Valmir Fernando da Silva, estudante de Jornalismo do Ielusc

O texto “O cidadão em primeiro lugar”, do livro “De cara com a mídia”, de Francisco Viana, abre a mente do leitor para os caminhos a que a comunicação institucional leva. A visão do autor revela detalhes relevantes que conduzem ao sucesso ou fracasso de uma empresa.

Se, em 1592, surgia o venerado William Shakespeare, já um sábio comunicador, que desbancava seus concorrentes e atraia a atenção do público, qual será o segredo para as pessoas, empresas, negócios atingirem resultados positivos hoje? Viana mostra em exemplos, como o do talentoso dramaturgo de outrora, o que é “fazer diferente”. Porém, não apenas se diferenciar, mas convencer a si própria (por meio da comunicação interna) que os integrantes de uma determinada organização estão alinhados em torno da mesma ideia.

As empresas vêm aumentando o diálogo com a sociedade e com os funcionários, mas a relação com a mídia tende a melhorar ainda mais. Com o advento da internet, entre outros suporte tecnológicos, torna-se vital que a empresa fale uma só língua, ou seja, transmita o que realmente é e faz, tanto na comunicação direta com os empregados quanto com a sociedade e a imprensa.

A falta de planejamento em comunicação leva muitos negócios à falência. A corda que amarra todos pontos de uma empresa é a credibilidade. E quem tem credibilidade são os líderes de mercado. Mas um detalhe importante: para que a corda funcione, é preciso utilizar fios mais finos (as formas da comunicação). E depois entrelaçá-los. Tal processo deriva na boa comunicação. Mas essa não é tarefa simples. Cada empresa deve no dia a dia interagir com o público e com seus empregados e principalmente com a mídia. Tendo o controle sobre esses três atores, o sucesso fica mais próximo. Com os fios finos (comunicação) gerando a forte corda (credibilidade), falta o um último toque, na dica de Viana, a sensibilidade.