Informação é coisa séria!

Sobre o olhar do repórter…

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…umas coisas que gostaria de compartilhar com a turma de Redação 3 do Ielusc, esta noite, quando recomeça o semestre na faculdade (Guilherme):

- repórter tem que treinar o olhar pra enxergar longe, ou diferente, da “visão convencional” e das perspectivas que lhe são apresentadas (por fontes em geral, pelo senso comum etc.);
- por outra, tem que aguçar a vista pra divisar uma realidade determinada em meio a tantos e tão diversos pontos de vista;
- precisa escolher seus “óculos” com todo o cuidado, pra que certas coisas não passem batido na pressa do cotidiano e dos fechamentos;
- além dos olhos, claro, tem que usar a cabeça e refletir sobre o que viu antes de transformar dados em matéria jornalística;
- aos poucos, vale até testar uma dose de “raio-x” pra que seu olhar atravesse o que outros tentam esconder;
- jamais, em tempo algum, pode fazer vista grossa – para o que trair a cidadania e o interesse público;
- deve, enfim,  empenhar-se para se tornar “olhos e ouvidos remotos” da população “comum”, representando-a em instâncias e ambientes aos quais nem sempre tem acesso (como recomenda Nilson Lage).

Festival Gastronômico do Mercado Público de Joinville

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Durante o mês de fevereiro, as sextas e sábados, acontece o Festival Gastronômico do Mercado Público. Receitas à base de caranguejo são o carro chefe da primeira edição. O horário de atendimento é até as 22h na sexta e 19h no sábado.

Trabalhadores brasileiros necessitam de autonomia no ambiente de trabalho, diz pesquisa

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Matéria publicada no site da Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (PEGN) em 28 de janeiro de 2010.

Dar liberdade aos funcionários é a chave para ter uma equipe produtiva. É o que mostra o resultado de uma pesquisa realizada pela consultoria Fellipelli com 300 profissionais no segundo semestre de 2009. O levantamento diz que 58% dos profissionais brasileiros necessitam de autonomia no ambiente de trabalho e se sentiriam mais à vontade para trabalhar de maneira independente.
Entre os entrevistados, 75% demonstraram atuar em prol dos interesses coletivos e apresentaram facilidade em trabalhar em equipe. Só que quando o assunto são as suas reais necessidades motivacionais, as respostas dos funcionários levam a outros resultados. Ao todo, 44% dos profissionais têm necessidade de obter vantagens e reconhecimentos individuais. Dos empregados que aparentam acreditar que a recompensa coletiva é mais importante que a individual, apenas 17% precisam realmente de um ambiente idealista e voltado ao bem comum para se sentirem motivadas.

“As características que mostramos às outras pessoas e as nossas necessidades motivacionais são naturalmente diferentes, pois na medida em que convivemos em sociedade, certos desejos podem ser vistos de forma negativa pela maioria das pessoas, como o individualismo e a excessiva competitividade”, afirma a psicóloga Adriana Fellipelli, sócia-diretora da Fellipelli. “No ambiente corporativo de hoje, o trabalho em equipe é inevitável e traz resultados positivos para os negócios, o que justifica que a maioria das pessoas se mostre solícita a esse tipo de prática, ainda que suas necessidades motivacionais não caminhem na mesma direção.”

O estudo mostrou também que grande parte dos funcionários pode perder a motivação se eles estiverem envolvidos com uma demanda muito intensa de trabalho e sem tempo para planejamento, sentindo-se pressionados diante de decisões complexas. Os indicadores revelam que, quando os profissionais possuem algum controle sobre as demandas e prazos que permitam reflexões e análises, eles se sentem estimulados e podem gerar resultados melhores.
Outro fator que pode gerar uma produtividade maior no trabalho, segundo Adriana, é a flexibilidade das atividades. De acordo com o levantamento, 70% dos profissionais são adaptáveis a ambientes mais regrados, pois geralmente são organizados e atuam dentro dos padrões estabelecidos. Quando observamos suas necessidades motivacionais, porém, apenas 28% necessitam desse tipo de ambiente. “Os dados indicam que as pessoas trabalhariam melhor se tivessem oportunidades para expressar suas individualidades, atuando de maneira inovadora e independente”, diz a psicóloga. Na opinião de Adriana, os líderes devem voltar suas atenções para as necessidades e características de cada membro da equipe. Só assim para formar uma estrutura equilibrada, em que cada profissional se complementa e contribui para o sucesso dos negócios. “Um dos maiores desafios dos líderes de hoje é conseguir atrair e reter talentos capazes de alavancar resultados. Para isso, é preciso descobrir o que mantém seus colaboradores motivados e engajados, mesmo diante dos crescentes desafios”, explica.

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