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Sobre nós Seja o primeiro a comentar »…pelas próximas duas semanas. A agência retorna à lida no dia 4 de janeiro. Pronta pra luta! Até lá, qualquer coisa, escrevam pro Fale Conosco. Abraços a todos, Equipe da Mercado.
…pelas próximas duas semanas. A agência retorna à lida no dia 4 de janeiro. Pronta pra luta! Até lá, qualquer coisa, escrevam pro Fale Conosco. Abraços a todos, Equipe da Mercado.
Santa Catarina foi muito bem representada na 3ª edição do Prêmio Whirlpool INOVA. Dos projetos inscritos por mais de 200 estudantes de 35 instituições de ensino superior, 20% são catarinenses. A primeira fase, concluída no fim de novembro, selecionou 20 projetos, divididos nas categorias Engenharia e Design, com o objetivo de gerar produtos diferenciados para o segmento de linha branca por meio de soluções que proporcionem efetivamente melhorias para o dia a dia do consumidor. Entre os finalistas estão quatro equipes catarinenses do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e da UDESC, que se destacaram nas categorias de engenharia e design. O Prêmio Inova é direcionado a professores e alunos, com graduação e pós-graduação stricto sensu, nas áreas de design e engenharia. Lançado pela Whirlpool Latin America (que atua no Brasil com as marcas Brastemp, Consul e KitchenAid), conquistou, não só a atenção dos jovens talentos, como, também, o apoio de renomados profissionais e entidades, como o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), pertencente ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI), além dos designers Adélia Borges, Peter Fassbender e Charles Bezerra, e, também, do diretor de criação da DM9DDB, Rodrigo Almeida. Ao todo, o valor a premiação soma mais de R$ 135 mil, entre dinheiro, bolsas de estudo e produtos. Os projetos finalistas estão em fase de desenvolvimento e os vencedores serão conhecidos em março de 2010.
Assessoria deimprensa da Whirlpool Latin America em Santa Catarina. Guilherme Diefenthaeler. Tel. (47) 3025-5999.
No Holz Hotel, dia 24 de dezembro, das 16h às 22h, será servida uma ceia com tortas e bolos natalinos. Sorvetes de chocolate, morango, creme, flocos, pistache, passas ao rum, vinho e abacaxi francês também fazem parte do cardápio. Um dos doces servidos será o Bolo do Papai Noel, com nozes picadas, figos, cerejas e uvas passas. O valor é de R$ 18 por pessoa. Reservas podem ser feitas pelo telefone (47) 3453-0735.
Nesse sábado, dia 19 de dezembro, a Praça da Bandeira, no centro da cidade, será tomada por um exército empunhando baquetas, pratos e tambores. Mais de cinquenta músicos participam do 1º Encontro de Bateristas de Joinville, a partir das 15 horas.
O encontro, pioneiro na cidade, é realizado pelo músico joinvilense André Steuernagel. Ele resolveu retribuir com um grande evento para a cidade a homenagem que recebeu da Ordem dos Músicos do Brasil, em julho. O objetivo do encontro, além de promover o estudo do instrumento na cidade, é destacar a importância da disciplina e do trabalho em grupo.
Todos os participantes tocarão ao mesmo tempo, acompanhados de baixo e guitarras. “É um evento que privilegia a música como um todo e não o individualismo. Por isso, todos tocarão em sincronia e ninguém vai aparecer mais do que o outro”, afirma André.
Os ensaios, com grupos de cinco bateristas, iniciaram há um mês e já deram mostras do poder sonoro que será gerado pelas dezenas de bateras juntas. A partir das 13 horas, os músicos começarão a chegar e montar seus kits, compostos por caixa-clara, bumbo, surdo, chimbal e prato de ataque.
O evento é aberto à comunidade e haverá sorteio de brindes para os participantes e para o público em geral.
O quê: 1º Encontro de Bateristas de Joinville
Quando: sábado, 19 de dezembro
Onde: Praça da Bandeira
Horário: 15h
Valor: aberto ao público
Tiago Luis Pereira
Assessoria de Imprensa
(47) 9946-2853/3422-0938
Espaço Contemporâneo de Música
[Compartilho entrevista com o jornalista Gastão Cassel, responsável pela reforma radical de publicações jornalísticas sindicais de entidades laborais catarinenses do setor eletricitário. A entrevista faz parte da monografia que estou desenvolvendo. Guilherme]
Quais foram os maiores desafios do time de jornalistas que se formou à época, na expectativa de sensibilizar a direção do sindicato para a necessidade de produzir um informativo efetivamente jornalístico? Ou os sindicalistas já tinham essa predisposição?
Como não havia um planejamento de comunicação, tudo começou do zero. Na verdade, nem eu sabia muito bem o que fazer. Sabia fazer jornais, escrever, diagramar, era fotógrafo razoável. As habilidades, eu tinha, mas nunca havia planejado uma estratégia de comunicação. Em Florianópolis, tinha um cara que era presidente do Sindicato dos Bancários que era também formando no curso de Jornalismo. Ele trabalhava numa monografia sobre imprensa sindical chamada “Saídas e Bandeiras”. Samuel Pantojas Lima se tornou um apoio indispensável na formulação, já que o sindicato que dirigia tinha uma publicação regular, impressa em off-set, a “Folha Sindical”. Nos eletricitários, começamos com um boletim de formato A4, impresso em xerox sobre uma matriz com o logo “Informativo” impresso em duas cores. A composição era em máquina de escrever eletrônica. Títulos eram compostos com letras decalcáveis. E a linguagem, a gente ia descobrindo. Assim mesmo, descobrindo. É que havia uma enorme necessidade recalcada de comunicação. É como se os sindicalistas estivessem afoitos para dizer muitas coisas. Para os leitores, tudo era novidade também, portanto tudo era consumido com certa avidez. Hoje, reflito que fazer os informativos é como cozinhar para famintos: tudo tinha um sabor admirável. As discussões com Samuel e os jornalistas dos Bancários – Luciano Faria e Nei Pacheco (ambos estudantes na época) – começaram a apontar para a possibilidade de “fazer jornalismo” nos jornais sindicais. Isso soava estranho até para nós, e muito mais para os sindicalistas. Havia uma falsa dicotomia entre informação e formação. Como se a função da comunicação sindical fosse mais pedagógica do que outra coisa. Em março de 1988, lançamos o Linha Viva. Impresso em off-set nas rotativas de O Estado, com duas páginas. Ensaiamos ali algumas práticas de linguagem que renderam muita polêmica. Banimos, por exemplo, o “nós” para se referir aos leitores. Sindicalistas passaram a falar entre aspas e vez que outra aparecia até opinião de representantes das empresas. Parece muito óbvio, mas era novidade para o movimento sindical. Era uma ruptura com o que se convencionou chamar de linguagem panfletária. Mais adiante, ampliamos o jornal para quatro páginas.
Na prática, em termos de texto/conceito/pauta/design, o que mudou no jornal depois do advento daquele projeto e que impacto isso trouxe?
Nessa mudança, duas coisas foram importantes: o estabelecimento da página 4 como espaço para discutir temas não necessariamente ligados ao sindicalismo, como cultura, comportamento, música etc. Outra foi a criação de uma Tribuna Livre, uma coluna de opinião aberta aos leitores. São medidas singelas até, mas simbolicamente traziam muita novidade. Informações além da política e um espaço definido para a opinião, que significava que o resto não era opinião, era editorial. Na época, os sindicalistas já se orgulhavam do conceito do jornal. O que não quer dizer que volta e meia alguém não tivesse uma recaída querendo escrachar opiniões aqui e acolá.
O jornal mantém aquela receita? O projeto foi revisto outras vezes?
Acho que o “espírito” está mantido, mas precisamos considerar que se o movimento sindical está meio sem rumo, isso vai se refletir também no jornal. O Linha Viva, acho que perdeu muito do seu viço, muito em função dessa crise do sindicalismo. Perdeu em apresentação estética, perdeu em criatividade de pauta, ficou mais oficial.
Como fazer, seja em uma entidade, seja em uma empresa, para equacionar “demandas do leitor médio” e “assuntos que a corporação entende que o leitor precisa saber”?
Hoje, minha experiência está mais focada nos fundos de pensão, embora a gente faça algumas peças e até jornais para sindicatos. Neste caso, há a disponibilidade de pesquisas que avaliem a qualidade de comunicação, apontem caminhos. É verdade que é um recurso mais caro, mas não é problema para os fundos. Aí a gente sabe bem o que querem. Temos aplicado uma regra geral: humanizar as pautas. Associar as pautas a histórias de vida, contar histórias. Os resultados têm sido muito positivos. Aí a gente tem que ter sensibilidade e criatividade para dar contas das demandas do que “precisa ser dito”, e que às vezes não é nem legal, nem simpático, nem fácil de explicar.
As empresas modernizam práticas de gestão, estimulam a participação e a consciência crítica do funcionário, que há tempos deixou de ser um apertador de parafusos. Você diria que, em linhas gerais, o jornal institucional está sintonizado com esse processo?
Acho que todos os processos de comunicação estão sendo reinventados em função das novas possibilidades tecnológicas. Os interesses das pessoas estão diferentes. As publicações corporativas – empresariais ou sindicais – escrevem normalmente para um leitor aprisionado no mundo do trabalho. Como se aquele leitor não fosse o mesmo que vê “Big Brother”. E esse negócio de esconder temas é uma bobagem. Os caras vão comentar de qualquer jeito. Então é melhor escancarar, desmistificar, abrir o jogo. Mostra mais segurança, consciência, responsabilidade. Sempre defendo encarar os temas “ruins”.
A estratégia de marketing montada pelo Grupo Thá, do Paraná, para marcar sua entrada em Joinville teve como ponto alto uma convenção de vendas que reuniu 100 corretores, para apresentação do Belvedere Joinville, primeiro empreendimento residencial da marca na cidade. Durante duas semanas, a empresa anunciou na mídia local, promoveu inserções em salas de cinema, divulgou a novidade na internet e no rádio e afixou outdoors em pontos estratégicos.
Já na convenção de vendas, a equipe de marketing do grupo procurou vincular o conceito “Home and Fun – Quando a diversão mora com você, a vida tem mais brilho”, com o qual o Belvedere Joinville foi concebido, ao evento de apresentação. Conforme Cristiane Kilter, gerente de marketing da Thá, a iniciativa de levar os corretores ao Barco Príncipe e fazer um passeio descontraído pela Baía da Babitonga permitiu que os profissionais percebessem a tônica do projeto.
O projeto conta com apartamentos de três dormitórios e uma suíte. Entre os diferenciais, que ajudam a fortalecer o conceito de diversão dentro do condomínio, estão a quadra esportiva, o salão de festas infantil, a tenda zen, o bicicletário, a brinquedoteca, a sala de fitness, o espaço gourmet, a piscina, o playground, a sala de estudos com lan house e biblioteca e a cancha de bocha – novidade projetada especialmente para a região. “A localização do Belvedere traz tranquilidade e remete à infância. Ao mesmo tempo em que é próxima do Centro, conserva um clima aconchegante dos bons tempos, integrado a Rua Tijucas onde se localiza o empreendimento”, ressalta Nilton Antonietto, diretor de incorporações.
Além dessas ações, o grupo montou um programa de metas para os corretores. Quem tiver o melhor desempenho neste final de ano, será presenteado com um final de semana em Fortaleza, em uma visita ao Beach Park Acqua Resort. Para o ano que vem, os corretores têm ainda mais desafios e um carro zero será sorteado entre a equipe de vendas. “Como o conceito do Belvedere prevê diversão aos futuros moradores, queremos estimular os corretores a se divertir enquanto trabalham, e que sejam recompensados se atingirem suas metas”, explica Cristiane Kilter.
Assessoria de Imprensa Grupo Thá em Joinville. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Letícia Caroline. Tel. (47) 3025-5999.
Estamos, cá na agência, empenhados em avaliar o “ano da crise” e traçar metas, como zilhões de empresas mundo afora fazem nesta época do ano. O primeiro registro desse balanço é azul: nosso resultado deve ser positivo, com algum avanço até sobre o do exercício anterior, apesar de uns cortes decorrentes da crise no conjunto dos trabalhos que executamos. O fato é que, pra nós e pra muitas empresas de serviços como a nossa, a crise acabou servindo de impulso pra prospectar mais, “ir mais ao mercado” em busca de oportunidades, e com isso fechamos jobs interessantes e clientes novos que devem nos acompanhar no ano que vem. Então, que venha 1010! E quem quiser uma força nas ações de comunicação institucional, procure a gente…
Internauta também pode encontrar sugestões para artigos natalinos
Para quem gosta de artesanato, o site da indústria de adesivos e selantes Brascola, de Joinville, é uma boa opção. Na área intitulada “Passo a passo”, a empresa disponibiliza sugestões de trabalhos variados, com destaque para artigos natalinos, customização de vidros, objetos revestidos com filtro de café usado, customização de chinelos, decupagem de tecido, entre outras técnicas artísticas.
As dicas são explicadas detalhe por detalhe e vêm acompanhadas da indicação dos produtos que devem ser utilizados. O internauta pode acompanhá-las no site ou baixá-las no computador e arquivá-las. As técnicas vão ajudar a decorar a casa ou ganhar aquela renda extra. Entre outros itens, pode-se aprender a produzir enfeites de mesa natalinos – um marcador de taça feito de feltro e um porta-guardanapos, também em feltro, com cristais -, que conferirão mais charme e bom gosto às peças.
A Brascola fornece linhas de produtos adequadas para trabalhos manuais de artesanato, reparos e instalações domésticas, customização de peças de tecido, porcelana, cerâmica, madeira, vidros, entre outros materiais.
O link para acesso às dicas de artesanato é www.brascola.com.br/passo-a-passo.php.
Sobre a Brascola
Presente no Brasil desde 1953, a Brascola é uma das líderes no mercado de adesivos e selantes para os segmentos do varejo e da indústria. A empresa foi a pioneira no desenvolvimento de uma linha completa de colas para o setor calçadista e também na fabricação de colas e selantes para a indústria automobilística.
A Brascola atua nos segmentos calçadista, moveleiro, construção civil/comércio, artesanato, náutico, automobilístico, utilização doméstica e indústria em geral. Entre suas principais marcas comercializadas estão alguns líderes de mercado como a cola Araldite®, os silicones Brascoved Construção & Geral e Brascoved Super. Reforçando seu compromisso com a qualidade e o meio ambiente e as condições de trabalho, a empresa conta também com a linha de adesivos à base d’água Ecopren, e a embalagens biodegradáveis desenvolvidas especialmente para o Brascoved Construção & Geral.
Assessoria de Imprensa Brascola em Santa Catarina. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Letícia Caroline. Tel. (47) 3025-5999.
[Entrevista utilizada na monografia de pós-graduação sobre jornalismo empresarial. Guilherme]
O gerente corporativo de Comunicação e Relacionamento do Grupo Positivo, Márcio Santos, concedeu entrevista ao autor para abordar o trabalho e as realizações da empresa na área de comunicação. A gerência que Márcio comanda responde pelas questões de assessoria de imprensa, internet, comunicação institucional, comunicação gráfica, relacionamento e comunicação interna. A seguir, a íntegra da entrevista:
Qual o papel da comunicação nos processos de gestão da companhia?
O Grupo Positivo é uma corporação com várias unidades educacionais e de negócios. Mesmo contando com o DNA educacional em todas as áreas, temos públicos, objetivos e estratégias extremamente variadas, que vão desde a gestão de escolas de educação básica a universidade, gráfica, editora e varejo, no caso da Positivo Informática. Assim, organizar uma comunicação que consiga conversar com áreas (e com colaboradores) de perfis tão diferentes se torna um desafio instigante. Desde que a nova gestão de Marketing do grupo assumiu, no final de 2007, buscamos alinhar os processos de comunicação da empresa respeitando as diferentes realidades de cada unidade, mas criando uma linguagem que possa transmitir nossos valores, nossa estratégia e nosso direcionamento de forma clara para todos.
Houve alguma evolução recente nas suas práticas de comunicação interna? Quando e como se deu essa evolução? Que impacto produziu na gestão da companhia?
Quando assumimos a gerência de comunicação, percebemos que era necessário ampliar o diálogo com as unidades do Grupo Positivo. Assim, passamos a realizar reuniões mensais com as áreas de comunicação de todas as unidades, de modo a ouvir seus questionamentos, apresentar projetos corporativos e esclarecer pontos referentes à estratégia da empresa. Isso permitiu uma sinergia muito grande entre áreas que antes não se conversavam e que hoje dividem projetos em comum, devido à similaridade de seu público (como a Posigraf e a Positivo Informática, nas quais 90% dos colaboradores são os chamados “chão de fábrica”). De posse desse feedback das unidades, alinhado à política da gerência corporativa em atuar muito mais como uma consultoria do que como uma definidora de processos, iniciamos diversos projetos de comunicação que englobavam todas as unidades. Auxiliou muito nesse projeto o fato de que a gerência do PCG (Positivo Comunicação Gráfica), estúdio de design do Grupo Positivo, tenha passado para a gerência de comunicação. Isso nos permitiu otimizar os recursos utilizados em comunicação e alinhar ainda mais a comunicação corporativa com a comunicação específica de cada unidade.
Que prioridade se dá, nas políticas de comunicação, à comunicação com o público interno? Por quê?
Buscamos munir o colaborador com informações relevantes sobre o grupo. Novamente, em função da diversidade de nossas áreas de negócio, é fundamental que o colaborador consiga acompanhar o que acontece dentro do grupo. Para isso, foi e ainda é necessário um trabalho muito conciso de conscientização das áreas de comunicação das unidades, para que estas nos passem informações relevantes que possam ser distribuídas ao colaborador e que, de alguma maneira, exemplifiquem o escopo de trabalho do grupo.
Relacione as principais ferramentas de comunicação interna, em ordem de relevância. Nesse contexto, qual a importância da publicação corporativa?
O colaborador do Grupo Positivo é impactado de diversas maneiras diferentes, mas cada uma tem sua característica específica, para que não haja, justamente, desencontro ou redundância de informações. Dentre as ferramentas, contamos com as seguintes: “Notícias Positivo Notícias” (NPN) – informativo semanal encaminhado a todos os colaboradores. As informações são coletadas pela minha equipe de comunicação e enviadas pelas áreas de Marketing das unidades. Trata-se de um informativo de duas páginas, encaminhadas pelo correio interno, com notícias sobre eventos, lançamentos, ações, campanhas, de no máximo 800 caracteres. Para os colaboradores que não têm acesso ao correio interno, o NPN é colocado nos murais das unidades; Comunicado Interno – encaminhado via correio interno para todos os colaboradores. Utilizado quando a empresa tem informações de relevância que exigem um nível de atenção acima do NPN (mudanças de diretoria, premiações, cursos, comunicados do presidente); Mural – permite à unidade informar os colaboradores sobre as novidades de sua empresa. Aqui, novamente, respeitamos a realidade de cada unidade, mas alinhamos a linha gráfico-editorial de modo que possa ser utilizada por qualquer área. O mural possui layout comum, com identificação da unidade. Dividimos as informações em diversas editorias (saúde, cursos, novidades, entretenimento) identificadas por logos. A alimentação da informação dos murais fica a cargo da área de Marketing de cada unidade; Clipping – temos clipagem nacional de rádio, televisão, impresso e web. Diariamente, entre 12h e 14h, disparamos o clipping para um mailing selecionado (gestores, supervisores, área comercial) de cerca de 600 pessoas no grupo; Intranet – cada unidade possui a sua própria intranet. Dentre os projetos de nossa gerência, está a revitalização da intranet do grupo, prevista para o começo de 2010, junto a um alinhamento de conteúdo e linguagem em relação às outras Intranets; Informativos internos – coordenados por nossa gerência, os informativos internos tratam de assuntos específicos de cada unidade. No caso da Universidade Positivo e do Colégio Positivo, o informativo interno é direcionado tanto a colaboradores (professores) quanto aos alunos (clientes).
Em linhas gerais, como avalia a qualidade do jornalismo empresarial feito no Brasil, atualmente?
O jornalismo empresarial está deixando de ser uma possibilidade secundária de atuação no Brasil para se tornar uma atividade de cunho essencial dentro da corporação. Por muitos anos, a comunicação empresarial não era tratada de forma profissional. Muito disso pela falta de visão dos gestores e pela falta de formação dos jornalistas. Como sabemos, a comunicação empresarial nas faculdades acaba sendo relegada somente ao aspecto assessoria de imprensa, quando esta é apenas uma das facetas da área. Felizmente, temos profissionais cada vez mais alinhados com essa realidade e, ao mesmo tempo, gestores que compreendem a necessidade e a importância que uma comunicação de qualidade possa ter para suas empresas.
Autores afirmam que o jornal de empresa deve harmonizar assuntos “que a empresa julga que o funcionário precisa saber” e outros que “o funcionário afirma que deseja ler” na publicação. Acredita que as empresas estão conseguindo esse equilíbrio?
Embora não seja o ideal, sabemos que a maioria das empresas acaba caindo na armadilha do “achar que sabe o que o funcionário quer ler”. Para evitar essa armadilha, realizamos constantemente pesquisas, seja pela área corporativa ou pela área específica de cada unidade, para ajustar essa comunicação. Tivemos no início de 2009 uma pesquisa com pais e alunos do Colégio Positivo, para saber como estes avaliavam o informativo “Positivo com Você”. Percebemos que estávamos indo em uma linha diferente daquela desejada por esse público. Assim, ajustamos o informativo com uma nova proposta gráfico-editorial alinhada ao desejo daqueles a quem o informativo é direcionado. No caso dos colaboradores, contamos com o auxílio de nossas áreas de marketing das unidades para que nos passem as demandas e necessidades de informações por parte do público.
Acredita que seja possível a prática efetiva do Jornalismo (com espaço para crítica, para o contraditório, para “notícias ruins”) na publicação corporativa?
Penso que, nesse quesito, o jornal empresarial ainda tem muito o que desenvolver. Buscamos aqui traçar um panorama completo das atividades que acontecem na empresa, mas evitamos levantar questões polêmicas. Isso, entretanto, não significa que o colaborador não tenha acesso ou conhecimento de fato negativos que venham a acontecer no grupo ou em suas unidades. Como informei, temos aqui um clipping diário, para o qual temos a seguinte filosofia: “Na alegria e na tristeza”. Todas as notícias veiculadas pela imprensa, sejam positivas ou negativas são publicadas no clipping, de modo que o colaborador tem total conhecimento do que efetivamente está acontecendo na mídia.
Publicação tem 10 mil exemplares e traz entrevista com Ana Maria Braga
A edição de estreia da Revista Estilo Döhler já está sendo distribuída a clientes e parceiros de negócios da empresa têxtil joinvilense, em todo o país. Concebida para se tornar um elo a mais entre a Döhler e seu público, a revista traz informações sobre projetos, ações e produtos da marca, mas tem seu foco maior em um conjunto de assuntos voltados a quem tem estilo. Caso de personalidades como o chef joinvilense Jonni Colin, que fala sobre suas experiências a bordo do Barco Príncipe, e da estilista Paula Domingues, também de Joinville, que já vestiu estrelas como as globais Cristiane Torloni e Tânia Kalil.
“Uma das ideias bacanas da revista foi a de aproximar mais o cliente do universo da empresa, incluindo a cidade onde nasceu e tem sua sede, até hoje, e seu belíssimo entorno”, explica o diretor comercial Carlos Alexandre Döhler, referindo-se à reportagem sobre a Baía da Babitonga, considerada o maior e mais belo cartão postal do Litoral Norte catarinense.
As bordadeiras, um dos públicos mais fiéis da empresa, ganham espaço nobre pelo projeto Dia de Ouro, realizado em parceria com a Revista Agulha de Ouro e Linhas Círculo. Realizado desde 1998, o evento itinerante promove cursos com o designer e “bordadeiro” Marcelo Darghan, que ficou nacionalmente conhecido por suas participações no programa “Mais você”, de Ana Maria Braga.
Aliás, a própria Ana Maria é outro destaque desta primeira edição. A apresentadora concedeu entrevista exclusiva à Estilo Döhler e fala sobre o programa, a carreira e o universo feminino. A Döhler lançou, neste ano, uma linha exclusiva de produtos com a marca “Mais Você”.
Com 10 mil exemplares, a Estilo Döhler pretende chegar a todos os cantos do país, transformando-se em um instrumento a mais de comunicação da empresa com seus públicos. “A empresa se impôs o desafio de também buscar o caminho de volta – de oferecer um espaço de participação do público-leitor na publicação. Seja sugerindo temas para reportagens, oferecendo informações e ideias novas, queremos que o cliente seja mais que leitor, um parceiro da revista – feita, afinal, para ele”, completa Carlos.
Assessoria de Imprensa da Döhler. Mercado de Comunicação. Ana Ribas Diefenthaeler. Tel. 47 3025 5999. ana@mercadodecomunicacao.com.br