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17nov 

Como a fluência do inglês pode impactar nos negócios?**

No Brasil, a língua inglesa ainda é pouco difundida: segundo uma pesquisa realizada pela British Council, apenas 5% dos brasileiros falam o idioma, e menos de 3% têm fluência no mesmo. Outro estudo, realizado pela Education First Corporate Language Learning Solutions, mostra que 75% das empresas brasileiras consideram o uso de inglês muito útil no dia a dia, porém, esta é a mesma porcentagem de empresários que perdem oportunidades de negócios devido à falta de comunicação e dificuldades em expressões específicas do mundo corporativo.

O domínio do inglês é ausente nas diversas camadas da hierarquia, não apenas nas mais baixas. Uma pesquisa realizada com 100 diretores de Recursos Humanos no país mostra que, entre eles, 20% dos entrevistados dizem ter nível avançado, 45% nível intermediário e 35% dos entrevistados têm nível básico ou nenhum conhecimento, mesmo 80% afirmando que a fluência do idioma é importante para os negócios.

Se mesmo entre os diretores das empresas o nível de fluência em inglês é baixo, como motivar o estudo da segunda língua? Dados que mostram quanto o país deixou de faturar pela ineficiência na comunicação podem ser alarmantes: em 2016, estima-se que foram U$22,5 bilhões. Um exemplo claro de como a comunicação precária pode arruinar os negócios é o da empresa japonesa Sharp. Em um anúncio sobre o faturamento do semestre, a empresa divulgou estar com “sérias dúvidas” sobre seu futuro, o que fez com que as ações tivessem uma redução de 10%. Porém, a incerteza nas finanças da companhia era apenas um erro de tradução. Mesmo com as ações voltando a subir, o estrago já estava feito.

Nas empresas, algumas ações que podem ser feitas para aumentar a fluência de outro idioma são, por exemplo, o reembolso total ou parcial dos gastos com estudo de inglês, ofertas de bolsas de estudos, minicursos e workshops dentro das empresas para os colaboradores, maiores bonificações para empregados com domínio da língua, etc. Estas ações beneficiam ambos os lados: os funcionários, com o crescimento profissional, e as companhias, com uma maior rede de negócios.

 

17nov 

Rôgga lança última fase de vendas do Caroli Easy Club

Em outubro, a construtora lança a terceira fase de vendas do residencial Caroli Easy Club, localizado em região nobre do bairro Anita Garibaldi. O Caroli dispõe de 300 apartamentos, distribuídos em três torres, que são comercializados com preços a partir de R$ 175 mil. Nas primeiras fases de vendas, em que disponibilizou 200 apartamentos para comercialização, a construtora alcançou 80% das vendas em um ano. Com um Valor Geral de Vendas (VGV) de lançamento de aproximadamente R$ 53 milhões, o empreendimento tem previsão de entrega para 2019.

O empreendimento é da linha Easy Club, que alia conforto, praticidade, segurança e várias opções de lazer de forma integrada – piscina adulto e infantil, deck, espaço zen, redário, espaço pet, dois salões de festas, um quiosque com churrasqueira e espaço playground. O residencial tem quatro opções de planta, com apartamentos amplos, de até 64 m², que contam com dois dormitórios e a maior sacada da categoria, com gradil e churrasqueira a carvão. Os apartamentos têm esquadrias de alumínio, revestimento cerâmico de qualidade classe A, massa corrida e louças inclusas.

O condomínio é fechado, disponibiliza estrutura para guarita 24h, e tem dois elevadores por torre e garagem coberta. “O Easy Club deixa tudo mais fácil para quem quer iniciar sua aquisição do primeiro imóvel, aproveitando os melhores momentos da vida”, destaca Aline Ev, diretora comercial da Rôgga.O empreendimento tem ventilação e iluminação natural em todos os ambientes e por sensores nas áreas comuns – estas são arborizadas, com paisagismo assinado por Jordi Castan, profissional com vasta experiência no Brasil e exterior.

A construção do Caroli Easy Club ainda se difere na agilidade construtiva e sustentável, com o sistema Rôgga Edifícios Sustentáveis (RES). “O objetivo é desenvolver empreendimentos projetados com soluções de sustentabilidade, que geram mais qualidade, mais competitividade e maior eficiência ambiental. O sistema RES resulta em até 80% de diminuição dos resíduos gerados durante a construção dos empreendimentos, entre outros benefícios”, informa Vilson Buss, presidente da construtora. O residencial também dispõe de tecnologia para reaproveitamento da água da chuva.

O decorado do Caroli está disponível para visitação no estacionamento do supermercado BIG da Beira-Rio (Rua Orestes Guimarães, 720, bairro América).

09nov 

O mandarim como diferenciação no mercado de trabalho

*Por Luiza Meneghim, diretora geral da My Target Idiomas  (www.mytargetidiomas.com.br)

 

Mandarim é a língua mais falada do mundo: mais de 1,3 bilhão de pessoas no mundo usam o idioma para se comunicar. Seu domínio abre muitas oportunidades de aprendizado, interação e descobertas. É, sem dúvida, um prato cheio para quem deseja construir a carreira de forma inovadora e diferenciada. China, Taiwan, Hong Kong, Macau e Singapura são os países que, atualmente, têm o mandarim como idioma oficial.

É uma carta na manga para os que visam construir carreira em multinacionais e grandes corporações que fazem negócios com a China, a segunda maior economia do mundo graças ao crescimento absoluto nos últimos 25 anos. O país tem crescido de forma surpreendente, ampliando seus negócios e expandindo seus mercados – a meta, para 2017, é o crescer 6,5%. Falar o idioma mostrará às empresas que possuem relações comerciais com os chineses que se está um passo à frente, atento à movimentação da economia mundial e às necessidades das grandes corporações. Oferecer o que as empresas procuram e poucos possuem aumenta consideravelmente o valor do profissional e seu posicionamento no mercado de trabalho.

Conhecer esse idioma proporciona ainda a aproximação, de maneira intensa, com as tradições e costumes da China. Além disso, o processo de aprendizado ajuda a exercitar o cérebro: é uma língua complexa – existem mais de 60 mil símbolos (ideogramas), e, desses, cerca de 10 mil são utilizados atualmente – que requer foco, dedicação e boa memória. É um treinamento intenso para exercitar a disciplina, organização e cumprimento de metas, o que também auxilia no crescimento do profissional.

Recomenda-se o mandarim para aos que pensam a longo prazo, observam a movimentação ao redor, tem ambição e querem seguir rotas alternativas; aos que pensam fora da caixa e sabem que diferenciar-se dos demais aumenta as oportunidades; aos que acham que aprender os idiomas mais recomendados e disponibilizados no mercado não são opções atrativas; e aos que buscam um novo desafio, um hobbie, uma nova experiência de vida.

 

 

09nov 

O idioma do conhecimento

*Bruno Herzog, coordenador pedagógico da MY Target Idiomas

 

Non, merci. Oui, s´il vous plait!. Se você só sabe essas pequenas expressões em francês, já está passando da hora de pensar em aprender o idioma – que é o segundo mais ensinado do mundo, perdendo apenas para o inglês. Língua oficial em todas as agências das Nações Unidas e em um número muito grande de organizações internacionais, o idioma é falado em 56 países – e em 30, é a língua oficial.

Ao todo, 500 milhões de pessoas ao redor do mundo falam francês, se incluirmos as que o têm como segundo idioma. E, se formos refletir em termos de formação profissional, é importante citar uma pesquisa recente feita pela Catho em sua base de anúncios de empregos: depois do inglês e do espanhol, o francês é a língua mais pedida pelos empregadores.

Mas, se no aspecto formal da empregabilidade, o idioma tem caráter decisivo, no mundo acadêmico esta realidade é ainda mais relevante. Afinal, não é preciso parar para pensar muito para listar alguns dos pensadores mais importantes da humanidade como René Descartes, os iluministas Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Diderot, ou mesmo o sempre atual Jean-Paul Sartre e sua amada Simone de Beauvoir, filósofa existencialista e talvez a maior inspiração do feminismo moderno. O francês é, para muitos, o idioma do conhecimento.

E isso pode fazer uma diferença enorme, na formação, seja intelectual ou técnica. Além de filosofia, o francês é a língua nativa de muitos importantes autores nas áreas das engenharias, seja a da construção, a automobilística, do petróleo e gás. É, portanto, de grande relevância saber francês, se você quiser trabalhar em uma multinacional, se quiser ser diplomata ou se voluntariar a projetos como a Cruz Vermelha Internacional e Médicos sem Fronteira.

Em nossa experiência diária, na escola, vemos pessoas de todas as idades querendo aprender francês. Os mais jovens, claro, interessados em melhorar sua performance profissional, seu potencial competitivo, os mais maduros, muitas vezes, projetam mudança de país – e o Canadá tem sido um dos mais procurados. E há também aqueles que querem aprender francês para viajar bastante. Porque poder ver além de nós, é pressuposto básico de crescimento. Pessoal e profissional.

07nov 

Ciser é campeã do Prêmio Stemmer de inovação

Líder na fabricação de parafusos e porcas na América Latina, a Ciser conquistou o terceiro reconhecimento à sua política de inovação no período de um mês. Depois de ser premiada como uma das 50 companhias mais inovadoras do Sul do país, pela Revista Amanhã, e figurar entre as três empresas contempladas pelo Prêmio de Inovação de Joinville, a indústria recebeu, em Florianópolis, o troféu de campeã na categoria Empresa Inovadora de Médio ou Grande Porte do Prêmio Stemmer Inovação Catarinense, oferecido pelo governo estadual por meio da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina).

O projeto vencedor foi o NanoTec® , um selante de base nanotecnologica que apresenta alta versatilidade para aplicação em superfícies metálicas, aumentando em até 20 vezes a resistência à corrosão sem interferência no aumento de espessura da camada, que em algumas aplicações poderia gerar problemas de montabilidade do produto final. As outras finalistas da categoria foram a Bry Tecnologia e a Embraco.

O troféu foi entregue pelo ministro de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação, Gilberto Kassab.

“No nosso mercado existem vários tratamentos de superfície para prevenir a corrosão, muitos deles utilizados há quase 100 anos. São raríssimas as inovações. Por isso, nos propusemos a trazer uma nova tecnologia, diferente de tudo o que existia até então, e esse novo reconhecimento por parte da FAPESC mostra que estamos no caminho certo e nos estimula a manter o trabalho voltado à inovação, que é um dos pilares do nosso planejamento estratégico e possibilita nos manter competitivos frente a um mercado cada vez mais exigente”, avalia Adelton José Rossetto, gerente de Engenharia, Manutenção e Qualidade e Inovação da Ciser.