Prêmio Literário é um projeto consolidado, afirma professora
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Taiza Mara Rauen Moraes é professora da Univille e coordenadora do Proler em Joinville. A doutora em teoria da literatura acompanha o Prêmio Joinville de Expressão Literária desde o início. Confira o depoimento:
“Hoje o Prêmio Joinville Expressão Literária se constitui como um projeto consolidado, pois ao longo dos cinco anos de vida tem mantido uma média de 300 textos por edição e tem revelado escritores – contistas/cronistas/poetas. Entendo que o sucesso de um concurso está em abrir espaços para novos escritores, dando-lhes visibilidade, fazendo-os acreditar no seu potencial de escrita, propósitos que o Prêmio está conseguindo atingir
O Prêmio Joinville Expressão Literária mostrou que em Joinville e região há produção literária de qualidade, que os escritores locais estão sintonizados com os movimentos da escrita. Várias vozes se destacaram ao longo de sua trajetória e publicaram obras completas, ou seja, o prêmio se constitui como uma alavanca desencadeadora de projetos textuais, abrindo espaços para a produção e para a circulação da literatura”.
“Curva perigosa é um pleonasmo. O perigo é a alma da curva. Aceitá-la é dar vida ao desconhecido, ao segredo, ao improvável, aquilo que está exatamente à frente, mas não se pode dar conta de sua excentricidade: o risco“, trecho de “Infra-estrutura”, crônica de João Batista da Silva, premiada com o terceiro lugar do Prêmio de Expressão Literária de 2006.