Informação é coisa séria!

O último dia

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Depois de dois meses, chegamos ao fim das inscrições para o 6º Prêmio Joinville de Expressão Literária. Hoje, 30 de outubro, é o último dia para os aspirantes a escritor entregarem seus textos e concorrerem ao prêmio. Aqui na Mercado, até agora de manhã, contabilizamos 38 envelopes. Se você está com o texto na mão, corra para entregá-lo!

Locais de entrega:

Mercado de Comunicação: Rua Uruguai, 253, bairro Itaum.

Univille (Campus Joinville): na Área de Extensão Universitária da Univille, Sala B3, Campus Universitário, s/n, bairro Bom Retiro.

Univille (São Bento): na Assessoria da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, Rua Norberto Eduardo Weihermann, 230, bairro Colonial.

Univille (São Francisco): Rodovia Duque de Caxias, s/n, poste 128, km 8, na sala da diretoria

Amanhã termina prazo para inscrição no Prêmio Literário

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Menos de um dia. Amanhã termina o prazo para a entrega de textos para o 6º Prêmio Joinville de Expressão Literária. Na Mercado de Comunicação, o interfone não para de tocar, anunciando a chegada de novos envelopes. Os próprios concorrentes ou o pessoal dos Correios, que trazem textos de São Francisco e São Bento do Sul, deixam os dias desta semana mais agitados.

Para quem ainda está perdido, com o envelope de textos na mão, sem saber pra onde se dirigir, a Mercado de Comunicação fica na Rua Uruguai, 253, bairro Itaum.

As inscrições também podem ser feitas na Univille, na Área de Extensão Universitária da Univille, sala B3, Campus Universitário, s/n, bairro Bom Retiro.

Em São Bento, o material deve ser entregue também na Univille, na sala da Assessoria da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, Rua Norberto Eduardo Weihermann, 230, bairro Colonial.

Em São Francisco, devem ser deixados no campus da Univille, na Rodovia Duque de Caxias, s/n, poste 128, km 8, na sala da diretoria.

As histórias dentro do Prêmio

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Em cinco edições, o Prêmio Joinville de Expressão Literária já pode se orgulhar de uma bela caminhada em prosa e verso. No cômputo geral, mais de 1.500 textos foram avaliados e distribuídos cerca de R$ 20 mil em dinheiro, além de vários outros prêmios – incluindo kits de livros. Recadastrando os participantes de todas as edições, despontam histórias e situações bacanas. Por exemplo, a pessoa de maior idade que já se inscreveu no concurso contava exatos 89 anos – um senhor que era viúvo e que casara-se novamente havia 3 anos. Na antiga categoria escolar, a criança mais jovem tinha apenas 9 anos.  Entre as profissões, jornalistas, estudantes e professores encabeçam a lista, mas policiais, carteiros, “do lar” e até “pensadores” também já participaram do concurso. Joinville tem, sim, literatura. E leitores.

Prêmio Literário nas rádios

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Se você quer se inscrever no 6º Prêmio Joinville de Expressão Literária, mas ainda está sem informações, preste atenção na programação das rádios joinvilenses. Na manhã de hoje, 27 de outubro, Ana Ribas, sócia da Mercado de Comunicação e idealizadora do prêmio entrou ao vivo no programa “Notícias da Manhã”, na Rádio Cultura Jovem Pan.

Amanhã, 28 de outubro, ela fala aos ouvintes da Rádio Globo. A entrada ao vivo acontece a partir das 12h10, no programa Globo Cidade, do radialista Jota Martins.

Não esqueça, as inscrições terminam sexta-feira, 30 de outubro. Corra, pois ainda dá tempo!

Última chamada para o Prêmio Literário

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Agora falta pouco. Na próxima sexta-feira, 30 de outubro, terminam as inscrições para o 6º Prêmio Joinville de Expressão Literária. Neste ano, o prazo não será prorrogado, devido ao curto espaço para as avaliações. As datas para divulgação dos pré-selecionados e dos vencedores serão anunciadas em breve.

Os textos podem ter tema livre e devem se encaixar nas categorias conto/crônica e poesia, com até três laudas, de 20 linhas, digitadas em espaço duplo. As produções serão avaliadas por júri técnico, composto de cinco pessoas, entre professores, especialistas da área e jornalistas.

Quem alcançar o primeiro lugar receberá R$ 1.100; o segundo, R$ 550, e o terceiro, R$ 330. Além disso, os premiados ganharão livros cedidos pelas Livrarias Curitiba e pelos escritores Clotilde Zingali e Rubens da Cunha.

O concurso é aberto a autores maiores de 16 anos residentes em Joinville e região. Não podem participar funcionários da Univille nem da Mercado de Comunicação. A região de Joinville inclui os municípios de Araquari, Barra Velha, Barra do Sul, Campo Alegre, Corupá, Garuva, Guaramirim, Itaiópolis, Itapoá, Jaraguá do Sul, Mafra, Massaranduba, Monte Castelo, Papanduva, Rio Negrinho, São Bento do Sul, São Francisco do Sul, São João do Itaperiú e Schroeder.

Como participar

Cada autor pode inscrever no máximo três trabalhos por categoria. Em todos, deve usar o mesmo pseudônimo. Os textos devem ser entregues em envelopes fechados, impressos em papel ofício, em cinco vias, assinados apenas com o pseudônimo do autor. Dentro desse envelope, o candidato anexa um envelope menor, também fechado e identificado, externamente, pelo pseudônimo, contendo os dados pessoais do participante: nome, endereço, endereço de e-mail, telefone, profissão, idade, RG e CPF. Não serão aceitas inscrições nem trabalhos por e-mail. Serão automaticamente desclassificados os trabalhos que permitam qualquer tipo de identificação do autor.

Em Joinville, o material deve ser entregue na Área de Extensão Universitária da Univille, Sala B3, Campus Universitário, s/n, bairro Bom Retiro, ou na sede da Mercado de Comunicação, Rua Uruguai, 253, bairro Itaum. Informações: 3025-5999 (Mercado de Comunicação) ou 3461-9121 (Proex/Univille).

Em São Bento, os textos devem ser entregues na Assessoria da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, na Rua Norberto Eduardo Weihermann, 230, bairro Colonial. Mais informações: (47) 3631-9100. Já em São Francisco, o endereço para entregar os textos é Rodovia Duque de Caxias, s/n, poste 128, km 8, na sala da diretoria. Mais informações: (47) 3442-2577.

Assessoria de Imprensa Prêmio Joinville de Expressão Literária. Coordenação editorial: Ana Ribas Diefenthaeler. Texto: Letícia Caroline da Silva. Tel. (47) 3025-5999.

Para os desavisados, o regulamento completo

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Esta postagem traz o regulamento completo do 6º Prêmio Joinville de Expressão Literário. Para aqueles que ainda não se inscreveram ou não se informaram sobre o concurso, seguem as informações necessárias. Não se esqueça, as inscrições também podem ser feitas em São Francisco e São Bento do Sul, nas unidades da Univille.

Em São Bento, os materiais devem ser entregues na Assessoria da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, na Rua Norberto Eduardo Weihermann, 230, bairro Colonial. Mais informações: (47) 3631-9100. Já em São Francisco, o endereço para entregar os textos é Rodovia Duque de Caxias, s/n, poste 128, km 8, na sala da diretoria. Mais informações: (47) 3442-2577.

6º Prêmio Joinville de Expressão Literária

Cultivando a semente de uma sociedade leitora

REGULAMENTO

O concurso, uma realização da Univille e da Mercado de Comunicação, vai premiar trabalhos inéditos de autores de Joinville e região (veja abaixo a relação das cidades incluídas), nas categorias contos/crônicas e poesia. Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora formada por escritores, poetas e jornalistas.

Regulamento

Temática

Os trabalhos inscritos no prêmio têm tema livre.

Categorias

Contos e Crônicas: Os textos devem ter, no máximo, três laudas de 20 linhas, digitadas em espaço duplo.

Poesia: Poemas, em qualquer estilo, devem ter no máximo duas laudas de 20 linhas, digitadas em espaço duplo.

Orientações Gerais:

1.     Entrega do material: Os textos devem ser entregues em envelopes fechados, na Área de Extensão Universitária da Univille, Sala B3, Campus Universitário, s/n, bairro Bom Retiro, ou na Mercado de Comunicação, à rua Uruguai, 253, bairro Floresta, impressos em papel ofício, em cinco vias, assinados apenas com o pseudônimo do autor. Dentro deste envelope, o candidato deverá anexar um envelope menor, também fechado e identificado, externamente, pelo pseudônimo, contendo os dados pessoais do participante: nome, endereço, endereço de e-mail, telefone, profissão, idade, rg e cpf.. Não serão aceitas inscrições nem trabalhos por e-mail. Serão automaticamente desclassificados os trabalhos que permitam qualquer tipo de identificação do autor.

2.     Cada autor pode inscrever no máximo 3 trabalhos por categoria. Em todos, deve usar o mesmo pseudônimo.

3.     Prazos de inscrição: As inscrições ao 6º Prêmio Joinville de Expressão Literária serão aceitas no período de 8 de setembro a 30 de outubro de 2009.  Para as inscrições enviadas pelo correio, vale a data de postagem – que deve ser feita com pelo menos dois dias de antecedência.

4.     Premiação Categoria Adulta: Os três melhores trabalhos de cada subcategoria receberão os seguintes prêmios:

1º  lugar: R$ 1.100,00

2º  lugar: R$ 550,00

3º  lugar: R$ 330,00

5.     Menções Honrosas: A critério da Comissão Julgadora, serão concedidas menções honrosas a trabalhos de destaque de ambas as categorias.

6.         Comissão Julgadora: Os trabalhos serão avaliados por Comissão Julgadora integrada por cinco pessoas, indicadas pela coordenação do concurso. As decisões da Comissão serão soberanas e não serão passíveis de recursos ou impugnações, em qualquer fase do processo de premiação. Integram a Comissão escritores consagrados, editores, professores e intelectuais, joinvilenses ou não.

7.     Entrega dos Prêmios: A entrega dos prêmios será realizada no mês de novembro, em data, horário e local a ser divulgados pela imprensa e no seguinte endereço na internet: www.mercadodecomunicacao.com.br/blog.

8.     Quem participa: O concurso é aberto a autores maiores de 16 anos, residentes em Joinville e região. Não podem participar funcionários da Univille nem da Mercado de Comunicação.

9.     Municípios que integram a região de Joinville: Araquari, Barra Velha, Barra do Sul, Campo Alegre, Corupá, Garuva, Guaramirim, Itaiópolis, Itapoá, Jaraguá do Sul, Mafra, Massaranduba, Monte Castelo, Papanduva, Rio Negrinho, São Bento do Sul, São Francisco do Sul, São João do Itaperiú e Schroeder.

A edição dos recordes

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Na sexta-feira, 30 de outubro, terminam as inscrições para o 6º Prêmio Joinville de Expressão Literária. Mesmo sem ter chegado ao fim, já batemos o recorde de divulgação dos outros anos. De acordo com registros de clipagem, foram 1h39min14seg em programas de rádio de Joinville e região e 1h14min14seg de divulgação em programas televisivos.

Se você ainda não se inscreveu, não perca tempo! O tema é livre e serão aceitos textos nas categorias conto/crônica e poesia, com até três laudas, de 20 linhas, digitadas em espaço duplo. As produções serão avaliadas por júri técnico, composto de cinco pessoas, entre professores, especialistas da área e jornalistas.

Quem alcançar o primeiro lugar receberá R$ 1.100, o segundo R$ 550 e o terceiro R$ 330. Além disso, os premiados ganharão livros cedidos pelas Livrarias Curitiba e pelos escritores Clotilde Zingali e Rubens da Cunha.

O concurso é aberto a autores maiores de 16 anos residentes em Joinville e região. Não podem participar funcionários da Univille nem da Mercado de Comunicação. A região de Joinville inclui os municípios de: Araquari, Barra Velha, Barra do Sul, Campo Alegre, Corupá, Garuva, Guaramirim, Itaiópolis, Itapoá, Jaraguá do Sul, Mafra, Massaranduba, Monte Castelo, Papanduva, Rio Negrinho, São Bento do Sul, São Francisco do Sul, São João do Itaperiú e Schroeder.

Como participar

Cada autor pode inscrever no máximo três trabalhos por categoria. Em todos, deve usar o mesmo pseudônimo. Os textos devem ser entregues em envelopes fechados, impressos em papel ofício, em cinco vias, assinados apenas com o pseudônimo do autor. Dentro desse envelope, o candidato deverá anexar um envelope menor, também fechado e identificado, externamente, pelo pseudônimo, contendo os dados pessoais do participante: nome, endereço, endereço de e-mail, telefone, profissão, idade, RG e CPF. Não serão aceitas inscrições nem trabalhos por e-mail. Serão automaticamente desclassificados os trabalhos que permitam qualquer tipo de identificação do autor.

Em Joinville, o material deve ser entregue na Área de Extensão Universitária da Univille, Sala B3, Campus Universitário, s/n, bairro Bom Retiro, ou na sede da Mercado de Comunicação, Rua Uruguai, 253, bairro Itaum. Informações: 3025-5999 (Mercado de Comunicação) ou 3461-9121 (Proex/Univille).

Em São Bento, os textos devem ser entregues na Assessoria da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, na Rua Norberto Eduardo Weihermann, 230, bairro Colonial. Mais informações: (47) 3631-9100. Já em São Francisco, o endereço para entregar os textos é Rodovia Duque de Caxias, s/n, poste 128, km 8, na sala da diretoria. Mais informações: (47) 3442-2577.

Zigmunt Bauman e as favelas brasileiras (última parte)

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ENTREVISTA ESPECIAL: ZYGMUNT BAUMAN

(Entrevista retirada da Agência Notisa science journalism – jornalismo científico)

Notisa – A parcela de nossa população que “não se importa” com o que ocorre dentro das favelas pode estar contribuindo, mesmo que inconscientemente, para uma forma de democídio (assassinato perpetrado pelo Estado contra pessoas em geral)?

ZYGMUNT BAUMAN – A capitulação tipicamente brasileira da separação espiritual entre estranhos, o preconceito mútuo, a desconfiança e a inimizade é o “medo do ‘morro” e o “desdém por aqueles aqui de baixo” – os “residentes do asfalto”.

Oscar Newman, um urbanista e arquiteto americano, sugeriu, em 1972, em um artigo com um título auto-explicativo – Espaço defensável, pessoas e design na cidade violenta – que o remédio preventivo contra o medo da violência urbana é a demarcação clara de limites – uma ação que desencorajaria ações invasivas de estranhos. A cidade é violenta e repleta de perigos porque – assim dizem Newman e seus apóstolos – está cheia de estranhos. Quer evitar infortúnios? – diz Newman: mantenha os estranhos a uma distância segura. Torne seu espaço compacto, brilhantemente iluminado, fácil de ser observado, possível de ser visto “através de” e seus medos irão desaparecer, você saboreará, finalmente, o maravilhoso gosto da segurança…

Como a experiência demonstrou, no entanto, os esforços para tornar espaços “defensíveis” levaram a aumentos agudos em preocupações com segurança. Arautos e sintomas da segurança “sendo um problema” continuam nos lembrando de nossas inseguranças… Como Ana Minton argumentou em seu estudo recente: “O paradoxo da segurança é que, quanto melhor funciona, menos deveria ser necessária. Ainda assim, ao invés disso, a necessidade de segurança pode ser tornar viciante…” De proteção e segurança nunca há o bastante; uma vez que se começa a desenhar e fortificar fronteiras, não há retorno. O principal beneficiário é nosso medo: ele prospera e se torna exuberante, alimentando-se de nossos esforços por desenhar e armar fronteiras.

Em uma das mais afiadas oposições imagináveis à opinião de Newman estão as recomendações postas no papel por Jane Jacobs: é precisamente na multidão das ruas da cidade e na profusão de estranhos ao redor que encontramos socorro e nos libertamos do medo que exala a cidade, aquele “grande desconhecido”.  A palavra que define esse elo, diz ela, é confiança. A confiança na reconfortante segurança das ruas da cidade é destilada da multiplicidade de encontros e contatos rápidos nas calçadas… O sedimento e traço duradouro de contatos públicos casuais é um tecido de malhas de união-em-público compostas por respeito e confiança civis. A falta de confiança é um desastre para uma rua de cidade – conclui Jacobs.

Há a falta de comunicação e de laços que compartilham vidas na ausência de confiança; e a falta de confiança leva à indiferença moral – despreocupada com o que acontece com ‘eles’, os que estão ‘lá fora’, não importa o quão atroz e repelente possa soar, se aplicado a ‘nós’ ou a ‘pessoas como nós’. A premonição de Jacobs pode assim se comprovar certa, se nada for feito para impedi-la…

Mas algo está sendo feito, mesmo se o que foi feito até agora ainda não seja o bastante para cortar o nó górdio firmemente amarrado durante décadas, se não séculos. Veja por exemplo o Viva Rio, a maravilhosa iniciativa de resistência à violência, com a introdução de escolas em distritos anteriormente privados de instituições educacionais, incentivando trocas humanas entre “favela e asfalto”, empréstimos de baixos interesses, para encorajar pequenos negócios dentro das favelas etc., objetivos levados bravamente e com sucessos que não podem ser considerados insignificantes, alguns anos atrás, por Rubem César Fernandes… Ou sua extensão lógica, o Viva Favela, com a intenção explícita (para citar Sorj uma vez mais) “de mudar a maneira como a mídia retrata as favelas, para criar novas histórias que não se concentram simplesmente no assunto da violência, mas mostrar a plena realidade da vida nas favelas – sua riqueza humana e cultural e os esforços da maioria de seus habitantes para levarem uma vida com dignidade”. Pequenos passos, talvez, que não sopram forte o bastante para quebrar a armadura do ressentimento mútuo e a indiferença moral lançada e reforçada por anos entre os moradores “do morro” e “do asfalto” do Rio de Janeiro – mas mesmo assim um início. A escolha é, afinal, entre erigir paredes de pedra e aço, ou desmantelar as cercas espirituais. E por favor, tomemos nota de que cada uma das duas escolhas opostas, uma vez tomadas, tendem a desenvolver capacidades autopropulsoras e “auto-intensificantes”.

(Bibliografia utilizada pelo entrevistado, mantida no formato original)

Teresa Caldeira, ‘Fortified Enclaves: The new Urban Segregation’, in Public Culture 1996, pp.303-28.  29

Nan Elin, ‘Shelter from the Storm, or Form Follows Fear and Vice Versa’, in: Nan Elin (ed.), Architecture of Fear, Princeton Architectural Press 1997, pp.13, 26.  30

Steven Flusty, ‘Building Paranoia’, in: Architecture of Fear,pp.48-52.  31

Richard Sennett, The Uses of Disorder: Personal Identity and City Life, Faber & Faber 1996, p. 39, 42.

Anna Minton, Ground Control: Fear and Happiness in the twenty-first-century City, Penguin 2009, p.171

Jane Jacobs, The Death and Life of Great American Citie, Random House 1961

Artur Domosławski, Swiat Książki, Gorączka Latynoamerykańska (Latin-American Fever), Warszawa 2004.

Menções Honrosas no prêmio literário

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Em todas as edições do prêmio literário, além de selecionar os vencedores, a comissão julgadora escolhe textos que se destacam, das categorias conto/crônica e poesias, para receber menções honrosas.

O poema abaixo foi destacado com menção honrosa na edição de 2005. Nesta edição, no total, foram concedidas 17 menções honrosas.

“O Mar”

Guilherme Fessel Bertani

O mar que bate no rochedo deixa de ser mar

Quando o mar bate na rocha, o mar é onda

A onda que bate no rochedo deixa de ser onda

Quando a onda bate na rocha, a onda é força e espuma

A espuma que bate no rochedo deixa de ser espuma

Quando a espuma bate na rocha, a espuma é água

Água do mar

A força que bate no rochedo deixa de ser força

Quando a força bate na rocha, a força é som

Som de mar

Inscrições para prêmio literário terminam no dia 30

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Agora falta pouco. São menos de duas semanas para o término das inscrições ao 6º Prêmio Joinville de Expressão Literária. Se você gosta de escrever, chegou a hora de apresentar seu trabalho e apostar no próprio talento. As inscrições terminam no dia 30 de outubro e não serão prorrogadas.

O tema é livre e são aceitos textos nas categorias conto/crônica e poesia, com até três laudas, de 20 linhas, digitadas em espaço duplo. As produções serão avaliadas por júri técnico, composto de cinco pessoas, entre professores, especialistas da área e jornalistas.

Quem alcançar o primeiro lugar receberá R$ 1.100; o segundo, R$ 550, e o terceiro, R$ 330. Além disso, os premiados ganharão livros cedidos pelas Livrarias Curitiba e pelos escritores Clotilde Zingali e Rubens da Cunha.

O concurso é aberto a autores maiores de 16 anos residentes em Joinville e região. Não podem participar funcionários da Univille nem da Mercado de Comunicação. A região de Joinville inclui os municípios de Araquari, Barra Velha, Barra do Sul, Campo Alegre, Corupá, Garuva, Guaramirim, Itaiópolis, Itapoá, Jaraguá do Sul, Mafra, Massaranduba, Monte Castelo, Papanduva, Rio Negrinho, São Bento do Sul, São Francisco do Sul, São João do Itaperiú e Schroeder.

Como participar

Cada autor pode inscrever no máximo três trabalhos por categoria. Em todos, deve usar o mesmo pseudônimo. Os textos devem ser entregues em envelopes fechados, impressos em papel ofício, em cinco vias, assinados apenas com o pseudônimo do autor. Dentro desse envelope, o candidato anexa um envelope menor, também fechado e identificado, externamente, pelo pseudônimo, contendo os dados pessoais do participante: nome, endereço, endereço de e-mail, telefone, profissão, idade, RG e CPF. Não serão aceitas inscrições nem trabalhos por e-mail. Serão automaticamente desclassificados os trabalhos que permitam qualquer tipo de identificação do autor.

Em Joinville, o material deve ser entregue na Área de Extensão Universitária da Univille, Sala B3, Campus Universitário, s/n, bairro Bom Retiro, ou na sede da Mercado de Comunicação, Rua Uruguai, 253, bairro Itaum. Informações: 3025-5999 (Mercado de Comunicação) ou 3461-9121 (Proex/Univille).

Em São Bento, os textos devem ser entregues na Assessoria da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, na Rua Norberto Eduardo Weihermann, 230, bairro Colonial. Mais informações: (47) 3631-9100. Já em São Francisco, o endereço para entregar os textos é Rodovia Duque de Caxias, s/n, poste 128, km 8, na sala da diretoria. Mais informações: (47) 3442-2577.

Mercado de Comunicação

Mercado de Comunicação
Rua Uruguai, 253 - Floresta
Joinville / SC - CEP 89210-070
Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798