Informação é coisa séria!

“Olhar amplo e detalhado”

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Mais do que produzir ferramentas de comunicação, o diferencial de uma agência deve estar no seu “olhar amplo e detalhado sobre os cenários econômicos, políticos e sociais e em sua capacidade de compartilhar análises inteligentes e estratégicas com seus clientes, equipes e mercado”. É o que dizem as diretoras da agência Imagem Corporativa, em depoimento ao anuário da Mega Brasil. “Mas é preciso fazer isso todas as manhãs. Olhar o que está se passando, analisar os fatos e o que está escondido por trás deles, e se antecipar às situações para municiar os clientes clientes de informações e análises qualificadas, diferenciadas e sob medida. É um fascinante desafio diário. E faz toda a diferença.” Também entrevistada pelo anuário, Carina Almeida, da agência Textual, afirma que as agências são um parceiro importante na definição das estratégias empresariais. “Damos nossa opinião como especialistas em comunicação para várias ações empresariais, e não é achismo, mas sim recomendação baseada em conhecimento do mercado, da repercussão que as atitudes empresariais provocam na opinião pública”. Kiki Moretti, da In Press, reforça o desafio de as agências contarem com equipes qualificadas e investirem em produtos e serviços que exijam “mais inteligência e estratégia e menos braço, pois ganha-se mais, entrega-se um trabalho muito mais consistente e se tem menos problemas para administrar”.

(Amanhã tem mais.)

Espetáculo de teatro e dança movimento espaço histórico

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*Texto recebido da Fundação Cultural de Joinville

O Centro Cultural Deutsche Schule abre suas portas para o espetáculo (R)Existência da Cia DiDois. A peça, que explora elementos do teatro e da dança, conta as passagens, ritos e experiências de vida a partir da visão do idoso. Contemplado no Mecenato 2010 do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec) da Fundação Cultural de Joinville (FCJ), o projeto será apresentado nos dias 27 e 28/02 e 01/03 às 20h30 e 22 horas.

O espetáculo será apresentado em vários espaços externos e internos do Centro Cultural, fazendo com que o público participe também da história. A primeira parte da encenação ocorre do lado de fora com cenas cotidianas da trajetória do ser humano. No segundo ato, o público é convidado a entrar no espaço e descobrir o interior do homem. A produção do projeto conta com mais de 60 pessoas, entre atores, cantores, regente, diretora-dramaturgista, produção, equipe de iluminação e sonorização.

Concebido pela atriz Sabrina Lermen, o projeto foi inspirado em sua dissertação de Mestrado em Criatividade e Inovação (UFP-/Portugal – IACAT/Espanha), sobre “A Construção de Dramaturgia Híbrida para Espetáculos a partir de Ativadores Criativos”. A escolha do local para execussão do projeto tem o intuito de valorizar o patrimônio do Centro Cultural Deutsche Schule por meio da arte. A apresentação recebe ainda o apoio do Colégio Bom Jesus/IELUSC.

Os interessados em conferir a apresentação do espetáculo (R)Existência devem retirar a senha 1 (uma) hora antes da peça na guarita de entrada do colégio Bom Jesus. Em caso de chuva, o espetáculo será mantido.

Muito além da comunicação

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O papel das agências de comunicação vai além… da comunicação. É o que se aponta no anuário da Mega Brasil. “Chega-se a um novo ciclo, em que, mais do que comunicação, as organizações querem de seus parceiros estratégias, diagnósticos, pesquisas, aconselhamentos, críticas, olhares, muito know-how, e, claro, junto com tudo isso, inteligência e ações planejadas para melhorar a imagem e os negócios”, afirma o texto do guia. A publicação traz alguns exemplos de agências que estão se alinhando ao novo perfil descrito. Uma delas é a CDN, destacada como pioneira no “alargamento de suas fronteiras” de atuação e, hoje, com nada menos que 18 núcleos de negócios. “Seguimos, de um lado, as demandas do mercado e dos clientes, e, de outro, usamos nossa capacidade empreendedora e nossos talentos para fazer o caminho inverso e chegar ao mercado com produtos, serviços e ideias novas. O resultado é essa estratégica diversificação que atingimos, o que nos torna uma agência completa, que oferece praticamente tudo o que os cliente precisam em termos de comunicação, com a óbvia sinergia que isso gera em termos de ação e resultados”, raciocina o presidente da CDN, João Rodarte. No entendimento de Cláudia Rondon, da RP1, também entrevistada pelo anuário, o trabalho das agências vai-se tornando cada vez mais estratégico e próximo do poder decisório dos clientes. Segundo ela, já faz parte do rol de atividades das agências a orientação para clientes em momentos de expansão, quanto à natureza dos mercados em que pretendem atuar, em busca de sinalizadores para um diagnóstico adequado e para planejar a comunicação dessa operação. “Estratégicos, somos mais requisitados; mais requisitados, somos mais estratégicos. E, nesse círculo virtuoso, além de ampliar os negócios, fidelizamos mais os clientes.”

(Segunda-feira tem mais.)

O perfil do profissional ideal

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São intermináveis, e por vezes estéreis, as discussões sobre a identidade do profissional que atenderá aos enormes desafios da comunicação corporativa nestes novos tempos. Quem é o mais talhado para a função, que extrapola a formação de origem de cada uma das especialidades conhecidas? Para Ciro Dias Reis, da Abracom, é o de menos. “Se faremos isso com jornalistas, relações públicas, publicitários ou outro tipo de profissional, não tem a menor importância. Não importa a cor do gato, desde que ele pegue o rato. O cliente quer solução e nós temos de oferecê-la. E cada vez mais o cliente quer o pacote completo, em vez de ter que comprar soluções parciais de inúmeros fornecedores”, alerta Reis, no Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação e da Comunicação Corporativa. “Nesse novo contexto, precisaremos ainda mais de pessoas e equipes ecléticas, muito bem informadas, com pleno domínio do inglês, que tenham um olhar internacional, formação múltipla e visão ampla de mercado.” Espera-se que a academia esteja atenta para repensar em parte os currículos dos cursos de comunicação, levando em conta o perfil apresentado pelo dirigente da Abracom. Aí é que estarão as oportunidades de trabalho no futuro.

(Amanhã tem mais.)

2011: ano decisivo para as mídias sociais

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*Artigo publicado no site Noticenter em 23/02/11. A autora Cláudia Valls é analista de mídias sociais.

Li em um site (Freshnetworks.com) que 2011 será o ano em que as mídias sociais tirarão uma folga. Bem, é difícil acreditar nisto, mas uma coisa é verdade: este é o ano em que haverá mudanças para as agências de mídia social e para as marcas. Um artigo recente do jornalista Tim Sanders realmente nos força a pensar nas estratégias de mídias sociais. O texto é bem provocativo e o conteúdo do post, em essência, excelente. A matéria foi baseada, por sua vez, em um comentário do chairman da Coca-Cola em Nairobi, Chris Kirubi: “Você não precisa de estratégias de mídias sociais – você precisa de estratégias de marca que aproveitem as redes sociais. Não se livre da estratégia convencional apenas porque há um novo canal de comunicação – é assim que se perde a noção de marca. Tecnologia é o rabo, não o cão”.
Como você pode imaginar, tal afirmação causou comoção no meio da social media, com seus consultores e analistas irados e enumerando, de forma enfática, a razão de sua existência e a importância de suas profissões. É claro que os consultores e analistas de mídias sociais são, de fato, importantes nos dias de hoje. Mas, ao invés de toda a histeria que se seguiu à afirmação de Kirubi, o que estes profissionais deveriam dizer é que tudo, inclusive as mídias sociais, dá retorno aos objetivos das empresas e às estratégias de marca. E, mais importante: agrega valor à companhia.
O time de estratégia de qualquer negócio tem como objetivo analisar como as mídias sociais podem ser usadas para contribuir na dinâmica da empresa. O que faz com que este time seja essencial para uma companhia é o fato de que muitos dos seus membros vêm de diferentes áreas de trabalho, com diferentes backgrounds, diferentes visões, especialidades e experiências. Tudo isso ajuda na hora de se chegar ao cerne de como e por que as mídias sociais podem ser usadas em diferentes funções dentro de uma empresa. Por colocar em prática todo este conhecimento de forma pragmática, o conselho especializado legitima a profissão de consultor e analista de mídias sociais.
Há alguns aspectos que devemos considerar quando pensamos em como as mídias sociais podem ser usadas para ir ao encontro dos objetivos das empresas. A chave deste processo é seguir três áreas:
1. Análise: entender o porquê de você querer usar as mídias sociais, o que já está sendo posto em prática, o que seus consumidores querem e quais os recursos já estão disponíveis em sua empresa.
2. Escolha de estratégia: depois de levar em conta toda informação colhida em sua análise, o próximo passo é considerar quais ferramentas e conceitos produzirão melhores resultados para sua companhia.
3. Implementação estratégica: mídia social não é apenas de uma boa ideia ou campanha – trata-se tanto de uma mudança cultural como de uma tecnológica. Esta implementação requer um planejamento apropriado que garanta que a estratégia que você escolheu seja executada de forma que esteja em sincronia com o restante de sua empresa.
Atualmente, a maioria das companhias ou já tentou usar as redes sociais por conta própria ou procurou por agências especializadas para ajudá-las. Desta maneira, estes comércios e organizações estão bem mais informados a respeito do valor desta nova ferramenta de comunicação e saberão quando o que lhes é oferecido não passa de enganação. Como resultado, os oportunistas “gurus das mídias sociais” simplesmente desaparecerão? Tomara. E haverá um mercado para quem realmente entende de mídias sociais? Claro que sim! Na verdade, 2011 será o ano em que as empresas saberão distinguir entre os dois e escolher o melhor. E nada de folga!

Cláudia Valls

O discurso do rei

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Claro que, com esse título, só se pode falar do filme de Tom Hooper, que concorre ao Oscar no próximo sábado, que conta a história do rei George, pai da atual rainha da Inglaterra, que tinha sérias dificuldades para falar em público. Mas a ideia nessa reflexão é extrair uma visão um pouco mais abrangente que o desafio real: a comunicação constrói a imagem?

“Of course!” O caso do personagem de Colin Firth é emblemático nesse sentido. Ele era um príncipe prestes a se tornar rei, e demonstrava dificuldade para contar, continuamente, uma história para as filhas. Exposto a situações em que era obrigado a falar a milhares de pessoas, simplesmente calou.

O problema pessoal de alguém para falar em público, em si, não é assim tão sério. Há muita gente com dificuldades fonoaudiológicas que é bem sucedida pelo mundo. O problema é quando esse alguém precisa representar publicamente uma instituição (como era o caso de George). Seu maior terror, como expresso na película, era representar de maneira inadequada a sua dinastia, e todos os nobres que o antecederam no trono.

As “técnicas pouco ortodoxas” de Lionel Logue, personagem de Geofrey Rush, para curar a gagueira do rei são, na verdade, versões primitivas do que se aplica, atualmente, nas seções de media training, que abrange não apenas a fala, mas sim todo o processo global de construção do discurso, e a maneira mais adequada de apresentá-lo com firmeza e tranquilidade.

A imagem de um rei que não consegue falar seria, de fato, devastadora para a instituição da Coroa. O mesmo acontece hoje, nas grandes organizações: um executivo ou porta-voz que não consegue se expressar bem, que faz feio em discursos, desliza em entrevistas e na relação com a imprensa, não mancha apenas a sua própria imagem, cria problemas institucionais.

Por isso, se a ajuda de Lodge ao rei George foi tão indispensável a ponto de eles serem as únicas pessoas na sala em que a Inglaterra declarou guerra à Alemanha, a ajuda de um profissional de comunicação é dispensável a um gestor de empresa, para aprender a se portar de maneira satisfatória em situações de exposição? Assim sendo, “God save the media training”, porque sem ele, haveria rei, mas não haveria discurso.

A força do e-mail vai diminuir?

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[As afirmações são da Maristela Mafei, sócia da Máquina Public Relations, uma das maiores agências do país, em entrevista ao Rodrigo Capella, no blog PR Interview.]

O uso do e-mail ainda tem força na assessoria de imprensa?

Maristela Mafei: Sim, ainda tem uma força muito grande, mas a tendência é a de que ele vá perdendo espaço para outros mecanismos de comunicação. As pessoas mais jovens já não usam mais e-mails e  elas são, na maioria das vezes, os formadores de opinião dos produtos e serviços dos clientes que atendemos.  Vejo que a Internet hoje oferece muito mais possibilidades do que simplesmente o modelo tradicional . Você pode ver TV pela Internet, vídeos, trocar arquivos, acessar conteúdo pelo celular, I Pad etc. Acreditamos que, durante o ano de 2011, o mercado continuará ávido por novas soluções e ferramentas de web e estamos dedicando boa parte dos nossos investimentos no desenvolvimento de produtos que atendam e se antecipem a essas demandas.  Hoje, já não se fazem mais planos de comunicação  sem levar em conta esse mundo de oportunidades. Mesmo as empresas que ainda não despertaram para a importância de estarem conectadas e ligadas ao mundo de informações da web têm o desejo de serem atendidas por um parceiro que as ajudem a tomar as decisões certas em relação a estratégias e a ferramentas. Há também uma avidez enorme por informações e análises sobre cenários políticos, econômicos e setoriais. Pode ser paradoxal, mas o acesso quase livre a uma infinidade de dados proporcionado pela Internet só fez aumentar essa demanda e os nossos profissionais estão sendo treinados para a perspicácia na elaboração dessas análises. Elas não  podem ser um texto “solto” e bem escrito, mas  precisam fazer a diferença para os negócios e decisões do cliente. Temos uma atenção muito grande em levar ao cliente instrumentos que o ajudem a medir a sua reputação na imprensa física e também na web. A comunicação, mais do que nunca, é encarada como um meio fundamental de valorização das empresas e suas marcas. Ou seja, vejo um mercado muito profissionalizado, competitivo e extremamente ávido por soluções inteligentes.

“Vão jorrar milhões”

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O Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação e da Comunicação Corporativa enxerga no setor público o mapa da mina dessas empresas para os próximos anos, a partir da regionalização de uma lei federal (de autoria do deputado José Eduardo Cardozo) que obriga o governo a licitar especificamente serviços de comunicação corporativa, não mais atrelando-os à contratação de publicidade. “Os números são milionários, muito superiores aos dos maiores contratos da iniciativa privada”, ressalta a publicação, destacando alguns exemplos: o Ministério do Esporte destinou verbas de R$ 15 milhões/ano para tais serviços, a Embratur chegou a R$ 40 milhões e o Governo do Estado de São Paulo, outros R$ 6 milhões. A primeira a abrir esse tipo de concorrência foi a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, em 2009, com uma verba de R$ 28 milhões. “Considerando o efeito cascata, muitas outras dezenas de milhões serão injetadas nesse mercado anualmente.” Além da atenção aos recursos que virão do setor público, o anuário reforça que a grande preocupação dos empresários que mantêm agências de comunicação está na gestão – até por seu histórico de formados em jornalismo ou relações públicas, e pouco familiarizados, na origem, com números e operações administrativas em geral. Por isso mesmo é que uma das ênfases do trabalho da Abracom tem sido a de promover cursos específicos nesta área, focados nos dirigentes, sobre temas como liderança e gestão. “Precisamos ter novos conhecimentos, ser mais estratégicos, mais reflexivos, acompanhar as tendências do mundo moderno, entender os novos caminhos da economia, para que possamos embicar nossos negócios na direção correta”, sustenta Ciro Dias Reis, presidente da Abracom.

(Amanhã tem mais.)

Cinema e teatro no Museu de Arte

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Amanhã, 23 de fevereiro, será lançado o documentário do Teatro Invade, evento que aconteceu em outubro de 2010. Durante uma semana, sete companhias de teatro invadiram os espaços públicos de Joinville para encenar peças teatrais. O movimento foi registrado pelo diretor Fábio Porto e sua equipe de produção. Com apoio do Edital Elizabete Anderle de Apoio à Cultura, o documentário traz trechos das apresentações, entrevistas com os atores e com o público e um panorama do evento, que disseminou a “contaminação teatral” na cidade. O lançamento ocorre às 20 horas, no jardim do Museu de Arte de Joinville (MAJ), em frente à Cidadela Cultural Antártica, na Rua Quinze de Novembro. Se chover, o evento acontecerá na sala interna do museu. O lançamento é realizado em parceria entre a Associação Joinville de Teatro (Ajote) e a Fundação Cultural de Joinville.

As peças e as companhias responsáveis pelas apresentações do Teatro Invade

- “Memórias de um cartão postal”, Dionisos Teatro, apresentado na Rua das Palmeiras

- “Retrato de uma mulher que chove horas para marcar o tempo”, Faunos Cia. Teatral, apresentado no Shopping Mueller

- “Histórias da estação”, Atos Teatro, encenado na Estação da Memória

- “Sem título”, Studio em cena, encenado na Praça Nereu Ramos

- “Camões e Neruda e um encontro possível: recital poético”, Navegantes da Utopia, apresentado no Museu do Imigrante

- “O mendigo rodamundo”, Família Chugabom, apresentado no Mercado Municipal

- “D.A.N.T.E”, Cia. Vai! de Teatro, encenado no Monumento dos 150 anos, às margens do Rio Cachoeira.

*Letícia Caroline

Abracom avalia mercado e tendências

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No Anuário da Mega Brasil, a estruturação do mercado em que as agências de comunicação operam no país é atribuída, em grande medida, ao trabalho da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom). A entidade, fundada em abril de 2002 por 56 agências, hoje congrega 350, com organizações dos mais variados portes. Seu papel, de acordo com o guia, concentra-se na representação institucional dessas empresas, buscando a expansão do mercado e dos negócios. Também dá suporte em um aspecto que é carência na maior parte das agências criadas por jornalistas, RPs ou publicitários sem manhas de empresário: a gestão. “Falar de conteúdo, para eles, é uma tranquilidade; já números, processos e sistemáticas são atividades de mais difícil absorção, razão pela qual tem sido esta a grande aposta da Abracom.” A evolução da Abracom acompanha uma transição do mercado em si, que soma ao tradicional perfil de relações públicas “uma nova demanda por inteligência, por um atendimento mais sofisticado, em que a comunicação, embora ainda o principal ingrediente, não está mais sozinha”. Os clientes corporativos, segundo essa análise, estão interessados em monitorar os concorrentes, buscar inserção internacional, conhecer novos mercados e os ambientes sociais, políticos e culturais das regiões onde pretendem aplicar seu capital. “E o melhor da história”, assinala o anuário, “estão dispostos a pagar por isso”.

(Amanhã, outras ideias e informações relativas ao trabalho da Abracom, a partir do conteúdo do anuário.)

Mercado de Comunicação

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Rua Uruguai, 253 - Floresta
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Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798