Informação é coisa séria!

A importância de mapear stakeholders na comunicação

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Para quem não conhece, o portal “Comunique-se” possui uma plataforma de cursos online muito interessante. Na última sexta-feira participei pela primeira vez, cursando a oficina “Mapeamento de Stakeholders – como identificar e elaborar projetos de comunicação”. A experiência foi muito enriquecedora e rendeu algumas conclusões que descrevo brevemente aqui. Abaixo também deixei um modelo de roteiro para mapeamento de stakeholders, sugerido pela professora Neuza Serra, responsável pelo curso. Por Letícia Caroline.

Você já ouviu falar em stakeholders? O conceito, muito utilizado em administração e gestão estratégica, se refere aos variados públicos que uma empresa se relaciona. Atualmente, a comunicação vem adotando o conceito para substituir a ideia de público-alvo. Mais abrangente , a ideia de stakeholder auxilia nos processos comunicacionais.

Funcionários, clientes, fornecedores, governo, entidades fiscalizadoras, imprensa, são alguns exemplos de stakeholders. O ideal é fazer um mapeamento desses agentes, identificando suas características e monitorando continuamente seus comportamentos. Um stakeholder pode mudar de característica e comportamento de acordo com a situação apresentada. Esse mapeamento vai gerar uma matriz de ações que, por sua vez, dará origem a uma política de relacionamento.

Abaixo segue um roteiro para basear o mapeamento de stakeholders

1. Quem são os stakeholders no projeto?

2. Qual é o direito, alegação ou interesse que eles têm no projeto?

3. Quais são as oportunidades e desafios que os stakeholders apresentam à equipe do projeto?

4. Quais as obrigações ou responsabilidades a equipe do projeto tem para com os stakeholders?

5. Quais os pontos fortes, as fraquezas e as possíveis estratégias que os stakeholders podem usar para atingir seus objetivos?

6. Quais os recursos disponíveis aos acionistas para que eles implementem as suas estratégias?

7. Será que quaisquer desses fatores fornecem aos stakeholders uma posição favorável em relação ao efeito desses sobre o futuro do projeto?

8. Quais estratégias devem ser desenvolvidas e empregadas pela equipe do projeto para lidar com as oportunidades e desafios apresentados pelos acionistas?

9. Como a equipe do projeto fica sabendo se está gerenciando bem ou não os stakeholders do projeto?

Para conferir a agenda de cursos: http://www.escoladecomunicacao.com.br/

Programação cultural para dezembro

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A Fundação Cultural de Joinville divulgou hoje o calendário das atividades para dezembro. Teatro, música e exposições estarão à disposição do público. Confira! (clique na figura e em seguida em “Full Size” para visualizar a imagem no tamanho original)

Jovens reflexões

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(Depois de uma visita ao Lar Bethesda, a jovem Ana Carolina Diefenthaeler escreveu as reflexões que seguem. E os orgulhosos avós reproduzem o texto sem esconder a corujice!)

Memória do passado, lembrança do presente

Uma vida vivida, aproveitada. Lida e relida. Uma experiência atrás da outra. Um amor passou, outro ficou. Uma história escrita. Páginas de amor, ilusão, mentira, omissão. Ódio e raiva, despercebidos com o poder da ironia. Risadas alheias, sou um idoso apaixonado pela vida. Conto minhas próprias risadas a mim mesmo. Confusão na cabeça de um velho, amigo! Algumas vezes, lembro-me dos sentimentos que vivi à flor da pele. Quando mais novo, radicalmente vivi o amor. Quando mais velho, a saudade. Hoje, vivo a memória. Memória do passado, lembrança do presente. O que restará ao futuro? História.

Gosto das histórias, posso recontá-las e criá-las. Posso modificá-las, afinal, não são fatos. Posso revivê-las também. Quem disse que tudo passa? Quando encontro alguém, converso, convivo. Simpatia? talvez. Minha vida pode acabar, pois é essa nossa certeza. Não enlouqueça com essa nossa certeza. Aproveite, coragem não se esqueça. Relatos sobre a minha vida estarão disponíveis em algum lugar. E essa carta, que aqui deixei, só me leva a um lugar. Adeus, não sei onde fui parar…

Concertos Matinais no bairro Aventureiro neste domingo (13/11)

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*Informação recebida da assessoria de imprensa da Fundação Cultural de Joinville

A comunidade do bairro Aventureiro recebe neste domingo (13/11) a apresentação do projeto Concertos Matinais. O Quarteto Sambaqui faz uma viagem no tempo leva o público aos salões da Belle Époque catarinense, por meio das composições do início do século XX. A apresentação será realizada às 9h30 na Associação de Moradores do Conjunto Castelo Branco.

No repertório de apresentação, composições de Marcos Malewschick, Rodolfo Kohlbach, João Graxa, Paulino Martins, José Brasilício de Souza, Pepi Prantl, José Itiberê de Lima, Anita Kohlbach e Jacson Araújo. As composições originais para piano solo, recebem arranjos para o quarteto realizados pelos próprios integrantes. Os violonistas que integram o grupo são professores da Escola de Música Villa-Lobos (EMVL) da Casa da Cultura: Claudenor Fávero, Aldo Gums, Jair Correia e o violonista e produtor cultural Raimundo Jose Bernardes.

O projeto “Concertos Matinais” é uma realização da Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e Prefeitura. Essa edição conta com o apoio da Associação de Moradores do Conjunto Castelo Branco e Simdec. Apresentação aberta a comunidade e gratuita.

Programa:

- Na pousada do rio quente – Marcos Malewschick (São Bento do Sul)
- Galope – Rodolfo Kohlbach (Joinville)
- O som do bosque – João Graxa (Joinville)
- Ida – João Graxa (Joinville)
- Chamarrita – Paulino Martins (Joinville)
- Rosalina quer casar – José Brasilício de Souza (Florianópolis)
- Minueto – Pepi Prantl (Joinville)
- Abendsonne – Pepi Prantl (Joinville)
- Tenha fé – José Itiberê de Lima (Florianópolis)
- Parada de mosquitos – Anita Kohlbach (Joinville)
- Obrigado mestre – Jacson Araújo (Joinville)

Serviço

O quê: Concertos Matinais com Quarteto Sambaqui
Quando: domingo (13/11) às 09h30
Onde: Associação de M. do Conj. Castelo Branco
Rua Alvino Boldt, 245 – Aventureiro
Gratuito
Informações: (47) 3433.2190 com Rodrigo

Jornalista de assessoria não é “de segunda”, reclama associação

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*Conteúdo publicado no site Comunique-se (www.comuniquese.com.br).

Texto de Anderson Scardoelli

A Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (Arfoc-RJ) afirma não responder apenas pelos interesses das pessoas que controlam as câmeras e as máquinas fotográficas de uma matéria. A instituição defende que o assessor de imprensa não pode ser considerado “jornalista de segunda classe”, merecendo ter a mesma base salarial do funcionário de redação. Atualmente, isto não ocorre na capital fluminense.

Na cidade do Rio de Janeiro, os jornalistas de redação têm como parâmetro o chamado Salário Mínimo Profissional – R$ 4.359 para 5 horas de trabalho e R$ 6.975 para sete horas. Para os jornalistas que atuam no setor de comunicação corporativa existe o piso, atualmente de R$ 2.469; além do piso diferencial de R$ 1.200, válido para quem se formou no decorrer dos últimos três anos.

A composição dos salários nas assessorias e demais empresas de comunicação corporativa do município provoca a indignação do presidente da Arfoc, Alberto Elias Guimarães Jacob. “É um absurdo o que estão fazendo. Você desmerece todos os profissionais que trabalham nas agências de mídia corporativa. Esse ‘subpiso’, por exemplo, só desmerece quem fez faculdade, pois quem não é formado, não entra nessa cota e ganha o piso logo de início”.

Risco de falência
Contrapondo-se a ideia de ser absurda a situação dos assessores de imprensa carioca, a presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ), Suzana Tavares Blass, afirma que o ideal seria que todos os jornalistas, corporativos ou de redação, ganhassem melhor. Porém, ela avalia que, na prática, elevar o piso do assessor para o valor proposto pela Arfoc pode ter efeito negativo: fechamento de empresas da área. “Muitas devem quebrar. Seria péssimo”, salienta.

Jacob, entretanto, enfatiza que a intenção da entidade que comanda é valorizar o trabalho de quem está inserido no mercado corporativo carioca. Apesar da proposta de aumento ser de quase R$ 2.500, ele declara que as empresas de assessoria e comunicação interna não vão sofrer problemas, por terem, segundo analisa, o apoio de grandes instituições.

Suzana também afirma que a intenção do sindicato é valorizar os assessores de imprensa, tanto que pretende extinguir o salário diferencial para os formados entre os últimos três anos. A situação atual é alvo das criticas de Jacob, que também é secretário-geral do SJPMRJ. “Desde a última reunião a gente queria acabar com o salário diferencial para os jovens profissionais. Até porque acreditamos que com a existência dele, muitas empresas dispensam os jornalistas quando completam três anos”, comenta a dirigente.

Responsável pelo sindicato dos jornalistas da capital fluminense, Suzana opina que o presidente da Arfoc procura apenas melhor a situação dos repórteres fotográficos, que serão melhores remunerados pelos freelas que prestam para as assessorias. Jacob não nega essa intenção. “A mídia corporativa é o filé mignon para a nossa classe. Espero que eles tenham sucesso e cresçam ainda mais”, conta o jornalista.

Assembleia
No dia 19 de novembro, (sábado), será realizada a Assembleia de Assessores de Imprensa, na sede do SJPMRJ. A intenção, tanto para Jacob quanto para Suzana, será discutir e resolver melhorias salariais para os profissionais da área.

Comunicação empresarial não é coisa só de gente grande

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Artigo publicado em 19/10/2011 no portal Noticenter

Por Marília Cardoso – Jornalista, especialista em Comunicação Empresarial

Um dos maiores equívocos cometidos pelos pequenos e médios empresários é o de achar que comunicação é algo apenas para grandes empresas. Ledo engano. Ter uma sólida estrutura de comunicação empresarial é algo tão vital quanto a qualidade dos produtos ou serviços que a empresa oferece.

São muitos os motivos pelos quais a comunicação tem se tornado tão estratégica e fundamental para as empresas. Talvez os mais significantes sejam a revolução causada pelos avanços em tecnologia e em telecomunicações.

Primeiramente, a disseminação da tecnologia tem feito com que produtos e serviços tenham se tornado praticamente commodities. Ter maquinários de última geração capazes de criar produtos inovadores e que não sejam facilmente copiáveis deixou de ser uma exclusividade das grandes corporações. Eis uma das vertentes da globalização.

Paralelamente, as transformações originadas pela internet fizeram com que o poder mudasse de lado. Se antes estava com as empresas, agora está com o consumidor, que em questão de alguns cliques consegue compartilhar suas experiências positivas ou negativas com as marcas para milhões de usuários da rede em todas as partes do mundo.

Então, como sobreviver neste cenário? Investindo em comunicação empresarial! Não há outra saída. As chamadas empresas low profile – ou adeptas da política do “nada a declarar” –, se ainda não morreram, devem estar agonizando. Na era da informação não haverá espaços para quem não estiver disposto a ser comunicar (e muito bem).

Assim, jornalistas, relações públicas e demais profissionais de comunicação estão cativando uma cadeira ao lado dos CEOs, ajudando-os a enxergar e agir neste novo contexto, onde o que vale não é a qualidade ou o preço, e sim a credibilidade conquistada por meio de um relacionamento sólido e transparente.

Cabe a estes profissionais desenvolver um complexo conjunto de ações e processos capazes de reforçar a imagem de uma empresa ou entidade diante de seus públicos, indo de colaboradores a clientes, passando por fornecedores, representantes comerciais, imprensa, associações, ONGs, formadores de opinião, órgãos governamentais, universidades, acionistas.

Por tratar-se de tantos e tão diversos públicos, a comunicação empresarial vai se desdobrando em “sub” áreas, a fim de se focar estrategicamente nas melhores práticas para o diálogo com cada um dos interlocutores de uma organização. A importância dada a cada público depende do ponto de vista de cada uma.

Independentemente do tamanho da empresa, o primordial é cuidar do público interno. Se os colaboradores da companhia não se sentem motivados e valorizados, certamente apresentarão pouco rendimento e estarão atentos às oportunidades que surgirem no mercado. Para garantir um clima organizacional favorável, a comunicação interna ou o endomarketing assumem características fundamentais.

Também não se pode esquecer a importância de um projeto de branding. Toda empresa deve ter um nome, logomarca, materiais institucionais, catálogos de produtos ou serviços e, logicamente, um bom site, que deve ser de fácil navegação, bonito e informativo.

Com a “casa” em ordem é hora de começar a se posicionar perante os meios de comunicação em massa – seja para lançar campanhas publicitárias ou fornecer conteúdos relevantes para o editorial dos veículos por meio de uma boa assessoria de imprensa. Mesmo com linguagens e estratégias bastante diferentes, ambas terão como missão central o aumento da visibilidade da marca.

Dados estes três importantes passos, cabe a cada empresa definir que caminho seguir. As ferramentas são muitas e variadas, cabe apenas saber onde se quer chegar – pois para quem não sabe isso exatamente, qualquer lugar serve. E lembre-se sempre que esta é uma estrada sem volta. Percorrê-la é essencial para o bom desempenho de sua empresa. Boa caminhada!

Programação cultural para o final de semana

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*Informação recebida da assessoria de imprensa FCJ

3ª Conferência Municipal de Cultura de Joinville – CMC-Jlle

Joinville, a maior cidade de Santa Catarina, realiza neste ano a terceira edição da Conferência Municipal de Cultura. O fórum participativo ocorre nos dias 14, 15 e 16 de outubro no Centreventos Cau Hansen. A noite de abertura será marcada pela assinatura da adesão do município de Joinville ao Sistema Nacional de Cultura (SNC) e seguida pela palestra sobre o SNC com João Roberto Peixe, Secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura.
Nesta edição da CMC-Jlle, os participantes irão contribuir  com a definição de estratégias para execução das propostas do Plano Municipal de Cultura de Joinville (PMC-Jlle), que tem validade de 10 anos. Na semana passada, a minuta com as propostas gerais foi disponibilizada para apreciação pública. As propostas setoriais foram revisadas e aprovadas nas Pré-Conferências Setoriais de Cultura, realizadas nos meses de agosto e setembro com a participação da sociedade civil e governamental.
Na 3ª Conferência Municipal de Cultura de Joinville as propostas serão divididas em eixos temáticos desenvolvidos em torno do tema “Democratização das Políticas Culturais e o Exercício da Cidadania”. No sábado (15) a programação apresenta a palestra “Políticas Públicas para Economia da Cultura no Brasil”, ministrada por Luciana Guilherme, Diretora de Empreendedorismo, Gestão e Inovação da Secretaria de Economia Criativa – MinC. Inscrições e programação completa no blog conferenciadeculturadejoinville.blogspot.com.

Serviço
O quê: 3ª Conferência Municipal de Cultura de Joinville
Quando: dias 14, 15 e 16 de outubro
Onde: Centreventos Cau Hansen
Av. José Vieira, 315 – América
Quanto: Gratuito
Inscrições: conferenciadeculturadejoinville.blogspot.com
Informações: (47) 3433.2190 na FCJ

Ciclos de Cinema

O “Ciclos de Cinema” desta semana (14 e 15/10) apresenta uma seleção de filmes sobre o tema “Prisão e prisioneiros”. As sessões ocorrem às 19h15 no auditório do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville. A entrada é aberta ao público e gratuito.

Confira os filmes em cartaz:
14/10, sexta-feira – O expresso da meia-noite (Midnight express)

Alan Parker. EUA, 1978. Cores, 121 min. Com Brad Davis, John Hurt, Randy Quaid, Irene Miracle, Bo Hopkins, Mike Kellin, Paul Smith.
Brad Davis e John Hurt estrelam neste tocante filme baseado na experiência real de um jovem americano que vive o mais terrível pesadelo numa prisão turca e de sua inesquecível jornada para a liberdade. Preso quando tentava sair com haxixe de Istambul, o estudante americano Billy Hayes (Davis) é atirado na mais assustadora prisão da cidade. Após sofrer por quatro anos com sádicas torturas em condições sub-humanas, Billy está prestes a ser solto quando seu perdão é negado. Apenas a coragem interior e o apoio de um prisioneiro amigo (Hurt) dão-lhe forças para pegar o expresso da meia-noite e fugir do inferno.

15/10, sábado – Um sonho de liberdade (The Shawshank redemption)

Frank Darabont. EUA, 1994. Cores, 142 min. Com Tim Robbins, Morgan Freeman, Bob Gunton, William Sadler, Clancy Brown, Gil Bellows, James Whitmore, Mark Rolston, Jeffrey DeMunn, Larry Brandenburg.
Poucos filmes capturam o triunfo do espírito humano tão memoravelmente como “Um sonho de liberdade”. Morgan Freeman e Tim Robbins estrelam neste poderoso filme, nominado em sete categorias do Oscar (incluindo a de melhor filme). Baseado em livro de de Stephen King, Freeman vive “Red” Reeding, um condenado à prisão perpétua que conhece bem as regras de Shawnshank, uma prisão estadual no Maine. Robbins é o recém-chegado Andy Dufresne, um banqueiro quieto injustamente condenado por assassinato. O espírito indomável de Andy ganha a amizade de Red; sua habilidade em solucionar problemas no dia-a-dia da prisão traz novas esperanças e mudanças à vida dos prisioneiros. Andy é cheio de surpresas – e ele reserva a melhor delas para o final.

Serviço
O quê: Ciclos de Cinema “Prisões e prisioneiros”
Quando: sexta-feira (14) e sábado (15/10) às 19h15
Onde: Auditório do Museu Arqueológico de Sambaqui
Rua Dona Francisca, 600 – Saguaçu
Quanto: Gratuito
Informações: (47) 3433.2190 na FCJ

Concertos Matinais na Sociedade Lírica

Os Corais Infantis da cidade participam dos Concertos Matinais deste domingo (16/10) na Sociedade Cultural Lírica. A apresentação ocorre às 10h30. O evento será aberto ao público e gratuito. O projeto “Concertos Matinais” é uma realização da Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e Prefeitura. Essa edição conta com o apoio da Sociedade Cultural Lírica.

Serviço
O quê: Concertos Matinais com Corais Infantis
Quando: domingo (16/10) às 10h30
Onde: Sociedade Cultural Lírica
Rua Max Colin, 1483 – América
Quanto: Gratuito
Informações: (47) 3433.2190 com Rodrigo

3ª Fanfarrão – Festival de Bandas e Fanfarras

Neste domingo (16/10) o SESC Joinville recebe o 3º Fanfarrão – Festival de Bandas e Fanfarras. A programação inicia às 14 horas com a apresentação das bandas e fanfarras. O objetivo do evento é criar um espaço de integração e troca de experiências das fanfarras da cidade e desenvolver o interesse de jovens e crianças pela música. Evento aberto a comunidade e gratuito. O 3º Fanfarrão é um projeto aprovado no Edital 2011 do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec), da Fundação Cultural de Joinville (FCJ).

Programação:
13h – Concentração das Bandas e Fanfarras;
14h – Abertura do Evento com entrada das bandeiras ou estandartes das escolas ou corporação musical;
14h15 – Execução do Hino Nacional (Banda Musical do 62ºBI;
14h30 – Apresentação das Bandas e Fanfarras;
18h – Entrega dos troféus de participação (Banda dos CBVJ);
18h30 – Confraternização com Bandas Escolares Locais;
20h – Encerramento do Evento.

Serviço
O quê: 3º Fanfarrão – Festival de Bandas e Fanfarras
Quando: domingo (16/10) a partir das 14h
Onde:Ginásio Poliesportivo SESC-SC
Rua Itaiópolis, 470, América – Joinville SC
Informações: EEB Arnaldo Moreira Douat
Fone: (47) 3435-1802  | (47) 9911 4855 com Professore Alexandre
Quanto: Gratuito

Teatro no Costa e Silva

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Na sexta-feira, 14 de outubro, o Centro Comunitário do Costa e Silva apresenta a peça teatral “Baião de 2″. O espetáculo ocorre a partir das 20h30. O ingresso custa R$ 5. No sábado, 15 de outubro, o Grupo de Teatro Panacéia ainda realiza um workshop, das 8 ao meio-dia, com inscrições no valor de R$ 20.

Mais informações: 3418-0293, com Gabriela, ou pelo e-mail samira.sinara@hotmail.com

Duque se diversifica e entra em reposição para motos

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Cliente novo aqui da casa, a Metalúrgica Duque, de Joinville, participa do Salão Duas Rodas, maior feira brasileira do setor de motocicletas, bicicletas, equipamentos e acessórios. Lá, a empresa anuncia o ingresso no mercado de motopeças, com o lançamento de kits de transmissão. Estivemos na feira, mantendo contatos com jornalistas e distribuindo material de divulgação – foram exatos 100 kits com informações e imagens sobre a companhia. Uns dias antes, intermediamos sugestão de pauta ao jornal Valor Econômico, sobre a estratégia da Duque. Abaixo, a reportagem publicada segunda-feira, 3, assinada pela correspondente do Valor em SC, Júlia Pithan.

Fabricante de peças para bicicletas há mais de 50 anos, a Metalúrgica Duque vai expandir a atuação no setor de duas rodas com a entrada no segmento de peças de reposição para motocicletas. A partir de novembro, a empresa vai colocar no mercado nacional 20 tipos de kits de transmissão – composto por coroa, pinhão e corrente – que cobrem 95% dos modelos de motos comercializados.

As peças serão importadas de fornecedores na China. Para se adaptar à disputa pelo consumidor na prateleira, a Duque investiu na atualização do design da marca, que há mais de 30 anos não passava por revisão, assim como na construção de um centro de distribuição na unidade de Joinville. A empresa não revelou o investimento feito.

De acordo com Alex Marson, gerente de inovação e desenvolvimento de negócios da Duque, a expectativa da empresa é dobrar a participação do segmento de duas rodas – que atende bicicletas e motocicletas – até 2012 no faturamento da empresa. Hoje, mais de 50% das vendas da fabricante estão concentradas no mercado de linha branca. A metalúrgicas atua nesse segmento desde 1966 e fornece, principalmente, grades para fornos e geladeira e trempes para fogão. Em 2010, a Duque obteve uma receita operacional bruta de R$ 128,3 milhões.

A empresa também atua no setor automotivo desde 2002. Segundo Marson, este segmento foi o que mais cresceu no último ano em relação às outras duas divisões de negócio. A Duque fabrica peças para o encosto de cabeça dos bancos e trabalha para estender a linha nesse segmento.

Com a entrada no mercado de motocicletas, a Duque quer atingir um setor que cresceu 18% no primeiro semestre do ano em comparação com 2010, segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). “A frota brasileira chega a cerca de 17 milhões de moto e há um índice de reposição de 0,9 peças de transmissão por ano”.

A entrada da empresa em um mercado em expansão compensaria a estagnação do setor de bicicletas. De acordo com levantamento da Abraciclo, a expectativa é que o segmento tenha uma retração de 5% em 2011.

Segundo Marson, é difícil mensurar exatamente o comportamento do setor de bicicletas porque há muita informalidade e as vendas não são medidas com um mecanismo tão confiável como o emplacamento no caso dos automóveis e motos. Para ele, o mercado está estável na última década.

A Duque detém cerca de 75% do mercado nacional de pedivelas, de acordo com Marson. A empresa também fabrica conjuntos de engrenagens simples e triplas para bicicletas sem marchas ou com câmbio de várias marchas.

Depois de acumular prejuízo em 2009, a Duque passa por uma reestruturação e busca por novos mercados. Marson chegou à companhia em outubro do ano passado para auxiliar nesse processo de reestruturação. A presidência permanece nas mãos de Mario Hagemann, filho do fundador, Engelberto Otto Hagemann, e a família detém o controle acionário da companhia.

No primeiro semestre deste ano, a Duque apresentou uma receita de R$ 69,153 milhões, crescimento de 8,6% sobre o mesmo período do ano passado. O lucro do período também teve incremento: de R$ 507 mil passou a R$ 2,063 milhões no primeiro semestre deste ano.

Campeã do ranking Você S/A, Volvo destaca comunicação como um fator de sucesso

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[Investimento firme e sistemático em comunicação garante resultados de toda a ordem para as empresas, com impacto considerável na qualidade da gestão. Vale observar relato publicado pelo Comunique-se sobre como esse tipo de investimento contribuiu para que a Volvo fosse alçada ao topo no ranking da Você S.A., das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.]

Pioneirismo e agilidade. Esses são pontos essenciais na comunicação da Volvo, que ajudaram a empresa a ficar no topo do ranking Você S/A – Exame 2011, como a melhor empresa para trabalhar no Brasil. O prêmio reconhece 150 companhias, com base nas respostas dos funcionários, que avaliam o clima organizacional, gestão e carreira de suas empregadoras.

Com seis veículos de comunicação interna, a Volvo diz ter sido uma das primeiras empresas do País a ter uma revista interna, a O Viking, criada em 1978. O nome Viking é inspirado no país de origem da empresa e nos ‘desbravadores’ da companhia no Brasil.

“Quando ainda nem se falava em comunicação no Brasil, a Volvo já tinha uma revista interna. Hoje essa revista é bimestral e cada veículo tem o seu papel aqui, mas acredito que essa revista ainda seja a mais influente entre os funcionários”, explica Marco Greiffo, responsável pela comunicação corporativa da Volvo.

De 1978 para cá, muita coisa mudou e os desafios da comunicação também. Para Greiffo, o estilo da notícia mudou e os colaboradores exigem informação rápida, de acordo com sua rotina. “Nosso desafio é aprofundar a estratégia para esse público que tem cada vez menos tempo, com uma interação cada vez mais rápida. Antigamente a gente fazia um vídeo de 10 minutos, agora a gente faz de 3 minutos, se não a pessoa sai da sala”, conta.

Além da revista, a companhia conta com murais, intranet, webtv, boletins especiais e a revista Viking Família, que é enviada para a casa dos funcionários. Para produzir esse material, a multinacional conta com oito pessoas na estratégia de comunicação, além de agências que colaboram com o conteúdo.

Apesar do público exigente descrito por Greiffo, com 210 executivos, o analista de comunicação acredita que equipe está cumprindo bem sua missão. “O prêmio (melhores empresas) é a prova de que os colaboradores estão motivados e entendendo bem os objetivos da empresa”, conclui.

Mercado de Comunicação

Mercado de Comunicação
Rua Uruguai, 253 - Floresta
Joinville / SC - CEP 89210-070
Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798