Um passeio pelas ruas centrais de Joinville impressiona pelo volume de placas e cartazes propagandeando candidatos que poluem a área urbana nesta temporada pré-eleitoral. Infelizmente, os políticos não repetiram o acordo de pleitos anteriores que propunha uma “campanha limpa”, partindo do princípio de que essa profusão de placas não rende um voto sequer, deixa a cidade mais feia, irrita o eleitorado e permanece por aí mesmo depois da eleição. O ideal, nessa circunstância, seria um pacto coletivo para rejeitar terminantemente o candidato que compactuasse com a estratégia das placas-por-tudo-quanto-é-canto. Problema: se o eleitor fizer assim, não vai sobrar ninguém para votar…