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Madrigal entra em cena

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Quase 200 pessoas aplaudiram, sábado e domingo, a estréia do espetáculo cênico-musical do Madrigal Belas Artes, intitulado “Cantos do Brasil”. Com direção artística de Robson Benta, direção musical de Mirtes Strapazzon e Marcos Benedito nos arranjos, o espetáculo teve patrocínio do Simdec, o sistema municipal de desenvolvimento da cultura. Para os participantes, novatos em uma experiência do gênero, que mesclou teatro e canto, foram duas noites plenas de emoção, que parecem ter agradado o público. Se você não viu, neste fim-de-semana o Madrigal vai dar uma palhinha do espetáculo durante o Festival Belas Artes, no Teatro Juarez Machado. Mais informações, clique aqui.

A gente tá bem exibido…

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Espiem aí a matéria sobre o projeto do Belas Artes que a Revi (revista eletrônica do Jornalismo no Ielusc) publicou hoje. A gente não cabe na gente…

Conduzir o público a uma breve viagem musical pelo Brasil. Essa é a proposta de “Cantos do Brasil”, espetáculo cênico-teatral do Madrigal Belas Artes, que será apresentado sábado e domingo (15 e 16 de novembro), no Galpão de Teatro da Ajote, na Cidadela Cultural Antarctica, às 20h30. “Cantos do Brasil” foi idealizado por Antônio Melo, membro do grupo, no final do ano passado. Com a abertura de edital de Apoio às Artes 2008, o projeto foi inscrito e aprovado no Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura, com um financiamento de R$ 10 mil.

Como contrapartida, o grupo vai apresentar cinco espetáculos gratuitos. O ingresso é um produto de higiene pessoal, que será doado para entidades assistenciais, e devem ser retirados no Conservatório Belas Artes. Mirtes Strapazzon, regente do conservatório e diretora musical da peça, conta que isso faz parte da filosofia do grupo, que sempre está engajado com trabalhos sociais. Mirtes ainda enfatiza o caráter diverso dos integrantes: “São todos profissionais liberais. Fora os músicos, há professores, comerciantes, empresários. E até jornalistas”.

O Madrigal Belas Artes é formado por 11 musicistas. Para o espetáculo, o grupo terá 15 vozes. Em meio a elas, há dois ielusquianos: Guilherme Diefenthaeler, professor de Comunicação Institucional, e Jaqueline Mello, aluna do 4° semestre de jornalismo. Jaqueline participa como atriz convidada, pois não faz parte do Madrigal, mas não esconde a alegria. “Estou empolgada pra caramba!”, declara. Ela vai representar Brasileirinha, personagem que dialoga com Antônio Melo (de personagem sem nome) a respeito de cada música encenada. Além disso, o espetáculo aborda o contexto regional das canções, através da dança e da interpretação dos musicistas.

Para que pudessem englobar a parte cênica à peça, o grupo convidou o diretor teatral Robson Benta. Desafiado a dirigir músicos, ele se diz satisfeito com o resultado e afirma estar empolgado para assistir às apresentações: “É uma experiência interessante”, diz Robson. “Jogar com teatro e música é alegria para meus ouvidos e meu olhar”. O diretor acredita que a dificuldade só reforçou a competência do grupo, o qual considera bem entrosado: “Agora a expectativa é grande para ver como vão se comportar na hora”.

Serão 50 minutos de encenação. Para isso, o Madrigal ensaiou de uma a duas vezes por semana, cerca de seis horas por dia. Dentre as nove canções que serão interpretadas, estão composições como “Três apitos”, de Noel Rosa; “Os argonautas”; de Caetano Veloso; “Maria Fumaça”, de Kleiton e Kledir; “Canção da partida”, de Dorival Caymmi; e “Nas manhãs do sul do mundo”, de Daniel Lucena. A produção será encenada mais duas vezes este ano, durante o Festival Belas Artes: dia 21 de novembro, no Teatro Juarez Machado, e 29 de novembro, em Barra do Sul.

Fim-de-semana musical

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Um fim-de-semana que promete ser ensolarado - o primeiro, em quase dois meses - vai ter a música como companhia em Joinville. A partir desta sexta, a imperdível programação do Joinville Jazz Festival (confira detalhes clicando aqui), que começa com um jantar animado por uma big band e com direito a um bate-papo com o jornalista Zuza Homem de Mello, talvez o maior entendedor da matéria no país. Sábado tem shows gratuitos, às 11h na Praça Nereu Ramos e às 14h no Mercado Público. À noite, no sábado e no domingo, outros espetáculos de primeira linha. Mas, antes de ir pra lá, vale apreciar um pouco de música brasileira no projeto “Cantos do Brasil”, que o Madrigal Belas Artes leva às 20h30 no Galpão da Ajote (dentro da Cidadela Cultural). O ingresso “custa” um produto de higiene, que os organizadores vão doar para entidade assistencial. Bom programa!

E se…

Crônicas, Variedades Seja o primeiro a comentar »

E se, naquele dia, eu tivesse ficado em casa; resolvi sair, apesar da tempestade, e acabei batendo o carro. Seguro vencido na véspera, deixei pra renovar “noutro dia”; fiquei no prejuízo. E se tivesse tomado aquele ônibus pra viajar, aquele que capotou na estrada em um desastre 100% fatal. E se, em lugar de Engenharia, tivesse seguido os conselhos do tio e cursado Direito. E se, em vez de Joinville, tivesse aceitado o convite pra ir morar em Brasília. Dilemas assim (que não são verídicos, apenas exemplares), mais ou menos acentuados, se atravessam na história de todo ser humano, quase todos os dias. Entrando na idade adulta, homens e mulheres imaginam que possa existir uma fórmula qualquer que traga resposta pronta a tantas encruzilhadas. Não existe. Melhor mesmo não ficar se questionando tanto sobre o que teria ocorrido na própria vida “se” você tivesse trilhado outros caminhos. O negócio é, simplesmente, caminhar, apesar do risco (inerente à vida) de tomar o rumo errado. A boa notícia é que sempre há tempo de recomeçar.

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