Informação é coisa séria!

Ano para entrar na história

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Um dos melhores anos da história das agências de comunicação do país. É como o anuário da Mega Brasil classifica 2010, quando tais empresas ostentaram um crescimento médio de 25,5%, superior aos 20% do exercício anterior. Claro que, como ressalva o guia, houve casos de enxugamento e outros de estabilidade, ou de alguma melhoria, mas nada tão expressivo assim. De qualquer modo, “a regra foi de expansão”, com uma evolução generalizada na faixa dos dois dígitos e casos isolados alcançando os três dígitos, ou seja, agências que dobraram de tamanho no período analisado. Conforme esse levantamento, agências muito pequenas e sem estrutura passaram por maus bocados em 2010, “engolfadas (…) pelas profundas mudanças por que tem passado o mercado e (…) por uma forte concorrência”. Um número ilustrativo aparece no andar de cima da pirâmide de agências brasileiras: segundo o anuário, as quatro maiores do país (CDN, FSB, In Press e Máquina) saltaram de um faturamento conjunto de R$ 206 milhões para estimados R$ 246 milhões em 2010. “Ou seja, um acréscimo de R$ 40 milhões, que dá a média de aproximadamente 19,5% de crescimento na ponta de cima do mercado. É como se cada agência grande tivesse crescido uma agência média no ano, o que, sem dúvida, não é pouco”. Entre as estratégias de crescimento, destaque para a incorporação de novos núcleos de negócios e a atração de executivos de larga experiência, que entraram no quadro dessas empresas.

(Amanhã tem mais!)

Um a um

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Foi-se o tempo da mídia de massa. O novo século está sendo marcado pelo advento da comunicação “um a um”, o que detona uma crise sem precedentes na publicidade, no marketing e nas relações públicas. O raciocínio é do jornalista Paulo Nassar, em um dos artigos que abrem o anuário da Mega Brasil. Diz ele: “A ideia de poucos transmitindo informações para muitos, em canais escassos e profícuos, está desmoronando”. A onda de transformações técnicas e econômicas que estamos vivenciando teria produzido, segundo a visão do autor, algumas tendências fundamentais. As principais: (1) o surgimento do tempo real nas comunicações, acessível a todos; (2) o surgimento de novos públicos para a comunicação institucional, não mais concentrada em jornalistas, clientes e políticos, mas agora com o alvo em segmentos como estudantes e fornecedores, além de, particularmente, as comunidades, vizinhas à organização ou mesmo as virtuais; (3) a entrada de novas mídias no cenário, a exemplo do Twitter, ao lado de busdoors e mensagens via celular. O autor finaliza o artigo sublinhando que “uma comunicação saudável pressupõe a construção conjunta de ações e de conteúdos”, não mais restrita à área de tecnologia ou, digamos, à parceria com os clientes, e passando a envolver, entre outros aspectos, parcerias com organizações não-governamentais. Um dos pressupostos, nesse cenário, seria a transparência como “caminho irreversível” para as empresas, ao ponto de que caberia aos profissionais de comunicação o papel de “ensinar suas empresas a escancarar os portões”.

(Segunda-feira, mais informações e ideias extraídas do guia da Mega Brasil)

Exposição e livro retratam as obras de Schwanke

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Texto recebido da Fundação Cultural de Joinville

A Galeria Municipal de Arte Victor Kursancew recebe as obras do artista joinvilense Luiz Henrique Schwanke, referência das artes plásticas de Santa Catarina nesta quinta-feira (10/02). O evento, que ocorre a partir das 20 horas, marca o lançamento do livro “Percurso do Círculo: Schwanke – séries, múltiplos e reflexões” e da exposição “Perfis e perfis: Entre Apolo e Dionísio”.

A mostra, com curadoria de Charles Narloch, tem a proposta de aproximar dois momentos distintos e marcantes da trajetória do artista. O público vai apreciar pinturas produzidas durante a década de 1980 - sendo alguns exemplares inéditos da fase mais conhecida de Schwanke, quando produziu mais de 5 mil peças retratando rostos em perfil; e a série de perfis plásticos, produzidos entre 1990 e 91, não figurativos. A exposição fica aberta para visitação até 25 de março. O horário de visitação é de segunda a sexta-feira das 08h às 12h e das 14h às 20 horas. A entrada é aberta à comunidade e gratuita.

A publicação “Percurso do Círculo: Schwanke – séries, múltiplos e reflexões” expõe e evidencia os processos de transformação da produção do artista. A edição bilíngue (português/inglês) registra textos deixados por Schwanke em cadernos e diários, e traz ensaios e artigos atuais e de época, escritos por críticos de arte e estudiosos como Agnaldo Farias, Frederico Morais, Fabio Magalhães, Harry Laus e Néri Pedroso. A publicação, já lançada em Florianópolis e São Paulo, tem a organização de Kátia Klock, Ivi Brasil e Vanessa Schultz e foi editado pela Contraponto. O livro apresenta também um DVD com o documentário “À luz de Schwanke”, produzido pela Contraponto. O projeto foi realizado com recursos do Edital de Cultura Elisabete Anderle, do Governo do Estado. Durante o evento serão distribuídos gratuitamente exemplares do livro. A exposição e o lançamento do livro são realizações do Instituto Luiz Henrique Schwanke, Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e a Galeria Municipal de Arte Victor Kursancew.

Admirável mundo novo

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Professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e diretor-geral da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), Paulo Nassar ressalta, no Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação e da Comunicação Corporativa, que vivemos um “admirável mundo novo” da comunicação organizacional. Não somente pelo mais óbvio, a profusão de “maravilhas tecnológicas” à disposição dos profissionais, mas por conta do que ele chama de “mudança de paradigma”. Se os ícones do velho paradigma seriam nomes como Adam Smith, Taylor e Ivy Lee, com a ênfase na “busca pela eficiência na construção de marcas e de relacionamentos que garantissem a segurança das organizações”, para o autor, os controles vigentes até então chegaram ao limite e “a velha fórmula em breve não funcionará mais”. Se, diz ele, essa pode parecer uma má notícia, a boa é que seriam precisamente os comunicadores que passariam a estar na vanguarda das empresas, nestes novos tempos. “De disciplinadores, [os comunicadores] passarão a guardiões da criatividade. De controladores, passarão a incentivadores do descontrole. Em outras palavras, serão os gerentes dos espaços de liberdade nas organizações.” Para entender o alcance desse processo, na opinião de Nassar, é preciso “mudar de lentes” e se aperceber de que, no cenário atual, as marcas corporativas deixam de ser construção exclusiva de um departamento ou agência, “sob a inspiração de gênios ou estrategistas”, para se tornar “construções interativas entre os diversos públicos de uma organização”. Um problema para chegar lá, mencionado pelo autor, é a constatação feita em pesquisa da Aberje de que 21% dos CEOs das empresas acreditam que o engajamento de suas diretorias com a comunicação está abaixo do esperado. “Em outras palavras, esses líderes devotam pouca atenção ao relacionamento com o público.”

(Segue, neste bat-canal, a leitura cruzada do anuário, destacando ideias e dados que percebemos relevantes. Até)

Setor vai crescer em 2011

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Segue a leitura do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação e da Comunicação Corporativa 2010/2011. Ainda na introdução, um artigo do presidente da Abracom, Ciro Dias Reis, comemora os números que o guia apresenta: “Ao que tudo indica, a sombra da crise econômica internacional de 2008, que muito afetou nosso segmento, começa a se dissipar”. Ele se refere ao desempenho médio das agências que atuam na área corporativa em 2010: o crescimento foi de 25%, ante um PIB de 7,5%. Trata-se, diz ele, de um “momento especial”: “Com crescimento econômico, os investimentos em comunicação se consolidam e a demanda por serviços na área tendem a aumentar, não sem enfrentar dificuldades”. Na opinião do profissional, 2010 foi um ano de retomada, tanto no setor privado (“na perspectiva de bons resultados, as empresas aceleraram demandas, especialmente em comunicação nas redes sociais e comunicação interna”) quanto no público, com o advento de um novo marco legal que exige licitações específicas para a contratação, pelo governo, de serviços de comunicação corporativa. “A conjuntura é muito favorável para o mercado de comunicação corporativa. Mas há muito a ser feito para que nossa atividade seja finalmente percebida como estratégica pelas organizações”, pondera o autor.

(Amanhã, mais pinceladas a partir das informações e opiniões trazidas pelo Anuário.)

Pinceladas do Anuário de Agências

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Como você deve ter lido no campo de notícias, fomos citados no Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação e da Comunicação Corporativa, editado pela Mega Brasil. Na publicação, centenas de depoimentos e estatísticas que ilustram o crescimento desse setor. Então, vamos selecionar algumas dessas informações, à medida que evoluímos na leitura do material, e compartilhar com os visitantes deste blog.

Primeiro, logo na abertura do trabalho, uma projeção fantástica. Diz lá: “Se os prognósticos de um executivo do segmento das agências de comunicação estiverem certos – de que muitas empresas poderão dobrar de tamanho em três ou quatro anos, por força de crescimentos na faixa média de 20% a 25% –, os estimados R$ 1,5 bilhão/ano de 2010 [faturamento das empresas do setor] poderão aproximar-se de R$ 3 bilhões no ano da Copa, no Brasil”.

Mais adiante, ainda no artigo de apresentação, o guia registra que os indicadores ali apresentados testemunham que o setor de comunicação corporativa se transformou “numa indústria”, pelo potencial demonstrado, competência, profissionalismo, evolução etc.

(Na sequencia, nos próximos dias, novos posts com informações e ideias pinçadas do guia.)

Uma espiadinha nos museus de arte

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O pessoal do Google não se cansa. A novidade da vez é o “Art Project”, uma plataforma na qual o visitante pode conhecer museus de arte do mundo todo, fazendo tours pelas instalações e vendo as obras de arte separadamente. Inicialmente, são 14 museus disponíveis, entre eles The Museum of Modern Art (MoMA), de Nova York, Tate Britain, de Londres, e Museo Reino Sofia, de Madri.

Para explorar, acesse: http://www.googleartproject.com/

Letícia

Café Cultural discute jornalismo corporativo

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Hoje, no programa Café Cultural, da Rádio Mega Brasil Online, Guilherme Diefenthaeler dará uma entrevista sobre jornalismo corporativo. O programa começa às 17h. A transmissão acontece pela internet, no endereço eletrônico www.megabrasil.com.br/radio/radio.htm. Quem não puder acompanhar à tarde, o programa será retransmitido amanhã, quarta-feira, 10h, e na quinta-feira, 10 de fevereiro, às 20h.  Também é possível fazer o download do Café Cultural no site www.jornaldacomunicacao.com.br/audios1_1024_2_cafecult.asp. O link ficará disponível por 45 dias.

Secretaria da Educação agradece…

Prêmio Literário Seja o primeiro a comentar »

…o envio dos livros com a coletânea 2008/2009 do Prêmio Joinville de Expressão Literária, lançamento da Editora Mercado de Comunicação em projeto com a Univille. Diz o secretário Marcos Aurélio Fernandes, na correspondência enviada à editora: “Cumpro agradecer de forma especial pela doação dos livros, destinados às bibliotecas das escolas da Rede Municipal de Ensino. A Secretaria de Educação espera contar sempre com a parceria valiosa da Mercado de Comunicação”.

Livro no site da Livrarias Curitiba

Sobre nós Seja o primeiro a comentar »

“Jornalismo Empresarial: Isso é Possível?”, livro do Guilherme lançado pela nossa editora no ano passado, tá disponível para venda no site da Livrarias Curitiba. A inclusão foi feita há pouco tempo. Até então, o livro podia ser encontrado na filial da livraria, no Shopping Mueller, em Joinville, ou então encomendado na própria editora (anotem: 47-3025-5999).

Mercado de Comunicação

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