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20abr 

“Desafio Cidade que Dança” abre inscrições para fãs de tango e sertanejo

Quarta edição do concurso de dança de salão terá participantes convidados e abrirá duas vagas para outros interessados

Criado para incentivar os joinvilenses a entrar na dança, o concurso batizado de “Desafio Cidade que Dança” chega à quarta edição, neste ano, com uma novidade que vai agradar em cheio os fãs de um dois pra lá, dois pra cá. Será mantido o formato que inspirou o evento, com participação de convidados, mas pela primeira vez haverá oportunidade para adesão de outros interessados. Duas vagas – uma para homem e outra para mulher – serão abertas, e caberá aos organizadores selecionar os candidatos entre os que fizerem a inscrição prévia pelo site  http://dancajoinville.com.br/cidadequedanca/site/. O prazo vai de 29 de abril a 31 de maio. Neste ano, as modalidades escolhidas para o evento são tango e sertanejo.

O lançamento do concurso ocorre no Dia Mundial da Dança, 29 de abril, às 20 horas, na Casa do Capitão (Rua Saguaçu, 212), com exposição fotográfica destacando participantes que já fizeram parte do “Desafio”. Neste ano, como nas edições anteriores, os concorrentes vão dançar com bailarinos do Bolshoi e do Studio de Dança Dois Pra Lá Dois pra Cá e terão o desafio de, em menos de dois meses e com 14 ensaios, preparar-se para a disputa. A Noite de Gala, em que as duplas participantes apresentam seus números à comissão julgadora, está marcada para 20 de julho, no salão da Sociedade Harmonia Lyra, com jantar e concurso. Ingressos começam a ser vendidos em breve.

Já confirmaram participação nomes como a jornalista Sabrina Aguiar, o gerente comercial da RIC TV Joinville, Cristian Vieceli, os empresários Rodrigo Filipi e Giovana Preusser e o artista Eduardo Feitosa. Em 2017, a campeã foi a empresária Luciana Areias, que dançou bolero e tango. Ela relembra com entusiasmo a experiência: “Foi uma surpresa enorme e uma emoção sem igual. Ganhar nem passava pela minha cabeça”. Durante os ensaios, a grande dificuldade, para Luciana, foi aceitar que, na dança, a mulher é conduzida. “No dia a dia, a gente está acostumada a se colocar na liderança, no comando. Participar do ‘Desafio’ mudou minha vida.”

Idealizador do concurso, o diretor do Studio de Dança Dois Pra Lá Dois Pra Cá, Maycon Santos, comemora 15 anos de atuação como professor e empreendedor na área. “Nesse período, ensinei muita gente a dançar e aprendi, entre outras coisas, que a dança de salão tem o poder de transformar para melhor a vida das pessoas, tornando os praticantes mais felizes e confiantes. Foi imbuído dessa convicção que criei o ‘Desafio Cidade que Dança’, um evento marcante na vida de todos”.

19abr 

2º Encontro Catarinense de Enfermagem abordará o tema Elos Assistenciais

Nos dias 2 e 3 de junho, o Hospital Dona Helena promove o 2º Encontro Catarinense de Enfermagem. Este ano, o evento terá como tema “Elos Assistenciais” e será realizado na Expoville. Ana Brito, gerente de enfermagem do hospital, comenta que o objetivo é “disseminar os conhecimentos vivenciados diariamente na assistência ao paciente, contribuindo para a formação de novos profissionais, por meio de cases de sucesso de várias instituições saúde, de Santa Catarina e do Paraná”.

A palestra de abertura será com o coordenador da Comissão Nacional da Qualidade do Cofen, Sérgio Luz, com a palestra “O líder que todos querem ter ou ser”. No primeiro dia, também serão abordados os temas “regulação do acesso à assistência em saúde no âmbito do SUS”, “cardiologia pediátrica” e “as atribuições do atendimento pré-hospitalar na gestão dos pacientes críticos”, além das apresentações dos cases de sucesso do Hospital Hans Dieter Schmidt (Joinville), do Hospital Municipal São José (Joinville) e do Hospital Pequeno Príncipe (Paraná).

No dia 3, os participantes poderão assistir à palestra “Sepse – Diagnóstico e Tratamento”, de Milton Caldeira, coordenador médico da Unidade de Terapia Intensiva para adultos do Dona Helena. Jurandir Coan Turrazi, coordenador do Serviço de Anestesiologia de Joinville, falará sobre anestesia e cirurgia segura; e Fabrizio Rosso, administrador hospitalar e mestre em RH, abordará o tema “Liderança em 5 atos – feedback, comunicação, e estilo de lideranças associados à gestão de conflitos”. Ainda no segundo dia, serão apresentados cases do Hospital Unimed (Joinville), Hospital e Maternidade Jaraguá do Sul, Hospital Santa Catarina (Blumenau) e Hospital Baía Sul (Florianópolis).

Para finalizar o evento, os funcionários e alguns pacientes do Hospital Dona Helena farão uma apresentação de dança que simbolizará os Elos assistenciais.

A primeira edição do Encontro Catarinense de Enfermagem foi realizada no ano passado e contou com a presença de mais de 500 profissionais e estudantes da área da saúde. Agora, a novidade está na multidisciplinaridade dos painéis. “Teremos mais médicos parceiros falando de assuntos técnico-científicos. A primeira experiência foi um sucesso e o feedback foi muito positivo”, conta Ana.

16abr 

Rôgga investe em tecnologias sustentáveis em seus residenciais

Nos últimos anos, a inovação tecnológica tem sido um fator de diferenciação na indústria da construção civil. A tendência das empresas inovadoras têm sido a busca pela melhoria contínua de processos e produtos, que resultam em aumento de qualidade e redução de custos. Cerca de 80% das atividades de uma empresa desse ramo ocorrem no canteiro de obras. Muitas vezes, são adotados métodos e processos artesanais que geram inúmeros retrabalhos, abundante geração de resíduos (160 kg/m², segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), baixa produtividade e consequente perda de competitividade.

“A construção civil é um dos segmentos que mais geram impacto ambiental, consumindo um grande volume de recursos naturais. A bandeira da inovação aliada à sustentabilidade é um processo urgente e irreversível”, alerta Gerson Castanho, diretor técnico de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Rôgga Empreendimentos, frisando que o uso da madeira para executar as fundações, lajes e elementos estruturais é o maior “vilão” nas obras.

Nos últimos cinco anos foram investidos mais de R$ 25 milhões, com recursos próprios e com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), destinados à implantação definitiva do sistema Rôgga Edifícios Sustentáveis (RES), que objetiva desenvolver empreendimentos projetados com soluções de sustentabilidade, gerando qualidade, competitividade e eficiência ambiental. Entre seus benefícios, há diminuição de 80% dos resíduos gerados durante a construção.

“Com o uso do Centro de Preparação e Logística (CPL) para as obras industrializadas, produz-se, em um ciclo de 20 horas, as peças utilizadas para concepção estrutural da obra. Desta forma, elimina-se a madeira no processo”, detalha Castanho. A Rôgga também realiza a destinação correta dos resíduos gerados pelo canteiro de obra, em paralelo com a política interna de redução de resíduos e geração de lixo.

Economia e qualidade de vida

Uma das necessidades das construtoras é fazer com que todos os processos para concepção de um empreendimento atendam as legislações vigentes. Desde os cuidados com a localização de cada construção, passando por detalhados estudos legais, ambientais e de vizinhança. Ambientes com luminosidade e ventilação natural, captação e aproveitamento da água da chuva, lâmpadas com sensores, elevadores inteligentes e facilidade de mobilidade são itens que devem ser levados em consideração.

A Rôgga já possui em seu portfólio a entrega das áreas comuns das torres com lâmpadas LED e sensores de presença. Para os lançamentos de 2018, serão incluídas torneiras com dispositivos economizadores de água e luminárias de LED na sacada. Recentemente, a construtora iniciou as tratativas para avaliação de energia fotovoltaica com os principais fornecedores da região. As placas fotovoltaicas serão alocadas no telhado das torres, região com melhor incidência solar, para alimentar as áreas comuns do condomínio e reduzir a conta de luz dos moradores.

Além disso, há mais de sete anos a construtora  faz o reaproveitamento da água da chuva. O residencial Vila Açoriana Comfort Club, em fase de construção na praia de Barra Velha (SC), possui dois reservatórios de cinco mil litros para reaproveitamento de águas pluviais, que alimentam as torneiras de jardins localizadas aos arredores das 10 torres incorporadas no empreendimento. O residencial também conta com três Estações de Tratamento de Efluentes Sanitários (ETE) de lodos ativados, solução adotada pela construtora para os locais que não são atendidos pela rede coletora de esgoto. O Vila Açoriana conta, ainda, com um sistema de drenagem, que também beneficiará os moradores do entorno. As medidas visam contribuir para a preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável da cidade.

 

16abr 

Quando demitir é a melhor solução (também para quem sai)

Carlos Rosa, gestor da consultoria internacional Lee Hecht Harrison (LHH) em Santa Catarina

Um dilema recorrente na vida de empresas e profissionais é a hora de articular a demissão de alguém. No caso de organizações que estão iniciando seu processo de transformação, para fazer frente às exigências do mercado, chega um momento em que é vital pensar em sucessão para continuar crescendo. E há inúmeros casos de negócios na faixa dos 25 ou 30 anos com funcionários na ativa que fizeram parte dos primeiros tempos de operação, entraram e suaram a camisa para a empresa chegar onde chegou. Em função do modelo de gestão, o crescimento nem sempre é acompanhado pelos antigos, que sofrem com a entrada dos jovens e vão ficando à margem, mas muitas vezes são mantidos devido ao resultado que já deram ou ao carinho e reconhecimento da liderança. Só que esse funcionário tem custo, e aí o impasse – se a empresa precisa se profissionalizar, não pode tratar ninguém com paternalismo, qual a saída?

Atenção: quanto mais se demorar para abrir mão de alguém assim, maior o dano; primeiro, para a organização, ao preservar um recurso que não dá resultado, e depois para a própria pessoa – você tira dela a empregabilidade, a chance de iniciar nova carreira em outro lugar enquanto tem energia. Mas por que um profissional nessa condição, alheio a decisões e acontecimentos importantes no dia a dia, não pede para sair? Conformismo? Medo do desconhecido? Via de regra, a impressão de estabilidade, os temores, a necessidade financeira soam mais determinantes que a forma como sou tratado. Não interessa se o chefe não me chama para reuniões, não me envolve em projetos relevantes; sigo com meu emprego e minha renda garantidos e vou ficando. Só que esse vou ficando dura uma eternidade.

Outra questão é a imagem transmitida às equipes. O paternalismo extrapola a relação entre as partes e passa a se refletir nos demais empregados, em cascata.

Mas como desligar de maneira correta um funcionário com esse perfil? A resposta está no respeito. Não tem a ver com gostar ou não; é o respeito devido ao ser humano, ao homem, profissional, pai de família. “Não tem mais condições de você continuar trabalhando conosco se continuar com essa performance. Você tem que evoluir junto com a empresa se não vai sair.” Tratar com respeito é dar feedbacks contínuos, bons ou ruins, para tirar a pessoa definitivamente da zona de conforto.

As pessoas devem estar a par das regras do jogo, cientes de que, se tiverem dois ou três anos de performance baixa, logo vão deixar a casa. Dado o feedback, se não há melhoria, faz-se o desligamento.

Para um desfecho digno, conceda um prêmio pelo tempo de casa a quem, efetivamente, dedicou tantos anos ao sucesso da empresa. Nesses casos, convém buscar uma solução diferenciada, que abranja até a recolocação. Trabalhar com ele no período de transição para que procure outro emprego enquanto estiver atuando é fantástico. Naturalmente, sua empregabilidade lá fora será maior.

Em todos os casos, recomenda-se uma alternativa negociada entre as partes de forma transparente e estratégica. Se a pessoa for pega de surpresa, não tem o que fazer para resolver a animosidade, a mágoa na relação e o remorso do empresário que acaba desligando aquele funcionário que já desempenhou um papel de ponta.

Vale reiterar: a preocupação na hora de mandar embora deve se converter no cuidado em manter a pessoa produtiva e com alto nível de empregabilidade, para que a saída seja menos traumática. Agora, o que você não pode é perpetuar uma relação desgastada. Se o processo for conduzido de maneira adequada, a despedida pode ser até motivo de festa, com bolo e tudo.

 

04abr 

Rôgga Empreendimentos realiza 1ª Caminhada da Saúde Rôgga

Ação é alusiva ao Dia Mundial da Saúde, comemorado no dia 7/4

A Rôgga Empreendimentos, construtora com sede em Joinville (SC), realiza a primeira Caminhada da Saúde Rôgga, com o propósito de motivar as boas práticas da atividade física. A caminhada acontece no próprio dia 7, próximo sábado, na subida do Mirante de Joinville, ponto turístico localizado no alto do Morro da Boa Vista, na região central de Joinville (SC). A concentração começa a partir das 8h, com início da caminhada às 8h30. A entrada é gratuita.

A ação, comemorativa ao Dia Mundial da Saúde (7/4), é voltada aos funcionários, amigos, familiares e comunidade em geral. A ideia surgiu dentro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) da empresa, tendo em vista que o incentivo à manutenção da saúde está dentro da cultura difundida pela construtora.

Dentro desta ideia, todos os dias da semana, a Rôgga oferece, aos funcionários, frutas para uma alimentação balanceada no período matutino e vespertino. Há mais de cinco anos, a empresa também apoia a equipe de atletismo de Joinville (Rôgga/Corville/Sesporte), patrocinando individualmente Ana Lays Bayer, Samara Furtado e Tamiris de Liz, jovens esportistas de destaque na cidade. Atletas que compõem o grupo estarão presentes na caminhada, oferecendo dicas para aquecimento e alongamento para a subida ao Mirante.

 

O quê: 1ª Caminhada da Saúde Rôgga

Onde: Subida do Mirante de Joinville

Quando: 7 de abril

Início da concentração: 8h

Início da caminhada: 8h30

Quanto: gratuito

Mais informações: 99962-3169