Como opera o setor de agências de comunicação no terreno das parcerias internacionais? O anuário da Mega Brasil cita a existência de quatro modelos, envolvendo as maiores do ramo:
@ Agências estrangeiras que fincaram o pé no Brasil com bandeira própria, como as veteranas Burson-Marsteller e Hill & Knowlton, além de Edelman, The Jeffrey Group e Llorente & Cuenca.
@ Outras que aqui chegaram por meio de associações com agências nativas: Ketchum (com a Estratégia), Porter Novelli (com a In Press), Maning Salvage and Lee (com a Andreoli).
@ Locais com parceiras operacionais, como a Fleishmann-Hillard (com a CDN), a Kreab Gavin (com a S/A Comunicação), Shandvick e Gollin Harris (com a S2 Publicom) e Eulogy (com a RP1).
@ Agências brasileiras integradas a redes internacionais, como a Imagem Corporativa, filiada à Public Relations Organization International (Proi), e a Planin, vinculada ao Wordlcom Public Relations Group.
Previsão de José Luiz Schiavoni, da S2 Publicom: “A se confirmarem os prognósticos de crescimento continuado na faixa dos 20% ao ano, em três ou quatro anos muitas empresas vão dobrar de tamanho e atrair o apetite por novos lances empresariais. Com maior musculatura e mais maturidade empresarial, teremos grandes chances de novos e ousados passos para o setor”.