Informação é coisa séria!

Mais um gol da Revista Döhler

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A ExpecTV, empresa de clipagem retratada na última edição da Revista Döhler, em reportagem sobre o crescimento empresarial da zona sul de Joinville, registrou em sua página na internet um resumo da reportagem, com detalhes da revista e da Mercado de Comunicação. Segue o texto do site:

Mudança da EXPECTV é destaque na Revista Döhler

21/12/08

A um mês de completar um ano fincada na divisa dos bairros Floresta e Itaum, o “novo” endereço da EXPECTV virou notícia. A Revista Döhler que circula hoje encartada no jornal A Notícia traz matéria sobre a “guinada” de Joinville, rumo ao sul. Os repórteres da revista, editada pela prestigiosa agência Mercado de Comunicação, constataram que empreendedores estão transferindo seus negócios para esses lados da cidade, acompanhando ou até antecipando-se ao boom de investimentos, nos quais despontam a instalação na região do campus da UFSC, da GM, do tão esperado Distrito Industrial, entre outros.
Na reportagem de três páginas o prefeito eleito Carlito Merss assegura que “o fortalecimento da zona sul ajudará a corrigir erros do passado”. Já o empresário Ivo Gramkow, que comandou a elaboração do Planejamento Estratégico de Joinville, em 2003 e 2004, lembra que “a maioria da população mora lá” e que os custos para transportar os trabalhadores até a zona norte são elevadíssimos.
O periódico semestral da Döhler está na edição de número 19, tem doze anos de estrada e tiragem de 24 mil exemplares. É um dos veículos de comunicação de iniciativa da indústria mais respeitados do sul do país.
Confira a íntegra da matéria clicando nos links abaixo (versão impressa):
www.expectv.com.br/pdf/revistadohler.pdf
Já a versão eletrônica da reportagem, ainda mais detalhada e com mais fotos, pode ser vista no site da centenária Döhler. Siga o link www.dohler.com.br/revistadohler19/ e clique em “A CAMINHO DO SUL”.

“Errantes trecheiros” rendem estudo acadêmico

Coisas da vida Seja o primeiro a comentar »

Matéria da Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)

“Nomadismos contemporâneos: um estudo sobre errantes trecheiros” é o título do livro, lançado pela Editora Unesp, que procura desvendar o universo de pessoas que andam nas estradas de cidade em cidade e são “pouco vistas” pelas pessoas em geral do universo cotidiano. Em entrevista à Agência Notisa, seu autor – psicólogo, mestre em psicologia, professor universitário e integrante do Grupo de Pesquisa Psicologia e Instituições da Unesp de Assis – esclarece questões sobre o assunto que, segundo ele, ainda não foi abordado em publicações nacionais ou internacionais.

Notisa – O senhor poderia conceituar errantes trecheiros?
Eurípedes – Trecheiros são indivíduos que perambulam pelas rodovias a pé, de cidade em cidade, sobrevivendo de trabalhos temporários e de eventuais ajudas filantrópicas. Diferenciam-se dos andarilhos de estrada que, embora perambulem também a pé pelas rodovias, não adentram as cidades e nem recorrem a ajudas filantrópicas, pois romperam definitivamente com os modos de vida sociais. Desse modo, os trecheiros são indivíduos que se encontram num limiar de transição, pois, à medida que passam os anos, a falta de perspectivas futuras em relação a trabalho e emprego fixos se acentuam e a tendência é se tornarem andarilhos de estrada devido às condições miseráveis em que vivem.

Notisa – Seu livro descreve casos individuais. É um estudo qualitativo? Qual o universo investigado: região do Brasil, estado, cidade, bairro etc?
Eurípedes – Perfeitamente. Trata-se de uma investigação de cunho qualitativo em que entrevistamos 16 trecheiros do sexo masculino, em uma instituição assistencial na cidade de Assis (estado de São Paulo). Nas entrevistas, procuramos identificar os motivos que os levam a abandonar a vida sedentária por uma vida nômade, os modos de sobrevivência no cotidiano das estradas, quais as perspectivas futuras etc.

Notisa – Qual é o panorama desta categoria errantes trecheiros em outros países ou continentes? Existem estudos similares nacionais e internacionais?
Eurípedes – Pelo que sabemos, nossa investigação é inédita no Brasil e não encontramos outras publicações em âmbito nacional e internacional.

Notisa – Quais os principais achados em termos individuais e coletivos (psicossociais)? Quais as causas que identificou ou aponta como hipóteses para a geração deste quadro?
Eurípedes – Resumidamente, poderíamos dizer que há dois fatores fundamentais que potencializam o sujeito ao nomadismo: o primeiro está relacionado a fatores socioeconômicos como desemprego prolongado, ausência de moradia e mão-de-obra desqualificada; o segundo está associado a fatores sócio-afetivos como infidelidade conjugal, morte dos pais e violência familiar. Verificamos também que, diante de tantas adversidades, o uso crônico de álcool é bastante acentuado e companhia inseparável desses sujeitos no cotidiano das estradas.

Notisa – Como foi o processo de produção do seu livro e qual o público alvo ao qual se destina?
Eurípedes – O livro é uma versão resumida de minha dissertação de mestrado defendida na Unesp (Universidade Estadual Paulista), Campus de Assis (SP) e se destina ao público acadêmico, especialmente o das áreas de ciências humanas e sociais (psicologia, sociologia e antropologia), embora possa ser muito bem aproveitado pelo leitor comum que se interessa em compreender os problemas sociais da atualidade. Além de ser vendido pelo site da editora, o livro estará disponível em breve nas principais livrarias do país e ainda não temos previsão de lançamentos em eventos.

Até as grandes…

Empreendedorismo, O papel do assessor Seja o primeiro a comentar »

…agências de comunicação corporativa sentem a cacetada da crise econômica. Veja matéria divulgada no portal Comunique-se:

A consequência da crise nas agências de comunicação é a cautela. De acordo com uma pesquisa da Abracom, Associação Brasileira das Agências de Comunicação, 58% das agências suspenderam ou adiaram projetos em andamento.
 
As principais agências de comunicação do Brasil dizem que mantêm as metas, mas tomam mais cuidado na tomada de decisões. “Não temos sentido diretamente o efeito da crise, mas antes tínhamos um janeiro mais decisivo. Essa é uma consequência da crise”, explica João Rodarte, fundador do Grupo CDN.
 
Para a presidente da In Press Porter Novelli, Kiki Moretti, ainda não há previsões para o mercado em 2009. “Em 2008 superamos nossas metas e fechamos com 15,5%, mas para este ano ainda não temos previsão, justamente por conta da crise. Precisamos sentir o primeiro trimestre para depois pensar em previsões”, afirma.
 
As grandes agências têm sentido o impacto na renegociação de contratos. “Alguns clientes têm nos procurado para renegociar contratos, mas não tivemos grandes perdas por conta da crise”, diz Kiki Moretti.
 
Rosana Monteiro, sócia-diretora da Ketchum, avalia a renegociação de contratos como algo comum. “Tivemos algumas renegociações de contratos, pequenos ajustes, mas nada que afetasse muito”, afirma.
 
Crise: uma oportunidade?
Maristela Mafei, sócia-diretora e fundadora do grupo Máquina, diz que houve perda de contas de empresas menores, mas aumento de contas de grandes corporações. “Com a crise nós temos um aumento de serviços de análise editorial, de mídia e política”, diz ela. Rodarte concorda com Maristela. “Em tempos de crise as empresas e instituições tendem a buscar mais esses serviços”, diz.
 
Se a crise pede cautela na tomada de decisões, em certos casos ela pode acelerar alguns processos. Foi o que aconteceu com a Ketchum, que irá lançar um novo serviço ainda neste semestre. “Vamos lançar o ROI (Return On Investment), esse serviço é sob medida para a crise porque as empresas querem saber o retorno de seus investimentos. Já vínhamos pensando nisso, mas a crise só acelerou o lançamento”, explica Rosana.

Nada de avestruz

O papel do assessor, Outros Seja o primeiro a comentar »

O que fazer quando a crise econômica fala mais alto? A boa notícia, pra quem lida com comunicação corporativa, é que as empresas estão gradualmente se conscientizando de que a velha tendência de, nessas horas, passar a tesoura nas ações de divulgação e relacionamento só traz prejuízos – pra empresa e pra sociedade. Não faz muito tempo, apelava-se, aí, para a postura do avestruz, escondendo a cabeça debaixo da terra, na expectativa de que isso – sair de cena por uns tempos, enclausurar-se – seria possível. Nada de avestruz. Em vez de desaparecer, as organizações (sociais ou industriais, públicas ou privadas) devem “aproveitar” a crise pra se mostrar mais. Mostrar ousadia, criatividade, mostrar-se diferente, mostrar que não têm medo da exposição pública e que têm o que dizer, nessas oportunidades. O cidadão, a evolução social, todos saem ganhando quando conhecem, por exemplo, boas histórias de empresas que conseguiram escapar da crise com o peito aberto. E isso só se faz comunicando os feitos, as estratégias, os resultados, as conquistas. Na crise, comunique-se mais!

Boas-vindas…

Outros, Sobre nós Seja o primeiro a comentar »

…ao Clayton Felipe Silveira, que assumiu na manhã de hoje uma cadeira na Redação da Mercado. Estudante de Jornalismo do Ielusc, o Felipe vai atuar a princípio como frilance, jogando junto com o Jouber Castro, atendendo a jobs como Mondo Strategies, Brascola, Apex e ações específicas de Döhler e Dona Helena. A equipe cresce. Que venham novos desafios…

Jornalismo (de fato) no ambiente empresarial…

O papel do assessor, Publicações institucionais Seja o primeiro a comentar »

…deve ser o tema da monografia do Guilherme na pós-graduação em Comunicação Empresarial e Relações Públicas que ele cursa no INPG. Isso é possível ou é uma quimera? Que experiências bacanas as modernas empresas catarinas ou sulinas vêm desenvolvendo nesse particular? Como e por que vale a pena levar os atributos do jornalismo para dentro da organização. Coisas assim. Quem quiser, mande sugestões – focos, cases, autores etc.

Bem-vindo, 2009

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Que este seja um ano de plantar e de colher, com empenho e dedicação irrestritos, confiando (cada vez mais) na abertura de portas que a comunicação pode promover nas organizações sociais. A Mercado dá as boas-vindas ao Ano Novo. Estamos aí, enfim, pro que der e vier.

Mercado de Comunicação

Mercado de Comunicação
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Joinville / SC - CEP 89210-070
Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798