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Medo e Delírio em Las Vegas

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Para o pessoal do jornalismo ou aqueles que gostam de uma boa leitura, segue uma indicação de livro, com resenha do colunista Gian Danton,  do site “Digestivo Cultural”. Um chute na tão conclamada objetividade jornalística, “Medo e Delírio em Las Vegas” leva o leitor a uma viagem maluca, em um leitura envolvente e divertida, mostrando o melhor do “jornalismo gonzo”, criado por Hunter Thompson. Vale a pena conferir! Letícia Caroline

Medo e Delírio em Las Vegas

Gian Danton

http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3324&titulo=Medo_e_Delirio_em_Las_Vegas

A maioria dos jornalistas tem de si uma ideia de pessoas respeitáveis, que fazem matérias objetivas e insentas. Ninguém contribuiu mais para abalar esse mito do que o norte-americano Hunter Thompson no livro Medo e Delírio em Las Vegas, lançado recentemente pela L&PM.

Thompson foi um jornalista convencional durante muitos anos e chegou a ser correspondente internacional no Rio de Janeiro. Mas tinha pouca paciência com o trabalho normal de um repórter.

No início dos anos 1960, foi mandado para cobrir um show de Joan Baez, mas embebedou-se, tomou várias drogas e acabou apagando. Perdeu o show e escreveu um texto completamente alucinado sobre a cultura hippie. Os leitores gostaram e a partir daí, Hunter se especializaria em fazer um tipo de jornalismo que ficou conhecido como gonzo: toda reportagem era sempre a sua versão sobre os fatos e não uma tentativa de mostrar isenção ou objetividade.

Exemplo disso aconteceu quando o periódico Scanlan’s Monthly mandou-o cobrir a corrida de cavalos em Derby, Kentuchy, em 1970. Thompson inicia a matéria contando sua chegada na cidade. Sua primeira providência, claro, foi visitar o bar mais próximo. Lá, um morador local resolveu tirar sarro dele quando Thompson mentiu que era fotógrafo da Playboy: “Você vai tirar fotos de cavalos pelados?”. “Vai haver encrenca. A minha tarefa é fotografar o motim”, respondeu Thompson. “Que motim?”. “Na pista de corrida. No dia do turfe. Os panteras negras. Você não lê jornal?”.

O homem levantou a voz: “Deus do céu! O que está acontecendo com este país? Onde é possível escapar de tudo isso?”. “Aqui não, com certeza”, garantiu Thompson, mentindo descaradamente.

O resto da matéria é dedicada a contar as peripécias do jornalista, inclusive um jantar com o irmão no qual ele enche o restaurante de gás de pimenta. Pouco mais de três parágrafos são dedicados à corrida. O objetivo de Thompson é expresso por ele mesmo: “Ao contrário dos outros no camarote de imprensa, não estávamos interessados no que acontecia nas pistas. O objetivo era ver os verdadeiros animais em ação”.

É nessa reportagem que ele conhece o desenhista inglês Ralph Steadman, que se tornaria uma espécie de ilustrador oficial do gonzo jornalismo com seu traço psicodélico, com pessoas retratadas como monstros.

O livro inicia com uma frase emblemática: “Estávamos em algum lugar perto de Bartow, à beira do deserto, quando as drogas começaram a fazer efeito”.

Thompson foi contratado por uma revista para fazer a cobertura do Mint 400, uma corrida off-road de motocicletas e levou consigo seu advogado samoano, chamado por ele de Dr. Gonzo. Os conselhos do advogado formam algumas da melhores partes do livro: “Como seu advogado, recomendo que compre uma motocicleta. É o único jeito de cobrir um evento desses de maneira correta”; “Isso aí não vai dar. Precisamos de crédito ilimitado”; “Bem ali tem um lugar chamado Fontes Mescal. Como seu advogado, recomendo que encoste o carro para a gente nadar um pouco”; “Como seu advogado, recomendo que enfie o pé no acelerador”.
Mais: o advogado o aconselha a alugar um carro veloz, sem capota, e encher o porta-malas de todo tipo de drogas e irem atrás do sonho americano.

O livro começa quando eles estão a caminho da corrida, as drogas começam a fazer efeito e Thompson é obrigado a parar de dirigir por causa das alucinações: “Melhor nem citar os morcegos”, pensa ele. “Não ia demorar para que o infeliz também os visse”.
Thompson logo descobre que a corrida é na verdade uma nuvem de poeira: “Sob qualquer ponto de vista convencional, a ideia de ‘cobir a corrida’ era absurda: seria como tentar acompanhar uma prova de natação numa piscina olímpica cheia de talco no lugar de água(…) Sem dúvida a corrida estava acontecendo. Eu havia testemunhado a largada; disso tinha certeza. Mas e agora, o que poderia fazer? Alugar um helicóptero? Entrar de novo na caminhonete? Zanzar pelo maldito deserto assistindo àqueles idiotas passando a mil pelos pontos de controle, uma a cada treze minutos?”.

A decisão é simplesmente esquecer a corrida e escrever sobre Las Vegas: “Esta não é uma boa cidade para usar drogas psicodélicas. A própria realidade já é distorcida demais”, escreve ele. A cidade é 24 horas de jogo e o circo nunca para: “Use a espingarda para desgrudar os adesivos dos mamilos de uma mulher-macho de três metros e ganhe uma cabra feita de algodão-doce. Basta parar na frente desta máquina fantástica, meu amigo e, por 99 centavos sua imagem vai aparecer num telão de sessenta metros de altura bem no centro de Las Vegas. Pagando mais 99 centavos, você pode incluir uma mensagem gravada”.

O resultado é o esperado: Thompson mergulha no submundo de Las Vegas, toma todo tipo de droga, faz dívidas astronômicas em hoteis (“tínhamos pedido para aquele quarto tudo que as mãos humanas podiam carregar ― incluindo umas seiscentas barras de sabonete Neutrogena transparente”) dos quais foge no meio da noite e surta a cada dois parágrafos, achando que vão prendê-lo ou atirar nele (“Um doutor em jornalismo não merece editar o boletim semanal da penitenciária”), e ainda tem de agüentar o advogado samoano ainda mais paranóico do que ele.

O resultado poderia ser um livro barra-pesada, mas acaba se tornando uma grande comédia sobre o sonho americano escrita por alguém que não se leva a sério e se entrega por inteiro no texto com uma coragem e cara de pau extraordinários.
O gonzo jornalismo criado por Hunter Thompson ajudou a derrubar o muro que separava jornalismo de humor, a experiência pessoal, da reportagem, abrindo caminho para programas como o Profissão Repórter, CQC e A Liga.

Medo e Delírio em Las Vegas é o maior marco do gonzo. É leitura obrigatória para alunos de jornalismo que ainda não foram contaminados pela ditadura da pirâmide invertida.

Registros do fim de semana

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O fotógrafo Marcus Bohn aproveitou o 13º Campeonato Sul-Brasileiro de Balonismo, que ocorreu dias 6, 7 e 8 de maio, para fazer alguns registros. Confira as imagens.

De olho na geração Y

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Ultimamente, virou “modinha” fazer o raio-X das visões e do comportamento da chamada “geração Y”. Um pouco disso procede: a tendência é que os profissionais dessa geração façam a roda da economia girar, com um modo de trabalho mais flexível, uma grande criatividade e, principalmente, a exigência de feedback. Para esses profissionais – que nasceram nas décadas de 80 e 90 -, é extremamente necessário receber, dos seus chefes, algum tipo de retorno a respeito do trabalho, do desempenho e dos resultados. Para os “Y’s”, as relações de trabalho e as regras corporativas são bem subjetivas, o que exige que os chefes e gestores respeitem suas opiniões e procurem valorizá-lo como profissional.

A reportagem abaixo, publicada no site Administradores (com informações do site Infomoney), explica melhor essa relação.

Profissionais da Geração Y só “vestem camisa” de empresas que dão feedbacks
Estudo mostra que jovens dessa geração só permanecem em empresas ligadas à capacidade de inovação

Os profissionais da Geração Y vestem a própria camisa e só permanecem em empresas ligadas à capacidade de inovação e que dão feedbacks constantes. As constatações são de estudo realizado pela Bridge Research sobre os profissionais que nasceram nas décadas de 80 e 90.

De acordo com a pesquisa, esses jovens profissionais, diferente dos jovens das gerações anteriores, têm uma relação diferente com a hierarquia, horários e produtividade. Para a Geração Y, o mais importante é o retorno da liderança.

“Ao mesmo tempo que pede esse constante retorno do chefe, o jovem profissional se esquiva das responsabilidades formais do mundo corporativo”, afirmou em nota o presidente da Bridge, Renato Trindade.
Além disso, os jovens dessa geração trocam de emprego com muita facilidade. “O Y de uma classe social mais abastada, quando enxerga uma oportunidade de ir morar no exterior, não tem problema em abandonar uma carreira promissora. O que possui menos dinheiro pode migrar de um emprego para outro somente motivado por uma remuneração maior”, completou o executivo.

Crescimento financeiro rápido

Embora acreditem que é possível aliar felicidade e satisfação com a vida profissional, os jovens da Geração Y também se atentam à questão financeira e, assim como o crescimento profissional, eles também almejam crescimento financeiro rápido.

“Ter dinheiro é sinônimo de status e reconhecimento. Essa é a mola propulsora dessa geração”, avalia Trindade. Para esses jovens profissionais, o dinheiro é resultado do sucesso profissional.

Plano de carreira e família

O estudo aponta que os profissionais dessa geração ainda não são assertivos na definição do plano de carreira. E para eles, essa é uma das principais angústias profissionais: a de saber qual será o próximo passo a ser dado.

Se eles ainda têm dúvidas sobre exatamente o que devem fazer profissionalmente no futuro, ao menos é certo que, ainda que a carreira seja importante, constituir uma família é ponto certo. O estudo aponta que para criar uma carreira estável, a Geração Y não abre mão do desejo de constituir uma família.

Busca na internet

Na hora de buscar oportunidades no mercado de trabalho, os jovens profissionais das classes A e B fazem suas buscas pela internet e redes sociais, além de tentarem indicações de amigos. Já os Y da classe C aliam os meios tradicionais, como agências e envios de currículos, com a internet.

Parceiros de caminhada

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É importante lembrar e dizer obrigado aos nossos atuais parceiros do Prêmio Joinville de Expressão Literária. A começar pela Univille, que comprou a ideia desde o começo, através da Pró-Reitoria de Extensão e do Proler. A Expectv, empresa de clipagem, que também se faz presente desde a primeira edição. E, mais recentemente, a Mais FM, a emissora do radiojornalismo sério e talentoso, que cerra fileiras em defesa da literatura, em particular, da cultura, em geral. Mobilização em favor da cidadania, é o que o prêmio almeja ser.

Prêmio literário busca novos apoios

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Projeto aqui da casa, em parceria com a Univille, o Prêmio Joinville de Expressão Literária caminha para a oitava edição e busca novo patrocinador. O objetivo é fortalecer a iniciativa e viabilizar recursos que permitam a ampliação da abrangência do concurso, quem sabe já a partir deste ano. A equipe responsável tem feito contatos com empresas identificadas com a área cultural e confia que, breve, terá boas novidades.

Interessado em conhecer melhor o prêmio? Escreva pra gente!

Para o fim de semana – Peça de teatro em Joinville

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Dias 7 e 8 de maio, no Teatro Juarez Machado, acontece a apresentação da peça “O Matador de Santas”, com Angela Vieira e Tonico Pereira. No elenco também está Rafael Sieg, ator gaúcho que morou por muitos anos em Joinville.

A tragicomédia conta a história de uma família de classe média. Jorgina (Angela Vieira) suspeita que seu vizinho seja um assassino. Ela inferniza a vida do marido, da filha e do noivo da filha com sua teoria. A montagem inspirada em Nelson Rodrigues e Pedro Almodóvar traz referências a dupla de fotógrafos franceses Pierre et Gilles. O texto é de Jô Billac e a direção é de Guilherme Leme. Ingressos podem ser comprados no Fiji Bar ou então no site www.ticketcenter.com.

Campeonato de balonismo em Joinville

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Neste fim de semana, um bom programa é apreciar o campeonato de Balonismo, que Joinville está sediando. Se o tempo continuar a colaborar, o céu da cidade ficará mais colorido entre sábado e domingo. Confira mais informações, recebidas da assessoria de imprensa do evento

O 13º Campeonato Sul-Brasileiro de Balonismo, etapa Perini Business Park, será realizado em Joinville, entre os dias 6 e 8 de maio de 2011, com a presença de mais de 10 pilotos de balonismo de várias partes do Brasil, definindo junto com a segunda etapa a ser realizada em Maringá (PR) o ranking sul-brasileiro de Balonismo de 2011. É a primeira vez que a maior cidade do Estado de Santa Catarina sedia um campeonato oficial dessa modalidade realizado pela Federação Catarinense de Balonismo.

A competição terá o patrocínio master do Perini Business Park, considerado o maior condomínio industrial multissetorial do Brasil. Por isso a abertura e o encerramento oficial com as premiações serão realizados na sede do parque empresarial. O campeonato também contará com o co-patrocínio de várias empresas da região, entre elas Brascola, Convisa Construções, Hotel Sleep Inn, Imobiliária Anagê, Perville Pré-Fabricados, RH Brasil, Coinvalores, Sociesc Educação e Tecnologia. Segundo Jonas Tilp, diretor Comercial do Perini Business Park, “conseguimos trazer este belo espetáculo de balões para Joinville como forma de prestigiar a cidade em comemoração aos 10 anos do condomínio, é um presente para a população”.

Para Adriano Perini, organizador do campeonato, “Joinville será uma estreia bastante desafiadora e divertida, em função da instabilidade climática e da geografia com mangue e muitos rios. Por isto, os pilotos que virão competir têm mais experiência, já que é tecnicamente mais difícil de voar na cidade”. A partir desta edição, o sonho é realizar uma série de outros eventos no Estado com a chancela da Federação Catarinense de Balonismo e a experiência de 15 anos da empresa organizadora dirigida pelo próprio, a Balonismo Promoções & Eventos.

Todo esse esforço tem a ver com uma importante visão de futuro, disseminando mais o esporte no país. A Confederação está batalhando para trazer em 2014 um mundial de balonismo para o Brasil, na cidade de São Carlos (SP).

PROGRAMAÇÃO 13º CAMPEONATO SUL-BRASILEIRO DE BALONISMO

ETAPA PERINI BUSINESS PARK

06/05/2011 – 07:00: Voo treino opcional das equipes competidoras

06/05/2011 – 15h – Perini Business Park: Voo exclusivo para a imprensa

07/05/2011 – 7h – Hotel Sleep In: 1º voo competitivo

07/05/0011 – 15h – Hotel Sleep In: 2º voo competitivo

07/05/2011 – 19h – AméricaFutebol Clube: Night Glow: Show noturno dos balões que será realizado em estádio – aberto à população

08/05/2011 – 7h – Hotel Sleep In: 3º voo competitivo

08/05/2011 – 15h– Hotel Sleep In: 4º voo competitivo

08/05/2011 – 20h30 – Perini Business Park: Encerramento e premiação

Fonte organização para contatos com imprensa: Adriano Perini – perini@balonismo.com.br – (44) 3224-1700 ou 9911-1700 – odontólogo, diretor da empresa Balonismo Promoções & Eventos e presidente da Federação Paranaense de Balonismo

Patrocínio: Perini Business Park (master), Perville Pré-fabricados, Construtora Convisa, Hotel Sleep Inn, Imobiliária Anagê, Corretora Coinvalores, RH Brasil, Brascola e Sociesc.

Apoio: Prefeitura Municipal de Joinville e RBS

Mais informações: www.balonismo.com.br

ASSESSORIA DE IMPRENSA – EDM LOGOS COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

Bruna Nicolao – bruna@edmlogos.com.br e Malu Salgueiro – malu@edmlogos.com.br

Telefones (47) 3433-0666 e 8405-5032

Marketing Digital, Merchandising e Criação marcaram a segunda noite do Eppa 2011

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*Texto recebido da Assessoria de Imprensa do Eppa 2011.

Dando continuidade à programação do 7º Encontro de Publicidade e Propaganda Acadêmico, os participantes acompanharam três palestras nesta quinta-feira (05/05). A noite começou com Olimpio Araujo Junior, diretor da OAJ Gestão de Marketing e Fundador da rede social “GestordeMarketing.com”. O palestrante apresentou o tema “O papel dos Publicitários no Marketing Digital”, que demonstrou a importância de as empresas se adequarem a este novo canal de relacionamento com o consumidor, sobretudo por seu baixo custo. “É possível reduzir em até 80% os custos com comunicação e marketing utilizando a web”, revelou Olimpio.

Em seguida, foi a vez de Regina Blessa, consultora especializada em merchandising. A palestrante fez uma elogiada apresentação sobre as técnicas e estratégias de merchandising no ponto de venda e mostrou uma série de cases de sucesso, além do que não deve ser feito no PDV. Segundo Regina, “é preciso dar aquilo que o cliente quer, de uma maneira gostosa e bonita.” Para encerrar a noite, os sócios Marcelo Fausto e Marcos Moreira apresentaram as estratégias de criação do Estúdio Nagô, o primeiro estúdio de fotografia e ilustração a se consolidar com foco no mercado da moda em Santa Catarina.

Nesta sexta-feira, o Eppa receberá dois profissionais de peso para fechar a semana de palestras. Ana Iwancow, publicitária com experiência de 29 anos em agências de publicidade e veículos de comunicação, abordará o tema “Mídia”. Para discutir sobre TV Digital, o evento receberá Romeiro Vieira da Rosa, diretor de operações da TV Digital da RBS/SC, que vai mostrar na prática a nova tecnologia digital. Os organizadores do Eppa 2011 informam que a palestra ”Estratégias Digitais”, que seria ministrada por Fabiano Goldoni, foi cancelada por motivos alheios ao controle e à organização do evento. A organização lamenta e pede desculpas aos participantes pelo ocorrido.

Na noite de hoje, entre as duas palestras, também serão revelados os ganhadores do Prêmio Exit/IELUSC, concurso que premiará as melhores peças publicitárias produzidas por acadêmicos sobre o tema “Maltratar é irracional”, referente aos maus tratos aos animais. Os participantes terão uma boa surpresa na apresentação do prêmio, que será comandada por um personagem especial. Para quem não puder comparecer, o conteúdo pode ser acompanhado pelos tweets do Eppaminondas, o mascote do Eppa, em @eppa2011.

No sábado pela manhã, o evento inicia com os diversos workshops, no BOM JESUS/IELUSC. Para os interessados em participar, há vagas disponíveis por R$15. O Eppa encerra suas atividades em 2011 com um almoço comemorativo durante a tarde, reunindo acadêmicos e profissionais nas Cabanas do Oásis (Rua Agrolândia – bairro Glória). Mais informações no site  www.eppa.ppg.br.

Eppa 2011 começa com tudo. Palestras continuam hoje em Joinville

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*Texto recebido da Assessoria de Imprensa do Eppa 2011

Muito conteúdo, troca de ideias e diversão ontem na abertura da 7º Encontro de Publicidade e Propaganda Acadêmico. Uma noite de grandes palestras abriu a edição de 2011 e surpreendeu muitos participantes. A repercussão foi grande no Twitter de Eppaminondas, o mascote do Eppa 2011, e evidenciou a satisfação do público.

A responsabilidade de dar o pontapé inicial ficou a cargo de Karlan Muniz, consultor nas áreas de Marketing, Branding e Comunicação, com o tema “O consumidor e as marcas: a lógica por trás do sucesso”. Com um tema instigante e muito carisma, Karlan empolgou a galera ao dar boas dicas como “quanto maior e mais rico o imaginário em torno da marca, menor a capacidade da concorrência igualar.”

Em seguida, foi a vez do diretor de Planejamento da agência F.Biz (São Paulo), Luiz Felipe Barros, falar sobre “Planejamento Estratégico”. O palestrante apresentou uma série de cases em que o planejamento fez a diferença e demonstrou a importância em se planejar as ações de comunicação. “O bom planejamento é o camisa 10. Precisa ter visão de jogo, precisa dar suporte para fazer a coisa acontecer, armar o gol”, afirmou Luiz Felipe.

Com duas grandes palestras, a responsabilidade cresce. Os organizadores estão concentrados para continuar realizado um evento de qualidade. Logo mais, o Eppa receberá  mais três palestras com grandes profissionais. Olimpio Araujo Junior, diretor da OAJ Gestão de Marketing e Fundador da rede social “GestordeMarketing.com”, a apresentará a palestra “O papel dos Publicitários no Marketing Digital”; Regina Blessa, autora dos livros “Merchandising no Ponto-de-Venda” e “Merchandising Farma”, vai falar sobre Merchandising; e, para encerrar, os profissionais do Estúdio Nagô, o fotógrafo Marcelo Fausto e o ilustrador Marcos Moreira, falarão sobre Criação. Para quem não puder comparecer, as palestras podem ser acompanhadas pelos tweets do Eppaminondas, em@eppa2011.

A 7ª edição do Eppa acontece até o próximo sábado (07/05) na Mitra Diocesana, em Joinville. O evento é organizado pelos acadêmicos do 7º período de Publicidade e Propaganda do BOM JESUS/IELUSC e tem como principal objetivo a interação entre acadêmicos e profissionais para discutir assuntos ligados à comunicação. Ainda dá tempo de se inscrever para participar das palestras e workshops. Mais informações no site  www.eppa.ppg.br.

Serviço:

O quê: Eppa 2011
Quando: 4 a 7 de maio
Onde: Mitra Diocesana
Rua Jaguaruna, 147 – Centro – Joinville/SC
Quanto: De R$15 a R$55
Informações: (47) 8801-8238 / 8847-0007 / contato@eppa.ppg.br

Foto de Leonardo Vicente

“Ciclos de Cinema” de maio já tem programação definida

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A Fundação Cultural de Joinville divulgou a programação dos filmes que serão exibidos no mês de maio do projeto “Ciclos de Cinema”. Serão oito obras que envolvem a temática da ruptura e do redescobrimento. A comédia “A viagem do Capitão Tornado” será o primeiro a ser exibido. Conta a história de um herdeiro que deixa o castelo de seus ancestrais e no meio da viagem conhece um grupo de atores e se apaixona pela arte. No sábado, 7 de maio, estará em cartaz “Paisagem na Neblina”, história de dois irmãos que partem numa jornada a procura de seu pai. Todos os filmes serão exibidos no auditório do Museu do Sambaqui, sempre às 19h15. As sessões são gratuitas e abertas à comunidade.  Veja a programação completa:

Sinopse dos filmes:

*Agenda recebida da assessoria de imprensa da Fundação Cultural de Joinville

06/05 - A viagem do Capitão Tornado (Il viaggio di Capitan Fracassa)

07/05 - Paisagem na neblina (Topio stin omichli)

13/05 - E la nave va (E la nave va)

14/05 - Sem destino (Easy rider)

20/05 - O céu que nos protege (The sheltering sky)

21/05 - E aí, meu irmão, cadê você? (O brother, where art thou?)

27/05 - Para Wong Foo obrigada por tudo, Julie Newmar (To Wong Foo thanks for everything, Julie Newmar)

28/05 - A grande viagem (Le grand voyage)


Mercado de Comunicação

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Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798