Informação é coisa séria!

Desafios da ética

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Um dos novos “grandes projetos” que estamos desenvolvendo aqui na Mercado de Comunicação é a elaboração do primeiro código de ética da Víqua, que faz parte do nosso quadro de clientes desde o começo desse ano. Apesar de, informalmente, chamarmos o projeto como “o código de ética da Víqua”, não é exatamente a isso que esse novo documento se propõe. Menos que um condicionamento de conduta, o código funcionará bem mais como uma lista de bons conselhos da empresa para seus funcionários, dicas sobre como se portar no ambiente fabril e fora dele, coisas a evitar e boas práticas, para serem repetidas à exaustão.

As nossas discussões, aqui nos nossos muros e na própria empresa, sempre procuram deixar bem claro que o processo desse código não será como acontece em muitas empresas pelo mundo afora, em que o código de ética e decidido e posto em prática de cima para baixo (algumas vezes, de cima por goela abaixo). A ideia é que, por meio de workshops promovidos pela Víqua, todos que quiserem tenham a oportunidade de dar suas sugestões, e que o resultado final seja uma lista de temas que tenham a visão do funcionário plenamente contemplada. Ao fim, a expectativa é que os “conselhos” façam real sentido e diferença na vida do funcionário. Esse é o desafio: um processo realmente cooperativo, entre todos que tiverem algo a dizer.

Abaixo, para reflexão, segue um trecho retirado da pesquisa “Código de Ética Corporativo – A base das responsabilidades da empresa”, publicado em 2008 pelo Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios. As ideias são de Maria Cecília Coutinho de Arruda, coordenadora do Centro de Estudos de Ética nas Organizações, da Fundação Getúlio Vargas/ Escola de Administração de Empresas de São Paulo e presidente da Associação Latino-Americana de Ética, Negócios e Economia (Alene).

“Se dez anos atrás o código de ética era visto como um instrumento, hoje ele faz parte das estratégias e das políticas de ética, com uma finalidade maior do que a de instrumento. É comum perceber a vibração, o entusiasmo, a reação otimista de colaboradores ou empregados de uma empresa que exibem o código de ética de sua organização como algo que lhes dá orgulho. Não o vêem como mais uma norma a ser cumprida, mas como os olhos de gato ao longo de uma estrada, que podem ser vistos à noite pelos veículos que tenham os faróis ligados. Podem passar por cima, mas sabem que é sensato caminhar dentro da via indicada. Não questionam a autoridade de quem as fixou no solo, porque sabem que houve profissionalismo ao delinear as pistas.”

Ainda o desafio da formação

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Valorizar a prata da casa, com uma área de RH dedicada a um amplo programa de desenvolvimento das carreiras de seus funcionários. É a resposta da In Press ao desafio da formação profissional. Segundo a agência, o programa envolve treinamento, política de cargos e salários e promoções. “Precisamos ter equipes qualificadas, atualizadas e motivadas em tempo integral”, diz a diretora Kiki Moretti, no anuário da Mega Brasil. “Temos que acelerar o processo de capacitação interna se quisermos contar com  gente preparada para assumir novas e maiores responsabilidades, particularmente no campo da gestão.” Já o pessoal da Burson enfatiza a necessidade de os profissionais estarem aptos a se comunicar em inglês, mas não apenas isso: “É imprescindível que sejam gestores, saibam conviver com processos e estejam preparados para oferecer junto com a comunicação as métricas que mostram o custo-benefício da atividade para os negócios ou para a vida da organização. Por fim, precisamos também aprimorar nossa capacidade de vendas”, sublinha Francisco Carvalho, diretor da agência. Quanto ao perfil do profissional ideal para agências, Cristina Iglecio, da Jeffrey, diz que deve ser “alguém curioso, afeito a evoluir e a aprender constantemente. E movido por desafios, por conquistas, que é o que baliza uma agência na sua diferenciação com a concorrência”.

O desafio da formação profissional

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Mais alguns exemplos de como a formação profissional vem sendo um dos grandes desafios nas agências de comunicação, de acordo com relatos feitos ao anuário da Mega Brasil. A LVBA, uma das maiores do país, mantém um intensivo programa de qualificação, focado tanto em inovações quanto em tendências, planejando ainda atrair talentos como trainees. A Imagem Corporativa tem plano de carreira e prioriza as promoções internas, antes de buscar candidatos no mercado. Na identificação destes, especialmente no caso de jovens, aposta nas mídias sociais. Investe ainda no treinamento das equipes em cursos, seminários, congressos e programas de intercâmbio, trazendo convidados para falar de temas da atualidade (o que a Mercado começou a fazer neste ano). Realizar treinamento por conta própria também é a política da S/A, ao passo que a Textual faz questão de proporcionar, sempre, uma imersão dos novatos na cultura da empresa. “Além desse cuidado com quem chega, há outros maiores ainda com a própria equipe, para que esteja sempre atualizada, motivada e em condições de crescer junto com a empresa. É preciso estar sempre com a cabeça aberta e ter um grupo ágil e com capacidade para a tomada de decisão”, diz Carina Almeida, diretora da Textual.

Para fugir do apagão profissional

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O Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação, editado pela Mega Brasil, afirma que as empresas do setor não temem que o crescimento dos negócios derive em uma espécie de “apagão profissional”. Até porque boa parte delas, ao menos as grandes e as médias, estão fazendo a sua parte e investindo em programas de formação dentro de casa. Aqui no blog, vamos dar uma olhada em alguns exemplos. O primeiro é o da Máquina, dirigida pela jornalista Maristela Mafei. “Estamos presenciando um amadurecimento nos programas de treinamento endógenos, na busca de novos talentos no mercado. Já deixamos de ser um segmento de passagem e nos tornamos o destino final para um considerável número de profissionais, inclusive das novas gerações”, afirma Maristela. Desenvolver na equipe a chamada cultura de gestão e realizar processos internos de recrutamento e treinamento de jovens talentos, como um programa de trainees, são práticas da Máquina para fazer frente à demanda de uma formação cada vez mais qualificada. Outra é a distribuição de ações da empresa entre os funcionários, para premiar e comprometer as pessoas com o negócio. O guia também cita o caso da RP1, que investe na retenção de talentos e na capacitação gerencial.

(Amanhã, outros comentários.)

Em sétimo, e avançando

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Em plano Carnaval, a Mercado de Comunicação está na ativa, de olho em todas as novidades, por aí e afora. Uma boa notícia vem do jornal O Estado de S. Paulo: segundo estimativa do economista Alex Agostini, da Austin Rating, é bem provável que o Brasil tenha ultrapassado a Itália, e se tornado a sétima maior economia do planeta.

Talvez pelo maior e mais rápido acesso à informação ou mesmo por uma mais aguçada consciência histórica, o brasileiro médio, no atual boom de crescimento, consegue perceber de maneira mais clara o fortalecimento do país no cenário internacional, e também os sinais de que a economia brasileira está se tornando mais estável e consistente. Boa notícia para nós, que trabalhamos diariamente (inclusive no Carnaval) para gerar riquezas e dividendos para o país, possibilitando resultados alvissareiros como esse.

Segue, abaixo, a íntegra da notícia, retirada do site do Estadão:

Brasil deve passar Itália e se tornar 7ª maior economia

O Brasil provavelmente já se tornou a sétima maior economia do mundo. Segundo estimativa de Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, o Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3,675 trilhões em 2010 corresponde a US$ 2,089 trilhões, tomando-se a cotação média do dólar no ano. Com esse valor, o PIB brasileiro ultrapassa o da Itália no ranking do Fundo Monetário Internacional (FMI), que é de US$ 2,037 trilhões.

Agostini diz que o ranking do PIB do FMI ainda tem uma estimativa para o crescimento em 2010 da Itália, e não o resultado efetivo do ano. Se a comparação for feita com a estimativa do PIB em 2010, que também é o que ainda consta do ranking, a Itália está na frente – o tamanho da economia brasileira seria de US$ 2,024 bilhões.

Segundo Agostini, o FMI só incluirá no seu ranking os resultados efetivos do crescimento do PIB dos diversos países em abril. “Só aí dá para dizer com 100% de certeza que o Brasil já é a sétima maior economia”, diz. A estimativa do FMI de crescimento do PIB italiano em 2010 é de 1%, enquanto o resultado efetivo foi de 0,1%. É bem possível que o tamanho do PIB da Itália caia quando o resultado efetivo for incluído em abril. Mas pode haver mudanças também no câmbio médio utilizado para converter para dólares.

No caso brasileiro, apesar de a estimativa de alta do PIB do FMI para 2010 ser exatamente os 7,5%, o valor do PIB no ranking é menor do que o calculado por Agostini por causa do uso de uma taxa de câmbio diferente. Ele nota que, no fim de 2011, o Brasil deve estar na frente da Itália, já que as expectativas de crescimento brasileiro são maiores. Em termos cambiais, ele espera que tanto o euro quanto o real se valorizem ante o dólar. Pelas previsões de Agostini, o Brasil será a quinta maior economia do mundo em 2018, com PIB de US$ 3,3 trilhões, atrás de EUA, China, Japão e Alemanha.

O mau negócio de derrubar preços

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Especialistas ouvidos pela Mega Brasil para o Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação alertam para o mau negócio de derrubar preços, artificialmente, no caso de concorrências públicas, em particular, apenas com o propósito de conquistar o cliente. É o que chamam de “comprar portifólio”. Diretores da FSB entendem que esse tipo de iniciativa até pode ser legítima, mas é complicada, diante da evolução natural do mercado: “Os próprios clientes já com alguma quilometragem rodada sabem muito bem com quais valores trabalha a indústria de comunicação corporativa e, ao verem uma equação que sabidamente não fecha, cercam-se de cuidados porque, no frigir dos ovos, terão de compartilhar a responsabilidade por eventuais fracassos. Na verdade, isso se volta contra todos nós. E, na área pública, a coisa ainda é mais complicada, porque, ao contrário da iniciativa privada, onde, dependendo da situação, você consegue corrigir certas distorções, no setor público isso não tem a menor chance de acontecer. Quem erra no preço terá de arcar com o prejuízo por pelo  menos um ano antes de ter a oportunidade de renegociar o contrato”, afirmam à publicação os empresários Tom Camargo e Marcos Trindade.

(Semana que vem, pós-Carnaval, tem mais. Até lá.)

Horário de visitação nos museus durante o Carnaval

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Para quem pretende visitar os museus durante o feriado de Carnaval, a Fundação Cultural de Joinville informa o horário especial de funcionamento. O Museu Casa Fritz Alt, Arquivo Histórico, Casa da Memória, Galeria Municipal de Arte Victor Kursancew e Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior estarão fechados entre os dias 05 e 09 de março. No mesmo período, os demais museus atenderão o público das 12 às 18 horas. Apenas a Estação da Memória vai atender os visitantes das 11h às 17 horas. Todos os museus e espaços de memória estarão fechados na segunda-feira, 7 de março, dia em que as unidades realizam manutenção e limpeza do acervo.

Concertos Matinais

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No próximo domingo, 6 de março, às 10h30, na Casa da Memória,  acontece o primeiro concerto matinal de 2011. Será com a Camerata Dona Francisca. O evento faz parte da programação do aniversário de 160 anos de Joinville, e vai homenagear imigrantes e ex-prefeitos da cidade. O concerto terá a participação do barítono Douglas Hahn.

Show nacional marca a programação do Carnaval Joinville 160 ano

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Texto recebido da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Joinville

Tudo pronto para a grande folia do “Carnaval 2011 – Joinville 160 anos”. A programação de shows, desfile de blocos e escolas de samba e o Carnaval Infantil promete não deixar ninguém parado nos dois dias de festa. A apresentação do grupo Negritude Junior é o ponto alto da programação desta sexta-feira (04/03). O show nacional está marcado para as 23 horas na Praça Dario Salles, após a escolha da Rainha e do Rei Momo 2011. A programação da noite inicia às 19 horas com a banda local Explosão Fusão.

A participação do grupo no Carnaval de Joinville marca a comemoração dos 25 anos de carreira do Negritude com a turnê “Abracadabra”. Neste ano – o grupo que chega a Joinville na sexta-feira pela manhã – lança seu primeiro DVD em sequência da turnê “Tudo Nosso”, que visitou várias cidades do país e do exterior. A banda Negritude é formada por Nenê, Claudinho, Wagninho, Ari, Feijão e Chamburcy. No repertório de apresentação estão inclusos os sucessos que marcaram a carreira do grupo, como “Cohab City”, “Beijo Geladinho”, “Faça o que eu digo”, “Que dure para sempre” e”Gente da Gente”, além de músicas inéditas.

No sábado (05/03) a festa continua com o Desfile dos Blocos e Escolas de Samba de Joinville. A concentração está marcada para às 19 horas na Rua Rio Branco, em frente a Alameda Brustlein – a Rua das Palmeiras. O desfile vai contar com a participação das escolas de samba Acadêmicos da Serrinha, Fusão do Samba e Princípes do Samba, dos blocos BOX 4, Diversidade, Grefaloucos e Manda Brasa. A abertura do desfile será marcada com a “limpeza” da avenida pelo grupo Afoxê Omilodê, seguido pelo desfile da Corte de Momo eleita na noite anterior.

Depois do desfile, a programação prossegue com os shows no Palco da Praça Dario Salles. O grupo joinvilense Bera Samba sobe ao palco para animar o público com um repertório recheado de marchinhas de Carnaval, pagodes e sambas enredos marcantes. O Bera Samba é originário da tradicional banda cinquentenária “Bera e Seu Regional”, que com o falecimento em 1997 do principal músico Luiz da Silva, o Bera, recebeu o título atual e nova formação. O grupo é composto pelos músicos Ezequiel (bandolim, violão, cavaco e maestro), Gilmar (surdo e vocal), Marquinhos (bateria e vocal), Juliano (cavaco) e Marcelo (pandeiro e vocal). O grupo também animou o público no Carnaval Joinville 2010, que contou com um público de cerca de 30 mil pessoas nos dois dias de folia.

A animação musical da festa continua com a apresentação de Karina K e banda. A cantora, já conhecida do público joinvilense, começou sua carreira aos 16 anos como vocalista de bandas de baile, como Mississipi Band Show, Manchester Band, Os Versáteis. Em 2002, a artista iniciou sua carreira solo. Seu primeiro CD intitulado “Karina K Mais de Leve” foi lançado em 2009. A apresentação de Karina K e sua banda traz um repertório eclético com muito samba e axé.

A programação do “Carnaval 2011 – Joinville 160 anos” é gratuita e aberta à comunidade. O evento é uma realização da Prefeitura e Fundação Cultural de Joinville (FCJ), com o apoio da Liga de Entidades Carnavalescas de Joinville (Lecaj) e do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec).

Confira a programação Carnaval 2011 – Joinville 160 anos:

04/03 – sexta-feira
19h – Show com Banda Explosão Fusão21h – Eleição da Rainha e Rei Momo Carnaval Joinville 201123h – Show Nacional com Negritude Jr.Local: Praça Dario Salles

05/03 – sábado
15h – Carnaval Infantil com Concurso de FantasiasLocal: Praça Nereu Ramos
19h – Desfile dos Blocos e Escolas de SambaLocal: Rua Rio Branco (em frente à Rua das Palmeiras)
01h – Show com Grupo Bera Samba e Karina K e bandaLocal: Praça Dario Salles

Serviço:
* O quê: Programação do Carnaval 2011 – Joinville 160 anos* Quando: 04 e 05 /03 – Confira a programação* Quanto: Gratuito
Informações: (47) 3433.2190 na FCJ

Cabo de guerra das concorrências

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Uma preocupação recorrente no segmento das agências de comunicação é a pressão do mercado na hora de definir o preço dos serviços. O anuário da Mega Brasil chega a qualificar essa situação como “quase insustentável”. O que fazer? “Aceitar e correr todos os riscos que isso acarreta ou rejeitar e ver um concorrente pegar a conta?”, pergunta-se o anuário, qualificando o problema como um dilema real para as empresas que atuam nesse ramo. A solução, diz, está no amadurecimento do mercado, “que levará organizações e agências a encontrar o ponto de equilíbrio para uma atuação plena e sustentável, que beneficie os dois lados”. Um dos alertas que a publicação faz é para a proliferação de concorrências que antecedem a contratação de serviços, seja por grandes empresas, seja no setor público. Qual o problema aí? “O mercado está inundado de concorrências que são meras tomadas de preço de empresas que querem ter parâmetros de seus custos com fornecedores. Ou seja, não são concorrências para valer”, chama atenção a presidente da In Press, Kiki Moretti.

Mercado de Comunicação

Mercado de Comunicação
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Joinville / SC - CEP 89210-070
Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798