Informação é coisa séria!

Apresentação do grupo Madrigal Belas Artes

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Em apresentação no jantar de posse da Ajorpeme, o grupo cênico-musical Madrigal Belas Artes recebeu o reforço do prefeito Carlito Merss, que se empolgou com um clássico da música sertaneja, a canção “Cuitelinho”, gravada por Milton Nascimento, e também com “Canto do Povo de um Lugar”, do Caetano. Ana e Guilherme, aqui da casa, cantam no Madrigal.

Secretaria de Saúde organiza vacinação contra gripe A

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Texto divulgado pela Secretaria de Comunicação no site da Prefeitura de Joinville

Os profissionais da Secretaria da Saúde de Joinville responsáveis pela vacinação contra o vírus H1N1 se preparam para o início da imunização contra a gripe A, que deve iniciar no mês de março. Em fevereiro, a secretaria promoverá capacitação com o objetivo de treinar e atualizar médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares para a aplicação da nova vacina.

Seguindo o cronograma elaborado pelo Ministério da Saúde, na primeira etapa, de 8 a 19 de março, serão imunizados os trabalhadores que atuam na área da saúde e os indígenas. De 22 de março a 2 de abril, é a vez das gestantes, pessoas com problemas crônicos e crianças de seis meses a dois anos. Na terceira etapa, de 5 a 23 de abril, serão imunizados adultos de 20 a 29 anos, e por último, de 24 abril a 7 de maio, idosos com doenças crônicas.

A vacinação será realizada nos postos de saúde da Atenção Básica da cidade, com o objetivo de diminuir os riscos de contaminação e intensificar o cuidado, principalmente nos grupos mais vulneráveis.

Brascola destaca linha de adesivos à base de água na 7ª Febrac

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A Brascola, uma das principais indústrias de adesivos e selantes do Brasil, com sede em Joinville, participará da 7ª edição da Febrac – Feira de Máquinas e Componentes para Calçados -, de 3 a 5 de fevereiro de 2010, no Centro de Eventos Nova Serrana (MG). O público que comparecer ao evento conhecerá os diferenciais da linha Ecopren, adesivos de alta performance com fórmula isenta de solvente – especialmente os lançamentos Ecopren Monocomponente e Ecopren Nano KW -, bem como outros produtos que conferem diversos benefícios ao processo produtivo de calçados. 

“É essencial marcar presença na Febrac, que tem um público visitante altamente especializado. É em eventos como este que temos a oportunidade de demonstrar os ganhos em qualidade e eficácia de nossos produtos para nossos clientes e para estabelecer novos negócios no futuro”, afirma Adriano Bragagnolo, gerente de Vendas Indústria/Divisão Calçado da Brascola.                           

 O estande da Brascola na Febrac contará com a linha Ecopren completa. Além disso, terá outras linhas de produtos desenvolvidas para atender todas as demandas dos fabricantes de calçados, como Brascoprimer, Brascovult, Brascofix, Brascopren, Covulfort e Nanocat. Para informações sobre os produtos da linha calçadista da Brascola, acesse http://www.brascola.com.br/produtos.php?segmento=CALCA).

 A Febrac é realizada pelo Sindinova – Sindicato Intermunicipal da Indústria do Calçado de Nova Serrana e recebeu, em sua última edição, 6 mil visitantes. A feira gerou R$ 5,2 milhões durante três dias de realização.

 Serviço – 7ª Febrac  - Feira de Máquinas e Componentes para Calçados
Data: de 3 a 5 de fevereiro de 2010
Horário: das 14h às 21h
Local:  Centro de Eventos Nova Serrana – Avenida Jessé Correia de Lacerda, 500 – Bairro Amazonas – Nova Serrana – MG  

Sobre a Brascola 

Presente no Brasil desde 1953, a Brascola é uma das líderes no mercado de adesivos e selantes para os segmentos do varejo e da indústria. A empresa foi a pioneira no desenvolvimento de uma linha completa de colas para o setor calçadista e também na fabricação de colas e selantes para a indústria automobilística. 

A Brascola atua nos segmentos calçadista, moveleiro, construção civil/comércio, artesanato, náutico, automobilístico, utilização doméstica e indústria em geral. Entre suas principais marcas comercializadas estão alguns líderes de mercado como a cola Araldite®, os silicones Brascoved Construção & Geral e Brascoved Super. Reforçando seu compromisso com a qualidade, o meio ambiente e as condições de trabalho, a empresa conta também com a linha de adesivos à base d’água Ecopren, e as embalagens biodegradáveis desenvolvidas especialmente para o Brascoved Construção & Geral. 

Mais informações sobre a Brascola e seus produtos estão disponíveis no site www.brascola.com.br.                                                                                                                                            

Mais informações para a imprensa

LVBA Comunicação
Maria Selma dos Santos (11) 3039-0680 maria.selma@lvba.com.br 
Valéria Allegrini (11) 3039-0661 valeria.allegrini@lvba.com.br 

Mercado de Comunicação
Guilherme Diefenthaeler (47) 3025-5999 contato@mercadodecomunicacao.com.br

 Fevereiro/2010

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              

 

 

                                                                                                                                                    

“Risco” fica em exposição até fevereiro no MAJ

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Confira o texto de divulgação que recebemos da Fundação Cultural de Joinville sobre a exposição “Risco”.

A Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e o Museu de Arte (MAJ) convidam a comunidade e os artistas locais para prestigiar a exposição “Risco”. A mostra está aberta a visitação no museu até o dia 14/02. Composta por peças do acervo, a exposição apresenta cerca de vinte trabalhos de diferentes formas de pensar sobre o desenho.

Entre os artistas que possuem suas obras expostas, estão nomes como Ricardo Kolb, Regina Silveira, Prugnera, Burle-Max, Astrid Lindroth, Ivani Carneiro, Anna Carolina e demais artistas nacionais e internacionais. O horário de visitação até dia 31/01 é de terça-feira a domingo das 12h às 18 horas. A partir do dia 01 de fevereiro os interessados podem prestigiar a mostra de terça a sexta-feira das 09h às 17 horas, sábados, domingo e feriados das 11h às 17 horas. A entrada é gratuita.

Serviço:

O quê: Exposição “Risco” – Acervo do MAJ

Visitação: até dia 14/02

Horário de visitação (até 31/01): 3ª feira à domingo das 10h às 18 horas

A partir de 01/02 visitação em horário normal

Onde: Museu de Arte de Joinville

Rua 15 de novembro, 1400 – América

Quanto: Gratuito

Informações: (47) 3433.4677 no MAJ

Missão cumprida

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Depois de cinco meses e pouco de labuta, em leituras, entrevistas, pesquisas e na consolidação disso tudo em um texto (espero que) redondo, terminei a monografia de pós-graduação para o curso de Gestão da Comunicação Empresarial e Relações Públicas. O título é “Jornalismo Empresarial: Isso é Possível? – Por um novo modelo para a informação corporativa voltada ao trabalhador”. Meus agradecimentos públicos aos quase 20 colegas que contribuíram, com depoimentos precisos que me ajudaram a desenhar alguns cenários para as publicações do gênero, temperadas pelo jornalismo de essência. Entusiasmado pela avaliação positiva do mestre Carlos Chaparro, meu orientador, começo a lidar com a possibilidade de editar o trabalho em livro. Mando notícias sobre isso, quando houver.

Guilherme

Ilações

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Revirando arquivos antigos, reencontro uma carta escrita por meu irmão há, talvez, 10, 12 anos. Meu único irmão menino – somos 5 mulheres – ,  em resposta a algo que eu lhe teria falado, me escreveu, entre outras coisas bonitas, que a vida é uma sequência nem sempre lógica, nem sempre  cronológica, de fatos e fases, que precisam ser “amarrados” por nossa intervenção. Ou seja, apenas de nós depende se esses elos serão de amor, de mágoas, de ressentimentos, de otimismo, de vida ou desvão.

Ou, simplesmente, não serão – e então passará ela, a vida, abanando para nós, nos deixando para trás. Mas uma das coisas mais bacanas que ele falou está um parágrafo adiante: “Não estou programando meu cérebro para escrever esta mensagem. Eu estou (ou sou) esta mensagem. Isto é maravilhoso, não? Você pode me ver neste monte de letrinhas.” Morava na Espanha, àquela época, este meu irmão. Sentíamos muito a falta um do outro já que sempre fomos muito ligados. O que chama a atenção, nesta frase, é exatamente esta capacidade que temos de nos “projetar” em meia dúzia de linhas, como se a alma nos escorregasse, teclinhas adentro.

“Ser” o que se escreve, mostra o quanto se busca uma verdade para nos nortear os passos. Procurar esta verdade em tudo o que se faz não é fácil. Muitas vezes, é bem mais tranqüilo “pular” essa etapa de busca e ir tocando, empurrando a vida com a barriga.

Mas, assim, deixaríamos de degustar o que existe de mais encantador nesse desafio às vezes intolerável do viver, que é justamente alguns “não-viveres” que nos assombram. Isso acontece quando nos omitimos de nós mesmos, quando deixamos passar uma chance de ser solidários, de reivindicar nossos direitos, ou mesmo de errar, tentando acertar no alvo da intolerância, do preconceito, dos dogmas e doutrinas que nos cegam e nos fazem, às vezes, reféns da ignorância. Não é fácil encontrar esse meio-tempo existencial, em que nos retemperamos da verdade, sem nos ausentar da vida. Esse estado de ânimo, se levado ao extremo, pode nos fazer desistir. Muita gente acaba desistindo. E se ausentando de si, mesmo seguindo na vida.

Ana Ribas Diefenthaeler

ana@mercadodecomunicacao.com.br

Jornalistas não são pedras

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Por Leticia Nunes. (Publicado no Observatório da Imprensa em 19/1/2010)

É enorme a chance de um jornalista que cobre um desastre como o do Haiti sentir-se impelido a ajudar as vítimas que agonizam à sua frente. Sua missão de testemunhar e reportar um fato com isenção, de ser uma figura neutra, de respeitar a ética da profissão, perde-se em questão de segundos diante da possibilidade concreta de ajudar o outro, e por um motivo óbvio: o jornalista é humano.

Na semana passada, o neurocirurgião Sanjay Gupta, correspondente médico da rede americana CNN, foi bastante criticado por examinar um bebê de 15 dias diante das câmeras. Gupta contou aos telespectadores, enquanto andava rapidamente por uma rua de Porto Príncipe, que haviam lhe chamado para ajudar a criança, atingida na cabeça no momento do terremoto de terça-feira (12/1). A mãe morreu, e o pai segurava o bebê com uma expressão confusa, como se ainda não tivesse lhe caído a ficha sobre o que acabara de passar. O médico pega a criança, examina seus movimentos, verifica a possibilidade de alguma fratura no crânio e faz um curativo na ferida da cabeça.

“Certamente há casos em que um jornalista qualificado pode e deve fornecer assistência médica quando a necessidade é imediata e séria”, afirma o professor Bob Steele, do Instituto Poynter. “O problema no caso do doutor Gupta é que ele já fez isso em diversas ocasiões no Iraque e agora no Haiti. Se é imperativo que ele intervenha como médico, que saia de seu papel jornalístico e o faça. Não se pode é colocá-lo para cobrir as mesmas pautas das quais participa. Isso confunde a reportagem jornalística e embaça a lente da observação independente”, defende Steele. Ele também acusou a CNN de fazer marketing com o vídeo, ao exibi-lo diversas vezes na TV e dar destaque a ele na internet. “Francamente, não é uma grande história”, justifica.

Para Gupta, não há um conflito ético em usar seus conhecimentos médicos durante as pautas que cobre. Em 2003, ao acompanhar uma unidade médica da Marinha americana no Iraque, o correspondente realizou cinco cirurgias. Na semana passada, ele escreveu em seu perfil no Twitter que é um repórter, mas, em primeiro lugar, é um médico. “Muitos me perguntaram: é claro que, se preciso, irei ajudar as pessoas com meus conhecimentos de neurocirurgião”, afirmou.

Resgate

No fim da semana passada, outro caso rompeu a neutralidade jornalística. Integrantes de duas equipes de TV australianas deixaram a rivalidade de lado para resgatar um bebê preso nos escombros. A menina estava deitada junto aos corpos dos pais, que morreram no terremoto, quando o cinegrafista Richard Moran, que trabalha para a emissora Nine Network, ouviu seu choro. Moran largou sua câmera e começou a retirar pedaços de concreto do caminho, enquanto o intérprete Deiby Celestino tentava encontrar a criança.

As imagens do resgate foram feitas pela maior concorrente da Nine, a emissora Seven. “Das ruínas, surgiu esta pequena menina, e eu nunca vou esquecer. Ela não chorou. Ela olhava assustada, como se estivesse vendo o mundo pela primeira vez”, contou o repórter Robert Penfold, da Nine. As imagens, que rodaram o mundo, mostram ainda o correspondente da Seven, Mike Amor, segurando a criança e lhe dando água. “Naquele momento, era maior do que o jornalismo”, disse Amor. “Eu não via nada tão extraordinário desde o nascimento de meu próprio filho. A emoção, para todos nós, foi inacreditável.”

O caso do resgate feito pelos australianos é diferente da consulta médica realizada por Sanjay Gupta e talvez se encaixe na classificação de “aceitável” pelos críticos, já que se tratava de uma emergência. Ainda assim, eles poderiam questionar se não havia mais ninguém no local para socorrer a criança, se era realmente necessário que um cinegrafista largasse sua câmera, e mais um milhão de “ses”. Fato é que o manual ético se perde em meio a uma situação extraordinária, e é muito difícil criticar uma decisão como a dos correspondentes envolvidos sem ver a destruição que viram de perto – desprotegidos do filtro da TV – com todos os seus odores nauseantes e sons desesperadores.

Os jornalistas tinham a obrigação, como jornalistas, de resgatar a menina dos escombros? Não. Mas o fizeram, e salvaram uma criança. Sanjay Gupta tinha a obrigação, em seu papel de correspondente, de examinar o recém-nascido e fazer um curativo limpo em sua cabeça? Não. Mas o fez, e um pai, que de outra maneira não teria ajuda médica, respirou aliviado. Esperar que não se viole normas éticas em situações como a do Haiti é acreditar que jornalistas são simples pedras, desprovidos de sentimentos ou emoções. Com informações da AFP [18/1/10] e do Los Angeles Times [14/1/10].

Karsten tem nova diretora comercial

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Com a intermediação da Apex Executive Search, a catarinense Karsten contratou nova diretora comercial. Rosemary de Lorenzo Nogueira Silveira passa a trabalhar numa das maiores empresas têxteis do Brasil, com plantas em Blumenau/SC e Maracanaú/CE. Rosemary é formada em Administração de Empresas e especializada em Marketing pela Universidade Sant’Anna, de São Paulo, com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Fez carreira no Grupo Pão de Açúcar durante dez anos, onde atuou como Gerente Comercial, Diretora Comercial de Moda e Casa e Diretora de Unidade de Negócios.
Assessoria de Imprensa Apex Executive Search. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Telefone: (47) 3025-5999.

Mercado de Comunicação é única agência do interior de SC em anuário brasileiro

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A Mercado de Comunicação, agência especializada em assessoria de imprensa e comunicação institucional com sede em Joinville, é uma das duas catarinenses do ramo relacionadas na edição 2009/2010 do Anuário Brasileiro das Agência de Comunicação, publicado pela Mega Brasil Comunicação com o incentivo da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom). A publicação apresenta as 373 agências brasileiras que participaram da fase de pesquisa da publicação, entre agosto e novembro do ano passado. O material final é um panorama significativo da condição da comunicação empresarial no país, que conta com aproximadamente 1,2 mil agências ativas. A Mercado de Comunicação abre 2010 com ótimas perspectivas de manter seu ritmo de crescimento. Após completar um ano em nova sede, própria, na Zona Sul de Joinville, a agência passou a trabalhar com empresas como a Incorporadora Thá (responsável pela construção do Joinville Garten Shopping), a Ciser (maior fabricante de fixadores da América Latina) e a Hacasa Empreendimentos Imobiliários. Lançou, no fim de 2009, a primeira edição da revista customizada Estilo Döhler, e colheu os louros da primeira edição do Prêmio Joinville de Expressão Literária com a sua chancela. Além do investimento na renovação de equipamentos e da climatização total das áreas comuns da agência, o foco está no desenvolvimento da Editora Mercado de Comunicação. A agência conta com o registro para editar livros desde 2008.

Pontapé inicial

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Com a primeira reunião de briefing, esta manhã, começamos oficialmente os trabalhos de assessoria de imprensa para a indústria Ciser, de Joinville. Estamos em fase de definição de rumos, identificando temas prioritários, e empenhados em compartilhar com os colegas da mídia essa novidade, de maneira a colocar os porta-vozes da empresa à disposição para as demandas que surgirem. Que venham novos desafios!

Mercado de Comunicação

Mercado de Comunicação
Rua Uruguai, 253 - Floresta
Joinville / SC - CEP 89210-070
Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798