A Câmara de Vereadores se reuniu nessa semana com José Antônio Mello, presidente da Associação dos Músicos de Joinville (Amuj), e dessa reunião surgiu a ideia de reativar a Orquestra Sinfônica de Joinville. A edição 18 da Revista Döhler, em reportagem do nosso colega Jouber Castro, tratou do tema, resgatando a história da Orquestra da Sociedade Hamonia-Lyra e convidadndo a sociedade à reflexão sobre o tema. A vereadora Zilnete Nunes, que também é musicista, ficou responsável pela criação de um projeto de lei que crie a orquestra legalmente. O vereador Osmari Fritz vai verificar também qual a possibilidade de destinar uma parcela da verba recebida pela Fundação Cultural da arrecadação do IPTU – que fica em torno de R$ 3 milhões por ano – para a Amuj, que é uma instituição de utilidade pública, viabilizar a criação da orquestra.
A gente, por aqui, torce que finalmente esse projeto seja realizado. Há muito tempo os músicos e amantes da arte na cidade esperam a reativação da orquestra, que foi planejada na época da construção do Teatro Municipal, mas que acabou esquecida. Durante a apuração da reportagem da Revista Döhler, todas as fontes ouvidas revelaram que tinham saudades dos tempos do maestro Tibor Reisner, e das glórias da música joinvilense. Vamos fazer figa!
setembro 27th, 2009 at 19:57
Prezados Senhores.
É verdade, a saudade é grande das boas épocas em que o Maestro Tibor Reisner regia a Orquestra Filarmonica de Joinville. Foi um trabalho glorioso com musicistas engajados para uma causa nobre, que oportunizavam concertos para os amantes de boa múxisa, principalmente a música clássica. Os concertos de Natal eram maravilhosos, com os arranjos que o Maestro Tibor mesmo compunha. Joinville deve resgatar os potenciais e talentos existentes, pois a Casa da Cultura prepara jovens para este trabalho. Inclusive meu marido que é alemão, hoje toca violoncelo na Orquestra da Casa da Cultura, mas com certeza gostaria de contribuir com seus talentos musiciais numa Orquestra Filarmonica. Fico a disposição para eventuais contatos. Vale a pena oferecer um pouco mais de cultura para Joinville.
Atenciosamente Renate Pfeiffer Surges