglecio, da Jeffrey

“Vejo ainda muita timidez entre os empresários do setor. Aí é difícil prosperar. As oportunidades existem e estão aí. Trata-se de aproveitá-las. Só que, infelizmente, vejo poucas organizações de nosso setor com esse olhar gestor.” Rodolfo Zabisky, da MAZ

“O mercado de comunicação está mais maduro e deve continuar a evoluir. Além de crescimento, a área precisa de renovação para fazer frente a um cenário no qual públicos, meios e mensagens se transformam radicalmente. Isso se desdobra em processos de fusões, aquisições, ampliações, entrada de novos players e profissionais cada vez mais bem preparados, assumindo cargos estratégicos no setor. É um momento muito positivo.” Yacoff Sarkovas e Ronald Mincheff, da Edelman

“Muitos clientes buscam atendimento personalizado, próximo, sem grandes estruturas no meio do caminho. Lidar com imagem, de certa forma, continua sendo um trabalho artesanal. Que venham as oportunidades de consolidação, desde que elas façam sentido.” Cláudio Sá, da Conteúdo

Parcerias internacionais

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Como opera o setor de agências de comunicação no terreno das parcerias internacionais? O anuário da Mega Brasil cita a existência de quatro modelos, envolvendo as maiores do ramo:

@ Agências estrangeiras que fincaram o pé no Brasil com bandeira própria, como as veteranas Burson-Marsteller e Hill & Knowlton, além de Edelman, The Jeffrey Group e Llorente & Cuenca.

@ Outras que aqui chegaram por meio de associações com agências nativas: Ketchum (com a Estratégia), Porter Novelli (com a In Press), Maning Salvage and Lee (com a Andreoli).

@ Locais com parceiras operacionais, como a Fleishmann-Hillard (com a CDN), a Kreab Gavin (com a S/A Comunicação), Shandvick e Gollin Harris (com a S2 Publicom) e Eulogy (com a RP1).

@ Agências brasileiras integradas a redes internacionais, como a Imagem Corporativa, filiada à Public Relations Organization International (Proi), e a Planin, vinculada ao Wordlcom Public Relations Group.

Previsão de José Luiz Schiavoni, da S2 Publicom: “A se confirmarem os prognósticos de crescimento continuado na faixa dos 20% ao ano, em três ou quatro anos muitas empresas vão dobrar de tamanho e atrair o apetite por novos lances empresariais. Com maior musculatura e mais maturidade empresarial, teremos grandes chances de novos e ousados passos para o setor”.

Novo ciclo de empreendedorismo

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Qual será a nova face do segmento das agências de comunicação corporativa, diante de movimentos recentes  como fusões, aquisições e injeção de capital externo? De acordo com texto publicado no anuário da Mega Brasil, o setor “começa a respirar os ares de um novo ciclo, que deve desaguar em uma nova consolidação de mercado na qual o empreendedorismo será a tônica”. Entrevistada pela publicação, Maristela Mafei, da Máquina, lamenta que os empresários dessa área ainda vejam o negócio de forma personalista e tenham dificuldades de “abrir mão ou compartilhar o poder”. Para ela, a entrada em cena de uma nova geração vai mudar muita coisa: “Quem chega, tem desapego e um olhar pragmático para o empreendimento”. A diretora também defende uma maior aproximação entre as agências, tendo em vista ganhos recíprocos, compartilhando serviços e trocando experiências. “Isso talvez seja difícil com o atual grupo de empreendedores, profundamente apegados aos seus negócios e respectivos processos e sistemas. À medida que se consolidem as sucessões e que a gestão das empresas se profissionalize, tenderá a ficar mais viável.” A perenização das agências, e a melhor forma de conduzir a questão sucessória, é um desafio relevante. Muitas vezes, diz o anuário da Mega Brasil, não há sucessão na linha hereditária e a perspectiva de negociar o controle entre empresas com perfil de atuação semelhante não é a resposta mais desejada pelo mercado. Diante de transações milionárias na alçada das grandes agências, a partir da entrada mais agressiva de operadores internacionais nesse meio, outra dúvida diz respeito ao futuro das pequenas. Empresários ouvidos pelo guia apostam que o melhor caminho para essas é o da “especialização, do nicho de mercado, dos espaços que não serão ocupados pelas médias e grandes, seja por causa do negócio, seja por foco”.

Empresas mantêm espaços próprios de formação

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A carência de mão-de-obra qualificada no mercado não deixa alternativa às agências de comunicação senão realizar iniciativas próprias de formação. É o que se observa com a leitura dos relatos de algumas dessas empresas ao anuário da Mega Brasil. “Infelizmente, temos que administrar esse ônus educacional, mas não basta encontrar uma pessoa com boa formação  num campo que nos interessa. Os profissionais que buscamos precisam ter aptidões múltiplas e, mais do que isso, ser pessoas que vibrem com esse ambiente de múltiplos acontecimentos e tenham brilho nos olhos. Aí, fica mais fácil treinar”, raciocina Rodolfo Zabisky, presidente da MZ, que incentiva a formação continuada e em alto nível de seus funcionários: “Eles são a garantia de nosso sucesso e da longevidade da companhia”. Já a Planin desenvolve um programa semanal de treinamento e capacitação, denominado Sem Fronteiras, abordando novos temas e técnicas, e está para implementar um programa virtual mais focado em tendências, disponível no computador de cada profissional, para que “explore o conteúdo no seu tempo e conforme sua disponibilidade, durante o período de trabalho”. A Textual estimula a participação em cursos e palestras, inclusive bancando os custos: “Você deve motivar o aprendizado, na empresa e fora dela, além de investir nos profissionais que se destacam em suas atribuições”, ressalta o diretor Ederaldo Kosa. Por fim, a Ketchum reforça seu programa interno de treinamento, em campos como planejamento, liderança, fidelização de clientes e até algumas questões básicas.

Ainda o desafio da formação

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Valorizar a prata da casa, com uma área de RH dedicada a um amplo programa de desenvolvimento das carreiras de seus funcionários. É a resposta da In Press ao desafio da formação profissional. Segundo a agência, o programa envolve treinamento, política de cargos e salários e promoções. “Precisamos ter equipes qualificadas, atualizadas e motivadas em tempo integral”, diz a diretora Kiki Moretti, no anuário da Mega Brasil. “Temos que acelerar o processo de capacitação interna se quisermos contar com  gente preparada para assumir novas e maiores responsabilidades, particularmente no campo da gestão.” Já o pessoal da Burson enfatiza a necessidade de os profissionais estarem aptos a se comunicar em inglês, mas não apenas isso: “É imprescindível que sejam gestores, saibam conviver com processos e estejam preparados para oferecer junto com a comunicação as métricas que mostram o custo-benefício da atividade para os negócios ou para a vida da organização. Por fim, precisamos também aprimorar nossa capacidade de vendas”, sublinha Francisco Carvalho, diretor da agência. Quanto ao perfil do profissional ideal para agências, Cristina Iglecio, da Jeffrey, diz que deve ser “alguém curioso, afeito a evoluir e a aprender constantemente. E movido por desafios, por conquistas, que é o que baliza uma agência na sua diferenciação com a concorrência”.

Mercado de Comunicação

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