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19nov

Automatize: cooperatividade e tecnologia norteiam evento em Joinville (SC)

A Sensus, consolidada no mercado por oferecer soluções para gestão empresarial, promove a primeira edição do Automatize, evento gratuito que ocorre no dia 19 de novembro, a partir das 14h, no Ágora Tech Park (Rua Dona Francisca, 8300, Zona Industrial Norte). O objetivo é unir instituições, pessoas e negócios para colocar em prática um novo conceito no setor: o da cooperatividade. O público-alvo são empresas de base tecnológica para automação e as que desejam aperfeiçoar seus processos.

Segundo Leonardo Orth, diretor comercial da Sensus, a ideia é evidenciar que a simbiose entre players (de tecnologia, equipamentos, software, negócios e automação) está trazendo cada vez mais resultados (como a otimização de tempo e de processos industriais), culminando em mais produtividade e lucratividade em um ecossistema cooperativo. No período matutino, ocorrerá um encontro  fechado com os participantes do movimento cooperativo da Sensus. À tarde, os temas serão compartilhados aos convidados e à comunidade.

O tema “Criatividade nunca será automatizada” norteará a palestra de abertura, ministrada por Eduardo Borba. Autor dos livros “Inovação Natural”, “Empreinovador” e “Homo Sensus”, Borba montou a primeira empresa aos 20 anos. Viveu a cultura do Vale do Silício e retornou transformando empresas e construindo novos conceitos de negócio. É fundador do Instituto MOBI, que cria e fomenta o empreendedorismo do século 21, sendo detentor da tecnologia da “causa”, que é o conceito base de negócios inovadores como a Heroyz (marca dos Bombeiros Voluntários de Joinville), além de atuar como conselheiro de empresas, com educação empreinovadora, mentoria e investimento anjo.

Outro convidado em destaque é Beny Fard, CEO  e fundador da Spin, aceleradora que integra startups, organizações e investidores. Também é head de operações da SRI International, um centro de pesquisa independente, sem fins lucrativos, que atende governo e indústrias. O palestrante abordará o tema “Inovação: as verdades que não contam”. Na programação ainda constam as apresentações de dois cases, das empresas Guararapes Painéis (“Organizando a casa: o inviável se tornando possível”) e Malwee Malhas (“Assertividade operacional como diferencial competitivo”), com painéis de perguntas. Para finalizar a tarde, o stand up comedy de Danilo Radke que, além de comediante, é escritor e redator publicitário.

O evento propõe aliar bom conteúdo a profissionais experientes. “É um evento que vai gerar muito networking, debate e ótimas oportunidades para usar a tecnologia a favor de melhorias operacionais, liberando mais tempo para as pessoas e empresas”, assegura Leonardo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas via Sympla.

De competição para cooperação

Depois de quase uma década no mercado, a Sensus sentiu a necessidade de se adaptar à nova economia, fugindo das fórmulas tradicionais. Em fevereiro, iniciou um processo de mudança radical, transformando-se gradativamente: migrou de empresa para “causa”, um conceito criado pelo Eduardo Borba para designar e construir organizações que são mais atrativas e desejadas para os stakeholders e façam mais sentido para a sociedade. “Em poucos meses, os resultados são nítidos. Nesse processo evolucionário estão acontecendo diversos e inovadores desdobramentos, sendo um dos principais a cooperatividade”, evidencia o diretor comercial Leonardo Orth.

O conceito da nova Sensus é centrado no tempo. Por isso, a marca e toda comunicação foram reestruturadas para representar o novo ciclo: o símbolo passou a ser uma ampulheta estilizada remetendo ao ícone do infinito. “Como o conceito central da nova Sensus é valorizar o tempo do ser humano, automatizando ao máximo atividades que barrem a fluidez do potencial humano dentro das organizações, tomamos uma decisão ousada de ir na contramão do mercado de deixar a competição para abraçar a cooperação mercadológica”, detalha. “Acreditamos que o ser humano e as organizações têm um potencial inimaginável se dispuserem de mais tempo para a criatividade e inovação. Acreditamos que tudo isso é possível por meio da tecnologia.”

Da migração, surgiu o movimento “Cooperatividade”. “Estamos reunindo empresas de tecnologia de automação que têm soluções somatórias e complementares para se fortalecer, atendendo ao mercado nacional de forma mais completa, produtiva e assertiva”, explica. “Assim, estamos construindo um player cooperativo, uma grande plataforma de soluções de tecnologia para automatizar o máximo as empresas, deslocando o tempo humano para funções que tenham mais valor”, conclui. O primeiro manifesto desse movimento cooperativo puxado pela Sensus é o evento Automatize. Com a nova aposta, a empresa projeta finalizar o ano com aumentos de clientes (40%) e de faturamento (25%) substanciais em relação ao ano anterior.

 

Programação completa do Automatize

 

• 13h – Credenciamento

• 13h30 – Abertura do evento – Cooperatividade

• 14h – Palestra de abertura “Criatividade nunca será automatizada”, com Eduardo Borba

• 15h – “Organizando a casa: o inviável se tornando possível” – Case Guararapes Painéis SA + Painel de perguntas

• 16h – Coffee + networking

• 16h15 – “Assertividade operacional como diferencial competitivo” – Case Malwee Malhas Ltda + Painel de perguntas

• 17h15 – Palestra “Inovação: as verdades que não contam”, com Beny Fard, da Spin Aceleradora

• 18h – Agradecimento e chamada para o próximo evento

• 18h10 às 19h30 – Stand up comedy com Danilo Radke + happy hour

19nov

Ciser está entre as 100 maiores empresas do Sul

A Ciser, maior fabricante de elementos de fixação da América Latina, recebeu mais um reconhecimento por sua atuação no setor. A empresa foi destaque na premiação “500 Maiores do Sul”, promovida há cerca de 30 anos pelo grupo Amanhã, em parceria com a PWC. A empresa conquistou a primeira posição no segmento de metalurgia por maior rentabilidade e ficou na 20ª posição entre maiores empresas de Santa Catarina. No Sul do país, a Ciser se destacou entre as 100 maiores do Sul, na 88ª posição.

A 29ª edição do ranking é realizada com o apoio técnico da PWC, utiliza os balanços das empresas avaliados segundo o índice VPG – Valor Ponderado de Grandeza – média ponderada entre a Receita Líquida, Patrimônio Líquido e Resultado. O evento de premiação aconteceu em Curitiba (PR), na última quinta-feira, dia 7.

19nov

Em pauta, a mulher, a ética, a inteligência artificial

A sexta-feira, 29 de novembro, vai ser de reflexões e debates em bioética, em Joinville. A 19ª edição do Simpósio Catarinense de Bioética, promovido pelo Hospital Dona Helena, coloca na mesa temas importantes para profissionais da área da saúde e público em geral, interessado em discutir as grandes questões da atualidade. Com a participação de mulheres de destaque como a professora e procuradora paulistana Lívia Zago, que profere a conferência sobre “A Ética e a Mulher”, da reitora da Univille Sandra Furlan, da professora e bioeticista Mirelle Finkler e da delegada de polícia Tânia Harada, que abordam a sociedade e as lideranças femininas, a parte da manhã será toda dedicada às questões femininas.

À tarde, a programação promove reflexões sobre inteligência artificial e inteligência natural – e sua importância para a área da saúde. As conferências e debates têm as presenças de Reinaldo Nogueira, coordenador dos times de análise de dados, segurança e prevenção de dados do banco BTG Pactual, Alexandre Del Rey, sócio fundador da 12AI – International Association of Artificial Intelligence, e Danilo Conti, Secretário de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Sustentável de Joinville e bacharel em Desenvolvimento de Sistemas para Internet.

Confira a íntegra da programação do evento, que se realiza no Hotel Bourbon:

8h às 9h – Inscrições

9h – Abertura Oficial

9h30 às 10h30 – Conferência “A Ética e a Mulher”, professora Lívia Zago

10h30 – Intervalo

10h50 às 12h30 – Painel “A Sociedade e as lideranças femininas”
- Professora Sandra Furlan
- Bioeticista Mirelle Finkler
- Delegada de Polícia Tania Harada

14h às 14h20 – apresentação do Coral Maria Carola Keller

14h20 às 17h20 –Minicurso Inteligência Artificial x Inteligência Natural

- O que é Inteligência Artificial – Reinaldo Nogueira
- Inteligência Artificial na área da saúde – Alexandre Del Rey
- Uma visão de futuro da Inteligência Artificial – Danilo Conti

17h20 – Encerramento

18out

No Dia Mundial do Coração, cardiologista alerta para os perigos da hipertensão

Em torno de 17,5 milhões de pessoas morrem anualmente vítimas de doenças cardiovasculares, que é a principal causa de morte no planeta, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Com o objetivo de trazer atenção para a doença e promover medidas preventivas, a Federação Mundial do Coração (WHF) criou, em 2000, o Dia Mundial do Coração (WHD), celebrado no dia 29 de setembro. “Hipertensão arterial é a doença cardiovascular mais prevalente”, alerta o cardiologista Nelson Collares, do Hospital Dona Helena. Trata-se de uma doença crônica e responsável por 80% dos casos de AVC, mas também se mostra um agravante em quadros de enfarte, aneurisma arterial ou mesmo insuficiência renal. Sintomas como tontura, falta de ar, dor de cabeça, visão embaçada ou sangramento nasal podem ser indicadores de pressão arterial elevada, embora os sintomas costumem demorar para aparecer. No Brasil, em torno de 25% da população é diagnosticada com hipertensão, de acordo com dados colhidos pela Vigitel, que é o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.

Sobre o grupo em que as doenças cardiovasculares, como a hipertensão, são mais comuns, Nelson Collares explica que a prevalência se dá no paciente idoso. Sob a mesma estatística da Vigitel, considera-se que, desses 25%, cerca de 85% dos hipertensos começam a manifestar a doença entre 45 e 60 anos”. Existem outros fatores que atuam no desenvolvimento da pressão arterial, como explica o médico: “Os hábitos também são relevantes não só para a precocidade da doença, como também a gravidade. Alguns fatores são bem identificáveis: obesidade, tabagismo, ansiedade, alto consumo de sal e álcool, e aspectos genéticos ou raciais”.

Acerca das principais causas de hipertensão, o cardiologista diz que “indiscutivelmente não só no Brasil (principalmente na Região Sul), mas também nas populações do primeiro mundo, particularmente os EUA, a obesidade tem sido apontada como principal vilão, ao ponto de algumas seguradoras já fazerem discriminação nos seus sinistros de acordo com a superfície corpórea do indivíduo”. O problema da hipertensão tem se alastrado, com índices mundiais sinalizando um aumento dessa condição. O cardiologista, entretanto, explica: “As doenças cardiovasculares têm aumentado, muito em decorrência do aumento de sobrevida da nossa população de idosos”, pondera, sinalizando que as medidas de combate a esse tipo de doença estão cada vez mais eficientes, mas o perigo de apresentar uma doença cardiovascular é cada vez maior conforme o ser humano envelhece.

18set

Duo de pianos brasileiros na abertura do Pianístico 2019

Gilson Peranzzetta e Leandro Braga se apresentam nesta quinta-feira à noite, no Teatro Juarez Machado; à tarde, Chá com Chiquinha Gonzaga na Harmonia-Lyra

Nomes reconhecidos pela sólida carreira dedicada ao piano, fortemente identificados com a música brasileira, Gilson Peranzzetta e Leandro Braga fazem o espetáculo que marca a abertura oficial do Pianístico 2019, festival que se propõe a transformar Joinville na capital do piano. A apresentação, já com ingressos esgotados, será às 20h, no palco do Teatro Juarez Machado. Haverá fila de espera, na bilheteria, e os ingressos de quem fez reserva pelo site e não retirar seu bilhete até 15 minutos antes do espetáculo serão oferecidos aos interessados – mesmo procedimento das outras atrações do Pianístico, que prossegue até domingo, com quase 20 apresentações em pelo menos oito locais, como shopping-center, livraria e galeria de arte, além da exibição de 12 músicos locais em cafés, livrarias, bares e restaurantes.

No concerto de abertura, peças selecionadas da música brasileira, em um passeio que vai de Dorival Caymmi (Maracangalha) a Noel Rosa e João de Barro (Pastorinhas), de Villa-Lobos (Trenzinho do Caipira) a Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (Asa Branca). Peranzzetta é pianista, compositor, arranjador, produtor e maestro, um dos mais renomados artistas brasileiros da atualidade. Citado pelo maestro Quincy Jones como um dos maiores arranjadores do planeta, recebeu inúmeros prêmios, entre eles, cinco Prêmios de Música Brasileira como melhor arranjador, compositor e solista. Atingiu a impressionante marca de 56 CDs lançados no período de 1968 a 2019. Tem 300 músicas compostas, muitas gravadas por artistas nacionais como Djavan, Ivan Lins, Edu Lobo, Emílio Santiago e artistas internacionais – George Benson, Sara Vaughn e Barbra Streisand, dentre outros.

Leandro Braga, que estudou piano a partir dos 4 anos, aproximou-se do piano durante a faculdade (de Medicina, em que se formou), o que o inspirou a procurar aprendizado com mestres do piano e do arranjo e orquestração. Já foi requisitado como arranjador, tendo gravado inúmeras canções com Beth Carvalho, Chico Buarque, Caetano Veloso, Djavan, Fátima Guedes, Emílio Santiago, Tim Maia, Elba Ramalho, Guinga, Adriana Calcanhoto, e tantos outros. Entre esses, destaca seu trabalho com Ney Matogrosso, de quem foi diretor musical, Entre seus projetos atuais, a Sinfonia do Descobrimento, obra musical sobre a Carta do Descobrimento, de Pero Vaz de Caminha, e o show “Fé Cega”, na formação de trio (Piano, Contrabaixo e Percussão), dedicado a Milton Nascimento, onde explora principalmente as canções mais ritmadas do compositor.

Antes mesmo da abertura oficial, o piano ressoa no palco da Sociedade Harmonia Lyra, com o espetáculo “Chá com Chiquinha Gonzaga”, em que a pianista Olinda Allessandrini interpreta a primeira musicista de choro e a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, no início do século 20. O “Chá com Chiquinha Gonzaga”, marcado para as 16h do dia 19, recria o clima dos anos 20, nos salões da Harmonia-Lyra. Olinda se apresenta vestida à moda da época, evocando o período em que Chiquinha viveu, e o público também poderá optar por trajes nesse estilo, se desejar. Ainda há ingressos disponíveis, que podem ser adquiridos na bilheteria do teatro e na Cila Cabeleireiros, ao preço de R$ 80 – o que garante lugar nas mesas e degustação do cardápio concebido especialmente para a ocasião.

A Comissão Central Organizadora do evento é presidida por Carlos Branco, da Branco Produções, com mais de 25 anos de atuação em toda a América do Sul, que, além de produzir shows e festivais pelo país, é curadora de alguns das principais instituições musicais do país, como o Santander Cultural, o Instituto Ling e o Museu do Estado de Pernambuco. Branco também assina como diretor artístico do Pianístico 2019.

A coordenação geral é de Albertina Tuma, que, com o bailarino Carlos Tafur, criou o Festival de Dança de Joinville e é nacionalmente reconhecida por sua atuação no setor cultural. Ganhou o Prêmio Mambembe de 1988, no Rio de Janeiro, recebeu homenagem do Teatro Municipal de São Paulo, e, mais recentemente, da Câmara de Vereadores e do próprio Festival de Dança de Joinville. Na coordenação técnica, Patrícia Sirydakis Macedo, professora de piano, com formação, especialização e ampla experiência em educação musical.

 

Atividades didáticas

 

Uma iniciativa de sucesso no ano passado foi reprisada nesta segunda edição do festival. Trata-se do trabalho de formação em escolas públicas de Joinville, coordenado pela professora Patrícia Macedo. Na última semana de agosto, Patrícia realizou palestras interativas, com apoio audiovisual, abordando o piano e seus compositores. “Nosso objetivo principal foi o de ampliar o universo musical e cultural das crianças, além de criar um cenário mais concreto relacionando a música com a história e geografia”, adianta Patrícia. “Fizemos uma passagem pelos períodos da música, focando pianistas importantes”. As crianças receberam uma cartilha com resumo da palestra, curiosidades dos músicos e uma seleção de peças para ouvir em casa com familiares e amigos. Ainda na linha didática, a programação do Pianístico prevê encontros com músicos convidados, oficinas e um curso de formação para professores.

 

Piano por toda a cidade

Livrarias, lojas, bares, restaurantes e cafés levam ao público apresentações de piano de diversos estilos e técnicas, mostrando aos joinvilenses e visitantes o melhor da “prata da casa”. As apresentações começam já nesta quinta, dia 18, véspera da abertura oficial do festival, e abrangem os restaurantes Santa Mistura, Casa do Capitão, Giuseppe e Smania, a loja Enxovais D´Ouro, a livraria O Sebo, a cafeteria Doce Beijo L’ Artiste e a Padaria da Vila II. “Ter o Pianístico na Casa do Capitão será um presente para todos nós”, diz o empresário José Lopes, proprietário do restaurante. “Sabemos que nem todos poderão participar das apresentações no teatro. Então, para aqueles que, na correria do dia a dia, não conseguiram colocar o Pianístico em suas agendas, aqui há a chance de desfrutar deste lindo momento, na hora do almoço. Fazer parte do Pianístico nos enche de orgulho.”

 

Performances de pianistas

O Pianístico 2019 não respira “só” a música. Também se alimenta de diversas vertentes da arte – e uma delas é o teatro. Com o objetivo de aproximar a comunidade do piano, a segunda edição do festival contará com a intervenção de cinco atores, que vão interpretar célebres pianistas da história da música. Eles estarão circulando pelos locais dos espetáculos, ruas e shopping-centers, em contato direto com o público e trazendo um caráter mais lúdico à programação. O grupo é comandado pelo visagista, coreógrafo e diretor de artes cênicas Lucas David.

Serão cinco personagens: Mozart, Chopin, Chiquinha Gonzaga, Elton John e Beethoven. Eles serão interpretados, respectivamente, pelos atores Daniel Boes, Gabriel Garrido, Tifani Schmöller, Felipe Mathias e Téo Áida. Todos são alunos de Lucas, que ministra um curso sobre vivência teatral.

 

 

A PROGRAMAÇÃO

19 de setembro

16h – Sociedade Harmonia Lyra – Concerto e Chá com Chiquinha Gonzaga – Olinda Allessandrini

20h – Teatro Juarez Machado – Duo de pianos, com Gilson Peranzzetta e Leandro Braga

20 de setembro

10h – Casa da Cultura de Joinville – Oficina com Gilson Peranzzetta e Leandro Braga, sobre técnicas interpretativas da música popular

10h e 14h – Teatro Juarez Machado – Olinda Allessandrini – Concerto didático para alunos e professores de escolas públicas

17h – Escola Bolshoi – Luiz Guilherme Pozzi

19h – Shopping Mueller – Edson Sant´anna

20h30 – Teatro Juarez Machado – Dmytro Choni (Ucrânia)

22h30 – 33 Arthouse – Tom Worrell (Estados Unidos)

21 de setembro

10h30 e 13h30 – Casa da Cultura – Oficina de práticas pedagógicas para professores de iniciação musical ao piano, com as dras. Margareth Mila e Vivian Siedlecki

10h – Livraria A Página – Apresentação de pianistas inscritos pelo site do evento, para alunos de piano das escolas de música de Joinville

18h – Casa da Cultura – Encontro com o pianista Hercules Gomes, com o tema “O piano na música popular brasileira”

19h – Shopping Mueller – Tom Worrell (Estados Unidos)

20h30 – Teatro Juarez Machado – Chun Wang (China)

22h30 – Galeria 33 – Donald Vega (Nicarágua/Estados Unidos)

22 de setembro

10h30 – Teatro Juarez Machado – Martin Münch (Alemanha)

17h – Teatro Juarez Machado – Donald Vega (Nicarágua/Estados Unidos)

19h30 – Teatro Juarez Machado – Concerto de encerramento, com Hercules Gomes

 

Conheça os pianistas convidados

Martin Münch (Alemanha). Estudou música, filosofia e composição no Conservatório Superior de Karlsruhe. Como solista, realizou concertos em 30 países. Seu repertório atual inclui a suíte “Iberia” (completa), de Albéniz, e as dez Sonatas de Scriabin. Sua vivência musical abrange 56 obras, de música para piano e música de câmara a orquestra. Foi professor de piano na Universidade de Bamberg, de 1994 a 2013. Também é diretor artístico de vários festivais de piano em Heidelberg, Florença e outras cidades.

Donald Vega (Nicarágua/Estados Unidos). Nascido em Masaya, Nicaraguá, estudou piano clássico em seu país. Deixou a Nicarágua aos 14 anos, chegando a Los Angeles, em 1989. Hoje, vive em Nova York. Nos Estados Unidos, aos poucos foi migrando para o jazz, com graduação superior voltada ao gênero. Em 2013, passou a atuar como pianista do Ron Carter Trio. Uma lenda do jazz, Ron se encantou pelo piano de Donald, seu virtuosismo e bom gosto, técnica e sensibilidade. Donald tem viajado o mundo ao lado desse grande nome da música interncional. Em 2008, lançou seu primeiro álbum. Também é renomado professor de jazz. Além das instituições em que leciona, dá aulas na BackCountry Jazz, organização sem fins lucrativos que oferece educação musical para jovens em situação de risco.

Dmytro Choni (Ucrânia). O jovem músico, hoje com 26 anos, começou a estudar piano aos 4 anos de idade. Venceu o mundialmente famoso Paloma O’Shea Santander International Piano Competition 2018, na Espanha. Laureado em várias competições em países como Itália, Ucrânia, China, Estados Unidos, Itália e França. Realizou considerável número de recitais solo e música de câmara e tem atuado regularmente como solista de reconhecidas orquestras. A música de câmara também é parte importante das atividades musicais de Dmytro. Ele colaborou com famosos grupos, como Cuarteto Quiroga e Quartetto di Cremona, e músicos como os violinistas Andrej Bielow, Orest Smovzh e Mari Samuelsen.

Chun Wang (China). Nascido em 1990, começou a tocar piano com 5 anos de idade. Depois de vários prêmios em competições nacionais em seu país, ingressou no Conservatório Central de Música, em Beijing, com 13 anos. Completou seu mestrado na celebrada Julliard School, em 2015, e seu doutorado com Solomon Mikowsky na Manhattan School of Music, em Nova York. Já atuou em importantes salas ao redor do mundo, como Salle Cortot (Paris), Wigmore Hall (Londres), Sala Cecilia Meireles (Rio de Janeiro) e Teatro Coliseo (Buenos Aires), além de apresentações em outros países, em performances solos e em concertos com orquestra, com a Filarmônica de Buenos Aires, no Teatro Colon, com a Orquestra Sinfônica Nacional de Cuba, em Havana, com a MSM Symphony Orchestra, em Nova York.

Tom Worrell (Estados Unidos). Olhando sua biografia, parece que o destino do músico sempre foi viver e se apresentar em Nova Orleans. Foi ali, no berço do jazz, que trabalhou com personagens importantes do cenário local, artistas como Jumpin Johnny Sansone, JMonque’D, Mem Shannon & The Wild Magnolias, Walter Wolfman Washington, 101 Runners e Big Chief Monk Boudreaux. Atuou como multi-instrumentista e vocalista em algumas bandas de rock. Depois de conhecer a música de Professor Longhair e James Booker, mudou definitivamente sua forma de tocar: “Decidi que precisaria aprender a tocar daquele modo, ou pelo menos tentar. Desde então trabalho no estilo do piano de New Orleans e continuo nesse caminho até hoje”, revela o músico. Uma das figuras carimbadas da cena local, em Nova Orleans.

Gilson Peranzzetta. O pianista, compositor, arranjador, produtor e maestro é um dos mais renomados artistas brasileiros da atualidade. Sua performance como pianista e arranjador tem personalidade, criatividade, delicadeza, e requinte, sem jamais perder a brasilidade. Citado pelo maestro Quincy Jones como um dos maiores arranjadores do planeta, recebeu inúmeros prêmios, entre eles, cinco Prêmios de Música Brasileira como melhor arranjador, compositor e solista. Atingiu a impressionante marca de 56 CDs lançados no período de 1968 a 2019. Tem 300 músicas compostas, muitas gravadas por artistas nacionais como Djavan, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Leny Andrade, Dori Caymmi, Nana Caymmi, Edu Lobo, Emílio Santiago e artistas internacionais – George Benson, Sara Vaughn, Quincy Jones, Patty Austin, Jack Jones, Dianne Schurr, Dianne Reeves, Toots Thielemans, Shirley Horn e Barbra Streisand. Também é autor de peças para música de concerto, grupos de câmara, quarteto de cordas, quinteto de sopros, tendo atuado como solista e arranjador com a Orquestra Sinfônica Brasileira, Pittsburgh Symphony Orchestra (EUA), Metropole Orkest (Amsterdam), entre outras. Com sólida carreira internacional, apresenta-se anualmente nos mais importantes festivais na Europa, Estados Unidos e Japão.

Leandro Braga. Estudou piano já a partir dos 4 anos. Durante a faculdade (de Medicina, em que se formou), aproximou-se de músicos profissionais, o que o inspirou a procurar aprendizado com mestres do piano e do arranjo e orquestração, como Amylson Godoy, Nelson Ayres e Hilton Valente. Nesse período, conhece seu maior mestre e inspirador, o pianista, compositor e arranjador Luizinho Eça. Em sua longa carreira, foi requisitado como arranjador, tendo gravado inúmeras canções com Beth Carvalho, Chico Buarque, Caetano Veloso, Djavan, Fátima Guedes, Emílio Santiago, Tim Maia, Elba Ramalho, Guinga, Adriana Calcanhoto, e tantos outros. Entre esses, destaca seu trabalho com Ney Matogrosso, de quem foi diretor musical, Entre seus projetos atuais, a Sinfonia do Descobrimento, obra musical sobre a Carta do Descobrimento, de Pero Vaz de Caminha, e o show “Fé Cega”, na formação de trio (Piano, Contrabaixo e Percussão), dedicado a Milton Nascimento, onde explora principalmente as canções mais ritmadas do compositor.

Olinda Allessandrini. Suas atividades incluem apresentações ao vivo, gravações, atividades pedagógicas, colaboração em livros e jornais. É citada no livro “Arte do Piano”, de Sylvio Lago, pela “técnica apurada e dotada de fina imaginação e bom gosto”, “uma das mais atraentes pianistas do repertório nacional”. Em 2010, recebeu a medalha comemorativa ao “Ano Chopin”, do Consulado da Polônia em Porto Alegre. Tem CDs inteiramente dedicados a obras de Villa-Lobos, Radamés Gnattali e Araújo Vianna, além dos CDs “Panorama Brasileiro”, “Valsas”, “pamPiano”, “Ébano e Marfim”. Seu repertório pianístico vai do barroco ao contemporâneo e é frequentemente convidada como solista por orquestras, no Brasil e no exterior, com recitais, turnês e palestras realizadas em países como Alemanha, Áustria, Itália, Noruega e Estados Unidos.

Hercules Gomes. Começou a estudar piano como autodidata, aos 13 anos, e pouco tempo depois já tocava em grupos musicais de Vitória (ES), onde nasceu. Bacharel em música pela Unicamp, apresentou-se em alguns dos mais importantes festivais no Brasil e no exterior. Em 2015, participou da gravação do CD “Radamés Gnattali – Concertos Cariocas”, no qual interpretou o Concerto Carioca nº 2, com a Orquestra Sinfônica de Campinas. Em 2018, a convite do Ministério das Relações Exteriores, tocou como solista com a Jerusalem Symphony Orchestra. Seu primeiro trabalho solo, de 2013, demonstra fortes influências de ritmos brasileiros, jazz e da música erudita aliadas a uma técnica refinada, traduzindo ao piano seu universo sonoro. E em 2018 lançou seu segundo álbum intitulado “No tempo da Chiquinha” em comemoração aos 170 anos da pianista e compositora Chiquinha Gonzaga.


Luiz Guilherme Pozzi
. Graduou-se na classe da pianista russa Olga Kiun, na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Primeiro colocado, com nota máxima, na prova de admissão da Escola Superior de Música de Freiburg, na Alemanha, também foi premiado com a bolsa integral da “Internationale Klavierakademie Murrhardt”, concorrendo com pianistas do mundo todo. Em 2005, integrou a classe do pedagogo russo Alexander Satz, na Universidade de Artes de Graz, na Áustria, onde foi diplomado com distinção. É mestre em música pela Unicamp e concluiu seu doutorado USP. Além de se apresentar regularmente como recitalista, camerista e solista em concertos com orquestra, é professor de piano e música de câmara e piano erudito.

Edson Sant´anna. Natural de Joinville, com carreira iniciada em bandas de baile e acompanhando cantoras, estudou piano na Casa da Cultura e Conservatório Belas Artes, antes de se transferir para São Paulo, em 2005. Lá, avançou em formação voltada ao piano popular, concluindo cursos de harmonia, contraponto e história da música, e também piano erudito. Sua peça “Sonatina n.01” obteve o terceiro lugar no 2º Concurso de Composição do Instituto Villa-Lobos, da Unirio (2010). Participou de grupos de música instrumental e atuou como professor em diversas oportunidades. É um dos idealizadores do Piano Talks, plataforma de ensino e conteúdo digital sobre piano popular.

Vivian Siedlecki. Professora adjunta da Universidade Estadual do Paraná (Unpespar), na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap). Doutora em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Música pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Especialista em Música de Câmara pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap). Bacharel em Instrumento/piano pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap).

Margareth Milano. Professora adjunta da Universidade do Paraná (Unespar), na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap) desde 1994. Professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Música da Unespar/Embap), no Mestrado em Música. Doutora em Práticas Interpretativas/Piano pela UFRGS, com a tese “Percepções e concepções sobre corpo, gesto, técnica pianística e suas relações nas vivências de alunos de piano de dois cursos de pós-graduação em música”. Mestre em Execução Musical/Piano (UFBA), especialista em Educação Musical/Piano (Embap).