Informação é coisa séria!

Reflexões sobre fontes e assessorias

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[Texto da estudante de jornalismo Patrícia de Melo, do Ielusc]

Algumas questões perturbadoras me fizeram pensar sobre os inúmeros releases que abarrotam minha caixa de entrada de e-mails todos os dias, inclusive nos finais de semana: o que, em todo este conteúdo, é material de qualidade? Quem são estas fontes? O que faz com que acreditem que eu me interesso pelo que elas têm a me dizer?

Confesso que, por diversas vezes, recorri desesperadamente a esses desconhecidos e nesses momentos percebi, com certo desconsolo, que nem sempre eles supriam a minha carência de informações. Não que eu quisesse publicá-las do modo como recebi, sei bem que elas devem atender a mim e não ao leitor final, mas em certas ocasiões não encontrei naquelas linhas subsídio suficiente nem ao menos para defender a ideia de que aquilo poderia, como se costuma dizer, “render”. Mas o estalo para pensar sobre esses intermediadores de conteúdo veio com a palestra de Aldo Schmitz, um jornalista formado em administração e que dedica seu tempo a pensar a questão da profissionalização das fontes.

Não fui a primeira e, como percebo no jornal diário, também não serei a última. Uma análise, ainda que apressada em comparação com os releases enviados e as matérias produzidas, independente do veículo, mostra a forte utilização dos materiais encaminhados pela assessoria de imprensa. Esse cenário revela a situação de interdependência entre esses dois profissionais de comunicação. O jornalista precisa estar sempre amparado por informações atuais e de qualidade, conteúdo este que se torna mais próximo com a atuação do assessor de imprensa, que ao traçar estratégias eficazes de comunicação abre as portas para seu assessorado. Na rotina do jornalista, o escasso tempo de produção, e a necessidade de noticiar aquilo que a concorrência noticiará, torna imprescindível o trabalho conjunto com os assessores. Este último profissional precisa estar ciente de como funciona o ritmo de trabalho do jornalista: o horário de fechamento do jornal, o que é noticia, qual linguagem é a mais interessante, o que de fato é relevante.  Esses elementos, se bem trabalhados, aumentam as chances de todo o movimento do assessor ter sucesso. Mas então por que não se pensar em quem são estas fontes? Aldo propõe que reflitamos sobre elas.

Ora, se são elas fatores importantes do nosso cotidiano, então é preciso que saibamos o que elas entendem que, para o jornalista, é interessante. Um assessor bem orientado não disparará conteúdo indevidamente, invalidando toda a ação, mas traçará estratégias e métodos orientados segundo uma lógica que facilitará a chegada das informações aos jornais, e, por fim, ao público. Afinal, apenas por meio de muitas visões é que será possível a diversidade de discursos. E essa possibilidade se torna cada vez mais real com a capacitação dessas fontes, pois conhecendo o funcionamento da imprensa se torna mais fácil inferir nesses processos.

O assessor qualificado será capaz de elaborar bons textos e chamar a atenção para o fato que apresenta, além de prestar um atendimento atencioso e eficaz ao jornalista, inclusive indicando quem está apto para falar sobre tal tema. Abrindo novas possibilidades e não, como se fazia antigamente, dificultando o fluxo de informações.

Outro ponto que considerei muito interessante na fala de Aldo é a posição do assessor, que deve estar sempre disposto a oferecer dados, prestar auxilio, mostrar-se prestativo e agir preparado para as investidas da imprensa. A profissionalização das fontes torna mais fácil o trabalho do jornalista, pois ele entende de que modo aquele profissional se comporta e quais as urgências dele.

É importante entender que o assessor está a serviço de uma empresa, governo, instituição, e que ele não precisa trabalhar com critérios como imparcialidade e neutralidade, por exemplo, este esforço utópico cabe ao jornalista, que deve repassar as informações recebidas tratando dos diversos fatores nele envolvidos. Também não cabe ao assessor fazer propaganda para a instituição a que serve, é dever dele extrair o que é notícia daquele campo e torná-la comum a todos. Através desse diálogo entre a assessoria e a redação é possível levar à sociedade uma realidade que não está acessível a ela, contribuindo para que se torne cada vez mais  democrática. Essa relação pode ser vantajosa para todos os envolvidos: o assessor, que dará visibilidade ao assessorado, ao jornalista, que terá seu trabalho facilitado, e a sociedade que terá cada vez mais informação de qualidade. E para o sucesso deste processo não cabe ao jornalista apenas aguardar o contato, pode ele buscar um diálogo com o assessor, o que poderá render excelentes pautas.

Dica da redação

Da Redação, Música, Variedades Seja o primeiro a comentar »

Nesta semana, na redação da Mercado de Comunicação relembramos a música que foi tema da microssérie Capitu, exibida pela Rede Globo em 2008, baseada na obra de Machado de Assis “Dom Casmurro”. A canção chama-se “Elephant Gun”, do grupo Beirut. A banda é dos Estados Unidos, mas mistura elementos musicais do Leste Europeu e do folk. Além da musicalidade, o clipe chama atenção pela coreografia que envolve dança contemporânea e diversos elementos artísticos. Feche os olhos e se delicie.

O clipe

A microssérie

Postado por Letícia Caroline

Empresa Júnior projeta aparelho para deficientes físicos

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(Press-release divulgado esta noite pela assessoria de imprensa acadêmica da Empresa Júnior, da Udesc, formada por estudantes do sétimo período de Jornalismo do Ielusc)

Equipamento auxilia pessoas com dificuldades motoras a caminhar

26-05-2010

Melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência física é o principal objetivo do Projeto Naipe, que está sendo desenvolvido pela Empresa Júnior Joinville (EJJ), pertencente à Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Um protótipo do equipamento que auxilia o desenvolvimento da habilidade motora em deficientes físicos parciais será finalizado em cerca de um mês e seguirá para teste realizado com pacientes do Núcleo de Assistência Integral ao Paciente Especial (Naipe), em Joinville.

O núcleo de assistência solicitou a execução do projeto, desenvolvido por alunos da universidade que integram a Empresa Júnior. O estudante Thago Baur, líder do núcleo de engenharia mecânica da empresa, afirma que “o projeto está em fase de dimensionamento de produto”, na qual são realizados cálculos para execução do equipamento. Além de Thiago, Augusto Moratelli também é responsável pelo desenvolvimento do aparelho, assim como demais alunos e integrantes da EJJ, orientados pelo professor Fernando Lafratta.

A iniciativa ainda não tem patrocínio. Algumas das peças que serão utilizadas na montagem do equipamento devem ser doadas pela Fundição Tupy . O aparelho será totalmente desenvolvido pelos voluntários da EJJ e não deve gerar despesas para o Naipe, já que seu sistema é todo mecânico.

Sobre a EJJ

A Empresa Júnior é uma associação sem fins lucrativos gerenciada por alunos de instituições de ensino superior, ligada a um projeto surgido na França. Em Joinville, o objetivo da empresa é complementar a formação dos estudantes por meio da aplicação do que é ensinado em sala de aula e estimular o empreendedorismo no ambiente acadêmico.

A Empresa Júnior Joinville (EJJ) existe desde 1996, realizando projetos e consultorias nas áreas de Engenharia Mecânica, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção e Ciências da Computação, todos os cursos da Udesc de Joinville. Os serviços são orientados pelos professores da universidade.

IMPRENSA

Thiago Baur, líder do núcleo de engenharia mecânica
Telefone: (47) 9932-7758
E-mail: thiagobaur@gmail.com

Assessoria de Comunicação Acadêmica
Débora Kellner – (47) 9932 -7758

Professor responsável: Guilherme Diefenthaeler

Ação Global: 47 mil atendimentos em Canoinhas

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No sábado, 22 de maio, aconteceu em Canoinhas, SC, a Ação Global, evento promovido pelo Sesi em parceria com a Rede Globo. Segundo o Sesi, 27 mil pessoas passaram pelo evento e 46.981 serviços foram realizados, entre eles atendimento odontológico, cálculo de índice de massa corporal (IMC), avaliação nutricional, teste de HIV e tipagem sanguinea. Aproximadamente 800 voluntários colaboraram para realização do encontro.
Um dos estandes era dos “Amigos do Bairro Alto das Palmeiras”, entidade que participou da Ação Global com o intuito de dar informações sobre a importância da reciclagem. Sabrina Cuckarz, uma das responsáveis pelo projeto, estava satisfeita com a participação do público. “As pessoas estão bem interessadas, perguntam bastante, mostram querer saber”, comenta. O Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Canoinhas (Geaac) também esteve presente no evento e tirou dúvidas sobre adoção. “As pessoas tem visões distorcidas sobre a adoção. Queremos explicar como realmente as coisas acontecem”, explica Clailson Trapp, integrante do Geaac.
A Ação Global é um evento nacional, realizado em diversas cidades. Canoinhas foi o município escolhido para representar Santa Catarina em 2010. Em todo o Brasil, 40 mil voluntários se uniram para oferecer serviços à comunidade. Mais de 729 mil pessoas receberam atendimento. No ano passado, o evento foi realizado em São Bento do Sul.

Prêmio Aberje tem inscrições prorrogadas

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Ainda dá tempo de participar da 36ª edição do Prêmio Aberje. As inscrições foram prorrogadas até o dia 31 de maio. As categorias que compõe o Prêmio são: Gestão de Comunicação e Relacionamento, Mídias e Pequenas e Médias Organizações. O objetivo do evento é prestigiar e reconhecer as empresas que são destaque no segmento de jornalismo empresarial.
O primeiro encontro, que aconteceu em outubro de 1967, na cidade de São Paulo, teve a participação de 80 editores e 54 publicações. Uma das pessoas que esteve presente na banca de jurados foi Victor Civitta, fundador da Editora Abril. Para mais informações sobre o Prêmio, basta acessar www.premioaberje.com.br.

Um pouco de música na sexta-feira

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Tulipa Ruiz é uma daquelas boas supresas musicais. A cantora, nascida em Santos e criada no interior de Minas Gerais, é filha do guitarrista Luiz Chagas, parceiro de Itamar Assumpção, e irmã do produtor Gustavo Ruiz. O disco de estreia intitulado “Efêmera” está quentinho, foi lançado dia 30 de maio.

Eis a moça:

Postado por Letícia Caroline

O olhar atento de um jornalista

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(Comentário do estudante de Jornalismo Sandro Gomes, depois de assistir ao filme “O Escafandro e a Borboleta)

História verídica, o filme “O Escafandro e a Borboleta” narra a metamorfose vivida pelo jornalista francês Jean Dominique Bauby, um dos mais conceituados editores de moda da revista Elle Magazine. Após sofrer um AVC, ele perde os  movimentos do corpo, quase que em sua totalidade. Apenas os olhos se movimentam. Como se não bastassem toda a dor e o  sofrimento, um médico entende que o olho direito está “morto” e decide costurá-lo, ante a recusa inócua e o desespero silencioso do jornalista. Pelo olhar que lhe resta, Bauby consegue ditar um livro de rara beleza, leveza e sensibilidade.

 Com piscadelas, que se assemelham ao farfalhar das asas de uma borboleta, Dominique reaprende a se comunicar, graças à paciência e persistência de sua fisioterapeuta. Para a sorte do ex-editor, ela o usa como cobaia para desenvolver uma espécie de código morse. No lugar de acender e apagar uma luz diversas vezes, em tempos diferentes, o método consiste em piscar a pálpebra esquerda quando se alcança uma letra desejada do alfabeto. Um piscar para dizer “sim”, dois para “não”. E assim, letra a letra, nasce o livro “O Escafandro e a Borboleta”, que depois virou filme.

Dessa maneira sutil e emocionante, o jornalista consegue dar vazão a um turbilhão de sentimentos represados desde o dia em que se viu  imobilizado pelo acidente cerebral. Mergulha em seus pensamentos feito um legítimo escafandrista, solitário na imensidão de um mar de ilusões que conquistou no decorrer de sua existência, agora perceptivelmente vazia e supérflua. Como dizia, suas memórias, a alma e a imaginação eram suas últimas e verdadeiras relíquias.

Cercado por modelos e manequins, Dominique passou a maior parte da vida em meio à produção de editoriais de moda. Viveu todo o glamour que sua posição lhe permitia almejar. Festas em mansões, os melhores vinhos, champanhes, carros de luxo, belas mulheres, fama e dinheiro. Depois do AVC, viu-se sozinho, com raras aparições de seus, até então, inseparáveis amigos. “Cada qual tem sua própria cegueira”, dizia, no auge de sua nova forma de enxergar o mundo.

Jean Dominique percebe que tem sido um “cego” a vida toda. Deixa seus dias passarem sem realizar o que mais deveria, de render-se a um amor avassalador ou descobrir novos mundos. Com a limitação que lhe aplaca numa cama, primeiro quis morrer, depois decide  parar de ter pena de si próprio e descarrega sua metralhadora em rajadas de olhares. Dez dias após a publicação do livro, o jornalista morre, em 9 de março de 1997.

 Sua trajetória e exemplo de vida, servem como um pequeno alerta para a forma com que nos expressamos ou reagimos diante das pequenas dificuldades. Temos tudo e ao mesmo tempo tão pouco fazemos. Bloqueamos nossa sensibilidade, damos desculpas, sempre a falta de tempo, a dor de cabeça, a família ou o dinheiro que nos escapa feito areia escorrendo na ampulheta.

Assistindo ao “Escafandro e a Borboleta”, vi outro filme, paralelamente. Me dei conta de quantas coisas quis fazer e não as fiz. Quantas palavras quis dizer. Quantos beijos e abraços ficaram guardados, por medo ou altivez, vergonha. Ainda há tempo para escrever tudo o que propomos, fazer teatro, aprender clarinete, sair por aí, em busca de novos desafios, viver.

Jornalismo e poder, por Tiago Luis Pereira

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Artigo publicado no jornal A Notícia, escrito pelo amigo Tiago Luis Pereira, jornalista formado pelo Ielusc em 2009. Seus textos são publicados todas às sextas-feiras.

Nesses 16 meses de governo petista em Joinville, a comunidade pôde observar uma intensificação das críticas ao Executivo por setores da imprensa. Alguns profissionais de imprensa mudaram radicalmente de posição, passando de apoiadores a opositores manifestos do governo Carlito Merss. Outros mantiveram sua postura costumeira de contrários ao governo vigente, seja ele de qual sigla for. Em todo caso, a imprensa vem protagonizando investida pesada contra o poder Executivo joinvilense, de modo talvez inédito em nossa recente história política. Investida de proporção semelhante às expectativas geradas pela ascensão do PT ao governo depois de tantos anos de tentativas.

Num primeiro momento, pode-se dizer que se trata de uma retomada, por parte da imprensa, de uma de suas principais funções: a vigília incessante dos detentores de poder e a busca permanente da melhoria da vida social, através do questionamento, da exigência de transparência em todos os assuntos de interesse público e da denúncia de ações ilegias. Mas minha intenção aqui não é discutir se a imprensa da cidade está ou não cumprindo seu “papel”, muito menos tecer comentários avaliativos sobre a gestão petista. Prefiro me ater ao âmbito próprio do fazer jornalístico e seus vários “personagens”.

Toda posição social oferece uma zona de conforto na qual quem se instala recebe de brinde um pacote fechado de práticas típicas. São os chamados estereótipos. Ao jogador de futebol, é dada a malandragem; ao advogado, a austeridade; ao poeta, o romantismo, ao político profissional, a eloqüência (muitas vezes reduzida à prolixidade) e daí por diante.

Com o jornalismo não é diferente. O espírito crítico e questionador é uma das características do jornalista vocacionado. A contestação nos é ensinada nos bancos de faculdade e recomendada como atributo fundamental para o exercício pleno da profissão. No entanto, quando esse tempero indispensável ao ofício de jornalista passa ao primeiro plano, transformando-se em valor em si, temos o perfeito estereótipo da profissão: o jornalista que critica quem está no poder, com ou sem argumentos.

Concordo que encarnar o estereótipo de uma categoria talvez não seja um mal por si só. Mas é, no mínimo, perigoso. Quando assumimos uma posição social, um conjunto de práticas tradicionais de tal função nos é também oferecido. E é nesse momento que devemos escolher quais dessas práticas vamos aceitar e quais dispensaremos. Um espírito verdadeiramente crítico deve saber quando está realmente colocando o dedo na ferida e quando está apenas reproduzindo um padrão de conduta previamente estabelecido, às vezes até com intenções que nada tem a ver com o interesse comum. Em alguns casos, o que temos são profissionais de imprensa fazendo campanha política no lugar de jornalismo.

É claro que os poderes (não só esse ou aquele governo, e sim todas as instituições dotadas de algum poder) devem ser atentamente vigiados, sob pena de, quando menos se espera, revelarem todo seu potencial corruptível. E, nesse quadro, é preferível pecar pelo excesso de vigilância do que pela falta dela. Mesmo assim, não custa ressaltar que o lugar de crítico ferrenho também reserva suas vantagens. Quando crítica e autocrítica andam de mãos dadas no dia a dia do profissional de imprensa, a informação cresce em qualidade, e o público é que sai ganhando. No caso contrário, há que se estar atento para não se comprar gato por lebre.

Postado por Letícia Caroline

Fica a dica

Coisas da vida, Ideias, Variedades Seja o primeiro a comentar »

“Viajo porque preciso, volto porque te amo” já é um título, por si só, interessante. Some isso a um filme brasileiro, que mostra o sertão, com um narrador que não aparece. Trata-se do novo longa-metragem de Marcelo Gomes (Aspirinas e Urubus) e Karin Aïnouz (Madame Satã). Elogiado pela crítica, “Viajo porque preciso, volto porque te amo” conta a história de José Renato, geólogo, de 35 anos, que é enviado para realizar uma pesquisa de campo no sertão do Nordeste brasileiro. Os olhos de José Renato, que enfrenta uma desilusão amorosa, levam o espectador em uma viagem pelas paisagens mais inóspitas da região.

No Rio e em São Paulo, o filme já está em exibição no cinema. Vale a pena conferir quando chegar por aqui.

Assista ao trailer:

Postado por Letícia Caroline

Amorabi seleciona peças teatrais para apresentação no Itinga

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Texto divulgado pela Fundação Cultural de Joinville

A Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Itinga (Amorabi) está selecionando grupos de teatro de Joinville para participar do Projeto Alternativas. O projeto tem o objetivo de fomentar a cultura no bairro e nas regiões próximas por meio de apresentações teatrais gratuitas. Serão selecionados oito espetáculos de grupos da cidade, com direito a cachê por apresentação. As peças serão realizadas este ano, sempre à noite durante a semana na sede da Amorabi. Os grupos interessados devem solicitar a ficha de inscrição pelo e-mail cultura.amorabi@terra.com.br. As inscrições vão até o dia 31/05. Mais informações pelo (47) 3465.2075 com Samantha Cohen. O “Alternativas – 11 anos de Arte para a Comunidade” é um projeto aprovado pelo Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec) da Fundação Cultural de Joinville.

Mercado de Comunicação

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