O parceiro César Döhler escreve inspirado em uma imagem do Cemitério do Imigrante, em Joinville.

A imagem, um pouco assustadora, remete a uma interessante discussão sobre a vida e a morte. Os imigrantes “observam” os acontecimentos da nossa Joinville. E será que existe vida após a morte? Quando a nossa caminhada acabar aqui na Terra, ainda não sabemos o que vai rolar, porque ninguém voltou para contar o que aconteceu. Nossas vidas precisam estar pautadas para o bem. Todas as pegadas que deixarmos por aqui, sejam elas a favor da ética, justiça, trabalho, perseverança, apoio aos necessitados, honestidade e paz, serão seguidas e aprimoradas por aqueles que ficarem. Precisamos seguir as pegadas do bem. Elas podem descortinar futuros caminhos, para uma vida mais leve e tranquila.

A cruz também nos dá uma lição de humildade, entrega, vida e nos lembra a oportunidade que Deus nos deu, enviando Seu filho Jesus, que foi crucificado para nos libertar de nossos pecados. Nosso compromisso muitas vezes é ir para a cruz, em busca de aprendizado, fazer as coisas certas e viver a vida com limites e equilíbrio.

É sempre bom analisar o lado bom e o lado ruim. Estamos acostumados a olhar só a tragédia, na maioria dos casos. Transformar um quadro negro em oportunidade pode ser um grande desafio.