Menu

Blog

Arquivo do Autor

14ago

Pianístico 2019 distribui primeiro lote de ingressos a partir do dia 16 de agosto

A organização do Pianístico 2019 confirma: inicia-se no dia 16 de agosto a distribuição de ingressos para os espetáculos do festival, que ocorre no período de 19 a 22 de setembro. O primeiro lote estará disponível a partir da 0h pelo site.

Com o desafio de transformar Joinville na capital do piano, o evento mescla concertos e atividades didáticas, reunindo nomes internacionais, nacionais e locais. Serão quase 20 apresentações. A abertura oficial, no dia 19, às 20h, terá duo dos pianistas Gilson Peranzzetta e Leandro Braga.

O Pianístico 2019 também traz a Joinville pianistas de países como Estados Unidos, Ucrânia, China e Alemanha. A programação completa está no site do festival.

31jul

Pianístico 2019 reafirma proposta de transformar Joinville na capital do piano

De 19 a 22 de setembro, evento terá concertos, atividades didáticas e apresentações em vários pontos da cidade

 

Pelo segundo ano consecutivo, o piano vai ser estrela na cidade das flores e da dança. A realização do Pianístico 2019, confirmada para os dias 19 a 22 de setembro, retoma o desafio de transformar Joinville na capital do piano, com uma programação que promete encantar os apreciadores do instrumento, mesclando concertos e atividades didáticas, nomes internacionais, nacionais e, claro, talentos locais. Serão quase 20 apresentações em pelo menos oito locais, entre salas de espetáculo e shopping-centers, uma livraria e uma galeria de arte, além da exibição de músicos em bares e restaurantes. Mais uma vez, o acesso será gratuito.

A abertura oficial será no dia 19, às 20h, com duo dos pianistas Gilson Peranzzetta e Leandro Braga, no Teatro Juarez Machado. O carioca Peranzzetta é maestro, orquestrador, compositor e instrumentista, tendo sido citado pelo produtor norte-americano Quincy Jones como um dos maiores arranjadores do mundo. Já acompanhou artistas como Ivan Lins, Elizeth Cardozo, Gonzaguinha e Gal Costa. Braga, paulista, graduou-se em medicina, mas enveredou pela música popular e pelo jazz. Gravou com Chico Buarque, Caetano, Djavan e Ney Matogrosso, entre outros astros da MPB. Também no dia 19, às 16h, na Sociedade Harmonia Lyra, o público será convidado a tomar um chá com a célebre Chiquinha Gonzaga, a primeira musicista de choro e a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, no início do século 20. Chiquinha será interpretada pela pianista Olinda Allessandrini. No espetáculo, e em outros momentos do Pianístico 2019, haverá a participação de atores trajados como cinco célebres pianistas, em performances que estão sendo preparadas pelo diretor teatral Lucas David.

A Comissão Central Organizadora do evento é presidida por Carlos Branco, da Branco Produções, com mais de 25 anos de atuação em toda a América do Sul, que, além de produzir shows e festivais pelo país, é curadora de alguns das principais instituições musicais do país, como o Santander Cultural, o Instituto Ling e o Museu do Estado de Pernambuco. Branco também assina como diretor artístico do Pianístico 2019.

A coordenação geral é de Albertina Tuma, que, com o bailarino Carlos Tafur, criou o Festival de Dança de Joinville e é nacionalmente reconhecida por sua atuação no setor cultural. Ganhou o Prêmio Mambembe de 1988, no Rio de Janeiro, recebeu homenagem do Teatro Municipal de São Paulo, e, mais recentemente, da Câmara de Vereadores e do próprio Festival de Dança de Joinville. Na coordenação técnica, Patrícia Sirydakis Macedo, professora de piano, com formação, especialização e ampla experiência em educação musical.

O festival, nascido como Pianíssimo em 2018, mudou de nome para viabilizar o registro da marca que, a partir de agora, vai acompanhar o evento. Mas, garante Carlos Branco, as diretrizes que orientam a iniciativa continuam as mesmas. “Apesar das dificuldades econômicas que o país atravessa, com auxílio de patrocinadores que apostaram no projeto, conseguiremos novamente trazer a Joinville alguns importantes nomes do piano mundial, com a presença de artistas da Ucrânia, China, Nicarágua, Estados Unidos, Alemanha e vários reconhecidos pianistas brasileiros, executando música erudita, blues, jazz e o melhor da MPB”, resume o diretor artístico.

Outra iniciativa de sucesso no ano passado que se repete na edição 2019 é o trabalho de formação em algumas escolas públicas de Joinville, coordenado pela professora Patrícia Macedo. Na última semana de agosto, Patrícia realiza palestras interativas, com apoio audiovisual, abordando o piano e seus compositores. “O objetivo principal é ampliar o universo musical e cultural das crianças,  além de criar um cenário mais concreto relacionando  a música com a história e geografia”, adianta Patrícia. “Faremos uma passagem pelos períodos da música, focando pianistas importantes”. As crianças receberão uma cartilha com resumo da palestra, curiosidades  dos músicos e uma seleção de peças para ouvir em casa com familiares e amigos. Ainda na linha didática, a programação do Pianístico prevê encontros com músicos convidados, oficinas e um curso de formação para professores.

 

A PROGRAMAÇÃO

19 de setembro

16h – Sociedade Harmonia Lyra – Concerto e Chá com Chiquinha Gonzaga – Olinda Allessandrini

20h – Teatro Juarez Machado – Duo de pianos, com Gilson Peranzzetta e Leandro Braga

20 de setembro

10h – Casa da Cultura de Joinville – Oficina com Gilson Peranzzetta e Leandro Braga, sobre técnicas interpretativas da música popular

10h e 14h – Teatro Juarez Machado – Olinda Allessandrini – Concerto didático para alunos e professores de escolas públicas

17h – Escola Bolshoi – Luiz Guilherme Pozzi

19h – Shopping Mueller – Edson Sant´anna

20h30 – Teatro Juarez Machado – Dmytro Choni (Ucrânia)

22h30 – Galeria 33 – Tom Worrell (Estados Unidos)

21 de setembro

10h30 e 13h30 – Casa da Cultura – Oficina de práticas pedagógicas para professores de iniciação musical ao piano, com as dras. Margareth Mila e Vivian Siedlecki

10h – Livraria A Página – Apresentação de pianistas inscritos pelo site do evento, para alunos de piano das escolas de música de Joinville

18h – Casa da Cultura – Encontro com o pianista Hercules Gomes, com o tema “O piano na música popular brasileira”

19h – Shopping Mueller – Tom Worrell (Estados Unidos)

20h30 – Teatro Juarez Machado – Chun Wang (China)

22h30 – Galeria 33 – Donald Vega (Nicarágua/Estados Unidos)

22 de setembro

10h30 – Teatro Juarez Machado – Martin Münch (Alemanha)

17h – Teatro Juarez Machado – Donald Vega (Nicarágua/Estados Unidos)

19h30 – Teatro Juarez Machado – Concerto de encerramento, com Hercules Gomes

 

Conheça os pianistas convidados

Martin Münch (Alemanha). Estudou música, filosofia e composição no Conservatório Superior de Karlsruhe. Como solista, realizou concertos em 30 países. Seu repertório atual inclui a suíte “Iberia” (completa), de Albéniz, e as dez Sonatas de Scriabin. Sua vivência musical abrange 56 obras, de música para piano e música de câmara a orquestra. Foi professor de piano na Universidade de Bamberg, de 1994 a 2013. Também é diretor artístico de vários festivais de piano em Heidelberg, Florença e outras cidades.

Donald Vega (Nicarágua/Estados Unidos). Nascido em Masaya, Nicaraguá, estudou piano clássico em seu país. Deixou a Nicarágua aos 14 anos, chegando a Los Angeles, em 1989. Hoje, vive em Nova York. Nos Estados Unidos, aos poucos foi migrando para o jazz, com graduação superior voltada ao gênero. Em 2013, passou a atuar como pianista do Ron Carter Trio. Uma lenda do jazz, Ron se encantou pelo piano de Donald, seu virtuosismo e bom gosto, técnica e sensibilidade. Donald tem viajado o mundo ao lado desse grande nome da música interncional. Em 2008, lançou seu primeiro álbum. Também é renomado professor de jazz. Além das instituições em que leciona, dá aulas na BackCountry Jazz, organização sem fins lucrativos que oferece educação musical para jovens em situação de risco.

Dmytro Choni (Ucrânia). O jovem músico, hoje com 26 anos, começou a estudar piano aos 4 anos de idade. Venceu o mundialmente famoso Paloma O’Shea Santander International Piano Competition 2018, na Espanha. Laureado em várias competições em países como Itália, Ucrânia, China, Estados Unidos, Itália e França. Realizou considerável número de recitais solo e música de câmara e tem atuado regularmente como solista de reconhecidas orquestras. A música de câmara também é parte importante das atividades musicais de Dmytro. Ele colaborou com famosos grupos, como Cuarteto Quiroga e Quartetto di Cremona, e músicos como os violinistas Andrej Bielow, Orest Smovzh e Mari Samuelsen.

Chun Wang (China). Nascido em 1990, começou a tocar piano com 5 anos de idade. Depois de vários prêmios em competições nacionais em seu país, ingressou no Conservatório Central de Música, em Beijing, com 13 anos. Completou seu mestrado na celebrada Julliard School, em 2015, e seu doutorado com Solomon Mikowsky na Manhattan School of Music, em Nova York. Já atuou em importantes salas ao redor do mundo, como Salle Cortot (Paris), Wigmore Hall (Londres), Sala Cecilia Meireles (Rio de Janeiro) e Teatro Coliseo (Buenos Aires), além de apresentações em outros países, em performances solos e em concertos com orquestra, com a Filarmônica de Buenos Aires, no Teatro Colon, com a Orquestra Sinfônica Nacional de Cuba, em Havana, com a MSM Symphony Orchestra, em Nova York.

Tom Worrell (Estados Unidos). Olhando sua biografia, parece que o destino do músico sempre foi viver e se apresentar em Nova Orleans. Foi ali, no berço do jazz, que trabalhou com personagens importantes do cenário local, artistas como Jumpin Johnny Sansone, JMonque’D, Mem Shannon & The Wild Magnolias, Walter Wolfman Washington, 101 Runners e Big Chief Monk Boudreaux. Atuou como multi-instrumentista e vocalista em algumas bandas de rock. Depois de conhecer a música de Professor Longhair e James Booker, mudou definitivamente sua forma de tocar: “Decidi que precisaria aprender a tocar daquele modo, ou pelo menos tentar. Desde então trabalho no estilo do piano de New Orleans e continuo nesse caminho até hoje”, revela o músico. Uma das figuras carimbadas da cena local, em Nova Orleans.

Gilson Peranzzetta. O pianista, compositor, arranjador, produtor e maestro é um dos mais renomados artistas brasileiros da atualidade. Sua performance como pianista e arranjador tem personalidade, criatividade, delicadeza, e requinte, sem jamais perder a brasilidade. Citado pelo maestro Quincy Jones como um dos maiores arranjadores do planeta, recebeu inúmeros prêmios, entre eles, cinco Prêmios de Música Brasileira como melhor arranjador, compositor e solista. Atingiu a impressionante marca de 56 CDs lançados no período de 1968 a 2019. Tem 300 músicas compostas, muitas gravadas por artistas nacionais como Djavan, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Leny Andrade, Dori Caymmi, Nana Caymmi, Edu Lobo, Emílio Santiago e artistas internacionais – George Benson, Sara Vaughn, Quincy Jones, Patty Austin, Jack Jones, Dianne Schurr, Dianne Reeves, Toots Thielemans, Shirley Horn e Barbra Streisand. Também é autor de peças para música de concerto, grupos de câmara, quarteto de cordas, quinteto de sopros, tendo atuado como solista e arranjador com a Orquestra Sinfônica Brasileira, Pittsburgh Symphony Orchestra (EUA), Metropole Orkest (Amsterdam), entre outras. Com sólida carreira internacional, apresenta-se anualmente nos mais importantes festivais na Europa, Estados Unidos e Japão.

Leandro Braga. Estudou piano já a partir dos 4 anos. Durante a faculdade (de Medicina, em que se formou), aproximou-se de músicos profissionais, o que o inspirou a procurar aprendizado com mestres do piano e do arranjo e orquestração, como Amylson Godoy, Nelson Ayres e Hilton Valente. Nesse período, conhece seu maior mestre e inspirador, o pianista, compositor e arranjador Luizinho Eça. Em sua longa carreira, foi requisitado como arranjador, tendo gravado inúmeras canções com Beth Carvalho, Chico Buarque, Caetano Veloso, Djavan, Fátima Guedes, Emílio Santiago, Tim Maia, Elba Ramalho, Guinga, Adriana Calcanhoto, e tantos outros. Entre esses, destaca seu trabalho com Ney Matogrosso, de quem foi diretor musical, Entre seus projetos atuais, a Sinfonia do Descobrimento, obra musical sobre a Carta do Descobrimento, de Pero Vaz de Caminha, e o show “Fé Cega”, na formação de trio (Piano, Contrabaixo e Percussão), dedicado a Milton Nascimento, onde explora principalmente as canções mais ritmadas do compositor.

Olinda Allessandrini. Suas atividades incluem apresentações ao vivo, gravações, atividades pedagógicas, colaboração em livros e jornais. É citada no livro “Arte do Piano”, de Sylvio Lago, pela “técnica apurada e dotada de fina imaginação e bom gosto”, “uma das mais atraentes pianistas do repertório nacional”. Em 2010, recebeu a medalha comemorativa ao “Ano Chopin”, do Consulado da Polônia em Porto Alegre. Tem CDs inteiramente dedicados a obras de Villa-Lobos, Radamés Gnattali e Araújo Vianna, além dos CDs “Panorama Brasileiro”, “Valsas”, “pamPiano”, “Ébano e Marfim”. Seu repertório pianístico vai do barroco ao contemporâneo e é frequentemente convidada como solista por orquestras, no Brasil e no exterior, com recitais, turnês e palestras realizadas em países como Alemanha, Áustria, Itália, Noruega e Estados Unidos.

Hercules Gomes. Começou a estudar piano como autodidata, aos 13 anos, e pouco tempo depois já tocava em grupos musicais de Vitória (ES), onde nasceu. Bacharel em música pela Unicamp, apresentou-se em alguns dos mais importantes festivais no Brasil e no exterior. Em 2015, participou da gravação do CD “Radamés Gnattali – Concertos Cariocas”, no qual interpretou o Concerto Carioca nº 2, com a Orquestra Sinfônica de Campinas. Em 2018, a convite do Ministério das Relações Exteriores, tocou como solista com a Jerusalem Symphony Orchestra. Seu primeiro trabalho solo, de 2013, demonstra fortes influências de ritmos brasileiros, jazz e da música erudita aliadas a uma técnica refinada, traduzindo ao piano seu universo sonoro. E em 2018 lançou seu segundo álbum intitulado “No tempo da Chiquinha” em comemoração aos 170 anos da pianista e compositora Chiquinha Gonzaga.


Luiz Guilherme Pozzi
. Graduou-se na classe da pianista russa Olga Kiun, na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Primeiro colocado, com nota máxima, na prova de admissão da Escola Superior de Música de Freiburg, na Alemanha, também foi premiado com a bolsa integral da “Internationale Klavierakademie Murrhardt”, concorrendo com pianistas do mundo todo. Em 2005, integrou a classe do pedagogo russo Alexander Satz, na Universidade de Artes de Graz, na Áustria, onde foi diplomado com distinção. É mestre em música pela Unicamp e concluiu seu doutorado USP. Além de se apresentar regularmente como recitalista, camerista e solista em concertos com orquestra, é professor de piano e música de câmara e piano erudito.

Edson Sant´anna. Natural de Joinville, com carreira iniciada em bandas de baile e acompanhando cantoras, estudou piano na Casa da Cultura e Conservatório Belas Artes, antes de se transferir para São Paulo, em 2005. Lá, avançou em formação voltada ao piano popular, concluindo cursos de harmonia, contraponto e história da música, e também piano erudito. Sua peça “Sonatina n.01” obteve o terceiro lugar no 2º Concurso de Composição do Instituto Villa-Lobos, da Unirio (2010). Participou de grupos de música instrumental e atuou como professor em diversas oportunidades. É um dos idealizadores do Piano Talks, plataforma de ensino e conteúdo digital sobre piano popular.

Vivian Siedlecki. Professora adjunta da Universidade Estadual do Paraná (Unpespar), na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap). Doutora em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Música pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Especialista em Música de Câmara pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap). Bacharel em Instrumento/piano pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap).

Margareth Milano. Professora adjunta da Universidade do Paraná (Unespar), na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap) desde 1994. Professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Música da Unespar/Embap), no Mestrado em Música. Doutora em Práticas Interpretativas/Piano pela UFRGS, com a tese “Percepções e concepções sobre corpo, gesto, técnica pianística e suas relações nas vivências de alunos de piano de dois cursos de pós-graduação em música”. Mestre em Execução Musical/Piano (UFBA), especialista em Educação Musical/Piano (Embap).

29jul

Equipe de jornalistas lança nova revista em Joinville

Francisca vai circular mensalmente, com reportagens e entrevistas sobre temas como empreendedorismo, inovação, cultura e lazer

Em agosto, Joinville ganha uma nova publicação jornalística. A Revista Francisca, idealizada por uma equipe de sete experientes profissionais, com atuação em veículos, agências e corporações locais, vai trazer reportagens, artigos e entrevistas sobre pautas de interesse do joinvilense. No foco, áreas como empreendedorismo, economia e negócios, inovação, comportamento, cultura e lazer, sempre sob a ótica de quem vive na maior cidade do Estado. Com tiragem inicial de 3 mil exemplares e estimativa de 36 páginas, a revista terá sua versão impressa como carro-chefe, de maneira a que seu conteúdo circule, literalmente, de mão em mão entre os leitores, mas também apresentará edições nas principais plataformas digitais.

O nome Francisca, que faz natural referência à princesa, também sinaliza o perfil editorial da revista, com um jornalismo humanizado e atento aos interesses e demandas das pessoas. A publicação será distribuída gratuitamente e estará disponível em pontos de grande circulação, como clínicas médicas, hospitais, cafés, lojas de conveniência e hotéis.

Já na primeira fase, o projeto conta com apoiadores de expressão em várias frentes, caso das empresas Joinvix e Rankr, para suas edições digitais, Gráfica Volpato na produção da revista impressa e Casa 97, onde os empreendedores recebem convidados para o evento de lançamento.

Os responsáveis pela revista são os jornalistas Ana Ribas Diefenthaeler, Cristiane Schmitz, Fábio Abreu, Guilherme Diefenthaeler, Jean Balbinotti, Jociane Nascimento e Rubens Herbst.

Contatos com a revista pelos e-mais comercial@revistafrancisca.com.br e redacao@revistafrancisca.com.br.

 

06jun

Artrite: inflamação da articulação pode ter causas diversas

A inflamação de uma articulação, a denominada artrite, pode ser ocasionada por diversos fatores. Quem explica é Emílio Weingraber, médico reumatologista que integra o corpo clínico do Hospital Dona Helena, localizado em Joinville (SC). “Entre eles, estão trauma (como bater o joelho em uma queda, por exemplo), infecções por bactérias, vírus e fungos, alguns tipos de câncer e doenças reumatológicas (como artrite reumatoide, artrite psoriática, espondiloartrites, gota, lúpus, entre outras)”, aponta o médico, que ministrou, no final de maio,  uma palestra sobre o tema em reunião clínica do hospital.

Segundo o especialista, em geral, o paciente com artrite sente inchaço, dor e dificuldade para movimentar as articulações acometidas. Dependendo da causa, pode também ocorrer aumento da temperatura e vermelhidão. “Artrites causadas por infecções bacterianas e algumas doenças reumatológicas podem ocasionar deformidades irreversíveis nas articulações acometidas. A maioria das doenças reumatológicas que causa artrite também aumenta o risco de infarto e AVC”, adverte.

Os fatores de riscos também são diversos. “Depende da doença que a estiver causando. Por exemplo, pacientes fumantes e com problemas dentários têm uma chance maior de desenvolver um quadro de artrite reumatoide mais grave”, explica Emílio. A artrite reumatoide é uma doença de origem autoimune marcada pela destruição progressiva de uma membrana que recobre as articulações. Estima-se que 2 milhões de brasileiros sejam afetados por essa condição.

O diagnóstico da artrite é feito somente com o exame físico realizado pelo médico. Para definir a causa, o profissional pode pedir diversos exames de sangue e de imagem. A prevenção e tratamento dependem do que a ocasiona. “Câncer e infecções podem ser prevenidos com hábitos alimentares saudáveis, exercícios, evitar cigarro, bebidas e drogas e uso de preservativo nas relações sexuais”, evidencia o reumatologista. “Já o tratamento para artrite pode variar de antibióticos para infecções bacterianas até medicamentos imunossupressores em doenças reumatológicas. Algumas causas, como as infecções virais, bacterianas e câncer podem ter cura. Nos demais casos, o tratamento tem por objetivo controlar a inflamação e evitar deformidades no futuro.”

29mai

Abertas as inscrições para o prêmio que promove influenciadores digitais de Joinville e região

Eles atuam em inúmeros segmentos e se transformaram em um fenômeno de mídia e vendas. Hoje em dia, estratégias de negócio e relacionamento com o público não podem prescindir dos chamados influenciadores digitais. O Prêmio Influensee.me, lançado no mês de abril, tem por objetivo valorizar o trabalho desses novos profissionais que usam o meio digital para empreender, criar negócios e influenciar seguidores. As inscrições para os interessados em participar da iniciativa foram abertas na segunda-feira, 27, e prosseguem até 14 de junho, sempre pelo site www.influensee.me. Já o período para votação popular vai de 15 a 30 de junho, e o evento de premiação está marcado para 3 de julho, na Expoville. Um júri técnico formado por jornalista, social media e digital influencer estará encarregado da avaliação final.

Os influenciadores digitais deverão se inscrever em apenas uma das cinco categorias abertas: conhecimento e curiosidades, cultura e entretenimento, eco, lifestyle, saúde e bem-estar. O propósito, segundo os idealizadores, é tornar Joinville uma referência no campo da influência digital e, ao mesmo tempo, aproximar influenciadores, fãs e marcas. A iniciativa é das empresas Karam Eventos, especializada em eventos sociais e corporativos, OK Eventos, responsável pela administração do Parque Expoville Atividades, e Voük Comunicação.

A participação é aberta a youtubers, instagrammers e blogueiros que se destacam por sua influência na mídia digital, em âmbito regional. Eliane Karam, proprietária da Karam Eventos, revela ter ficado surpresa com a grande quantidade de influenciadores atuando na Região Norte de Santa Catarina, como também com a qualidade de conteúdo desses profissionais: “Joinville tem um potencial de influencers que merecem ter seu trabalho destacado. O prêmio chega para valorizar esse trabalho e incentivar a formação de muitos outros profissionais”.

“A internet mudou radicalmente a forma como as pessoas consomem publicidade. Nesse cenário, os influencers se tornaram uma das tendências da comunicação mundial. É um marketing que representa a ponte entre as marcas e seus clientes porque são pessoas nas quais os consumidores mais confiam e respeitam”, explica Gabriel Krieger, sócio-proprietário da Voük Comunicação.