Informação é coisa séria!

A importância da cultura empresarial

Comunicação, Ideias, Publicações institucionais Seja o primeiro a comentar »

Conhecer a cultura da empresa. Essa foi a principal aprendizagem do curso online “Como montar e executar um plano de Comunicação Interna”, realizado no dia 21 de março por meio do portal www.escoladecomunicacacao.com.br. Conduzida por Fábio Bouéri, mestre em Comunicação e Consumo (ESPM), especialista em Marketing (Metodista), jornalista formado pela Unitau, desde 1998 reunindo experiências em Comunicação Corporativa, a aula deixou claro que o jornalista responsável pela Comunicação Interna de qualquer empresa precisa, antes de tudo, saber onde está pisando. E isso não se resume a descobrir qual a origem/ nacionalidade do capital que comanda as engrenagens da corporação e saber na ponta da língua a história oficial de sua fundação, mas ir além. Como se veste e se relaciona a equipe, qual o perfil da audiência do material que será desenvolvido, o nível de escolaridade dos funcionários, as expectativas da diretoria em relação à Comunicação Interna são algumas peças do quebra-cabeça que podem render um grande jogo.

O segredo é perceber a construção cultural da empresa como fator estratégico e não negligenciar detalhes aparentemente insignificantes, evitando, assim, o risco de limitar o poder da Comunicação Interna, pois os princípios deste feixe da comunicação e, principalmente, o tom e o ritmo da linguagem que será utilizada são formas ajustáveis à cultura da organização.

Estratégia & Vínculo

Segundo Bouéri, a comunicação possui três pilares. O primeiro seria a persuasão, como ferramenta que vende ou ajuda a vender algo, material ou imaterial. Em seguida, a organização do caos, no esforço de compatibilizar interesses da diretoria e de seus funcionários. Por fim, a sinalização discursiva/ ideológica, que revela de onde o comunicador está falando e que espaço ocupa o interlocutor.

A Comunicação Interna é o principal porta-voz da empresa, muito mais estratégica que operacional, portanto, todo processo de mudança deve ser amplamente estudado e comunicado a todos os funcionários, preservando o vínculo. Ao se deparar com uma observação negativa da equipe ou um problema que a empresa esteja, por ventura, enfrentando, como alto índice de faltas, Bouéri lembra que é impulso para que a Comunicação Interna trabalhe possíveis soluções, gerando pautas sobre assuntos de interesse diretamente ligado ao universo de cada cliente – sejam elas mais quentes (com discursos mais emotivos) ou frias (objetivos).

Uma das dúvidas que surgiram durante o curso abordou o frequente aspecto positivo das pautas selecionadas e um possível prejuízo da credibilidade dos próprios funcionários perante um jornal interno. Bouéri dá a dica: seja estratégico e não romântico, comparando a natureza do jornalismo de redação, com seus processos investigativos (mas, nem por isso, livres de restrições), e a realidade do jornalismo empresarial. Assim como você edita as falas da direção, vai editar as falas dos funcionários.

A ideia é o carro, a tecnologia, a estrada…

Quanto aos meios de se fazer Comunicação Interna, Bouéri enfatizou a eficiência dos jornais-murais e um artifício bastante eficiente que seria o diálogo informal (planejado) da própria diretoria com o público interno. Fluidez da rede no uso de e-mails marketing, viabilidade operacional e financeira na produção de jornais impressos são pontos importantes que também devem ser observados; assim como receber dos próprios funcionários sugestões de pautas, de acordo, é claro, com a linha editorial definida. A equipe tem que se sentir como coprodutora de conteúdo, mas com certo controle – inerente aos processos comunicativos.

A utilização das storytellings (narrativas ficcionais) também desenhariam o nome da empresa perante o público, apostando na voz do outro como identificação e no poder do mito fundador, trazendo histórias de vida que construíram os caminhos da corporação.

Por fim, Bouéri explicou a diferença entre marca e reputação. A primeira é aquilo que a empresa fala sobre si. A segunda é a percepção do público sobre a empresa, por meio da publicização construída pela Comunicação Interna. Pesquisar o poder das cores e atentar para a natureza de cada tecnologia, sem reutilizar o e-mail marketing no jornal-mural, por exemplo, são outras dicas preciosas para garantir sucesso nas ações.

Por Fernanda Lange

Aqui se faz, aqui se paga

Cidadania, Coisas da vida Seja o primeiro a comentar »

O navio italiano bateu em uma pedra, abriu uma fenda no casco e começou a afundar. O comandante, que deveria ser o último a sair, abandonou o posto e foi indiciado por homicídio culposo. Uma notícia trágica que entristeceu o mundo. É vergonhoso uma autoridade responsável por mais de 5 mil vidas simplesmente jogar tudo para o alto e fugir. Em nossa caminhada, infelizmente nos deparamos, muitas vezes, com dirigentes que não assumem a responsabilidade que lhes é conferida. Pensam só no seu umbigo, enchem o bolso e dão risada dos que estão à sua volta carregando o piano. Mas aqui se faz, aqui se paga. Aqui se faz, aqui se recebe. Assumir a responsabilidade, enfim, é um dos pilares de uma vida mais digna. (César Döhler)

A importância de mapear stakeholders na comunicação

Comunicação, Ideias Seja o primeiro a comentar »

Para quem não conhece, o portal “Comunique-se” possui uma plataforma de cursos online muito interessante. Na última sexta-feira participei pela primeira vez, cursando a oficina “Mapeamento de Stakeholders – como identificar e elaborar projetos de comunicação”. A experiência foi muito enriquecedora e rendeu algumas conclusões que descrevo brevemente aqui. Abaixo também deixei um modelo de roteiro para mapeamento de stakeholders, sugerido pela professora Neuza Serra, responsável pelo curso. Por Letícia Caroline.

Você já ouviu falar em stakeholders? O conceito, muito utilizado em administração e gestão estratégica, se refere aos variados públicos que uma empresa se relaciona. Atualmente, a comunicação vem adotando o conceito para substituir a ideia de público-alvo. Mais abrangente , a ideia de stakeholder auxilia nos processos comunicacionais.

Funcionários, clientes, fornecedores, governo, entidades fiscalizadoras, imprensa, são alguns exemplos de stakeholders. O ideal é fazer um mapeamento desses agentes, identificando suas características e monitorando continuamente seus comportamentos. Um stakeholder pode mudar de característica e comportamento de acordo com a situação apresentada. Esse mapeamento vai gerar uma matriz de ações que, por sua vez, dará origem a uma política de relacionamento.

Abaixo segue um roteiro para basear o mapeamento de stakeholders

1. Quem são os stakeholders no projeto?

2. Qual é o direito, alegação ou interesse que eles têm no projeto?

3. Quais são as oportunidades e desafios que os stakeholders apresentam à equipe do projeto?

4. Quais as obrigações ou responsabilidades a equipe do projeto tem para com os stakeholders?

5. Quais os pontos fortes, as fraquezas e as possíveis estratégias que os stakeholders podem usar para atingir seus objetivos?

6. Quais os recursos disponíveis aos acionistas para que eles implementem as suas estratégias?

7. Será que quaisquer desses fatores fornecem aos stakeholders uma posição favorável em relação ao efeito desses sobre o futuro do projeto?

8. Quais estratégias devem ser desenvolvidas e empregadas pela equipe do projeto para lidar com as oportunidades e desafios apresentados pelos acionistas?

9. Como a equipe do projeto fica sabendo se está gerenciando bem ou não os stakeholders do projeto?

Para conferir a agenda de cursos: http://www.escoladecomunicacao.com.br/

Programação cultural para dezembro

Música, Variedades Seja o primeiro a comentar »

A Fundação Cultural de Joinville divulgou hoje o calendário das atividades para dezembro. Teatro, música e exposições estarão à disposição do público. Confira! (clique na figura e em seguida em “Full Size” para visualizar a imagem no tamanho original)

Jovens reflexões

Crônicas Seja o primeiro a comentar »

(Depois de uma visita ao Lar Bethesda, a jovem Ana Carolina Diefenthaeler escreveu as reflexões que seguem. E os orgulhosos avós reproduzem o texto sem esconder a corujice!)

Memória do passado, lembrança do presente

Uma vida vivida, aproveitada. Lida e relida. Uma experiência atrás da outra. Um amor passou, outro ficou. Uma história escrita. Páginas de amor, ilusão, mentira, omissão. Ódio e raiva, despercebidos com o poder da ironia. Risadas alheias, sou um idoso apaixonado pela vida. Conto minhas próprias risadas a mim mesmo. Confusão na cabeça de um velho, amigo! Algumas vezes, lembro-me dos sentimentos que vivi à flor da pele. Quando mais novo, radicalmente vivi o amor. Quando mais velho, a saudade. Hoje, vivo a memória. Memória do passado, lembrança do presente. O que restará ao futuro? História.

Gosto das histórias, posso recontá-las e criá-las. Posso modificá-las, afinal, não são fatos. Posso revivê-las também. Quem disse que tudo passa? Quando encontro alguém, converso, convivo. Simpatia? talvez. Minha vida pode acabar, pois é essa nossa certeza. Não enlouqueça com essa nossa certeza. Aproveite, coragem não se esqueça. Relatos sobre a minha vida estarão disponíveis em algum lugar. E essa carta, que aqui deixei, só me leva a um lugar. Adeus, não sei onde fui parar…

Concertos Matinais no bairro Aventureiro neste domingo (13/11)

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*Informação recebida da assessoria de imprensa da Fundação Cultural de Joinville

A comunidade do bairro Aventureiro recebe neste domingo (13/11) a apresentação do projeto Concertos Matinais. O Quarteto Sambaqui faz uma viagem no tempo leva o público aos salões da Belle Époque catarinense, por meio das composições do início do século XX. A apresentação será realizada às 9h30 na Associação de Moradores do Conjunto Castelo Branco.

No repertório de apresentação, composições de Marcos Malewschick, Rodolfo Kohlbach, João Graxa, Paulino Martins, José Brasilício de Souza, Pepi Prantl, José Itiberê de Lima, Anita Kohlbach e Jacson Araújo. As composições originais para piano solo, recebem arranjos para o quarteto realizados pelos próprios integrantes. Os violonistas que integram o grupo são professores da Escola de Música Villa-Lobos (EMVL) da Casa da Cultura: Claudenor Fávero, Aldo Gums, Jair Correia e o violonista e produtor cultural Raimundo Jose Bernardes.

O projeto “Concertos Matinais” é uma realização da Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e Prefeitura. Essa edição conta com o apoio da Associação de Moradores do Conjunto Castelo Branco e Simdec. Apresentação aberta a comunidade e gratuita.

Programa:

- Na pousada do rio quente – Marcos Malewschick (São Bento do Sul)
- Galope – Rodolfo Kohlbach (Joinville)
- O som do bosque – João Graxa (Joinville)
- Ida – João Graxa (Joinville)
- Chamarrita – Paulino Martins (Joinville)
- Rosalina quer casar – José Brasilício de Souza (Florianópolis)
- Minueto – Pepi Prantl (Joinville)
- Abendsonne – Pepi Prantl (Joinville)
- Tenha fé – José Itiberê de Lima (Florianópolis)
- Parada de mosquitos – Anita Kohlbach (Joinville)
- Obrigado mestre – Jacson Araújo (Joinville)

Serviço

O quê: Concertos Matinais com Quarteto Sambaqui
Quando: domingo (13/11) às 09h30
Onde: Associação de M. do Conj. Castelo Branco
Rua Alvino Boldt, 245 – Aventureiro
Gratuito
Informações: (47) 3433.2190 com Rodrigo

Jornalista de assessoria não é “de segunda”, reclama associação

Comunicação, O papel do assessor Seja o primeiro a comentar »

*Conteúdo publicado no site Comunique-se (www.comuniquese.com.br).

Texto de Anderson Scardoelli

A Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (Arfoc-RJ) afirma não responder apenas pelos interesses das pessoas que controlam as câmeras e as máquinas fotográficas de uma matéria. A instituição defende que o assessor de imprensa não pode ser considerado “jornalista de segunda classe”, merecendo ter a mesma base salarial do funcionário de redação. Atualmente, isto não ocorre na capital fluminense.

Na cidade do Rio de Janeiro, os jornalistas de redação têm como parâmetro o chamado Salário Mínimo Profissional – R$ 4.359 para 5 horas de trabalho e R$ 6.975 para sete horas. Para os jornalistas que atuam no setor de comunicação corporativa existe o piso, atualmente de R$ 2.469; além do piso diferencial de R$ 1.200, válido para quem se formou no decorrer dos últimos três anos.

A composição dos salários nas assessorias e demais empresas de comunicação corporativa do município provoca a indignação do presidente da Arfoc, Alberto Elias Guimarães Jacob. “É um absurdo o que estão fazendo. Você desmerece todos os profissionais que trabalham nas agências de mídia corporativa. Esse ‘subpiso’, por exemplo, só desmerece quem fez faculdade, pois quem não é formado, não entra nessa cota e ganha o piso logo de início”.

Risco de falência
Contrapondo-se a ideia de ser absurda a situação dos assessores de imprensa carioca, a presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ), Suzana Tavares Blass, afirma que o ideal seria que todos os jornalistas, corporativos ou de redação, ganhassem melhor. Porém, ela avalia que, na prática, elevar o piso do assessor para o valor proposto pela Arfoc pode ter efeito negativo: fechamento de empresas da área. “Muitas devem quebrar. Seria péssimo”, salienta.

Jacob, entretanto, enfatiza que a intenção da entidade que comanda é valorizar o trabalho de quem está inserido no mercado corporativo carioca. Apesar da proposta de aumento ser de quase R$ 2.500, ele declara que as empresas de assessoria e comunicação interna não vão sofrer problemas, por terem, segundo analisa, o apoio de grandes instituições.

Suzana também afirma que a intenção do sindicato é valorizar os assessores de imprensa, tanto que pretende extinguir o salário diferencial para os formados entre os últimos três anos. A situação atual é alvo das criticas de Jacob, que também é secretário-geral do SJPMRJ. “Desde a última reunião a gente queria acabar com o salário diferencial para os jovens profissionais. Até porque acreditamos que com a existência dele, muitas empresas dispensam os jornalistas quando completam três anos”, comenta a dirigente.

Responsável pelo sindicato dos jornalistas da capital fluminense, Suzana opina que o presidente da Arfoc procura apenas melhor a situação dos repórteres fotográficos, que serão melhores remunerados pelos freelas que prestam para as assessorias. Jacob não nega essa intenção. “A mídia corporativa é o filé mignon para a nossa classe. Espero que eles tenham sucesso e cresçam ainda mais”, conta o jornalista.

Assembleia
No dia 19 de novembro, (sábado), será realizada a Assembleia de Assessores de Imprensa, na sede do SJPMRJ. A intenção, tanto para Jacob quanto para Suzana, será discutir e resolver melhorias salariais para os profissionais da área.

Comunicação empresarial não é coisa só de gente grande

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Artigo publicado em 19/10/2011 no portal Noticenter

Por Marília Cardoso – Jornalista, especialista em Comunicação Empresarial

Um dos maiores equívocos cometidos pelos pequenos e médios empresários é o de achar que comunicação é algo apenas para grandes empresas. Ledo engano. Ter uma sólida estrutura de comunicação empresarial é algo tão vital quanto a qualidade dos produtos ou serviços que a empresa oferece.

São muitos os motivos pelos quais a comunicação tem se tornado tão estratégica e fundamental para as empresas. Talvez os mais significantes sejam a revolução causada pelos avanços em tecnologia e em telecomunicações.

Primeiramente, a disseminação da tecnologia tem feito com que produtos e serviços tenham se tornado praticamente commodities. Ter maquinários de última geração capazes de criar produtos inovadores e que não sejam facilmente copiáveis deixou de ser uma exclusividade das grandes corporações. Eis uma das vertentes da globalização.

Paralelamente, as transformações originadas pela internet fizeram com que o poder mudasse de lado. Se antes estava com as empresas, agora está com o consumidor, que em questão de alguns cliques consegue compartilhar suas experiências positivas ou negativas com as marcas para milhões de usuários da rede em todas as partes do mundo.

Então, como sobreviver neste cenário? Investindo em comunicação empresarial! Não há outra saída. As chamadas empresas low profile – ou adeptas da política do “nada a declarar” –, se ainda não morreram, devem estar agonizando. Na era da informação não haverá espaços para quem não estiver disposto a ser comunicar (e muito bem).

Assim, jornalistas, relações públicas e demais profissionais de comunicação estão cativando uma cadeira ao lado dos CEOs, ajudando-os a enxergar e agir neste novo contexto, onde o que vale não é a qualidade ou o preço, e sim a credibilidade conquistada por meio de um relacionamento sólido e transparente.

Cabe a estes profissionais desenvolver um complexo conjunto de ações e processos capazes de reforçar a imagem de uma empresa ou entidade diante de seus públicos, indo de colaboradores a clientes, passando por fornecedores, representantes comerciais, imprensa, associações, ONGs, formadores de opinião, órgãos governamentais, universidades, acionistas.

Por tratar-se de tantos e tão diversos públicos, a comunicação empresarial vai se desdobrando em “sub” áreas, a fim de se focar estrategicamente nas melhores práticas para o diálogo com cada um dos interlocutores de uma organização. A importância dada a cada público depende do ponto de vista de cada uma.

Independentemente do tamanho da empresa, o primordial é cuidar do público interno. Se os colaboradores da companhia não se sentem motivados e valorizados, certamente apresentarão pouco rendimento e estarão atentos às oportunidades que surgirem no mercado. Para garantir um clima organizacional favorável, a comunicação interna ou o endomarketing assumem características fundamentais.

Também não se pode esquecer a importância de um projeto de branding. Toda empresa deve ter um nome, logomarca, materiais institucionais, catálogos de produtos ou serviços e, logicamente, um bom site, que deve ser de fácil navegação, bonito e informativo.

Com a “casa” em ordem é hora de começar a se posicionar perante os meios de comunicação em massa – seja para lançar campanhas publicitárias ou fornecer conteúdos relevantes para o editorial dos veículos por meio de uma boa assessoria de imprensa. Mesmo com linguagens e estratégias bastante diferentes, ambas terão como missão central o aumento da visibilidade da marca.

Dados estes três importantes passos, cabe a cada empresa definir que caminho seguir. As ferramentas são muitas e variadas, cabe apenas saber onde se quer chegar – pois para quem não sabe isso exatamente, qualquer lugar serve. E lembre-se sempre que esta é uma estrada sem volta. Percorrê-la é essencial para o bom desempenho de sua empresa. Boa caminhada!

Programação cultural para o final de semana

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*Informação recebida da assessoria de imprensa FCJ

3ª Conferência Municipal de Cultura de Joinville – CMC-Jlle

Joinville, a maior cidade de Santa Catarina, realiza neste ano a terceira edição da Conferência Municipal de Cultura. O fórum participativo ocorre nos dias 14, 15 e 16 de outubro no Centreventos Cau Hansen. A noite de abertura será marcada pela assinatura da adesão do município de Joinville ao Sistema Nacional de Cultura (SNC) e seguida pela palestra sobre o SNC com João Roberto Peixe, Secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura.
Nesta edição da CMC-Jlle, os participantes irão contribuir  com a definição de estratégias para execução das propostas do Plano Municipal de Cultura de Joinville (PMC-Jlle), que tem validade de 10 anos. Na semana passada, a minuta com as propostas gerais foi disponibilizada para apreciação pública. As propostas setoriais foram revisadas e aprovadas nas Pré-Conferências Setoriais de Cultura, realizadas nos meses de agosto e setembro com a participação da sociedade civil e governamental.
Na 3ª Conferência Municipal de Cultura de Joinville as propostas serão divididas em eixos temáticos desenvolvidos em torno do tema “Democratização das Políticas Culturais e o Exercício da Cidadania”. No sábado (15) a programação apresenta a palestra “Políticas Públicas para Economia da Cultura no Brasil”, ministrada por Luciana Guilherme, Diretora de Empreendedorismo, Gestão e Inovação da Secretaria de Economia Criativa – MinC. Inscrições e programação completa no blog conferenciadeculturadejoinville.blogspot.com.

Serviço
O quê: 3ª Conferência Municipal de Cultura de Joinville
Quando: dias 14, 15 e 16 de outubro
Onde: Centreventos Cau Hansen
Av. José Vieira, 315 – América
Quanto: Gratuito
Inscrições: conferenciadeculturadejoinville.blogspot.com
Informações: (47) 3433.2190 na FCJ

Ciclos de Cinema

O “Ciclos de Cinema” desta semana (14 e 15/10) apresenta uma seleção de filmes sobre o tema “Prisão e prisioneiros”. As sessões ocorrem às 19h15 no auditório do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville. A entrada é aberta ao público e gratuito.

Confira os filmes em cartaz:
14/10, sexta-feira – O expresso da meia-noite (Midnight express)

Alan Parker. EUA, 1978. Cores, 121 min. Com Brad Davis, John Hurt, Randy Quaid, Irene Miracle, Bo Hopkins, Mike Kellin, Paul Smith.
Brad Davis e John Hurt estrelam neste tocante filme baseado na experiência real de um jovem americano que vive o mais terrível pesadelo numa prisão turca e de sua inesquecível jornada para a liberdade. Preso quando tentava sair com haxixe de Istambul, o estudante americano Billy Hayes (Davis) é atirado na mais assustadora prisão da cidade. Após sofrer por quatro anos com sádicas torturas em condições sub-humanas, Billy está prestes a ser solto quando seu perdão é negado. Apenas a coragem interior e o apoio de um prisioneiro amigo (Hurt) dão-lhe forças para pegar o expresso da meia-noite e fugir do inferno.

15/10, sábado – Um sonho de liberdade (The Shawshank redemption)

Frank Darabont. EUA, 1994. Cores, 142 min. Com Tim Robbins, Morgan Freeman, Bob Gunton, William Sadler, Clancy Brown, Gil Bellows, James Whitmore, Mark Rolston, Jeffrey DeMunn, Larry Brandenburg.
Poucos filmes capturam o triunfo do espírito humano tão memoravelmente como “Um sonho de liberdade”. Morgan Freeman e Tim Robbins estrelam neste poderoso filme, nominado em sete categorias do Oscar (incluindo a de melhor filme). Baseado em livro de de Stephen King, Freeman vive “Red” Reeding, um condenado à prisão perpétua que conhece bem as regras de Shawnshank, uma prisão estadual no Maine. Robbins é o recém-chegado Andy Dufresne, um banqueiro quieto injustamente condenado por assassinato. O espírito indomável de Andy ganha a amizade de Red; sua habilidade em solucionar problemas no dia-a-dia da prisão traz novas esperanças e mudanças à vida dos prisioneiros. Andy é cheio de surpresas – e ele reserva a melhor delas para o final.

Serviço
O quê: Ciclos de Cinema “Prisões e prisioneiros”
Quando: sexta-feira (14) e sábado (15/10) às 19h15
Onde: Auditório do Museu Arqueológico de Sambaqui
Rua Dona Francisca, 600 – Saguaçu
Quanto: Gratuito
Informações: (47) 3433.2190 na FCJ

Concertos Matinais na Sociedade Lírica

Os Corais Infantis da cidade participam dos Concertos Matinais deste domingo (16/10) na Sociedade Cultural Lírica. A apresentação ocorre às 10h30. O evento será aberto ao público e gratuito. O projeto “Concertos Matinais” é uma realização da Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e Prefeitura. Essa edição conta com o apoio da Sociedade Cultural Lírica.

Serviço
O quê: Concertos Matinais com Corais Infantis
Quando: domingo (16/10) às 10h30
Onde: Sociedade Cultural Lírica
Rua Max Colin, 1483 – América
Quanto: Gratuito
Informações: (47) 3433.2190 com Rodrigo

3ª Fanfarrão – Festival de Bandas e Fanfarras

Neste domingo (16/10) o SESC Joinville recebe o 3º Fanfarrão – Festival de Bandas e Fanfarras. A programação inicia às 14 horas com a apresentação das bandas e fanfarras. O objetivo do evento é criar um espaço de integração e troca de experiências das fanfarras da cidade e desenvolver o interesse de jovens e crianças pela música. Evento aberto a comunidade e gratuito. O 3º Fanfarrão é um projeto aprovado no Edital 2011 do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec), da Fundação Cultural de Joinville (FCJ).

Programação:
13h – Concentração das Bandas e Fanfarras;
14h – Abertura do Evento com entrada das bandeiras ou estandartes das escolas ou corporação musical;
14h15 – Execução do Hino Nacional (Banda Musical do 62ºBI;
14h30 – Apresentação das Bandas e Fanfarras;
18h – Entrega dos troféus de participação (Banda dos CBVJ);
18h30 – Confraternização com Bandas Escolares Locais;
20h – Encerramento do Evento.

Serviço
O quê: 3º Fanfarrão – Festival de Bandas e Fanfarras
Quando: domingo (16/10) a partir das 14h
Onde:Ginásio Poliesportivo SESC-SC
Rua Itaiópolis, 470, América – Joinville SC
Informações: EEB Arnaldo Moreira Douat
Fone: (47) 3435-1802  | (47) 9911 4855 com Professore Alexandre
Quanto: Gratuito

Teatro no Costa e Silva

Coisas da vida, Ideias, Variedades Seja o primeiro a comentar »

Na sexta-feira, 14 de outubro, o Centro Comunitário do Costa e Silva apresenta a peça teatral “Baião de 2″. O espetáculo ocorre a partir das 20h30. O ingresso custa R$ 5. No sábado, 15 de outubro, o Grupo de Teatro Panacéia ainda realiza um workshop, das 8 ao meio-dia, com inscrições no valor de R$ 20.

Mais informações: 3418-0293, com Gabriela, ou pelo e-mail samira.sinara@hotmail.com

Mercado de Comunicação

Mercado de Comunicação
Rua Uruguai, 253 - Floresta
Joinville / SC - CEP 89210-070
Fones: (47) 3025-5999 / 3426-1798