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13fev 

Hospital Dona Helena inaugura doze ambulatórios de especialidades clínicas

Novidade deverá diminuir a espera por consultas

No dia 20 de fevereiro, o Hospital Dona Helena, de Joinville/SC, recebe imprensa e convidados para a inauguração oficial dos ambulatórios de especialidades clínicas do Centro Clínico Dona Helena. Distribuídas no sétimo e no décimo andar, ao total, são 12 novas especialidades atendidas: nefrologia, dermatologia, pneumologia, pediatria, clínica médica, endocrinologia, cardiologia, cirurgia bucomaxilo facial, cirurgia geral, angiologia e cirurgia vascular, cirurgia pediátrica e cuidados paliativos.

Patrícia Chaves, diretora-clínica do HDH, explica que o objetivo é prestar atendimento integrado aos pacientes, nas diversas especialidades. Além de proporcionar agilidade e conforto, já que a instituição também coloca à disposição todos os exames complementares, em um só lugar, com qualidade e segurança garantidos por certificação internacional.

Confira como estão distribuídas as especialidades:

7º andar do Centro Clínico HDH

Ambulatório de cardiologia

Ambulatório de clínica médica

Ambulatório de cuidados paliativos

Ambulatório de dermatologia

Ambulatório de endocrinologia

Ambulatório de nefrologia

Ambulatório de pediatria

Ambulatório de pneumologia

Núcleo de Atendimento Integrado à Mulher (NAIM)

 

10º andar do Centro Clínico HDH

Ambulatório de angiologia e cirurgia vascular

Ambulatório de cirurgia bucomaxilo facial

Ambulatório de cirurgia geral

Ambulatório de cirurgia pediátrica

Ambulatório de curativos

Centro de Diagnóstico Ortopédico (CDO)

Consultório de genética

Serviço de ergometria

Serviço de neurofisiologia

Serviço de neurologia

 

 

09fev 

Crie seu próprio videogame: curso gratuito ensina crianças em Joinville

Escola de idiomas oferece programa que oportuniza às crianças o primeiro contato com programação, para desenvolver criatividade, empreendedorismo e inovação

Reconhecido como tendência na área de educação, o pensamento computacional é uma das competências que serão exigidas para os profissionais do futuro. A capacidade para lidar com algoritmos será tão importante quanto se expressar em outros idiomas, por exemplo. Pensando nisso, a My Target Idiomas de Joinville (SC), oferece um curso gratuito para crianças terem seu primeiro contato com a área, mais especificamente com a criação de seu próprio video game.

A My Target adotou o programa Mind Makers, instituição de ensino que utiliza a tecnologia para desenvolver habilidades socioemocionais como o empreendedorismo, a empatia, a inovação e a criatividade para resolver problemas.

O curso gratuito de fundamentos de programação de computadores, para crianças de 7 a 13 anos, será realizado também para apresentar à comunidade joinvilense o novo produto da My Target, o programa de robótica e programação.

“O objetivo do programa Mind Makers é ensinar a lógica computacional para crianças e adolescentes, utilizando recursos tecnológicos da robótica e da programação, como linguagem Scratch e ‘Blockly’, uma linguagem de programação visual baseada na criação de games personalizados, cenários diversos, regras e personagens”, ressalta a diretora da escola, Luiza Meneghim.

Outras atividades serão realizadas por meio do “Makey Makey”, invento que nasceu no MIT (Massachusetts Institute of Technology), que permite a interação e o comando entre objetos e o computador. O programa Mind Makers ajuda os alunos a desenvolver habilidades cognitivas e socioemocionais como colaboração, pensamento lógico, liderança e identificação de padrões para solução de problemas.

O curso gratuito tem início em 19 de fevereiro e é composto por quatro aulas com duração de 90 minutos cada. Inscrições pelo telefone (47) 3025-2450 ou pelo site https://mytargetidiomas.com.br.

09fev 

Pet Free: bichinho também tira férias na CHA Hotéis

De 15 de fevereiro a 15 de março, em qualquer uma das dez unidades da rede CHA Hotéis, no Sul do país e em Minas Gerais, os animaizinhos de estimação têm hospedagem gratuita. Além de ajudar a família a viajar completa – sem deixar o seu bichinho sozinho ou com estranhos –, a iniciativa busca incentivar o maior convívio entre os tutores e seus animais, aproveitando esse momento em que as pessoas têm mais tempo para desfrutar de passeios e relax em família.

“Este é apenas um dos nossos diferenciais: acolher a diversidade”, sublinha Felipe Linzmeyer, coordenador de Marketing da CHA, apontando na estratégia uma forma de preencher lacunas de atendimento que as maiores redes hoteleiras não costumam oferecer. “Claro que não há como competir em pé de igualdade com as grandes redes, por isso, vamos sempre ser diferentes”, enfatiza Felipe, para reiterar que não se trata apenas de uma estratégia comercial, mas de evidenciar uma forte característica da CHA, que é a de valorizar, acolher e incentivar todos os laços de humanidade.

Assim, na CHA, todos são sempre muito bem-vindos – e há políticas específicas para valorizar a presença dos pequenos animais. Habitualmente, a diária por pet é de R$ 40 e são aceitos outros animais, como gatos e coelhos, desde que de pequeno e médio porte, até um máximo de 40 quilos.
Os pets são hospedados nos quartos, junto com os donos.

Consolidada em 2013, a rede de gestão hoteleira tem como maior desafio fortalecer a operação administrativa de hotéis independentes – boa parte deles, familiares.

Atualmente, a rede é constituída pelo Uberaba Apart Hotel (Uberaba – MG), Pampulha Design Hotel (Belo Horizonte – MG), Hotel Trocadero e Holz Hotel (Joinville – SC), Hotel Piçarras (Balneário Piçarras – SC), Pousada Dom Capudi, (Bombinhas – SC), Hotel Bandeirantes (Balneário Barra do Sul – SC), Hotel Porto de Paz (São Francisco do Sul – SC), Itapoá Marina Hotel (Itapoá – SC) e Bela Vista Parque Hotel (Caxias do Sul – RS).

 

 

pet - dom capudi 2

09fev 

Por que 2018 conspira para ser o ano da inclusão

Claudio Garcia, vice-presidente executivo de estratégia e desenvolvimento corporativo da consultoria LHH, baseado em Nova York; a consultoria LHH tem unidade em Santa Catarina

Muitas vezes, alguns poucos fatos acontecem e são suficientes para nos tornar alertas e mudar realidades com as quais estamos tão acostumados que tratamos como normal. Foi assim quando, no ano passado, uma denúncia de assédio sexual no Uber desencadeou uma série de outras denúncias sobre várias empresas, incluindo as do Vale do Silício. Os casos mostraram que, por trás da comunidade high tech, onde está a maioria das empresas mais desejadas para se trabalhar no mundo, existem práticas de gestão inadequadas e excludentes de minorias.

No mais recente caso no Brasil, em uma festa de fim de ano de uma multinacional, uma fantasia associada a estereótipos de raça causou a demissão do presidente da empresa no país e outras duas pessoas. Não importa se o impacto para os funcionários foi justo ou não, a divulgação desses fatos está sendo suficiente para provocar discussões importantes.

Nos casos de assédio sexual, empresas estão sofrendo grande pressão da comunidade e de investidores para auditarem e reverem suas práticas empresariais no que diz respeito à igualdade de gênero e à inclusão de minorias. Talvez nada teria acontecido se a denúncia inicial não tivesse ido para a imprensa. No caso da fantasia, a esperança é que as discussões de agora possam levar empresas brasileiras no mesmo caminho, de reconhecer que existe algo errado e tomar medidas para melhorar.

A habilidade de categorizar é uma das características da inteligência humana que nos trouxe onde estamos como civilização. Mas estereótipos são, segundo John Barg, da Universidade de Nova York em uma entrevista de 1998, “categorias que foram muito além”. Assim reduzem o entendimento que temos sobre as pessoas a rótulos, atalhos equivocados, que desrespeitam a individualidade de quem está sendo julgado e tiram a oportunidade de eles se manifestarem como realmente são.

Não nascemos com estereótipos. Quando crianças, não temos a capacidade de fazer escolhas sobre o que é certo ou errado e portanto absorvemos os hábitos, costumes e valores do que observamos e ouvimos. Com o tempo, tudo isso vai para o nosso inconsciente e interfere em nossas ações. É como caminhar. Não pensamos se devemos pôr um pé à frente do outro para caminhar, simplesmente andamos. Assim, vários desses vieses inconscientes atuam em nosso dia a dia, se reforçando mutuamente na sociedade e perdurando por séculos. Fatos como os citados nos alertam que algo não está certo e muitas vezes chocam, uma vez que tudo era tão normal para muitos.
Os prejuízos sociais dos estereótipos são enormes. Mulheres são apenas 16% dos CEOs no nosso país apesar de representarem um pouco mais da metade da população. Segundo o Instituto Ethos, 55% da população brasileira é afrodescendente, mas menos de 5% estão na lista de executivos das 500 maiores empresas do nosso país. Em geral o trabalhador afrodescendente recebe pouco mais da metade do salário de um trabalhador branco na mesma posição. Não pretendo reduzir todo o nosso insucesso como nação em incluir pessoas aos estereótipos, mas não tem como negar a sua participação em manter nossas desigualdades.

2018 poderia ser um ano diferente. A economia brasileira está mostrando tendência de recuperação e inclusão econômica, que deveria ser destaque tanto quanto o crescimento do PIB. Inclusão econômica e social não acontece quando mantém uma grande parte da população excluída por causa de processos inconscientes que nos acostumamos a tratar como normais.

Em um ano eleitoral tão importante para o nosso país, as discussões sobre como iremos desenvolver sistemas sociais que criam as mesmas oportunidades para todos são essenciais para quebrarmos séculos de desigualdades. Muitos estudos mostram o impacto econômico de longo prazo que a inclusão de minorias de forma sustentável pode causar. Esses dois fatores (econômico e político), por si só, já tornam 2018 um ano importante.

Mas não tem sistema social que resolva quem as companhias irão contratar e desenvolver. Há um papel social das empresas de cuidarem para que suas práticas não sejam mantenedoras de desigualdade. Hoje elas são. Não intencionalmente (na maioria das vezes), mas como reflexo de sistemas humanos carregados de estereótipos inconscientes. A ciência e as práticas para se evitar isso existem, mas ainda são adotadas por poucas organizações. A festa à fantasia trouxe bastante frustração para os envolvidos, mas está representando uma excelente oportunidade para discutirmos o papel das organizações em manter sociedades desiguais.

 

06fev 

Hospirrisos seleciona novos voluntários

Há 12 anos, iniciativa do Hospital Dona Helena leva alegria para os pacientes

No dia 19 de fevereiro, o Hospital Dona Helena recebe os interessados em participar do programa voluntário Hospirrisos – Agentes da Alegria. O encontro será realizado no quinto andar do Centro Clínico da instituição, a partir das 19h. Na ocasião, o projeto será apresentado e os participantes poderão se inscrever para as oficinas de formação. A entrada é gratuita e as vagas são limitadas.

Maria José Varela, psicóloga e coordenadora do programa, explica que, para ser agente da alegria, é necessário ter 100% de presença nas oficinas e ter mais de 18 anos: “O voluntário precisa ter disposição, criatividade, comprometimento e acreditar que a alegria também é um remédio. A participação em todo o processo é necessária, pois é nas oficinas que serão desenvolvidos os personagens. Quem visita os pacientes são eles, não quem os criou”. De acordo com ela, 30 pessoas serão selecionadas para participar da atividade voluntária em 2018.

O Hospirrisos é uma realização do Hospital Dona Helena em parceria com o Studio Escola de Atores. Coordenado pelo Programa de Humanização há 12 anos, tem como objetivo levar descontração e alegria para pacientes, acompanhantes e funcionários, contribuindo para o atendimento humanizado dentro da instituição.

Cronograma das atividades:

Oficinas de formação

As oficinas para a formação de novos integrantes serão realizadas nos dias 22 de fevereiro, 1, 8, 15 e 22 de março, na Studio Escola de Atores

Processo de avaliação

28 e 29 de março – Avaliação da prontidão para atividade voluntária e visita simulada no HDH

2 de abril – Integração dos novos voluntários

5 e 6 de abril – Visita monitorada aos pacientes do Hospital Dona Helena