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Programação Mercado de Comunicação na Feira do Livro

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Amanhã, 1 de abril, começa a 8ª Feira do Livro. O evento acontece até dia 10 e será no Centreventos Cau Hansen, das 9h às 21h. A Mercado de Comunicação preparou uma programação especial para os visitantes. Confira o cronograma do fim de semana.

01/04 (sexta)

16h40 – Leitura de textos com acadêmicos da Univille

18h30 – Apresentação de Jéssica, saxofonista do Conservatório Belas Artes

20h – Sarau Literário

02/04 (sábado)

11h – Apresentação de saxofone ( Conservatório Belas Artes)

03/04 (domingo)

14h30 – Apresentação musical do grupo Ministério (Conservatório Belas Artes)


Na Feira do Livro, Mercado de Comunicação promove prêmio literário

Prêmio Literário, Sobre nós, Variedades Seja o primeiro a comentar »

Editora organiza atividades paralelas e apresenta títulos recentes

Para quem quiser saber mais sobre o Prêmio Joinville de Expressão Literária, a Feira do Livro, que começa nesta sexta-feira (01/04), no Expocentro Edmundo Doubrawa, será uma boa oportunidade. A Editora Mercado de Comunicação, responsável pela realização do concurso em parceria com a Univille, terá um estande no evento para divulgar o prêmio, que em 2011 chega à oitava edição.

No espaço, a editora vai oferecer uma programação especial. Além de apresentações musicais e teatrais do Conservatório Belas Artes, haverá uma série de bate-papos em um espaço montado no próprio estande. O jornalista Henrique Puccini, da Humantech, empresa de gestão do conhecimento, fala sobre redes sociais e novas plataformas tecnológicas para a literatura. A professora Ana Rita Hermes, coordenadora pedagógica da escola de idiomas Yázigi, aborda as peculiaridades da língua inglesa e o desafio da tradução. Geraldo Lion, da ExpecTV, que atua na área de monitoramento de imprensa, conversa com o público infantil sobre a importância da leitura de jornais. O professor Silvio Melatti, coordenador do curso de jornalismo do Bom Jesus/Ielusc, e o jornalista e escritor Rodrigo Schwarz completam o ciclo de convidados que estarão no estande da editora.

No dia 7, das 18h às 19h, a rádio Mais FM transmite o programa Áudio Blog direto do estande da editora. Também haverá um sarau literário, em que apreciadores da literatura poderão declamar poesias e textos. A programação completa, com datas e horários, será divulgada no site da Mercado a partir desta quinta-feira.

A Mercado de Comunicação participa da Feira do Livro, também, com o objetivo de apresentar os títulos que lançou em 2010. Foram três: “Jornalismo Empresarial: Isso é Possível?”, de Guilherme Diefenthaeler, que traz um apanhado histórico do jornalismo corporativo e debate a qualidade e a transparência desse tipo de publicação; “Reticências”, de Ana Ribas Diefenthaeler, que reúne crônicas publicadas na imprensa desde 2007; e a coletânea do Prêmio de Expressão Literária, com contos, crônicas e poesias dos ganhadores das edições de 2008 e 2009.

Os livros de Guilherme e Ana, vendidos a R$ 25 nas livrarias, poderão ser comprados a R$ 15 durante a Feira do Livro. Já a coletânea estará à disposição do público por R$ 10 e o valor arrecadado será empregado na próxima edição do prêmio, que abre inscrições em julho. A presença na Feira do Livro, segundo a Mercado de Comunicação, será ainda uma vitrine para o fortalecimento do prêmio, que neste ano espera ampliar o leque de patrocinadores. “Como editora, nossa expectativa é concentrar o foco em obras corporativas e da área médica, além de ser uma opção para os novos autores que participam de programas de incentivo como o Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura”, ressalta Guilherme Diefenthaeler.

Sobre a Mercado de Comunicação

Prestes a completar 15 anos, em agosto, a Mercado de Comunicação, especializada em comunicação institucional, também atua como editora. Guilherme Diefenthaeler e Ana Ribas Diefenthaeler são os diretores da empresa. Atendem a quase 20 clientes, a maioria fixos, como Ciser, Víqua e Hospital Dona Helena. Na equipe, os jornalistas Jouber Castro, Letícia Caroline e Keila Tyler, além de Juliana de Medeiros, responsável pelo setor administrativo.

Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Keila Tyler. Tel. (47) 3025-5999, 8403-3436.

Como as pequenas empresas podem usar as redes sociais?

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Aqui na Mercado de Comunicação começamos a utilizar as redes sociais recentemente. Além do twitter (@mercado_com), temos perfis no orkut criados para divulgação do Prêmio Joinville de Expressão Literária. O desafio diário é saber o que divulgar e como tirar proveito das ferramentas das redes sociais para melhor apresentar a empresa para clientes, parceiros e comunidade em geral. Para quem também está se aventurando nessa área, segue um artigo publicado no site da Revista Exame PME, com algumas dicas para melhor utilizar as redes sociais.
Como as pequenas empresas podem usar as redes sociais?

Respondido por Daniela Khauaja, especialista em marketing*

São Paulo – Muitas companhias utilizam as redes sociais ainda de modo passivo, ou seja, só monitoram o que se fala da marca. Esse monitoramento é imprescindível para grandes organizações e existem até empresas especializadas em prestar esse serviço.

As PMEs podem utilizar as redes sociais para gerar idéias. Sugiro começar convidando sua comunidade pessoal (seus contatos) a conhecer sua empresa. Depois incentive as pessoas a colaborarem na criação de novos produtos, serviços ou idéias.

Essa não é mais uma maneira de anunciar seus produtos. Sua empresa deve ser convidada a participar das comunidades pelos seus integrantes. O primeiro mandamento é descobrir como ser interessante a ponto de ser convidado. Depois, a interação deve ser contínua. Como em toda ação de marketing, para investir nas redes sociais, as empresas devem determinar objetivos, dedicar recursos e mensurar os resultados.

Atenção: só será possível engajar as pessoas a participar se for algo interessante para elas, afinal as comunidades são formadas com base em critérios de interesse.

Procure oferecer serviços e informações relevantes, como as últimas novidades ou as tendências de seu setor de atuação. Assim, sua empresa pode se tornar conhecida como especialista em determinado assunto. A partir desse ponto, as redes sociais podem ajudar a construir sua marca.

As vendas também podem ser impulsionadas pelas ferramentas de redes sociais já que muitos consumidores tomam decisões de compra baseadas nas recomendações de suas comunidades.

Além disso, é possível construir e manter relacionamento com clientes. Com o crescimento da sua empresa, será preciso orientar seus colaboradores a falar sobre sua marca ou ainda contratar uma agência para fazer sua comunicação nas redes sociais. Tenha muito cuidado pois um único comentário infeliz pode causar danos para a imagem da marca.

*Daniela Khauaja é especialista em marketing pela Western International University de Londres e coordenadora da área de marketing de pós-graduação da ESPM

Solidão

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*Artigo do economista César Döhler, publicado no jornal A Notícia

Será que o dito popular “antes só do que mal acompanhado” funciona? Vivemos em um mundo cada vez mais solitário ou não? A solidão tem vantagens e desvantagens. O lado positivo pode ser a necessidade de estar só, para escutar nossa voz interior e decidir qual o melhor caminho a seguir. Ficar em silêncio e refletir, fazer o exercício de colocar os pensamentos em ordem, reabastecer para continuar a viagem pelo trabalho e pela vida. O lado negativo pode ser a tristeza que a solidão provoca: problemas de relacionamento, perda de equipes valiosas que poderiam desvendar equações para melhorar a qualidade de vida, falta de coletividade e sinergia.

O mundo se debate com temas relevantes como a crise na Europa, que pode piorar muito e prejudicar a economia mundial, os conflitos no mundo árabe, o terremoto no Japão, a tragédia das águas no Brasil, a sustentabilidade do planeta que passa por momentos alarmantes e o aumento da violência. Será que os governantes, as organizações e as pessoas estão comprometidos em reduzir os efeitos dessa pauta, ou cada um insiste em permanecer no seu quadrado? A solidão do poder movida pela ganância, o capitalismo selvagem e a ânsia de sair na frente de todos a qualquer preço são fatores que podem nos levar a um retrocesso global. Para melhorar esse cenário, é preciso haver uma união de forças.

Nos dias de hoje, em que o tempo é escasso e todos vivem às voltas com seus afazeres e negócios inadiáveis, não é tão fácil encontrar oportunidades para a convivência. Mas não é impossível. O desafio é usar a solidão na hora certa e mover todas as forças para driblá-la, quando o momento for de dar as mãos. A solidão é um problema sério para os mais idosos; ninguém tem paciência para escutá-los. Nos anos dourados, eles estavam no centro do palco. E agora? Será que somos descartáveis? Vamos mudar esse cenário começando hoje, dando um abraço em um ser humano que tem as cicatrizes da existência. Com a onda de individualismo que se verifica na sociedade atual, muita gente acaba se isolando e vivendo como se fosse em uma ilha. Talvez não percebam que, de ilha em ilha, acabarão criando o triste e melancólico arquipélago da solidão.

Bola de cristal das agências

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Mais alguns depoimentos extraídos do anuário da Mega Brasil, com executivos de agências de agências de comunicação traçando cenários para o setor:

“O mundo passa por transformações intensas e o Brasil é hoje uma das principais vitrines. A comunicação, nesse sentido, mostra cada vez mais sua importância estratégica. Ora, quem entende de diálogo e de relacionamento somos nós, portanto é natural que nossa jornada se fortaleça. Tudo faz crer que as verbas de comunicação irão crescer. O mercado que se prepare, porque muito mais empresas vão se ligar, querendo beliscar parte desse quinhão. Poderão vir da publicidade, da área digital, do marketing e da própria comunicação corporativa. E quem for mais competente e estiver melhor estruturado, mais chances terá de fazer sucesso.” Cristina Iglecio, da Jeffrey

“Vejo ainda muita timidez entre os empresários do setor. Aí é difícil prosperar. As oportunidades existem e estão aí. Trata-se de aproveitá-las. Só que, infelizmente, vejo poucas organizações de nosso setor com esse olhar gestor.” Rodolfo Zabisky, da MAZ

“O mercado de comunicação está mais maduro e deve continuar a evoluir. Além de crescimento, a área precisa de renovação para fazer frente a um cenário no qual públicos, meios e mensagens se transformam radicalmente. Isso se desdobra em processos de fusões, aquisições, ampliações, entrada de novos players e profissionais cada vez mais bem preparados, assumindo cargos estratégicos no setor. É um momento muito positivo.” Yacoff Sarkovas e Ronald Mincheff, da Edelman

“Muitos clientes buscam atendimento personalizado, próximo, sem grandes estruturas no meio do caminho. Lidar com imagem, de certa forma, continua sendo um trabalho artesanal. Que venham as oportunidades de consolidação, desde que elas façam sentido.” Cláudio Sá, da Conteúdo

Parcerias internacionais

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Como opera o setor de agências de comunicação no terreno das parcerias internacionais? O anuário da Mega Brasil cita a existência de quatro modelos, envolvendo as maiores do ramo:

@ Agências estrangeiras que fincaram o pé no Brasil com bandeira própria, como as veteranas Burson-Marsteller e Hill & Knowlton, além de Edelman, The Jeffrey Group e Llorente & Cuenca.

@ Outras que aqui chegaram por meio de associações com agências nativas: Ketchum (com a Estratégia), Porter Novelli (com a In Press), Maning Salvage and Lee (com a Andreoli).

@ Locais com parceiras operacionais, como a Fleishmann-Hillard (com a CDN), a Kreab Gavin (com a S/A Comunicação), Shandvick e Gollin Harris (com a S2 Publicom) e Eulogy (com a RP1).

@ Agências brasileiras integradas a redes internacionais, como a Imagem Corporativa, filiada à Public Relations Organization International (Proi), e a Planin, vinculada ao Wordlcom Public Relations Group.

Previsão de José Luiz Schiavoni, da S2 Publicom: “A se confirmarem os prognósticos de crescimento continuado na faixa dos 20% ao ano, em três ou quatro anos muitas empresas vão dobrar de tamanho e atrair o apetite por novos lances empresariais. Com maior musculatura e mais maturidade empresarial, teremos grandes chances de novos e ousados passos para o setor”.

Novo ciclo de empreendedorismo

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Qual será a nova face do segmento das agências de comunicação corporativa, diante de movimentos recentes  como fusões, aquisições e injeção de capital externo? De acordo com texto publicado no anuário da Mega Brasil, o setor “começa a respirar os ares de um novo ciclo, que deve desaguar em uma nova consolidação de mercado na qual o empreendedorismo será a tônica”. Entrevistada pela publicação, Maristela Mafei, da Máquina, lamenta que os empresários dessa área ainda vejam o negócio de forma personalista e tenham dificuldades de “abrir mão ou compartilhar o poder”. Para ela, a entrada em cena de uma nova geração vai mudar muita coisa: “Quem chega, tem desapego e um olhar pragmático para o empreendimento”. A diretora também defende uma maior aproximação entre as agências, tendo em vista ganhos recíprocos, compartilhando serviços e trocando experiências. “Isso talvez seja difícil com o atual grupo de empreendedores, profundamente apegados aos seus negócios e respectivos processos e sistemas. À medida que se consolidem as sucessões e que a gestão das empresas se profissionalize, tenderá a ficar mais viável.” A perenização das agências, e a melhor forma de conduzir a questão sucessória, é um desafio relevante. Muitas vezes, diz o anuário da Mega Brasil, não há sucessão na linha hereditária e a perspectiva de negociar o controle entre empresas com perfil de atuação semelhante não é a resposta mais desejada pelo mercado. Diante de transações milionárias na alçada das grandes agências, a partir da entrada mais agressiva de operadores internacionais nesse meio, outra dúvida diz respeito ao futuro das pequenas. Empresários ouvidos pelo guia apostam que o melhor caminho para essas é o da “especialização, do nicho de mercado, dos espaços que não serão ocupados pelas médias e grandes, seja por causa do negócio, seja por foco”.

Fim de semana em Joinville

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Pra quem ainda não sabe o que fazer no fim de semana, fica a sugestão de três eventos. No sábado a noite acontece a 1ª Festa da Banana, no galpão da igreja Nossa Senhora Aparecida, na Estrada Blumenau, km 18, bairro Vila Nova. O evento começa às 19h. Haverá jantar dançante.

No domingo, às 10h30, dando continuidado a programação dos “Concertos Matinais”, o Conjunto Musical Germânia se apresenta na Sociedade Cultural Lírica.  A entrada é gratuita. Outra opção de lazer será no Museu de Arte de Joinville, o MAJ. Acontece mais uma edição do “Domingo no Jardim do MAJ – Piquenique comunitário, ecológico e cultural”, das 10h às 17 horas. Além da apresentação do Grupo de Tai Chi Chuan da Família Yang, os acadêmicos do 3º anos de Artes Visuais da Univille também farão intervenções artísticas. Artesãos da cidade estarão expondo seus trabalhos. Haverá degustação de alimentos a base de soja, preparados por Ilca Soares, estudiosa da área de alimentação.

Da empresa para a pauta

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[Artigo do Guilherme, publicado n´A Notícia em 12 de março]

O relacionamento entre empresas e imprensa cresce e amadurece – o que é bom para ambas as partes, mas também, e particularmente, para a alta qualidade do noticiário sobre o setor produtivo disponível no Brasil. Do lado das corporações, o avanço está em reconhecer que não podem prescindir de uma comunicação sistemática e transparente com a mídia, ao encargo de profissionais empenhados em estabelecer, com ela, uma via de mão dupla: fornecem regularmente informações para a pauta e permanecem de portas abertas em uma segunda fase do processo, quando procuradas pelos jornalistas para prestar esclarecimentos adicionais. Ou seja, a empresa já não se limita à rotina de distribuir press-releases (textos produzidos por assessorias para divulgar fatos relevantes), mas investe em um trabalho estratégico e extremamente profissional, repleto de nuances fundamentais para sua eficácia.

Do lado da imprensa, talvez o grande passo esteja em consolidar a importância do empresário como fonte confiável, e da empresa como organismo social em si, o que a torna objeto natural de atenção do público; em outras palavras, foco de notícias. Tese apresentada em 2010, no Mestrado em Jornalismo da UFSC, joga luzes nesse tema ao examinar as estratégias das fontes empresariais nas relações com jornalistas de economia e negócios. O autor, Aldo Schmitz, realizou uma pesquisa que envolveu 71 empresários ou executivos, 92 jornalistas e 277 assessores de comunicação para avaliar como tais atores interagem, tendo a imprensa no epicentro.

Segundo a pesquisa, “dialogar com seus públicos e a sociedade” e “gerir a imagem e a reputação, sua ou da organização” são os objetivos principais dos empresários quando atendem jornalistas. Querem, também, pautar o debate público de assuntos de seu interesse e promover a organização, seus produtos ou serviços. São, todos, propósitos legítimos. Um porém, no que revela o estudo de Schmitz, está no pé atrás do empresariado quanto aconceder entrevista: a maioria reclama que o jornalista faz perguntas impertinentes, deturpa as informações, publica declarações fora de contexto e age como “promotor, juiz e carrasco”. Por conta disso, diz a pesquisa, as fontes medem as consequências do que falam à imprensa. Ao que parece, ainda há arestas a aparar nessa relação.

Empresas mantêm espaços próprios de formação

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A carência de mão-de-obra qualificada no mercado não deixa alternativa às agências de comunicação senão realizar iniciativas próprias de formação. É o que se observa com a leitura dos relatos de algumas dessas empresas ao anuário da Mega Brasil. “Infelizmente, temos que administrar esse ônus educacional, mas não basta encontrar uma pessoa com boa formação  num campo que nos interessa. Os profissionais que buscamos precisam ter aptidões múltiplas e, mais do que isso, ser pessoas que vibrem com esse ambiente de múltiplos acontecimentos e tenham brilho nos olhos. Aí, fica mais fácil treinar”, raciocina Rodolfo Zabisky, presidente da MZ, que incentiva a formação continuada e em alto nível de seus funcionários: “Eles são a garantia de nosso sucesso e da longevidade da companhia”. Já a Planin desenvolve um programa semanal de treinamento e capacitação, denominado Sem Fronteiras, abordando novos temas e técnicas, e está para implementar um programa virtual mais focado em tendências, disponível no computador de cada profissional, para que “explore o conteúdo no seu tempo e conforme sua disponibilidade, durante o período de trabalho”. A Textual estimula a participação em cursos e palestras, inclusive bancando os custos: “Você deve motivar o aprendizado, na empresa e fora dela, além de investir nos profissionais que se destacam em suas atribuições”, ressalta o diretor Ederaldo Kosa. Por fim, a Ketchum reforça seu programa interno de treinamento, em campos como planejamento, liderança, fidelização de clientes e até algumas questões básicas.

Mercado de Comunicação

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