Informação é coisa séria!

Embalagem reutilizável é a novidade da linha de lava-roupas da Q’Lar, marca da catarinense Dupar

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A Q’Lar, marca de produtos para o lar da Dupar, de Lages, acaba de lançar sua nova linha de lava-roupas, desenvolvida em conjunto com a Design Inverso, escritório de design com base em Joinville. O destaque são as novas embalagens: além dos tradicionais pacotes de 1 kg e 500g, em filme plástico, a família conta agora com uma embalagem reutilizável. Em forma de garrafa, o frasco evita a perda de qualidade do sabão em pó causada pela umidade. Quando o produto acaba, a nova embalagem pode ser reabastecida pelo refil. O uso ficou mais eficiente e econômico, com a tampa plástica dosadora. A marca Q’Lar também foi reformulada pela Design Inverso, tornando-se mais dinâmica e transmitindo a eficiência dos produtos. 

Assessoria de Imprensa Design Inverso. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Telefone: (47) 3025-5999.

Consultoria joinvilense entra no mercado paulista

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Apex Executive Search, de Joinville, passa a atuar em São Paulo e Vale do Paraíba 

A Apex Executive Search, consultoria especializada em localização e posicionamento de executivos com sede em Joinville, acaba de ampliar seus negócios para o Estado de São Paulo. Luiz Paulo Zani, profissional com mais de 25 anos de vida executiva, será o responsável por representar a Apex na região econômica que responde por mais de um terço do PIB do país. Luiz Paulo atuará na Grande São Paulo, estendendo o trabalho também a cidades como Campinas, Indaiatuba e Santos, e no Vale do Paraíba, que conta com polos relevantes, como São José dos Campos. A opção de direcionar a atenção à região foi fruto do pedido de muitos clientes que atuam em São Paulo e gostariam de contar com os serviços de maneira mais personalizada. 

Luiz Paulo Zani cursou CBA no IBMEC, em São Paulo, e passou por empresas como TAM (onde foi diretor de Serviços Especiais) e UPS (onde foi gerente-geral de Vendas). Prestou consultoria para empresas como Budget e Ouro Verde. Atuou também como gerente de atendimento ao cliente da Fedex. Resolveu, há dois anos, utilizar sua experiência corporativa para prestar consultoria a organizações, identificando e recomendando executivos. “Hoje em dia, esse segmento funciona com base em conhecimento de mercado e conhecimento de profissionais. Isso só se consegue com experiência. Na hora de selecionar um potencial para uma vaga, deve-se levar em conta tanto a parte técnica quanto o aspecto humano, relacionando mercado e empresa e delineando o perfil”, explica Luiz Paulo. 

Ele entende que há espaço para uma consultoria com o perfil da Apex Executive Search no mercado paulista, que sofre a carência de serviços personalizados: “A aproximação da Apex com São Paulo tem que levar em conta a média de custos praticados nesse mercado e deve deixar claro que os serviços são personalizados, e não um conjunto de pacotes fechados iguais para todos. A Apex se diferencia das grandes do setor porque tem atendimento pessoal, não só com folders ou e-mail. O mercado necessita de gente que olha no olho, e esse estilo ‘à moda antiga’ vai fazer diferença, deixando empresa e candidatos satisfeitos. Essa será a nossa realização”. 

Assessoria de Imprensa Apex Executive Search. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Telefone: (47) 3025-5999.

Billie Jean – Michael Jackson

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De hoje em diante, vamos postar no nosso blog algumas referência musicais que são sucesso nas paradas da Mercado. Na verdade, essas são as músicas que ouvimos enquanto trabalhamos, para acalmar a alma e aumentar o ânimo. Para começar, um tributo ao rei do pop, que deixou a memória dos tempos áureos do álbum “Thriller”.

Jacto, empresa de produtos agrícolas, é a mais nova cliente da Design Inverso

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A Design Inverso, escritório de design com sede em Joinville, conquistou uma nova parceria: trata-se da Jacto, uma das maiores empresas brasileiras de produtos para o campo. Com sede em Pompeia, interior de São Paulo, a Jacto tem mais de 60 anos de mercado, com linhas de adubadoras, automotrizes, colhedoras, costais e lavadoras exportadas para mais de 60 países, além de ser líder entre as produtos de pulverização. A Design Inverso, que já foi agraciada com prêmios internacionais pelo trabalho com produtos para o segmento agrícola, será responsável pela criação e desenvolvimento dos novos produtos da marca. 

Assessoria de Imprensa Design Inverso. Mercado de Comunicação. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Telefone: (47) 3025-5999.

O jornalismo, ensino e regulamentação profissional

Cidadania, Idéias, Jornalismo, Na academia Seja o primeiro a comentar »

Por Samuel Lima, jornalista e professor universitário. Doutor em “Mídia e Teoria do Conhecimento” (UFSC, 2005).

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, pondo fim à obrigatoriedade da formação superior para o exercício do jornalismo, abre uma profunda crise na profissão e no ensino do jornalismo no País. Ganham os “barões” da mídia, a dúzia de famílias que controla as comunicações no Brasil. Perdem os jornalistas e a sociedade, num risco iminente à democracia. A primeira demonstração veio, ato contínuo à decisão: montados numa cobertura parcial e rasteira, os donos da mídia se autotransformaram em paladinos da “democracia” e da “liberdade de expressão”.

Tal crise abre uma raríssima oportunidade de se promover uma discussão à altura dos impasses que o jornalismo enfrenta no limiar da chamada convergência digital. Proponho uma reflexão em duas dimensões indissociáveis: (1) a necessidade de qualificação do ensino superior em jornalismo, com sensível redução do número de cursos, e (2) a instituição de uma regulamentação profissional que impeça um massacre trabalhista da categoria. Parto da compreensão de que o jornalismo é forma de conhecimento social, de altíssima relevância pública, e que por isso mesmo não pode ficar refém de fórmulas rasas como “talento”, “moral”, “vocação” e “técnica”.

O jornalismo do Gilmar

O voto do presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, deve entrar para o museu das relações entre o Judiciário e os donos da mídia. Sem disfarce, Mendes assumiu integralmente as teses que os empresários da comunicação defendem há pelo menos duas décadas. O voto é marcado pela confusão intencional entre o exercício da profissão e a suposta defesa da “liberdade de expressão”. Ao fim, desemboca no acolhimento de algo que é muito mais precioso aos patrões: “São os próprios meios de comunicação que devem estabelecer os mecanismos de controle quanto à contratação, avaliação, desempenho, conduta ética dos profissionais do jornalismo. Poderão as empresas de comunicação estipular critérios de contratação, como a especialidade em determinado campo do conhecimento, o que, inclusive, parece ser mais consentâneo com a crescente especialização do jornalismo no mundo contemporâneo”.

O STF tenta transformar a regulamentação profissional num monopólio patronal. Trata-se de uma irresponsabilidade histórica, no momento em que o mundo civilizado busca saídas para uma crise econômica gerada pela mesma lógica: a sanha desregulamentadora, o mito neoliberal de que o mercado seria o fim da caminhada humana e o nirvana da justiça social. No entanto, o argumento é até natural, se considerarmos o que Mendes entende por jornalismo: “O jornalismo é a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada. Os jornalistas são aquelas pessoas que se dedicam profissionalmente ao exercício pleno da liberdade de expressão”.

Ora, o exercício cotidiano da profissão tem como produto principal a notícia. E isso nada tem a ver com liberdade de pensamento ou de expressão da sociedade, coisas que estão garantidas pelo amplo acesso à mídia de especialistas, colunistas, colaboradores de outras áreas de conhecimento que escrevem regularmente para os diferentes meios de comunicação. Qualquer levantamento empírico derruba esse argumento.

Como produtor social de sentidos, no plano simbólico, mediador entre os acontecimentos e o público, o jornalismo se consolidou como forma de conhecimento social que precisa ser valorizada como tal nos dois sentidos: o profissional, com alto grau de responsabilidade social, e o da área de conhecimento, sobre a qual há muito a apreender e compreender.

Faltou perguntar aos “doutos” do STF o que de fato impede a liberdade de expressão e de manifestação da cidadania: o monopólio da comunicação ou a exigência da formação superior em jornalismo?

A qualificação do ensino superior

A mercantilização do ensino superior, a partir de 1994, com a expansão sem critérios da oferta de cursos privados, configurou um modelo hoje, ao que tudo indica, esgotado e que começa a definhar. É crescente a taxa de ociosidade nas matrículas, assim como a saturação do mercado de trabalho, em diversas áreas e profissões.

A formação de jornalistas está imersa nessa crise do modelo do ensino superior privado. Após o inchaço chegou o movimento de retração, marcado por fechamento de instituições e cursos, fusões, compras e vendas, abertura de capital (caso da Estácio de Sá e Anhanguera). É o momento adequado para que todos os envolvidos (Estado e seus entes reguladores, Fenaj, sindicatos, docentes e alunos/as) discutam a questão e apontem saídas. Não é possível deixar como está. Afinal, que tipo de interesse público poderia justificar a oferta de oito cursos de jornalismo em cidades como Curitiba e Brasília? Ou ainda que o sul do País tenha 54 cursos, número superior ao total das escolas de jornalismo, por exemplo, na Itália?

Um novo critério de avaliação e renovação das autorizações de funcionamento deve ser adotado, imediatamente. Algo conectado a três questões fundamentais: qualificação do corpo docente (titulação e experiência), projeto pedagógico de curso e infraestrutura disponível (compatível com o projeto pedagógico e as necessidades da formação superior). Um último critério deve ainda ser observado, que é o mercado de trabalho na cidade e/ou região do curso.

A urgente regulamentação profissional

No mesmo grau de importância, a crise gerada pela decisão do STF descortina a oportunidade de a categoria profissional aprimorar uma regulamentação, via Congresso Nacional.

Uma proposta de regulamentação da profissão precisa, além de contemplar salvaguardas para o exercício diário do jornalismo, do ponto de vista das relações capital-trabalho, instituir uma forma de acesso à profissão, como um Comitê Tripartite (jornalistas, empresários, Estado) ou Conselho Federal dos Jornalistas. As alternativas já estão sendo discutidas pela Fenaj, sindicatos, ABI e demais entidades da área.

O mercado não demonstra o menor interesse em investir na formação adequada e, quando o faz, se restringe a cursos que se limitam a reforçar o conteúdo desenvolvido nas escolas de jornalismo. Não por acaso, as Organizações Globo, não obstante defender a decisão do STF, divulgou nota oficial na qual assume uma posição clara em defesa das escolas.

Os defensores da profissão como simples “ofício” ou “vocação” prestam um desserviço ao jornalismo e ao interesse público. Nos últimos trinta anos, algumas gerações de pesquisadores se dedicaram a estudar o jornalismo como forma de conhecimento fundamental à formação da opinião cidadã e à democracia, propondo o aprofundamento do aporte epistemológico e do domínio técnico. Tal conhecimento acumulado indica o caminho de valorização e qualificação do ensino, e por consequência dessa profissão que encerra alta relevância social.

Alunos apresentam temas de filmes no Belas Artes

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Nesta sexta-feira, 26, às 20 horas, o auditório do Conservatório Belas Artes se torna palco para os alunos de teclas, piano e técnica vocal. No repertório, temas de filmes que fizeram história e marcaram a memória das pessoas. Entre as apresentações, está o tema do longa-metragem “O Fantasma da Ópera”. A apresentação é organizada pela professora Maria Teresa Feilstrecker. 

As apresentações de sexta-feira são gratuitas e servem para colocar os alunos em contato com o público. O Conservatório Belas Artes fica na Rua Aubé, 427, centro. 

Assessoria de Imprensa do Conservatório Belas Artes Joinville. Mercado de Comunicação. Tel. 47 3025 5999. Jornalista Letícia Caroline. letícia@mercadodecomunicacao.com.br

 

Andando para trás

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Neste dia e meio desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) elegeu o retrocesso, desregulamentando autocraticamente a profissão de jornalista, com base em uma linha de argumentação enviesada, ouve-se de tudo por parte de colegas que atuam na área. Uns, pessimistas, anteveem o caos – se o emprego já andava escasso, agora é que as grandes empresas de comunicação vão baixar o nível e contratar o primeiro que passar ali na frente, a salários risíveis, cada vez mais espremidos, e quem está na faculdade pensa em voltar pra casa, sem muita segurança de que o diploma fará alguma diferença prática no futuro. (Fará, claro!) Outros, otimistas, percebem que a tese esgrimida pelos magistrados para a decisão (defesa da liberdade de imprensa) não faz sentido algum (a imprensa é tanto mais livre, afinal, quanto qualificados forem os jornalistas, e já existe espaço nos veículos para abrigar profissionais com outras formações, na condição de comentaristas), e confia em uma espécie de “nivelamento por cima”, acreditando que a grande mídia vai continuar valorizando a formação superior e que os empregos para os com-faculdade não vão desaparecer de um segundo para outro. O problema maior, talvez, esteja nas cidades interioranas, nos jornais de bairro, nas pequenas emissoras de rádio e televisão ou portais de internet, que de ora em diante legitimarão o que já faziam antes, de certo modo, mantendo em seus quadros (e legalmente) gente sem qualificação, com salários minúsculos. De qualquer modo, cabe esperar por uma auto-regulamentação – torcer que não haja perdas abruptas, que leitores/espectadores habituados a um jornalismo de alto padrão como o que se consome no Brasil não aceitarão “qualquer coisa” feita por “qualquer um”. E, mais que tudo, não esmorecer, como categoria profissional. (Terminando com um parêntese pra registrar que, aqui na Mercado, continuaremos entregando funções jornalísticas – redatores, editores, repórteres – para… jornalistas. E ponto.)

Alunos de Teatro participam do Dia Nacional de Vacinação

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Sábado, 20 de junho, é o Dia Nacional de Vacinação contra a Paralisia Infantil. Em Joinville, entre as atividades para as crianças, está a apresentação dos alunos de teatro do Conservatório Belas Artes. A turma deve levar um esquete intitulado “Cena de Karl Valentin”, com texto adaptado do autor e direção da professora Samira Sinara. A apresentação ocorre às 10 horas, na Praça Dario Salles, Centro de Joinville.   

Karl Valentin foi um comediante, autor e produtor de filmes alemão. Nos seus trabalhos, costumava utilizar o humor e se inspirava em correntes como o dadaísmo e o expressionismo. 

A programação que vai marcar o Dia Nacional de Vacinação contra a Paralisia Infantil se inicia às 8h e vai até 13h. A campanha tem como meta vacinar 95% das crianças menores de cinco anos do município. 

(Assessoria de Imprensa do Conservatório Belas Artes de Joinville. Mercado de Comunicação. Jornalista Letícia Caroline. Tel. 47 3025 5999)

No Festival de Fondue do Holz, táxi é por conta da casa

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Serviço gratuito possibilita degustação da carta de vinhos com tranquilidade 

Atento à continuidade da lei 11.705, que penaliza o condutor de veículo que tenha bebido antes de dirigir, o Holz Hotel, de Joinville, repete a dose de 2008 no seu Festival de Fondue: avisando com meia hora de antecedência e informando a distância da viagem, o cliente ganha a volta para casa de táxi, por conta do Holz. Assim, além de degustar a iguaria da culinária suíça, o cliente também pode experimentar sem restrições os vinhos da carta preparada para o evento, em parceria com o vinícola Neo Trentina, além das variedades de licor do cardápio do hotel. 

O Festival de Fondue, que vai até 29 de agosto, de quinta a sábado, das 19h até o último cliente, conta com três variações do prato, queijo, carne e chocolate. Casais pagam R$ 39 por um sabor, R$ 69 por dois sabores e R$ 89 pelo cardápio completo. A degustação individual custa R$ 29 para um sabor, R$ 59 para dois sabores e R$ 79 para cardápio completo. 

O Holz Hotel, filiado à rede Recantos e Requintes, fica na Rua 15 de novembro, 4195, no bairro Glória, ao lado do complexo Expoville. As reservas podem ser feitas pelo telefone (47) 3453-0735.

Assessoria de Imprensa Holz Hotel. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Tel. (47) 3025-5999. 

Conservatório Belas Artes participa da Expogestão

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O Conservatório Belas Artes está participando da Expogestão 2009. A escola é convidada da Ajorpeme e da empresa Eldorado Painéis. Desde terça-feira, alunos da instituição se apresentam diariamente na feira paralela ao evento. As exibições se iniciam às 18h30 e vão até as 20h30. Nesta sexta-feira, 19 de junho, o estudante Leonardo Longen Neves embala os visitantes com voz e violão. Quem passar pela feira também poderá curtir o Grupeto, um grupo de tango e bolero, que integra quatro pessoas com acordeon, piano, violino e voz. A Expogestão 2009 se realiza no Centreventos Cau Hansen e no Expocentro Edmundo Doubrawa, na Avenida José Vieira, 315, Centro. 

Assessoria de Imprensa Conservatório Belas Artes. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Letícia Caroline Tel. (47) 3025-5999.

Mercado de Comunicação

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Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798