Eduardo Schmitz, estudante de Jornalismo do Ielusc, sobre o filme “O Escafandro e a Borboleta”

A princípio, o filme traz duas grandes reflexões: a vontade do protagonista de se manter “comunicando” e a forma como ele passa a enxergar os acontecimentos à sua volta. Assim como nos relatos feitos pelos alunos, o filme mostra de certa forma a importância de escrever, de deixar registrada uma história. Além disso, a escrita se tornou o grande combustível da vida do jornalista.

E a segunda experiência, de se tornar humano, também é crucial para o personagem. Ter a capacidade de ver através dos fatos é algo que poucos conseguem. Mas, como pode ser interpretado pela história, a incapacidade do jornalista de se expressar deu a ele a possibilidade de destinar mais sua atenção a outras características que antes passavam despercebidas.