Informação é coisa séria!

Jovens reflexões

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(Depois de uma visita ao Lar Bethesda, a jovem Ana Carolina Diefenthaeler escreveu as reflexões que seguem. E os orgulhosos avós reproduzem o texto sem esconder a corujice!)

Memória do passado, lembrança do presente

Uma vida vivida, aproveitada. Lida e relida. Uma experiência atrás da outra. Um amor passou, outro ficou. Uma história escrita. Páginas de amor, ilusão, mentira, omissão. Ódio e raiva, despercebidos com o poder da ironia. Risadas alheias, sou um idoso apaixonado pela vida. Conto minhas próprias risadas a mim mesmo. Confusão na cabeça de um velho, amigo! Algumas vezes, lembro-me dos sentimentos que vivi à flor da pele. Quando mais novo, radicalmente vivi o amor. Quando mais velho, a saudade. Hoje, vivo a memória. Memória do passado, lembrança do presente. O que restará ao futuro? História.

Gosto das histórias, posso recontá-las e criá-las. Posso modificá-las, afinal, não são fatos. Posso revivê-las também. Quem disse que tudo passa? Quando encontro alguém, converso, convivo. Simpatia? talvez. Minha vida pode acabar, pois é essa nossa certeza. Não enlouqueça com essa nossa certeza. Aproveite, coragem não se esqueça. Relatos sobre a minha vida estarão disponíveis em algum lugar. E essa carta, que aqui deixei, só me leva a um lugar. Adeus, não sei onde fui parar…

Concertos Matinais no bairro Aventureiro neste domingo (13/11)

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*Informação recebida da assessoria de imprensa da Fundação Cultural de Joinville

A comunidade do bairro Aventureiro recebe neste domingo (13/11) a apresentação do projeto Concertos Matinais. O Quarteto Sambaqui faz uma viagem no tempo leva o público aos salões da Belle Époque catarinense, por meio das composições do início do século XX. A apresentação será realizada às 9h30 na Associação de Moradores do Conjunto Castelo Branco.

No repertório de apresentação, composições de Marcos Malewschick, Rodolfo Kohlbach, João Graxa, Paulino Martins, José Brasilício de Souza, Pepi Prantl, José Itiberê de Lima, Anita Kohlbach e Jacson Araújo. As composições originais para piano solo, recebem arranjos para o quarteto realizados pelos próprios integrantes. Os violonistas que integram o grupo são professores da Escola de Música Villa-Lobos (EMVL) da Casa da Cultura: Claudenor Fávero, Aldo Gums, Jair Correia e o violonista e produtor cultural Raimundo Jose Bernardes.

O projeto “Concertos Matinais” é uma realização da Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e Prefeitura. Essa edição conta com o apoio da Associação de Moradores do Conjunto Castelo Branco e Simdec. Apresentação aberta a comunidade e gratuita.

Programa:

- Na pousada do rio quente – Marcos Malewschick (São Bento do Sul)
- Galope – Rodolfo Kohlbach (Joinville)
- O som do bosque – João Graxa (Joinville)
- Ida – João Graxa (Joinville)
- Chamarrita – Paulino Martins (Joinville)
- Rosalina quer casar – José Brasilício de Souza (Florianópolis)
- Minueto – Pepi Prantl (Joinville)
- Abendsonne – Pepi Prantl (Joinville)
- Tenha fé – José Itiberê de Lima (Florianópolis)
- Parada de mosquitos – Anita Kohlbach (Joinville)
- Obrigado mestre – Jacson Araújo (Joinville)

Serviço

O quê: Concertos Matinais com Quarteto Sambaqui
Quando: domingo (13/11) às 09h30
Onde: Associação de M. do Conj. Castelo Branco
Rua Alvino Boldt, 245 – Aventureiro
Gratuito
Informações: (47) 3433.2190 com Rodrigo

Jornalista de assessoria não é “de segunda”, reclama associação

Comunicação, O papel do assessor Seja o primeiro a comentar »

*Conteúdo publicado no site Comunique-se (www.comuniquese.com.br).

Texto de Anderson Scardoelli

A Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (Arfoc-RJ) afirma não responder apenas pelos interesses das pessoas que controlam as câmeras e as máquinas fotográficas de uma matéria. A instituição defende que o assessor de imprensa não pode ser considerado “jornalista de segunda classe”, merecendo ter a mesma base salarial do funcionário de redação. Atualmente, isto não ocorre na capital fluminense.

Na cidade do Rio de Janeiro, os jornalistas de redação têm como parâmetro o chamado Salário Mínimo Profissional – R$ 4.359 para 5 horas de trabalho e R$ 6.975 para sete horas. Para os jornalistas que atuam no setor de comunicação corporativa existe o piso, atualmente de R$ 2.469; além do piso diferencial de R$ 1.200, válido para quem se formou no decorrer dos últimos três anos.

A composição dos salários nas assessorias e demais empresas de comunicação corporativa do município provoca a indignação do presidente da Arfoc, Alberto Elias Guimarães Jacob. “É um absurdo o que estão fazendo. Você desmerece todos os profissionais que trabalham nas agências de mídia corporativa. Esse ‘subpiso’, por exemplo, só desmerece quem fez faculdade, pois quem não é formado, não entra nessa cota e ganha o piso logo de início”.

Risco de falência
Contrapondo-se a ideia de ser absurda a situação dos assessores de imprensa carioca, a presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ), Suzana Tavares Blass, afirma que o ideal seria que todos os jornalistas, corporativos ou de redação, ganhassem melhor. Porém, ela avalia que, na prática, elevar o piso do assessor para o valor proposto pela Arfoc pode ter efeito negativo: fechamento de empresas da área. “Muitas devem quebrar. Seria péssimo”, salienta.

Jacob, entretanto, enfatiza que a intenção da entidade que comanda é valorizar o trabalho de quem está inserido no mercado corporativo carioca. Apesar da proposta de aumento ser de quase R$ 2.500, ele declara que as empresas de assessoria e comunicação interna não vão sofrer problemas, por terem, segundo analisa, o apoio de grandes instituições.

Suzana também afirma que a intenção do sindicato é valorizar os assessores de imprensa, tanto que pretende extinguir o salário diferencial para os formados entre os últimos três anos. A situação atual é alvo das criticas de Jacob, que também é secretário-geral do SJPMRJ. “Desde a última reunião a gente queria acabar com o salário diferencial para os jovens profissionais. Até porque acreditamos que com a existência dele, muitas empresas dispensam os jornalistas quando completam três anos”, comenta a dirigente.

Responsável pelo sindicato dos jornalistas da capital fluminense, Suzana opina que o presidente da Arfoc procura apenas melhor a situação dos repórteres fotográficos, que serão melhores remunerados pelos freelas que prestam para as assessorias. Jacob não nega essa intenção. “A mídia corporativa é o filé mignon para a nossa classe. Espero que eles tenham sucesso e cresçam ainda mais”, conta o jornalista.

Assembleia
No dia 19 de novembro, (sábado), será realizada a Assembleia de Assessores de Imprensa, na sede do SJPMRJ. A intenção, tanto para Jacob quanto para Suzana, será discutir e resolver melhorias salariais para os profissionais da área.

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