Informação é coisa séria!

As coisas acontecem

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Do estudante Edinei Knop, inspirado pelo filme “O Escafandro e a Borboleta”.

Vivemos… e as coisas acontecem! Destino? Azar? Sorte? Castigo? A vida é feita de acontecimentos; alguns positivos e outros negativos. E as coisas acontecem mesmo! No lugar mais inoportuno, na hora menos esperada, na situação mais acanhada e nos momentos mais escandalosos! E não venha me dizer que não. As coisas acontecem mesmo, e com todo mundo! Menos com os mortos! Porque morrer é antônimo de viver… e viver é sinônimo de acontecer. E as coisas acontecem mesmo, e com todo mundo, e várias vezes durante sua vida! Persistir, lutar e vencer! Não adianta fugir, não adianta se esconder, flutuar, mergulhar em seu escafandro mental. A vida é assim! E as coisas acontecem mesmo, e com todo mundo, e várias vezes durante sua vida, e assim será!

É de acontecimentos da vida que vivem os jornalistas. É da vida que as notícias surgem! E do olhar (e um olhar diferente). Porque as coisas acontecem. Sim, elas acontecem! E, na hora de transcrever para um pedaço insignificante de papel ou para uma tela LCD, muita coisa acontece. Afinal, por que escrever? Uma caneta? Algumas teclas? Sim, as coisas acontecem mesmo, e com todo mundo, e várias vezes durante sua vida, e assim será, e nunca você poderá escapar.

Um piscar pode dizer tudo, mas não pode responder tudo! Porque eu acho que você já sabe que as coisas acontecem, comigo e contigo. E as dúvidas sobrevivem, mesmo que muita coisa aconteça.

Por que cantar? Por que falar? Por que pensar e se movimentar? Por que viver? Viver para se encantar; encantar-se com o voo das borboletas. Se você puder enxergar; e se houver borboletas!

As empresas acordaram!

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Marjorie Caturani, aluna de Jornalismo do Ielusc

Analisando o capítulo “O cidadão em primeiro lugar”, do livro “De cara com a mídia”, de Francisco Viana, é possível perceber que o autor mostra um lado positivo da comunicação corporativa no país. Viana cita a comunicação interna, um tema que me chama atenção. Além de “falar” para os jornais, revistas, enfim, para os meios de comunicação, não se pode esquecer da comunicação interna. Ou seja, fazer-se claro para os funcionários de uma determinada empresa deixa evidente a preocupação com o conjunto, com a massa. Parece que as empresas acordaram e viram que seus colaboradores também fazem parte da população, também leem jornais, revistas etc.

Viana fala sobre a opinião pública, que hoje orienta o rumo das ações de comunicação institucional. O que antes era ignorado, agora é analisado. Isso ocorre quando a assessoria de uma empresa escreve um release sobre determinado problema ou explicação que tenha que dar aos cidadãos. As palavras têm que ser muito bem escolhidas. O público se tornou mais crítico, o que justifica essa mudança de postura nas respostas à imprensa que vemos estampados nos jornais, por exemplo.
A questão da credibilidade é outro fator importante. Viana disse: “Credibilidade é um predicado radical. Ou a empresa tem, ou não tem. Credibilidade é confiança”. Ele acerta ao declarar isso. E é exatamente por isso que as assessorias de comunicação se desdobram para explicar o que for necessário e propor soluções adequadas, sem que o público ou clientes percam a confiança na empresa atendida. Na minha opinião, a credibilidade sempre foi e sempre será “a bola de cristal” das empresas. Basta uma rachadura para perder todo o encanto.

A comunicação é o elo

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[Ariele Cardoso, estudante de jornalismo do Ielusc, sobre "O Cidadão em Primeiro Lugar", do Francisco Viana]

O texto enfoca as principais atividades da comunicação institucional, aponta contextos históricos e apresenta análises da comunicação atual. Como a empresa deve lidar com seus clientes, que importância deve dar à opinião deles, de que forma deve trabalhar para conquistar sua confiança. Enfim, um resumo prático e sucinto que conclui: “Certamente, mais do que o dinheiro, é a comunicação, e a comunicação que inspire credibilidade, o elo de todos os elos nos vínculos da empresa com o cidadão, o mercado e a sociedade”.

Essa frase, escolhida não por acaso, resume o texto. Comunicação é tudo! A empresa que não valoriza a comunicação perde espaço para outras mais preocupadas com o ponto de vista do consumidor. Afinal, é para ele (o consumidor) que ela (a empresa) trabalha, sob pena de perder espaço no mercado. “Para ser vitoriosa, a empresa, hoje, precisa levar a comunicação para o centro das atenções.” Justamente porque é a comunicação que vai levar a empresa para o centro das atenções…

A comunicação estruturou-se de tal forma que, dentro da empresa, ganha posição de destaque. No organograma de muitas organizações, abaixo do presidente, está o comunicador. A alta administração precisa contar com uma pessoa de confiança, credibilidade e competência extremas para dar esse tipo de contribuição ao futuro da empresa. Ele é quem vai transmitir aos diretores a relevância da atenção plena à opinião pública (ou do público) quanto às ações da instituição.

Para uma boa comunicação acontecer, é preciso muito mais do que uma cadeira nas reuniões do conselho. É preciso que esse mesmo conselho confie na tarefa do comunicador e aceite suas “verdades”. O comunicador não pode transmitir uma imagem que a empresa não tem. O autor cita que “a comunicação passa a exigir coerência entre o que a empresa diz e o que ela faz”. Não adianta dizer que é responsável socialmente, por exemplo. Os resultados dessa responsabilidade social devem estar expostos e muito claros para a população. As pessoas precisam acreditar naquelas ações. Se a empresa diz que faz uma coisa que não faz, perde credibilidade.

“Credibilidade é um predicado radical. Ou a empresa tem, ou não tem. Credibilidade é confiança.” É importante ressaltar, aqui, que essa credibilidade tem que vir não somente da empresa, mas do comunicador também. Em um momento de crise, por exemplo, o comunicador será o porta-voz da instituição. Nesse caso, se ele for mau caráter ou tiver fama de mentiroso (mais exemplos), não passará credibilidade nem confiança à imprensa e à comunidade. Sendo assim, infelizmente, a empresa estará jogando dinheiro no lixo, pagando um funcionário que não cumprirá sua missão principal: cuidar da imagem da empresa. Talvez até, eu diria, a ação de um mau comunicador se reflita negativamente para o consumidor. O público daquela organização poderá vincular uma imagem ruim da empresa por conta de um porta-voz mal informado ou mal intencionado. Aí, todo o trabalho será jogado fora, pois “é a credibilidade que sustenta os negócios e amplia os mercados”.

Estamos entrando em uma nova era, em que boa parte das relações (inclusive as de compra e venda – de bens ou serviços) será estruturada basicamente na comunicação. Hoje, a empresa que não dá o direito de voz ao seu cliente perde dinheiro. A ponte entre a empresa e o cliente é a comunicação. O elo de tudo, que abre portas e tem a capacidade de influenciar em todas as outras atividades da empresa. As empresas que quiserem melhorar seu relacionamento com os clientes e o público a que destinam suas atividades terão que valorizar a comunicação.

Uma visão que vá além…

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[Comentário da estudante de jornalismo Vivian Carolini Braz]

No filme o “Escafandro e a Borboleta”, percebemos a importância da comunicação. O jornalista precisou aprender uma nova forma de se comunicar com as pessoas.
Em nosso trabalho, algumas vezes, precisaremos readaptar nossa forma de nos comunicar, dependendo do público para quem escrevemos ou falamos.

Outro ponto importante é que o personagem perdeu todos os sentidos, menos a visão. Nós precisamos ter uma visão que vá além do que vivemos diariamente. Ele estava dentro do hospital, mas sua visão não se limitava ao seu quarto. O personagem não deixou que seu estado físico o impedisse de “ver além” daquelas quatro paredes.

Nós precisamos ir atrás da informação, temos que estar atentos aos acontecimentos, mas não podemos nos limitar ao que se passa somente ao nosso redor.

Criamos nossos escafandros

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[Texto da estudante de jornalismo Emanoele Girardi, comentando o filme "O Escafandro e a Borboleta"]

“A imaginação e a memória são as únicas maneiras de escapar do escafandro”, foi o que disse Jean-Dominique Bauby. Nunca sabemos o que pode acontecer conosco. O destino é tão incerto que gosto de pontuar como “um passo em falso em que somos obrigados a pisar”. Em um dia estamos bem, de todas as formas, física e psicologicamente, e, depois de uma noite bem ou mal dormida, acordamos dentro do escafandro, num mar particular em que quase não conseguimos nadar.

O escafandro pode representar uma indisponibilidade física, mas também pode vir de dentro. De certa forma, todos estamos presos num grande escafandro que se chama sociedade, na qual podem se fazer certas coisas até um determinado grau. Nós criamos nossos próprios escafandros, mantendo-nos presos a costumes, às leis e normas que impomos. Quanto a esse, a imaginação, é fundamental para burlar, para criar asas, para não afogar-se num mar de desilusão (ou ilusão).

Para tudo na vida há o lado positivo e negativo. E todos os dias pessoas acordam num escafandro ou libertam-se dele. Basta dar-se asas e encontrar a liberdade. Superar-se.

Palavras são importantes, elas constroem pensamentos e tem poder de acrescer ou destruir relações, elogiar ou criticar, ferir ou acalentar… E o que dizer sobre a beleza e a sutileza do olhar? Os olhos podem falar muito mais que os lábios. Podem ser gentis, ou duros, podem sentir compaixão, podem amar, podem estar distraídos e podem muito bem – por que não? – informar. Contar histórias.

A superação e a sutileza do olhar fizeram de Jean-Dominique um vencedor, muito mais do que ele já havia conquistado sendo editor da Revista Elle. Não é preciso mãos para escrever ou boca para falar, o importante é não deixar-se prender no escafandro, ou deixar-se, mas aprender que para sair dele só é preciso criar asas, libertar-se, e isso só depende de cada um.

Cenário mudou, mas ainda precisa evoluir

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[Comentários do acadêmico de jornalismo Ronaldo dos Santos, sobre o texto "O cidadão em primeiro lugar", de Francisco Viana]

O cenário da comunicação corporativa mudou, mas ainda precisa evoluir bastante para que diretores percebam a importância de uma assessoria de comunicação eficiente nas organizações. É uma área tão relevante que ocupa, ou deveria ocupar, um lugar estratégico no organograma das corporações, ONGs e governo.
Assim como em outras modalidades de comunicação mais tradicionais (jornais, rádios etc.), com a internet, a sociedade e grandes empresas passaram a atuar no mesmo nível. Exemplos são os constantes ataques que consumidores revoltados com produtos ou serviços que não atenderam suas expectativas colocam em sites de reclamação, difamando grandes marcas sem qualquer cerimônia. É preciso estar atento a esse movimento.

O assessor de comunicação age nesse sentido, de dar suporte à credibilidade de uma marca. Mais do que um assessor, esses profissionais são consultores e estrategistas, muitas vezes atuando em cargos executivos das corporações. Entretanto, o trabalho a ser desenvolvido precisa de um plano de ação estratégico, pois as atribuições do profissional transcendem a redação de releases. Sobretudo, acredito que este trabalho exija um bom relacionamento, tanto com sociedade, quanto com imprensa.

De qualquer modo, é preciso ainda uma mudança cultural na forma de agir das empresas. Elas precisam acompanhar o desenvolvimento dinâmico das formas de comunicação que o consumidor final utiliza. É um fenômeno relativamente recente, potencializado pela internet, mas que precisa do acompanhamento de profissionais capacitados e como visão estratégica deste cenário.

Saia do seu escafandro

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Quem escreve, por dever de ofício ou diletantismo, não pode deixar de assistir ao filme “O Escafandro e a Borboleta”. Trata-se da história (real) de um jornalista francês acometido de derrame cerebral que, mesmo tendo perdido a fala e os movimentos de todo o corpo, à exceção de um dos olhos, continua se expressando por meio de um método criado pela fisioterapeuta que cuida dele, no hospital, e desse modo “escreve” um livro. A escrita, no caso, tira a borboleta de dentro do escafandro, para usar a imagem que dá título ao filme (e ao livro). Diz o personagem que só lhe restaram “a imaginação, a memória e o olhar”. Assim, ele mantém ativa a comunicação. Na aula de Redação Jornalística, assistimos ao filme logo na abertura do semestre, na tentativa de desafiar aos futuros jornalistas a sair do escafandro, não perder o pique diante dos obstáculos que virão. Depois, a turma escreveu o que sentiu. Abaixo, o primeiro relato, da Francine Ribeiro. (Guilherme)

“O que a vida pode nos reservar? E quando o olhar atento de um jornalista passa a ser o transmissor de todas as informações que antes eram contadas pelas palavras escritas pelas mãos, ou ditas pela voz? A vontade de contar as coisas permanece, porém com alguns obstáculos. Ou muitos obstáculos, que devem ser superados. Superação. Palavra forte, com importante significado e difícil de ser colocada em prática. Porém possível, quando contamos com o apoio de quem amamos. Muitas vezes, deixamos passar em nossas vidas oportunidades. Fazer uma viagem, dançar uma música, escrever coisas simples que estamos sentindo no momento…expor nossos sentimentos! Usando algumas palavras, um papel e uma caneta ou apenas nossas lembranças,que podem ser transmitidas pelo silêncio do nosso olhar.”

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