Informação é coisa séria!

Consul relança modelos com alta eficiência energética

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Você sabia que aquela história de que freezer consome muita energia está indo por água abaixo? Pois é, a Consul relança no mercado dois modelos que conquistaram o Selo Procel de eficiência energética.  O Freezer Consul 180 e o Freezer Consul Slim 200 são classe A em energia e mais econômicos se comparados com os modelos concorrentes no mercado. Para se ter uma idéia, um freezer classe A em energia gasta menos que um refrigerador de duas portas (biplex) com a mesma classificação. Além da economia, os produtos oferecem uma ótima relação custo x benefício e chegam aos pontos-de-venda com preços super competitivos.  Ambos os modelos possuem variados compartimentos que garantem maior organização e conservação dos alimentos. Com cestos deslizantes com trava de segurança, oferecem diferenciais como temperatura ideal para picolé e gavetas especiais para legumes e pratos prontos. Para quem sempre desejou um espaço reservado só para frutos do mar, o Consul 180 possui uma gaveta isolada para este tipo de alimento, que evita a proliferação de cheiro e maior facilidade na limpeza. 

Freezer Consul 180 (CVU18F) -
121 litros: R$899,00

Freezer Consul Slim 200 (CVU20F) -
142 litros: R$999,00  

Para mais informações sobre a Consul, acesse www.consul.com.br 

Atendimento ao consumidor

Grande São Paulo: 4004-0014
Demais regiões: 0800-970-0999

Mais informações
Mercado de Comunicação
Guilherme Diefenthaeler
Tel. (47) 3025-5999

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Holz e Anthurium: estadia gratuita na Semana Santa

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Joinvilense pode usufruir dos hotéis e relembrar tradição cristã

Os moradores de Joinville que fizerem check-in no Anthurium Parque Hotel e no Holz Hotel entre a segunda-feira, 6 de abril, e o domingo de Páscoa (12 de abril), não vão pagar a estadia. Devido ao sucesso dos dois hotéis na semana do aniversário da cidade – a ocupação aumentou, em média, 10% -, a promoção foi reeditada, desta vez seguindo a tradição cristã do consumo de peixe na Semana Santa. 

Para se hospedar gratuitamente no Anthurium, basta fazer a reserva com antecedência, pedir no mínimo dois Risotos de Bacalhau (com alho-poró, azeitonas pretas e pimentões) no Anthurium Bistrô e consumir dois cafés da manhã, ao preço de R$ 19 por pessoa. No Holz, quem consumir no mínimo dois Linguados à Belle Meunière e ficar para o café da manhã (R$ 15 por pessoa) também ganha a hospedagem, mediante reserva antecipada. 

O hóspede deve comprovar que mora em Joinville. A hospedagem será em quartos standart e dará o direito de desfrutar da estrutura do hotel. Geraldo Linzmeyer, administrador dos dois hotéis, explica o presente aos joinvilenses: “Queremos proporcionar um ambiente tranquilo, propício para descansar, refletir e encontrar a harmonia de espírito e o equilibrio da mente nesta época de Quaresma”. 

Mais informações www.anthurium.com.br ou 3433-6299 (Anthurium) e www.holzhotel.com.br ou 3453-0735 (Holz).

Assessoria de Imprensa Holz Hotel e Anthurium Parque Hotel. Mercado de Comunicação. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Telefone: (47) 3025-5999.

   

Whirlpool Latin America investiu R$ 2,9 milhões em proteção ambiental em 2008

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A Whirlpool Latin America, que no Brasil atua com as marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, investiu mais de R$ 2,9 milhões, em 2008, em proteção ambiental nas três unidades fabris, cerca de 56% a mais que o registrado em 2007. Este é um dos dados apresentados no relatório de sustentabilidade da empresa, que será publicado no próximo mês e que retrata seu comprometimento com as questões ambientais, sociais e econômicas, destacando as iniciativas e resultados referentes ao biênio 2007/2008. A Whirlpool Latin America é a primeira empresa de eletrodomésticos no País a publicar o documento com base nas diretrizes e indicadores da Global Reporting Initiative (GRI), referência global para a comunicação e gestão da sustentabilidade. 

A Whirlpool Latin America também é signatária do Global Compact e sua visão de sustentabilidade, com base conceitual do The Natural Step,  considera um futuro com equidade social, neutralidade de emissões de carbono, sem substâncias restritas, resíduos ou desperdícios. 

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Março/2009

Whirlpool adere à “Hora do Planeta”

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Cerca de 7,5 mil lâmpadas. Esta é a quantidade de pontos de iluminação que a Whirlpool Latin America – que atua no Brasil com as marcas Brastemp, Consul e KitchenAid – apagará, no próximo sábado (28), às 20h30, em adesão ao movimento ‘Hora do Planeta’, coordenado pelo WWF (World Wildlife Fund), ato simbólico que visa gerar uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas no mundo. A companhia apagará as luzes de seus pátios, prédios administrativos e das três fábricas, localizadas em Joinville (SC), Rio Claro (SP), São Paulo (SP) e Manaus, e deixará de consumir, aproximadamente, 1,4 mil kWh. Muito mais do que a economia de energia em si, a iniciativa está em linha com a visão de sustentabilidade da Whirlpool Latin America, que considera um futuro com equidade social, neutralidade de emissões de carbono, sem substâncias restritas ou desperdícios. 

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Março/2009

Cobertura jornalística de crimes melhorou, porém ainda comete erros

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Especialistas destacam, por exemplo, que crimes na classe média ganham mais destaque embora afro-descendentes jovens sejam as principais vítimas da violência.

Embora o grau com que se apresenta varie enormemente em todo o mundo, a violência não é uma particularidade do Brasil e constitui um problema global.  Para além do número, da gravidade e da evolução dos crimes em si, em tal cenário, torna-se fundamental o debate sobre o que está sendo noticiado e como está sendo noticiado – um reflexo parcial da própria sociedade que pode atenuar ou reforçar tendências. Justamente para discutir essas questões, jornalistas e acadêmicos nacionais e internacionais se reuniram com estudantes na manhã de hoje durante o Seminário Internacional de Mídia e Violência, realizado no Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Segundo Fernando Molica, diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) e colunista do jornal O Dia, o Brasil é um país violento, mas antes a sociedade se via de forma mais harmônica – o crime surgia como um elemento externo que quebrava essa harmonia. 

Tal opinião tem como base o trabalho de organização, por ele conduzido, do livro “50 anos de crimes”, uma parceria da ABRAJI com a editora Record, no qual analisou os tipos de crimes que ocorriam no passado e a cobertura jornalística dos mesmos à época comparando-os com o visto atualmente.

“O criminoso era entendido como o ‘inimigo público’, e os jornais se concentravam nesse personagem. Com o passar do tempo, as cidades vão ficando mais violentas, há o período de ditadura. Os crimes ganham mais complexidade e também uma cobertura mais contextualizada”, afirmou o jornalista.

Os atos criminosos vão, portanto, segundo Molica, ganhando novos formatos, como os “esquadrões da morte” e os “comandos vermelhos” – e, no caso do Rio de Janeiro, o crime chega também à zona sul da cidade (região de maior renda per capita). O jornalista lembrou uma reportagem dos anos 80 que trazia a disputa de dois bandidos pelo comando do morro Dona Marta, no bairro de Botafogo, Rio de Janeiro. “Foi criado praticamente um ‘fla-flu’, ou seja, os jornais fizeram entrevistas com os dois bandidos e traçaram perfis de ambos”, disse.

Entretanto, ao longo dos anos, houve uma deterioração do jornalismo policial. Paralelamente, ele explicou que a complexidade e o aumento dos crimes foram contribuindo para que aumentasse o desespero da sociedade como um todo, que se tornou, de certa forma, “histérica” – a ponto de a expressão “direitos humanos” eventualmente adquirir um tom pejorativo aos olhos da maior parte da opinião pública.

Mesmo assim, segundo Molica, durante essas cinco décadas, o jornalismo melhorou. “A polícia deixou de ser a única fonte e as reportagens passaram a contextualizar o crime”, disse. Por outro lado, ele destacou que considera necessário que o jornalista deixe de lado a cobertura de polícia e passe a se dedicar à Segurança Pública. “Embora estejamos melhorando, é preciso estabelecer metas, assim como é feito, por exemplo, em economia. Deveríamos saber a evolução das taxas de criminalidade, para sermos capazes de mensurar e avaliar realmente se houve ou não melhora na questão de Segurança Pública durante um governo. Para mim esse é um dos grandes desafios da atualidade”, completou.

Criminalidade fora do Brasil

Para mostrar que realmente, a violência não é exclusividade do Rio de Janeiro, tampouco do Brasil, houve a participação de especialistas estrangeiros. Michel Labrecque, jornalista canadense da Radio-Canadá, lembrou que embora muitas pessoas tenham a idéia de que não há violência no Canadá, isto é um erro. “Realmente nossos índices são baixos estatisticamente, por exemplo, em 2007 houve 60 mortes por arma de fogo, o que representa uma criminalidade de 2% por mil habitantes, menos da metade do registrado nos EUA”, disse. Mesmo assim, Michel afirmou que os canadenses se preocupam com o país, acreditando que nos últimos tempos está mais violento.  

Os índices baixos de criminalidade, entretanto, foram fruto de mudanças drásticas, principalmente, na polícia. Segundo o jornalista, muitas cidades têm polícia comunitária e vários comandantes da polícia são graduados, por exemplo, em Psicologia.

Outro ponto importante para alterar esses índices, segundo Michel, foi o combate à corrupção que se intensificou com coberturas jornalísticas nos 60, 70 e 80. 

Hoje, porém, há regiões que apresentam um aumento significativo da pobreza e um alto número de imigrantes, que acabam por ser caracterizados pela mídia como violentos. “Nós sabemos que não se pode generalizar, temos que encontrar um meio termo”, ressaltou.

Ele destacou, ainda, que a mídia pode atuar de forma positiva ou negativa no que se refere à violência. “Há momentos em que o uso de câmeras e microfones pode atuar como um incentivo para demonstração de violência. Por outro lado, há situações onde acaba agindo como moderador. Mais uma vez, é preciso encontrar um meio termo”, ressaltou.

O moderador do evento, Guilherme Canela, que coordena a área de Comunicação e Informação do Escritório da UNESCO no Brasil, lembrou do caso de Diadema, São Paulo, no qual a mídia soube usar seu poder de forma positiva. “As denúncias de abusos por parte da polícia foram fundamentais para a redução das taxas de violência na cidade”, disse.

Pobreza e crime

Segundo Paulo Vaz, professor de pós-graduação da Escola de Comunicação da UFRJ e pesquisador do CNPq, no passado, a sociedade entendia que a causa do crime era a pobreza. Entretanto, ele disse que hoje a pobreza funciona como um marcador de risco.

“A idéia de rotina segura tornou-se uma espécie de valor maior. Porém, ela pode ameaçar outros valores como ‘liberdade’ e ‘igualdade’, ou seja, em busca de uma rotina segura certos grupos são declarados ‘não-humanos’ ou ‘não-tão humanos’”, afirmou o professor, lembrando também que antes o crime não era visto como uma questão pública. 

Com relação à cobertura jornalística, o especialista questionou até que ponto o jornalismo vem contextualizando as reportagens. “Contextualizar é recordar casos antigos?”, indagou.

Sobre as razões da criminalidade, Paulo lembrou que na década de 80 construiu-se uma explicação hegemônica: há crime porque as pessoas não têm oportunidades de ascensão social. Somando-se a isso, as prisões não eram (e ainda não são) adequadas.

Já o discurso atual, na opinião do professor, baseia-se em duas vertentes: (1) na necessidade de leis mais rigorosas, de policiais em maiores números, menos corruptos e dispostos ao sacrifício e de prisões mais capazes de conter riscos; e (2) na associação entre crime e tráfico, o que responsabiliza moralmente os consumidores.

Assim, ele disse que a explicação da atualidade se resume em: “se não houvesse imoralidade – corrupção e consumo de drogas –, não haveria sofrimento”. 

Todas essas questões são também, segundo o professor, refletidas nas notícias. Ele exemplificou mostrando que hoje todas as reportagens sobre crimes trazem a informação: o crime aconteceu a determinados metros de uma cabine policial. “Subentende-se desse discurso que se houvesse mais polícia, não aconteceria o crime”, explicou. 

Há ainda leads (primeiro parágrafo de uma notícia) que trazem informações como: “Tiroteio no Salgueiro provoca pânico na Tijuca”. Nessa frase, segundo Paulo, não é exposto o lado do morador. “Será que quem mora lá não tem medo?”, destacou.

Desta forma, o professor considerou que atribuir apenas à imoralidade e ao consumo de drogas a culpa da violência é simplificar o problema. “Isso acaba impedindo que haja discussão. Por exemplo, será que a droga é o problema (por tornar os sujeitos violentos mediante alterações psíquicas) ou a questão legal é que é o problema? O debate sobre a legalização das drogas, por exemplo, não é explorado”, disse.

Diferenças da violência

O moderador do evento, Guilherme Canela, lembrou algumas outras questões que estão envolvidas no assunto mídia e violência. “Por exemplo, não se pode falar de violência como algo que atinge a todos de forma igual. Temos que admitir que afro-descendentes entre 15 e 24 anos de idade têm muito mais chances de serem vítimas do que os outros”, disse. 

Ele chamou atenção também para questões ideológicas que estão por trás das matérias jornalísticas: “enquanto o adolescente do morro é chamado de ‘menor’, a adolescente de classe média não é designada assim. É chamada de ‘adolescente’”, afirmou. Na opinião de Canela, matérias sobre crimes, mesmo que bem contextualizadas, não têm grande utilidade, sendo mais importantes reportagens sobre Segurança Pública.

Fernando Molica, por sua vez, lembrou que um colega jornalista durante uma apresentação mostrou as diferenças de espaço na mídia dado a norte-americanos e indianos. “Para que uma notícia onde as vítimas de violência são indianos ganhe espaço similar ao de quatro americanos, é necessário que haja, por exemplo, um acidente com 4.000 indianos”, destacou. Ele fez um paralelo com a situação do Rio de Janeiro, onde crimes que acontecem na Zona Sul ganham destaque muito maior na mídia do que os outros.

Com ampla experiência na cobertura de conflitos armado, Steven Salisbury, jornalista norte-americano freelance do New York Times e do Wall Street Journal, ressaltou a importância de se tentar ouvir os vários lados envolvidos, sejam eles guerrilheiros, paramilitares ou os governos. “É fundamental entender o contexto da localidade estabelecer uma conexão humana com os entrevistados para que se possa fazer uma (boa) cobertura jornalística”, pontuou.

Ele ressaltou também que crimes em favelas ou em comunidades são situações perigosas e que requerem muito cuidado por parte do jornalista. “É preciso ter paixão por aquilo que fazemos, se você morre não é nada glorioso”, concluiu. 

Fonte: Agência Notisa

Notícia fresquinha

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O martelo acabou de ser batido na sala de reuniões da Mercado de Comunicação. A partir da próxima segunda-feira, Letícia Caroline da Silva começa a trabalhar conosco. Ela acabou de concluir o curso de Jornalismo no Bom Jesus/Ielusc (com uma nota 10 no trabalho de conclusão). Letícia fez estágio na Revista Eletrônica do Bom Jesus/ielusc em 2006, e também encarou uma temporada na Secretaria de Dsenvolvimento Regional no ano seguinte.

Boa sorte para ela, e toquemos o barco!

Programa de treinamento sobre bordado recomeça o ano em Porto Alegre

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Há 10 anos, a Revista Agulha de Ouro promove workshops gratuitos sobre o ofício do bordado em várias regiões do Brasil. O programa, batizado de Dia de Ouro, tem o patrocínio da indústria têxtil Döhler e recomeça o ciclo em Porto Alegre, nos dias 15 e 16 de abril. Desta vez, o curso será realizado no salão da Igreja Pompéia, Rua Barros Cassal, 220, Centro. Telefone para inscrições: (51) 3374-2966. O evento, que vai formar três turmas, é aberto a bordadeiras (e bordadeiros) de todas as idades. Tradicional promoção voltada a quem trabalha com artesanato ou faz bordado por lazer, o Dia de Ouro circula por outras cinco cidades em 2009. São elas: Recife, Maceió, Taguatinga, Belo Horizonte e Niterói. 

Assessoria de Imprensa Döhler SA. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Tel. (47) 3025-5999.

Calor aquece as vendas

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As altas temperaturas dos últimos dias aqueceram as vendas da Whirlpool na categoria de ar condicionado. No mês de fevereiro, a Brastemp e a Consul tiveram um impressionante aumento de 80% nas vendas comparado ao mesmo período do ano passado. Entre as regiões que mais tiveram crescimento estão Rio de Janeiro, Centro-Oeste e Nordeste.

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Brascola inova com linha Magnum de adesivos para calçados na Fimec 2009

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Estande da empresa tem minifábrica modelo, para apresentar aos visitantes
as inovações tecnológicas e o ganho em produtividade de seus lançamentos
 

A catarinense Brascola apresenta na Fimec 2009, a partir de hoje (24) e até 27 de março, no Pavilhão Fenac, em Novo Hamburgo (RS), a ampliação de sua linha de adesivos para calçados. São mais de 20 novos produtos, com destaque para os adesivos Magnum, a mais completa e segura linha para borracha, que dispensa o uso de lixas, além de novidades nos produtos base água, hot melt, e à base de solventes (convencional). Durante o evento, a empresa mantém uma minifábrica em seu estande, para que o público possa conferir de perto as etapas de produção calçadista. 

“Na prática, mostraremos a performance superior de nossos adesivos durante os processos de própria aplicação dos adesivos, passando pelas etapas de montagem, prensagem e união das peças, com ganhos de produtividade, qualidade no resultado final, redução de consumo de produtos e otimização da mão-de-obra”, afirma Adriano Bragagnolo, gerente de Vendas Indústria/Divisão Calçado da Brascola. 

Disponíveis a partir do final de março para todo o mercado nacional e também para exportações no Cone Sul, os novos produtos que a empresa apresenta na Fimec foram desenvolvidos com o que há mais de inovador em tecnologia, buscando sempre uma ótima relação custo-benefício para os clientes da empresa, que necessitam de diferenciais competitivos, principalmente no exterior. “A linha Magnum foi criteriosamente desenvolvida com os mais altos padrões de controle de qualidade e estudos aprofundados sobre todo comportamento dos adesivos nas mais diversas variáveis de processos e substratos a serem colados, para que pudéssemos proporcionar a confiança e segurança que o cliente busca”, acrescenta Bragagnolo. 

Além dos lançamentos, o estande da Brascola na Fimec expõe os itens que já integram o portfólio da empresa para o segmento, na medida para todas as demandas dos fabricantes, com fórmula base água ou solvente, tais como: Ecopren, Ecopren 326 Air, Ecopren Pesponto, Ecopren Pesponto Spray, Ecopren Forte, Brascoprimer UV, Brascovult APR-3000 Cristal, Brascovult APR-2580, Brascofix BR 300 Spray, Brascopren BR 214, Brascopren BR 800, Brascopren PVC Preparada, Covulfort Extra, Covulfort e Nanocat. 

A Fimec é uma iniciativa da Fenac Feiras e Empreendimentos Turísticos e, no ano passado, recebeu mais de 50 mil visitantes, que tiveram a oportunidade de conhecer as novidades apresentadas por mais de 1.200 expositores.

Serviço – 33ª Feira Internacional da Cadeia Produtiva do Couro e do Calçado – Fimec
Data:
de 24 a 27 de março
Horário: das 13h às 21h
Local: Pavilhão Fenac – Av. Nações Unidas, 3825, Novo Hamburgo – RS 

Sobre a Brascola 

Presente no Brasil desde 1953, a Brascola é uma das líderes no mercado de adesivos e selantes para os segmentos do varejo e da indústria. A empresa foi a pioneira no desenvolvimento de uma linha completa de colas para o setor calçadista e também na fabricação de colas e selantes para a indústria automobilística. 

A Brascola atua nos segmentos calçadista, moveleiro, construção civil/comércio, artesanato, náutico, automobilístico, utilização doméstica e indústria em geral. Entre suas principais marcas comercializadas estão alguns líderes de mercado como a cola Araldite, os silicones Brascoved Construção e Brascoved Super, KPO (revestimento de capôs de automóveis) e os pioneiros Cola Vinil e Veda Calha. Reforçando seu compromisso com a qualidade ambiental e as condições de trabalho, a empresa lançou também a linha de adesivos à base d’água, Ecopren, e a embalagem biodegradável do Brascoved Construção. 

Mais informações sobre a Brascola e seus produtos estão disponíveis no site www.brascola.com.br.                                                                                                                                            

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Março/2009

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             

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Hotel Anthurium, de Joinville, recebe programa de TV

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Studio Arq Design transforma telespectadora com salão de beleza e banho de loja 

Os aposentos e os jardins do Anthurium Parque Hotel, de Joinville, servirão de cenário para a gravação do quadro “Moda Muda Você”, do programa Studio Arq Design, das emissoras TV da Cidade e TV Brasil Esperança. No quadro, o apresentador Fabio Basso convida uma pessoa comum para ser repaginada, com banho de loja e salão de beleza, e ter a transformação acompanhada pelo público, em frente às câmeras. “Precisávamos de um espaco charmoso, bonito, de bom gosto e elegante, e o hotel tem tudo isso”, explica a consultora de moda Amanda Linzmeyer, da grife Monica Linz, uma das parceiras da transformação. 

A equipe do programa busca a participante em casa e a leva ao Anthurium. Lá, as consultoras de imagem simulam combinações de roupas em um dos quartos, dizendo o que fica bom ou não para o corpo da participante. Depois de uma maratona de compras e uma passagem pelo salão de beleza, a participante volta ao hotel e é apresentada com seu novo “look” aos amigos, que a aguardam na piscina, na varanda e no jardim do hotel. “Aquele jardim com sofás é ‘fashion’“, acredita Amanda, “e combina mais com o programa do que um restaurante ou bar da cidade”. 

O programa deve ir ao ar em abril. Além da Monica Linz, participam as lojas Anna Mariana, La Blu, Aimee, Des Amis, Princesa e Kargo, além da Hermes Cosméticos, do salão de beleza Jack Simonéa e da grife de óculos Via Lorran. No currículo do programa está a transformação bem-sucedida de uma casa, em parceria com empresas do ramos da arquitetura e da decoração. Mais informações no site do programa Studio Arq Design (studioarqdesign.com.br). 

Assessoria de Imprensa Anthurium Parque Hotel. Mercado de Comunicação. Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS). Texto: Jouber Castro. Telefone: (47) 3025-5999.

   

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