Informação é coisa séria!

E nós lhe nomeamos: Mamãe

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(Crônica da nossa Letícia Caroline, publicada na Revista Premier. Vai longe a guria!)

Nem toda mãe é igual. A velha história de que elas só mudam de endereço é uma velha história. Umas são mais rabugentas, outras são mais liberais, algumas são festeiras, outras são emburradas.  O que as une é o título tão solenemente recebido: mãe. É justamente essa identificação que as faz diferente dos outros seres. Todos sabem, elas não recebem essa nomeação como nós somos nomeados, muitas vezes por elas.

A investida pelo cargo começa muito antes dos nove meses. Primeiro, é preciso tentar, ensaiar, até que alguma coisa surja em seu útero e, assim, ela possa ser chamada de “futura mamãe”. Nos primeiros meses, a vontade de se tornar mãe é minada pela inconstância da saúde — durante 90 dias, qualquer mulher pode sofrer um aborto espontâneo. Lá estará nossa humilde guerreira, lutando contra a natureza humana para segurar a sementinha, que lhe servirá o “grande título”.

Ao longo do período de gestação, a “futura mamãe” passa pelos piores apertos. Tem seus pés inchados e amassados pelos sapatos, seu corpo deformado, a pele afetada, o humor dilacerado, sem contar os desejos ou enjoos, que incomodam muitas delas. Veja bem: ela só será chamada de mãe quando o bebê nascer. Somos nós, filhos, que cedemos a titulação e muitas vezes nem respeitamos, tratando quem nos cuidou tão bem com desprezo e egoísmo.

A saga da “futura mamãe” enfrenta seu ápice no parto. Pela saúde de nós, filhos, elas tentam optar pelo parto normal, o que, para alguma delas foi e ainda é mais doloroso que a cesárea. Antes disso, ela já trabalhou muito mais, bordando toalhinhas ou andando por aí comprando enxoval, montando o quartinho e organizando tudo para a grande chegada. Quando sente o primeiro sinalzinho de dor ou o primeiro sinal da bolsa de água, lá estará ela, pegando as bolsas, correndo para a maternidade, tentando controlar a dor das contrações e o nervosismo do marido e também “futuro papai”. Depois de tantos obstáculos, o alívio e a felicidade vêm com a exclamação do médico: “parabéns, mamãe, é um lindo menino/menina”.

Quem pensa que a busca pelo título acaba por aí, está enganado. Ao sair da maternidade, a mamãe enfrentará uma maratona de choros e mamadas na calada da noite, uma série de doenças e probleminhas, que recém-nascidos podem apresentar, sem contar o ronco do paizinho, que custa atentar para o chamado noturno do bebê. Pela nossa saúde e para merecer a nomeação, ela nos amamentará até quando seus seios não aguentarem mais ou quando começarmos a mordê-los, anunciando a chegada dos primeiros dentinhos.

Algumas mães ainda enfrentam obstáculos maiores, quando seus filhos nascem com doenças crônicas, degenerativas, congênitas ou mentais. Muitas delas abandonam a própria vida para se dedicar inteiramente pelo pedacinho que geraram. Não, elas não são mais tristes ou desiludidas. Podem ser até mais alegres, pois o carinho que tais filhos demonstram, muitas vezes, é mais intenso.

O coroamento de toda essa luta chega primeiro com a exclamação do médico, mas só é justificado, quando o filho pronuncia, mesmo que embaralhada, a palavra Mamãe. Nessa hora, toda a trajetória é relembrada e as lágrimas brotam, vendo aquele que ela gerou, reconhecendo e lhe nomeando de Mamãe.

O modelo de comunicação do BB

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( Sinopse produzida pela estudante de Jornalismo Lorena Trindade, do Ielusc/Joinville, acerca do “case” sobre o modelo de comunicação corporativa do Banco do Brasil apresentado no livro “Comunicação Empresarial – Estratégia de Organizações Vencedoras”, da Aberje)

A comunicação em uma empresa com mais de 83 mil funcionários, mais de 30 milhões de clientes, 14.564 pontos de atendimento espalhados por três mil municípios brasileiros, presente em 21 países e com tradição de 200 anos de existência caminha em processo de constante reformulação. O Banco so Brasil é uma organização de muitos números e que produz milhares de informações, conhecimentos e dados todos os dias. Milhões de usuários com diferentes necessidades precisam estar a par da situação do prestador de serviços ao qual confiam seu dinheiro. O funcionário também é o foco das estratégias comunicacionais; afinal, “ele” precisa estar bem informado para atender melhor aos clientes e otimizar a qualidade do banco.

Carlos Alberto Barreto de Carvalho, assessor de comunicação do Banco do Brasil, destaca que, mesmo sendo uma instituição bissecular, o BB se mantém em constante mudança no modo como se comunica. Nos últimos anos, são notáveis os avanços na comunicação mercadológica: de um banco agrícola e de varejo a uma potência especializada em segmentos de mercado distintos. Para evoluir comunicacionalmente, optou por preservar valores como tradição, familiaridade e brasilidade – atributos que compõem a marca Banco do Brasil. Ações de apoio à cultura e aos esportes também objetivam uma aproximação com os brasileiros. “Esse investimento alia ganho de imagem, realização de negócios, geração de resultados e benefícios sociais sustentáveis para a comunidade” (Carvalho).  Para o banco, atualmente, a comunicação corporativa é considerada ferramenta estratégica de negócios e instrumento estratégico de gestão.

O relacionamento do BB com a imprensa é um dos fatores que demonstram a mudança de atitude do banco. Há 15 anos, apenas um profissional de imprensa atendia à mídia de todo o país, atitude que causava transtornos. “Reuniões e falta de tempo estavam entre as desculpas que os executivos utilizavam para evitar a ‘indesejável’ exposição” (Carvalho). No entanto, a percepção da relevância da comunicação como estratégia fez com que a instituição optasse por investir em treinamentos. De profissionais de comunicação até gestores, mais de 300 fontes foram capacitadas para levar informações aos jornalistas. Se o tempo antes era desculpa para não dar declarações, hoje deve ser disponibilizado exatamente para esse fim.

Com a questão da comunicação externa resolvida, foi preciso analisar o tipo de comunicação interna que o banco estava realizando. Nesse período de idealização de um novo formato, o antigo seguia defasado, mesmo com pelo menos um funcionário em cada capital responsável pelas atividades comunicacionais. Apenas um órgão (departamento) tentava dar conta de dispersar toda informação para 83 mil funcionários nos quatro cantos do Brasil.

Para experimentar uma nova maneira de planejar a comunicação interna, o Banco do Brasil optou por se basear em um projeto que Carvalho denominou “utópico”: um funcionário responsável por multiplicar informações recebidas e por levar informações de base para a direção da empresa. Serviço que seria realizado em cada unidade do BB nas capitais e cidades do interior. A instalação do projeto vem formando agentes de comunicação que, além de disseminar informações importantes para a instituição, organiza conteúdos úteis para o crescimento pessoal dos funcionários. Hoje, o BB mantém uma rede integrada composta por esses agentes.

Entre as funções desses agentes, estão a assessoria do comitê de administração da dependência, facilitação do trânsito de informações no local de trabalho, divulgação em tempo hábil de assuntos corporativos relevantes, atualização do quadro mural, sugestão de pautas para os veículos corporativos internos e, por fim, o feedback das atividades à Diretoria de Marketing e Comunicação. Depois da instalação desse serviço, Carvalho destaca que foi possível colher dos gestores comentários que elogiam a função dos agentes e a consideram indispensável para o trabalho diário da agência – por motivar a participação coletiva.

Atualmente, o Banco do Brasil reconhece a relevância deste trabalho e consegue perceber resultados positivos. A empresa vem valorizando mais o diálogo e a democracia nas relações interpessoais. Os gestores compreendem a necessidade da manutenção das iniciativas de sensibilização e conscientização dos funcionários da unidade envolvida. Um novo mercado de trabalho surgiu para os comunicadores, ampliando as oportunidades profissionais. Os resultados têm sido positivos e prenunciam o sucesso do Banco do Brasil na relação com clientes e futuros clientes.

Programa viabiliza acesso de casais de baixa renda à reprodução assistida

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O Serviço de Reprodução Assistida do Hospital Dona Helena/Satis, em parceria com o laboratório MerckSerono, disponibiliza um programa de reprodução assistida para casais com baixa renda. O serviço especializado funciona há seis anos do HDH e já ajudou 80 crianças a nascer. O programa, chamado “Acesso”, funciona da seguinte maneira: 

- O casal deve apresentar declarações de imposto de renda, de rendimento e de patrimônio. 

- Na primeira faixa, o casal pode ter uma renda bruta de, no máximo, R$ 3.850 e um patrimônio menor que R$ 100 mil. Nessa faixa, o casal recebe um desconto de 50% nos custos do serviço. 

- Na segunda faixa, o casal pode ter uma renda bruta de, no máximo, R$ 4.200 e um patrimônio inferior a R$ 120 mil. Nessa faixa, o desconto é de 30%. 

- Além disso, o casal passa por consulta, precisa preencher um formulário e enviá-lo, junto com os documentos, para uma empresa paulista chamada Vidalink. É essa empresa que fará a avaliação. 

Contato para entrevistas sobre o programa: Fábio Choma, diretor da Clínica Satis e responsável pelo setor de Reprodução Assistida do Hospital Dona Helena/Satis.
E-mail: fabio.choma@donahelena.com.br 
Telefones: 3455-5298 ou 8431-3861 

Assessoria de Imprensa do Hospital Dona Helena. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. Prof. 6207/RS). Tel. (47) 3025-5999.

Mercado de Comunicação

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