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21mai

Óleo e gás: empresa catarinense recebe certificações internacionais da API

Consolidando-se no segmento de óleo e gás no mercado brasileiro, a Fábrica Catarinense de Fixadores (FCF) recebeu três certificações internacionais da American Petroleum Institute (API). Mundialmente, aproximadamente 50 empresas possuem certificação do órgão. No Brasil, são apenas três, incluindo a FCF, que está oficialmente regulamentada dentro das normas API Specification Q1, API-20E e API-20F. A FCF integra o grupo H. Carlos Schneider, formado por dez empresas dos ramos metalúrgico, energético e imobiliário, incluindo a Ciser, destaque na fabricação de soluções industriais na América Latina.

“Queremos aumentar a participação da FCF no setor de energia em geral nos mercados nacional e internacional. Os grandes players deste segmento que atuam no Brasil, exigem a certificação API para que sejamos fornecedores em sua cadeia de suprimentos. Essa certificação é um reconhecimento da qualidade dos produtos e processos que temos em nossa planta”, explica Renato Fiore, gerente geral de vendas e marketing da Ciser, que também responde pela FCF.

A API é um instituto americano que representa uma das maiores associações comerciais do segmentos de petróleo, gás natural e derivados. Conta com mais de 600 membros, que produzem, processam e distribuem a maior parte da energia do país. Também tem a função de definir padrões de todo o setor para aprimorar, mundialmente, a segurança operacional e ambiental, a eficiência e a sustentabilidade.

A norma API Specification Q1 define os requisitos fundamentais de sistemas de gerenciamento de qualidade para organizações que fabricam produtos ou fornecem serviços relacionados à fabricação sob uma especificação de produto para uso na indústria de petróleo e gás natural. Já as certificações API-20E e API-20F especificam requisitos para a qualificação, produção e documentação de parafusos resistentes à corrosão, usados nas indústrias de petróleo e gás natural.

Desta forma, as certificações API conquistadas pela FCF demonstram que a empresa está apta a atender as especificações de qualidade descritas pelo órgão, desde seu sistema de produção até a gestão da qualidade do produto final.

Para saber mais, acesse.

21mai

Covid-19: profissionais de saúde do HDH relatam sobre mudanças de rotinas

Na linha de frente contra o novo coronavírus, a Covid-19, profissionais da saúde estão em maior risco na pandemia, por estarem mais expostos à doença no tratamento de pacientes. No Hospital Dona Helena, médicos e enfermeiras relatam como estão lidando com a situação em seu cotidiano no trabalho e em suas vidas pessoais.

Marcelo Amorim, médico cardiologista do corpo clínico da instituição, conta que a rotina que mais foi alterada foi a de trabalho, que se intensificou no hospital. “Diariamente precisamos modificar os cuidados, avaliar novas perspectivas de tratamento. É um desafio constante para identificar os sintomas de maneira cada vez mais precoce para definir quais pacientes precisam de um cuidado mais agressivo”, detalha. Quando não está no hospital, o profissional permanece em casa. “Isso alterou a minha rotina de saúde. Alguns hábitos que tenho, como de realizar atividades físicas, se modificaram bastante. Eu venho fazendo bem menos exercícios.”

A restrição de fluxo na sociedade, com medidas de isolamento social, segundo Sarah Augusta Lima Dos Santos, enfermeira coordenadora da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HDH, tem impactos positivos. “Como profissionais de saúde, estamos numa busca incessante de aprendizado e adaptação para atender da melhor forma possível. Trata-se de algo novo para todo mundo, o que nos força a intensificar as nossas atividades”, explica. Sarah frisa que, em comparação a outras pandemias, temos hoje mais recursos científicos e tecnológicos que nos favorecem amplamente. “Todavia, o recurso humano não mudou, então nós temos sim os nossos receios, os nossos medos, e enfrentamos isso como pessoas humanas. Também temos os nossos familiares e as nossas limitações. Apesar de toda a dificuldade do profissional em frente à atividade, percebo a equipe de uma forma empenhada na busca de um desfecho favorável. Nós estamos aqui por vocês.”

07abr

Futuro da ortopedia: especialista inova ao usar impressão 3D para planejar cirurgias

A impressão 3D saiu do setor industrial e hoje impacta cada vez mais o setor da saúde. A tendência já ajuda médicos no planejamento de cirurgias complexas, permite a criação de próteses, órteses e implantes personalizados e auxilia estudantes de Medicina. As estruturas em 3D também são usadas cada vez mais na preparação de cirurgias complexas e como guia para orientar direção e profundidade em operações minimamente invasivas. No Hospital Dona Helena, de Joinville (SC), Guilherme Augusto Stirma, ortopedista especialista em ombro e cotovelo que integra o corpo clínico da instituição, já aplica a técnica inovadora no hospital. Ao lado do também ortopedista e especialista na área, Felipe Baracho, o profissional realiza o estudo digital prévio cirurgias e já visualiza bons resultados.

Stirma realiza todo o planejamento cirúrgico prévio do paciente a partir de exames de imagem, como uma tomografia ou uma ressonância magnética. Com isso, ele consegue realizar análises gráficas de fraturas, por exemplo, criando moldes digitalmente em 3D, o que resulta em guias operatórios. “Com tecnologia própria, consigo criar uma imagem digital, faço um polimento, seleciono o que eu quero analisar e jogo para um programa de desenvolvimento gráfico, para criação de objetos. E com isso analiso e consigo desenvolver guias e afastadores que vão me ajudar no objetivo da cirurgia”, explica. “Nada que desenvolvo é implantado no paciente. Esse trabalho me ajuda a realizar a cirurgia de maneira mais rápida e assertiva: consigo identificar previamente as dificuldades que terei no procedimento cirúrgico.”

Entre as demais vantagens, lista-se o menor tempo cirúrgico, menores quantidades de anestesia e de sangramento, além de menores taxas de complicações cirúrgicas, muitas já previstas na análise gráfica pré-operatória. “Observamos que as cirurgias ficam mais rápidas, os resultados radiográficos, melhores, e os resultados clínicos se tornam mais favoráveis aos pacientes”, frisa o especialista, que enxerga o método com uma tendência futura na medicina. “Todo paciente que vai ser operado quer ter certeza de resultado. Se você opera o paciente e já tem uma visão das complicações e dificuldades que terá, já é algo facilitador, já se está à frente”, aponta.

Stirma está à frente de uma pesquisa desenvolvida no Centro de Traumatologia do Esporte do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Ele está difundindo sua linha de estudo para outros pesquisadores. “São poucos profissionais no âmbito nacional e internacional que utilizam a técnica de impressão e planejamento de guias personalizados”, aponta o médico. Uma das dificuldades para a difusão do método está na complexidade para aplicá-lo: é necessário ter conhecimentos em programas de desenvolvimento gráficos, alguns deles utilizados frequentemente nas áreas de arquitetura e engenharia. “O médico tem que ter curiosidade em tecnologia e dedicação para aprender sobre programação. São quatro programas que utilizo. Um deles é de arquitetura e engenharia civil. É muito difícil, tive que fazer aulas para aprender. Aprendi a usar em prédios para depois desenvolver em ossos.”

30mar

Nutricionista do HDH mostra como fazer a higienização correta de hortaliças e frutas

Gislaine Engelmann, nutricionista clínica no Hospital Dona Helena, de Joinville (SC)

De acordo com um estudo publicado no New England Journal of Medicine, neste ano, o vírus causador da Covid-19 pode ser transmitido pelo ar e após tocar em objetos contaminados – neste caso por meio do ato de levar a mão às mucosas (olhos, nariz e boca). Os cientistas descobriram que o vírus é detectável por até três horas em aerossóis, até quatro horas em cobre, até 24 horas em papelão e de dois a três dias em plástico e aço inoxidável.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária recomenda a utilização de produtos clorados, como hipoclorito de sódio, para tratamento de água para consumo e desinfecção de vegetais e frutas. Apesar de serem eficazes na redução da replicação e destruição de microrganismos, se usados indiscriminadamente, os agentes desinfetantes à base de cloro, em suas várias formas, podem estimular a formação de subprodutos halogenados, como trihalometanos e ácidos haloacéticos, cujo contato frequente e por tempo prolongado pode desempenhar efeitos mutagênicos, carcinogênicos e como disruptores endócrinos.

Dessa forma, com o objetivo de minimizar a contaminação com o vírus Covid-19, sugere-se que os cuidados com frutas e hortaliças em geral devem seguir as seguintes recomendações: ao chegar em casa do mercado ou feira, antes de colocar o hortifrúti na geladeira ou fruteira, se quiser manter armazenado na embalagem original, deve-se lavar as embalagens com água e sabão neutro e borrifar álcool 70% e armazenar na geladeira ou local apropriado. Se for optado por não armazenar na embalagem original, retirar as frutas e hortaliças das embalagens originais, lavar em água corrente, higienizar em solução clorada durante 15 minutos, conforme diluição do fabricante. Após 15 minutos, lavar novamente em água corrente, secar com papel toalha ou centrífuga de alimentos e armazenar os alimentos higienizados em recipientes fechados na geladeira. Se for armazenar frutas fora da geladeira, higienize a casca com álcool 70% e antes do consumo realizar higienização para frutas consumidas com casca em solução clorada conforme citado acima e consumir. A higienização com solução clorada deve ser realizada conforme recomendação do fabricante ou utilizando-se de 1 litro de água potável com adição de 1 colher de sopa de hipoclorito de sódio (2%).

Além da correta higienização, deve-se ter atenção no armazenamento e preparo dos alimentos. Para alimentos que necessitam de refrigeração, manter em temperatura abaixo de 5ºC ou para alimentos que necessitem de cozimento, recomenda-se temperatura acima de 70ºC para retardar a multiplicação de microorganismos. Após o cozimento, refrigerar rapidamente alimentos perecíveis ou cozidos. Sobras de comida não devem ser armazenadas na geladeira por mais de três dias.

25mar

Com foco no segmento de alto padrão, Daxo moderniza marca

Em trabalho conduzido pela agência Mega, de Joinville, a Construtora Daxo renova a identidade visual de sua marca. O objetivo da mudança conceitual, segundo os responsáveis, é traduzir os diferenciais da construtora, como o requinte dos materiais e acabamentos e o “atendimento impecável, com pós-venda focado na solução do cliente”. Acima de tudo, diz o diretor comercial Wagner Moacir da Silva, a nova marca busca expressar o sentido de “paixão pelo que faz, na forma de pensar, cuidar, planejar e entregar cada empreendimento, com valorização e capricho a cada detalhe”.

De acordo com a equipe da Mega que assina o reposicionamento da Daxo, a nova identidade representa o atual momento que a construtora vem experimentando, e traz para a composição da própria marca alguns atributos presentes nos empreendimentos da construtora. “Queremos reforçar e destacar a personalidade Daxo, com aspectos como a valorização do espaço branco, a leveza das linhas elegantes, finas e retas, além das imagens conceituais produzidas com qualidade”, detalha o diretor da agência, Beto Harger.

Em março, a Construtora Daxo deu início às obras do empreendimento que foi anunciado como o maior e mais luxuoso na história da construção civil em Joinville, o Residencial San Thiago. Com apenas 12 unidades, adota o conceito de residências suspensas, cada um com área total de 915 metros quadrados, 545 metros privativos, e oito vagas de garagem. Fundada em 2013 por Geraldo Bandoch Junior e Valdeci Inocêncio Pereira, a Daxo prevê quatro lançamentos para 2020, em Joinville e Piçarras.