Informação é coisa séria!

Aqui se faz, aqui se paga

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O navio italiano bateu em uma pedra, abriu uma fenda no casco e começou a afundar. O comandante, que deveria ser o último a sair, abandonou o posto e foi indiciado por homicídio culposo. Uma notícia trágica que entristeceu o mundo. É vergonhoso uma autoridade responsável por mais de 5 mil vidas simplesmente jogar tudo para o alto e fugir. Em nossa caminhada, infelizmente nos deparamos, muitas vezes, com dirigentes que não assumem a responsabilidade que lhes é conferida. Pensam só no seu umbigo, enchem o bolso e dão risada dos que estão à sua volta carregando o piano. Mas aqui se faz, aqui se paga. Aqui se faz, aqui se recebe. Assumir a responsabilidade, enfim, é um dos pilares de uma vida mais digna. (César Döhler)

Teatro no Costa e Silva

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Na sexta-feira, 14 de outubro, o Centro Comunitário do Costa e Silva apresenta a peça teatral “Baião de 2″. O espetáculo ocorre a partir das 20h30. O ingresso custa R$ 5. No sábado, 15 de outubro, o Grupo de Teatro Panacéia ainda realiza um workshop, das 8 ao meio-dia, com inscrições no valor de R$ 20.

Mais informações: 3418-0293, com Gabriela, ou pelo e-mail samira.sinara@hotmail.com

Dica de filme: “A vida dos outros”

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Não sabe o que vai fazer no fim de semana? Quem sabe assistir um filme? “A vida dos outros”, longa vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2007, é uma ótima escolha. Dirigido por Florian Henckel Von Donnersmarck, o drama alemão mostra a vida das pessoas na Alemanha Oriental. O espectador acompanha a história de Georg Dreyman (Sebastian Koch) um dos poucos dramaturgos aceito pelos governantes. Até que os ministros começam a desconfiar do escritor e passam a monitorá-lo 24 horas. Um roteiro emocionante que nos faz refletir sobre a importância da arte na vida dos sujeitos e em como ela pode quebrar paradigmas, transformando ideias e princípios. O que você faria pela arte? A arte faria você mudar?

Imagem do Dia

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Renda. Teia. Fios. A perfeição da natureza exposta na foto captada hoje pela manhã. O crédito da imagem é do meu pai Dorival Umberto da Silva.

Postado por Letícia Caroline

Confiança é pressuposto, por Guilherme Diefenthaeler

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*Artigo de Guilherme Diefenthaeler publicado no jornal A Notícia em 11 de julho.

No casamento, na educação dos filhos ou na gestão da empresa, confiança é pressuposto fundamental – e não permite meios-termos. Ou a gente confia ou não confia, que a mulher (vale pro marido, claro!) aposta tanto quanto nós no sucesso do casamento, sem precisar de detetive pra provar a fidelidade dela (ou dele) quando surge alguma pulga atrás da orelha. Se há pulga, não há confiança, a relação não vai longe. Com os filhos, também. É preciso construir com eles um laço sólido e transparente, ao ponto de que jamais hesitem em dizer a verdade, seja lá sobre o que for. Enfim, que confiem nos pais como parceiros na vida.

E no mundo dos negócios? Dá para ter confiança no outro – funcionário, fornecedor, cliente? Não só dá como é o único jeito de erguer um empreendimento duradouro, à medida que você se cerca de pessoas a quem entrega seu espaço de trabalho, seus projetos profissionais, suas expectativas de crescimento. Formar uma equipe qualificada de colaboradores vai além de examinar o número de estrelas no currículo de cada um. A confiança nos atributos do “time” e a convicção de que se empenharão ao máximo para cumprir com suas responsabilidades são aspectos que garantem a consistência de qualquer empresa. O princípio cabe, também, para fornecedores e clientes, guardadas as distinções de cada um desses segmentos.

A comunicação tem tudo a ver com isso. Quanto mais aberta ela for, quanto mais amplas as frentes de interação ela produzir, mais “confiável” será a empresa diante dos públicos que a rodeiam. Entre outros efeitos, as pesquisas já demonstram que o consumidor, lá na ponta do processo, tende a preferir a marca na qual confia. Zelar pela confiabilidade da empresa e transmitir essa percepção por meio dos instrumentos disponíveis são, assim, desafios para jornalistas, RPs, publicitários, profissionais de marketing e muitos outros que abraçam o instigante universo da comunicação corporativa. Pode ocorrer, naturalmente, de a confiança ser rompida ou colocada à prova. De novo, caberá à comunicação promover esforços para que o equilíbrio (vital) seja restituído.

Filme de Woody Allen estreia em Joinville

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“Meia-noite em Paris”, filme do cineasta Woody Allen, finalmente chega aos cinemas joinvilenses neste fim de semana. O longa mais novo do diretor conta a história de Gil (Owen Wilson), um escritor frustrado que vai à Paris, com a noiva e a família dela, e passa a repensar a carreira. “Meia-noite em Paris” abriu o Festival de Cannes deste ano e chega aos cinemas muito bem aclamado pela crítica. O elenco conta com Marion Cotillard, Rachel MacAdams, Kathy Bates, a primeira dama da França Carla Bruni-Sarkozy, entre outros. Boa pedida para o fim de semana! Confira o trailer:

Medo e Delírio em Las Vegas

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Para o pessoal do jornalismo ou aqueles que gostam de uma boa leitura, segue uma indicação de livro, com resenha do colunista Gian Danton,  do site “Digestivo Cultural”. Um chute na tão conclamada objetividade jornalística, “Medo e Delírio em Las Vegas” leva o leitor a uma viagem maluca, em um leitura envolvente e divertida, mostrando o melhor do “jornalismo gonzo”, criado por Hunter Thompson. Vale a pena conferir! Letícia Caroline

Medo e Delírio em Las Vegas

Gian Danton

http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3324&titulo=Medo_e_Delirio_em_Las_Vegas

A maioria dos jornalistas tem de si uma ideia de pessoas respeitáveis, que fazem matérias objetivas e insentas. Ninguém contribuiu mais para abalar esse mito do que o norte-americano Hunter Thompson no livro Medo e Delírio em Las Vegas, lançado recentemente pela L&PM.

Thompson foi um jornalista convencional durante muitos anos e chegou a ser correspondente internacional no Rio de Janeiro. Mas tinha pouca paciência com o trabalho normal de um repórter.

No início dos anos 1960, foi mandado para cobrir um show de Joan Baez, mas embebedou-se, tomou várias drogas e acabou apagando. Perdeu o show e escreveu um texto completamente alucinado sobre a cultura hippie. Os leitores gostaram e a partir daí, Hunter se especializaria em fazer um tipo de jornalismo que ficou conhecido como gonzo: toda reportagem era sempre a sua versão sobre os fatos e não uma tentativa de mostrar isenção ou objetividade.

Exemplo disso aconteceu quando o periódico Scanlan’s Monthly mandou-o cobrir a corrida de cavalos em Derby, Kentuchy, em 1970. Thompson inicia a matéria contando sua chegada na cidade. Sua primeira providência, claro, foi visitar o bar mais próximo. Lá, um morador local resolveu tirar sarro dele quando Thompson mentiu que era fotógrafo da Playboy: “Você vai tirar fotos de cavalos pelados?”. “Vai haver encrenca. A minha tarefa é fotografar o motim”, respondeu Thompson. “Que motim?”. “Na pista de corrida. No dia do turfe. Os panteras negras. Você não lê jornal?”.

O homem levantou a voz: “Deus do céu! O que está acontecendo com este país? Onde é possível escapar de tudo isso?”. “Aqui não, com certeza”, garantiu Thompson, mentindo descaradamente.

O resto da matéria é dedicada a contar as peripécias do jornalista, inclusive um jantar com o irmão no qual ele enche o restaurante de gás de pimenta. Pouco mais de três parágrafos são dedicados à corrida. O objetivo de Thompson é expresso por ele mesmo: “Ao contrário dos outros no camarote de imprensa, não estávamos interessados no que acontecia nas pistas. O objetivo era ver os verdadeiros animais em ação”.

É nessa reportagem que ele conhece o desenhista inglês Ralph Steadman, que se tornaria uma espécie de ilustrador oficial do gonzo jornalismo com seu traço psicodélico, com pessoas retratadas como monstros.

O livro inicia com uma frase emblemática: “Estávamos em algum lugar perto de Bartow, à beira do deserto, quando as drogas começaram a fazer efeito”.

Thompson foi contratado por uma revista para fazer a cobertura do Mint 400, uma corrida off-road de motocicletas e levou consigo seu advogado samoano, chamado por ele de Dr. Gonzo. Os conselhos do advogado formam algumas da melhores partes do livro: “Como seu advogado, recomendo que compre uma motocicleta. É o único jeito de cobrir um evento desses de maneira correta”; “Isso aí não vai dar. Precisamos de crédito ilimitado”; “Bem ali tem um lugar chamado Fontes Mescal. Como seu advogado, recomendo que encoste o carro para a gente nadar um pouco”; “Como seu advogado, recomendo que enfie o pé no acelerador”.
Mais: o advogado o aconselha a alugar um carro veloz, sem capota, e encher o porta-malas de todo tipo de drogas e irem atrás do sonho americano.

O livro começa quando eles estão a caminho da corrida, as drogas começam a fazer efeito e Thompson é obrigado a parar de dirigir por causa das alucinações: “Melhor nem citar os morcegos”, pensa ele. “Não ia demorar para que o infeliz também os visse”.
Thompson logo descobre que a corrida é na verdade uma nuvem de poeira: “Sob qualquer ponto de vista convencional, a ideia de ‘cobir a corrida’ era absurda: seria como tentar acompanhar uma prova de natação numa piscina olímpica cheia de talco no lugar de água(…) Sem dúvida a corrida estava acontecendo. Eu havia testemunhado a largada; disso tinha certeza. Mas e agora, o que poderia fazer? Alugar um helicóptero? Entrar de novo na caminhonete? Zanzar pelo maldito deserto assistindo àqueles idiotas passando a mil pelos pontos de controle, uma a cada treze minutos?”.

A decisão é simplesmente esquecer a corrida e escrever sobre Las Vegas: “Esta não é uma boa cidade para usar drogas psicodélicas. A própria realidade já é distorcida demais”, escreve ele. A cidade é 24 horas de jogo e o circo nunca para: “Use a espingarda para desgrudar os adesivos dos mamilos de uma mulher-macho de três metros e ganhe uma cabra feita de algodão-doce. Basta parar na frente desta máquina fantástica, meu amigo e, por 99 centavos sua imagem vai aparecer num telão de sessenta metros de altura bem no centro de Las Vegas. Pagando mais 99 centavos, você pode incluir uma mensagem gravada”.

O resultado é o esperado: Thompson mergulha no submundo de Las Vegas, toma todo tipo de droga, faz dívidas astronômicas em hoteis (“tínhamos pedido para aquele quarto tudo que as mãos humanas podiam carregar ― incluindo umas seiscentas barras de sabonete Neutrogena transparente”) dos quais foge no meio da noite e surta a cada dois parágrafos, achando que vão prendê-lo ou atirar nele (“Um doutor em jornalismo não merece editar o boletim semanal da penitenciária”), e ainda tem de agüentar o advogado samoano ainda mais paranóico do que ele.

O resultado poderia ser um livro barra-pesada, mas acaba se tornando uma grande comédia sobre o sonho americano escrita por alguém que não se leva a sério e se entrega por inteiro no texto com uma coragem e cara de pau extraordinários.
O gonzo jornalismo criado por Hunter Thompson ajudou a derrubar o muro que separava jornalismo de humor, a experiência pessoal, da reportagem, abrindo caminho para programas como o Profissão Repórter, CQC e A Liga.

Medo e Delírio em Las Vegas é o maior marco do gonzo. É leitura obrigatória para alunos de jornalismo que ainda não foram contaminados pela ditadura da pirâmide invertida.

De olho na geração Y

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Ultimamente, virou “modinha” fazer o raio-X das visões e do comportamento da chamada “geração Y”. Um pouco disso procede: a tendência é que os profissionais dessa geração façam a roda da economia girar, com um modo de trabalho mais flexível, uma grande criatividade e, principalmente, a exigência de feedback. Para esses profissionais – que nasceram nas décadas de 80 e 90 -, é extremamente necessário receber, dos seus chefes, algum tipo de retorno a respeito do trabalho, do desempenho e dos resultados. Para os “Y’s”, as relações de trabalho e as regras corporativas são bem subjetivas, o que exige que os chefes e gestores respeitem suas opiniões e procurem valorizá-lo como profissional.

A reportagem abaixo, publicada no site Administradores (com informações do site Infomoney), explica melhor essa relação.

Profissionais da Geração Y só “vestem camisa” de empresas que dão feedbacks
Estudo mostra que jovens dessa geração só permanecem em empresas ligadas à capacidade de inovação

Os profissionais da Geração Y vestem a própria camisa e só permanecem em empresas ligadas à capacidade de inovação e que dão feedbacks constantes. As constatações são de estudo realizado pela Bridge Research sobre os profissionais que nasceram nas décadas de 80 e 90.

De acordo com a pesquisa, esses jovens profissionais, diferente dos jovens das gerações anteriores, têm uma relação diferente com a hierarquia, horários e produtividade. Para a Geração Y, o mais importante é o retorno da liderança.

“Ao mesmo tempo que pede esse constante retorno do chefe, o jovem profissional se esquiva das responsabilidades formais do mundo corporativo”, afirmou em nota o presidente da Bridge, Renato Trindade.
Além disso, os jovens dessa geração trocam de emprego com muita facilidade. “O Y de uma classe social mais abastada, quando enxerga uma oportunidade de ir morar no exterior, não tem problema em abandonar uma carreira promissora. O que possui menos dinheiro pode migrar de um emprego para outro somente motivado por uma remuneração maior”, completou o executivo.

Crescimento financeiro rápido

Embora acreditem que é possível aliar felicidade e satisfação com a vida profissional, os jovens da Geração Y também se atentam à questão financeira e, assim como o crescimento profissional, eles também almejam crescimento financeiro rápido.

“Ter dinheiro é sinônimo de status e reconhecimento. Essa é a mola propulsora dessa geração”, avalia Trindade. Para esses jovens profissionais, o dinheiro é resultado do sucesso profissional.

Plano de carreira e família

O estudo aponta que os profissionais dessa geração ainda não são assertivos na definição do plano de carreira. E para eles, essa é uma das principais angústias profissionais: a de saber qual será o próximo passo a ser dado.

Se eles ainda têm dúvidas sobre exatamente o que devem fazer profissionalmente no futuro, ao menos é certo que, ainda que a carreira seja importante, constituir uma família é ponto certo. O estudo aponta que para criar uma carreira estável, a Geração Y não abre mão do desejo de constituir uma família.

Busca na internet

Na hora de buscar oportunidades no mercado de trabalho, os jovens profissionais das classes A e B fazem suas buscas pela internet e redes sociais, além de tentarem indicações de amigos. Já os Y da classe C aliam os meios tradicionais, como agências e envios de currículos, com a internet.

Campeonato de balonismo em Joinville

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Neste fim de semana, um bom programa é apreciar o campeonato de Balonismo, que Joinville está sediando. Se o tempo continuar a colaborar, o céu da cidade ficará mais colorido entre sábado e domingo. Confira mais informações, recebidas da assessoria de imprensa do evento

O 13º Campeonato Sul-Brasileiro de Balonismo, etapa Perini Business Park, será realizado em Joinville, entre os dias 6 e 8 de maio de 2011, com a presença de mais de 10 pilotos de balonismo de várias partes do Brasil, definindo junto com a segunda etapa a ser realizada em Maringá (PR) o ranking sul-brasileiro de Balonismo de 2011. É a primeira vez que a maior cidade do Estado de Santa Catarina sedia um campeonato oficial dessa modalidade realizado pela Federação Catarinense de Balonismo.

A competição terá o patrocínio master do Perini Business Park, considerado o maior condomínio industrial multissetorial do Brasil. Por isso a abertura e o encerramento oficial com as premiações serão realizados na sede do parque empresarial. O campeonato também contará com o co-patrocínio de várias empresas da região, entre elas Brascola, Convisa Construções, Hotel Sleep Inn, Imobiliária Anagê, Perville Pré-Fabricados, RH Brasil, Coinvalores, Sociesc Educação e Tecnologia. Segundo Jonas Tilp, diretor Comercial do Perini Business Park, “conseguimos trazer este belo espetáculo de balões para Joinville como forma de prestigiar a cidade em comemoração aos 10 anos do condomínio, é um presente para a população”.

Para Adriano Perini, organizador do campeonato, “Joinville será uma estreia bastante desafiadora e divertida, em função da instabilidade climática e da geografia com mangue e muitos rios. Por isto, os pilotos que virão competir têm mais experiência, já que é tecnicamente mais difícil de voar na cidade”. A partir desta edição, o sonho é realizar uma série de outros eventos no Estado com a chancela da Federação Catarinense de Balonismo e a experiência de 15 anos da empresa organizadora dirigida pelo próprio, a Balonismo Promoções & Eventos.

Todo esse esforço tem a ver com uma importante visão de futuro, disseminando mais o esporte no país. A Confederação está batalhando para trazer em 2014 um mundial de balonismo para o Brasil, na cidade de São Carlos (SP).

PROGRAMAÇÃO 13º CAMPEONATO SUL-BRASILEIRO DE BALONISMO

ETAPA PERINI BUSINESS PARK

06/05/2011 – 07:00: Voo treino opcional das equipes competidoras

06/05/2011 – 15h – Perini Business Park: Voo exclusivo para a imprensa

07/05/2011 – 7h – Hotel Sleep In: 1º voo competitivo

07/05/0011 – 15h – Hotel Sleep In: 2º voo competitivo

07/05/2011 – 19h – AméricaFutebol Clube: Night Glow: Show noturno dos balões que será realizado em estádio – aberto à população

08/05/2011 – 7h – Hotel Sleep In: 3º voo competitivo

08/05/2011 – 15h– Hotel Sleep In: 4º voo competitivo

08/05/2011 – 20h30 – Perini Business Park: Encerramento e premiação

Fonte organização para contatos com imprensa: Adriano Perini – perini@balonismo.com.br – (44) 3224-1700 ou 9911-1700 – odontólogo, diretor da empresa Balonismo Promoções & Eventos e presidente da Federação Paranaense de Balonismo

Patrocínio: Perini Business Park (master), Perville Pré-fabricados, Construtora Convisa, Hotel Sleep Inn, Imobiliária Anagê, Corretora Coinvalores, RH Brasil, Brascola e Sociesc.

Apoio: Prefeitura Municipal de Joinville e RBS

Mais informações: www.balonismo.com.br

ASSESSORIA DE IMPRENSA – EDM LOGOS COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

Bruna Nicolao – bruna@edmlogos.com.br e Malu Salgueiro – malu@edmlogos.com.br

Telefones (47) 3433-0666 e 8405-5032

Novas aquisições na Biblioteca Municipal de Joinville

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Quem gosta de ler pode aproveitar o momento: a Biblioteca Municipal de Joinville adquiriu novos livros, entre eles obras do teólogo e escritor Leonardo Boff, que esteve na cidade em abril, na Feira do Livro, e do filósofo Mário Sérgio Cortella, que deve participar da Expogestão 2011, que acontece em junho, também em Joinville.

Cortella, Mario Sergio, 1954-. Não nascemos prontos! : provocações filosóficas. 10. ed.Petrópolis, RJ: Vozes, [2010]. 134 p.ex.1 7377 [Emprestimo] SALA DE LITERATURA

Cortella, Mario Sergio, 1954-. Qual é a tua obra? : inquietações propositivas sobregestão, liderança e ética. 13. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, [2011]. 141 p.ex.1 7391 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

Boff, Leonardo, 1938-. Eclesiogênese : a reinvenção da igreja. Rio de Janeiro: Record,2008. 251 p. Inclui bibliografia.ex.1 7438 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

Boff, Leonardo, 1938-. Ecologia, mundialização, espiritualidade. Rio de Janeiro: Record,2008. 235 p. Inclui bibliografia.ex.1 7479 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

Hernández, Jesús, 1966-. Operação Valkíria : 20 de julho de 1944 : objetivo, eliminar Hitler : todos os detalhes do complô que poderia ter mudado a história do século XX. SãoPaulo: Novo Século, 2009. 334 p. Inclui bibliografia e índice.Notas gerais: Tradução de: Operación Valkiria(trad.)  Leite, Lucimeire Vergilioex.1 7522 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

Trigueiro, André. Mundo sustentável : abrindo espaço na mídia para um planeta emtransformação. 2. ed. São Paulo: Globo, c2005. 302 p.ex.1 7523 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

Mengestu, Dinaw. As belas coisas, que é do céu contê-las. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, c2007. 287 p.Notas gerais: Tradução de: The beautiful things that heaven bears(trad.)  Rouanet, Maria Helenaex.1 7962 [Emprestimo] SALA DE LITERATURA

Ball, Stuart, 1956-. Winston Churchill : vidas históricas. Rio de Janeiro: NovaFronteira, c2006. 252 p. (Nova fronteira. História mundial).Notas gerais: Tradução de: British library historic lives: Winston Churchill(trad.)  Vieira, Gleuberex.1 7963 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

Passarelli, Lílian Ghiuro. Ensinando a escrita : o processual e o lúdico. 4. ed. rev. eampl. São Paulo: Cortez, 2004. 218 p. Inclui bibliografia.ex.1 7964 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

Linhales, Meily Assbú, 1964-. A escola e o esporte : uma história de práticas culturais. São Paulo: Cortez, 2009. 272 p. Inclui bibliografia.ex.1 7966 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

EDGAR Morin em foco. São Paulo: Cortez, 2008. 253 p.(org.)  Pena-Vega, Alfredo(org.)  Lapierre, Nicole, 1947-ex.1 7967 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

CULTURAS escolares, saberes e práticas educativas : itinerários históricos. São Paulo:Cortez, 2007. 429 p. Inclui bibliografia.(org.)  Bencostta, Marcus Levy Albinoex.1 7995 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

TEORIA e prática na pesquisa com crianças : diálogos com William Corsaro. São Paulo:Cortez, 2009. 213 p. Inclui bibliografia.(org.)  Müller, Fernanda, 1976-(org.)  Carvalho, Ana Maria Almeida, 1945-ex.1 8019 [Emprestimo] SALA DE PESQUISA

Mercado de Comunicação

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